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Stress hídrico prejudica a safra de sementes e tecnologia de avaliação pode aumentar produtividade em até 30%

Instabilidade climática prejudicou a safra 2015/2016 em quantidade e qualidade. Investimento na tecnologia GroundEye para seleção e avaliação de lotes de sementes por imagem avançada será aliado para aumento de produtividade no próximo plantio

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Alguns sofrem com o excesso de chuva e outros com a falta. As instabilidades climáticas que diferentes regiões do Brasil vêm enfrentando nos últimos tempos têm mostrado a necessidade de investimento cada vez maior em novas tecnologias para amenizar os prejuízos que este fator vem causando ao país. Entidades do setor já preveem uma colheita menor em muitas regiões do país, com menor qualidade devido ao stress hídrico sofrido neste verão, o que afetará diretamente na produtividade e consequentemente no bolso do produtor. Então, como garantir um novo plantio com melhor aproveitamento e aumento de produtividade? A solução é o investimento em pesquisa e tecnologia na seleção dos próximos lotes para plantio. Sementes de qualidade são mais resistentes, possuem maior vigor e índice de germinação, podendo aumentar em até 30% a produtividade da safra.

 

“Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas nos próximos 100 anos a temperatura média global no Brasil irá aumentar de 2 a 5,8 ºC. Se tivermos isso em mente as oscilações climáticas, excesso ou escassez de chuva serão uma constante. Investimento em tecnologias para o agronegócio serão cada vez mais necessárias aqui no Brasil, para que consigamos minimizar ao máximo as consequências destes desequilíbrios na produção agrícola brasileira e fornecimento de insumos”, explica João Paulo Pedroso, engenheiro agrônomo e gerente comercial a TBIT S.A., empresa especializada em soluções análise digital por imagem que desenvolveu oGroundEye, inovação para o agronegócio que capta até 300 características para comparação e avaliação do lote.

 

No caso da soja, por exemplo, o excesso de chuva – uma das principais reclamações neste último verão – combinado com altas temperaturas provoca uma grande oscilação no teor de umidade da semente durante o dia, o que prejudica a qualidade fisiológica da semente. Isso pode gerar rugosidade característica, o que compromete variáveis como tamanho e plantabilidade desta semente. A sementeira terá descartes e perdas de semente em função de diminuição de vigor, germinação, sementes esverdeadas, ardidas, mofadas e até germinadas.

 

“Toda essa perda se reflete em prejuízo para as sementeiras, que ficam com estoques menores e de menor qualidade para vender aos produtores. Os produtores por sua vez terão dificuldade maior de encontrar sementes de boa qualidade da cultivar desejada, podendo ter que pagar mais por ela, ou pior ainda, sendo tentado a optar pela semente pirata. Para amenizar o problema, a solução é selecionar melhor os lotes de sementes que serão vendidos, ter mais certeza e garantia na avaliação dessa tal “semente de qualidade” tão procurada. Com este foco é que a TBIT desenvolveu o GroundEye, que faz a análise digital de sementes por imagem, possibilitando uma avaliação mais confiável, padronizada e ágil tanto para quem compra como para quem vende.”, conclui João Paulo Pedroso.

SOBRE GROUNDEYE – Atualmente o GroundEye é oferecido em cinco diferentes versões para atender os diferentes ramos do agronegócio. É um sistema avançado para medições, análises e geração de relatórios por meio de mecanismos de captação de imagens e vídeos em alta resolução e um poderoso software que analisa características extraídas de cada semente, torna possível coletar informações de difícil interpretação disponibilizando-as de forma rápida, objetiva e segura. A matriz de qualidade é criada de acordo com o padrão de qualidade definido pela empresa, e a partir daí as amostras são analisadas por comparação.

 

SOBRE A Tbit – Nascida de um projeto universitário que ganhou força pela sua singularidade, a Tbit foi fundada em 2008 pelos sócios Igor Chalfoun Pomárico de Souza, Willian Rodrigues de Moura, Joel Yutaka Sugano e Adriano Arlei de Carvalho. O conhecimento em tecnologia e a experiência em agronegócio dos sócios permitiu à Tbit ser uma empresa de base tecnológica que busca, por meio de seus produtos, melhorar a performance do setor. Hoje a Tbit tornou-se líder em sistemas de análise de imagens do Agronegócio brasileiro. Atualmente possui importantes clientes em seu portfólio como Embrapa, Basf, Souza Cruz. Com foco inicial no agronegócio, a Tbit atua na otimização e rastreabilidade de análises e classificações de sementes, grãos e plântulas, através do desenvolvimento de equipamentos e software com tecnologias de ponta e equipe altamente especializada.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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