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STIHL lança motosserra a bateria mais potente do seu portfólio

Aliando potência e tecnologia, a nova MSA 220 C-B apresenta acréscimo de até 20% na performance de corte quando comparada ao modelo MSA 200 C.

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Com o planejamento de incluir no mercado mundial mais de 190 produtos a bateria até 2026, a STIHL inicia esse ano com novidade no portfólio. A líder no mercado brasileiro de ferramentas motorizadas portáteis lançou em janeiro a MSA 220 C-B, a motosserra a bateria com maior potência entre os demais modelos da marca com essa tecnologia. A nova ferramenta foi desenvolvida especialmente para utilização profissional, com alta performance de corte por carga de bateria.

O equipamento apresenta importantes diferenciais que oferecem aos usuários grande poder de corte aliado ao conforto e eficácia de manuseio. Dentre esses está evitar interrupções durante o trabalho por falta de potência. Isso porque sua bateria também é uma novidade: a AP 300 S possui maior potência e maior capacidade de armazenamento de energia comparada com AP 300. Assim, o usuário garante maior rendimento de trabalho durante as suas atividades. Aliado a isso, o conjunto de corte apresenta corrente com dentes de perfil quadrado 3/8’ PS3 – que proporcionam até 30% mais cortes por carga de bateria, comparada com a corrente de perfil redondo –, sabre de 35cm Rollomatic E e velocidade da corrente de 24m/s.

Além disso, a ferramenta possui proteção da mão com freio de corrente, tensionamento rápido de corrente (sem necessidade de ferramentas), gatilho de aceleração variável com interruptor de segurança lateral, cabo ergonômico, marca direcional de queda para derrubadas e fácil abertura da tampa do tanque (sem necessidade de ferramentas). A nova motosserra a bateria MSA 220 C-B garante, ainda, a possibilidade de utilização em ambientes de alta umidade ou mesmo na chuva.

 

Lançamento facilita atividades em diversos segmentos profissionais

Para os profissionais do mercado de construção civil, a MSA 220 C-B auxilia no melhor desempenho nas atividades de dimensionamento e construção com madeiras. Na agropecuária, o equipamento se caracteriza pela praticidade, robustez e desempenho diferenciado para satisfazer as necessidades do setor rural nas fazendas e sítios. Já na jardinagem profissional, o lançamento agiliza em diversas atividades de manutenção pública e de patrimônio, em serviços de paisagismo e no manejo de jardins em geral.

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Alta e Allflex anunciam parceria estratégica para oferecer tecnologia de monitoramento a rebanhos leiteiros

Empresas referências em seus segmentos – genética e inteligência animal – unem forças para ampliar acesso de pecuarista a tecnologia que torna atividade mais eficiente

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A Alta, referência em melhoramento genético de bovinos, e a Allflex, referência mundial em inteligência animal, anunciam uma parceria estratégica para oferecer ainda mais precisão, qualidade, controle e conveniência aos produtores de leite. A Alta passa a oferecer em seu portfólio a mais moderna plataforma de monitoramento da Allflex, SenseHub, que fornece informações em tempo real sobre o status reprodutivo, de saúde, nutricional, estresse térmico e bem-estar das vacas, permitindo a tomada de decisões mais assertivas.

De acordo com o diretor da Alta no Brasil, Heverardo de Carvalho, a cooperação é uma oportunidade para os pecuaristas conhecerem melhor os números da sua propriedade, alinhando isso às novas técnicas de manejo para atuar em prol da melhor produção e reprodução das vacas. “São duas empresas fortemente difundidas no mercado, que juntas, poderão levar ainda mais tecnologia e informação para a cadeia produtiva. Temos certeza de que será uma parceria de sucesso, e no final quem sai ganhando é o produtor rural”, diz.

O presidente da Antelliq para a América Latina, grupo ao qual pertence a Allflex, Alexandre Alves, também destaca a importância do acordo. “É uma parceria entre duas empresas líderes em seus mercados de atuação, que unem forças para tornar a tecnologia mais acessível aos pecuaristas. O acordo permitirá que um maior número de produtores possa monitorar seu rebanho com uma tecnologia que impacta diretamente não só na produtividade, na gestão e nos resultados dos negócios como também na qualidade de vida das pessoas que trabalham na pecuária de leite”, destaca Alves.

A parceria inclui os sensores eSense em formato de brinco e os colares cSense, que dão informações na plataforma SenseHub sobre os diferentes tipos de lotes do rebanho, abrangendo vacas e novilhas.

“É possível avaliar o comportamento do animal monitorando atividade, ruminação e movimentos respiratórios. Com isso, o produtor terá informações sobre estro, nutrição e saúde das vacas, que tornam sua tomada de decisão muito mais acertada”, destaca o Gerente Técnico de Leite da Alta, Tiago Moraes Ferreira.

“O SenseHub monitora em tempo real a saúde dos animais, permitindo que o produtor possa agir de forma preventiva ao identificar uma vaca nos alertas de saúde do sistema. Assim, essas vacas que aparecem nos relatórios de saúde podem ser inspecionadas, pontualmente, para definição do diagnóstico e tratamento. Essa abordagem proativa contribui para uma recuperação mais rápida dos animais, com menor risco de afetar a produção de leite. O monitoramento otimiza a produtividade e o bem-estar dos animais para que o negócio seja mais sustentável e lucrativo”, completa o gerente de monitoramento da Allflex para América Latina, Luciano Lobo. 

Fonte: Assessoria
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Cobb debateu mudanças de manejo para frango moderno com jovens avicultores

A evolução da produção avícola nos últimos anos e suas novas demandas de manejo, genética e ambiência foram destacadas pelo diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, durante o evento Conecta Copacol para jovens avicultores potenciais sucessores de integrações avícolas, que aconteceu no início do mês de março

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O frango de corte evolui geneticamente cada vez mais. A cada ano, os animais podem ver melhorias em conversão alimentar e ganham entre 40 e 50 gramas de peso para o mesmo tempo de alojamento. Em uma granja com 25 mil frangos, isso representa algo entre 1.000 e 1.250 quilos a mais todos os anos. Isso pode mudar a forma de manejo na granja, como regulagem de temperatura, espaço para as aves e controle da qualidade do ar. Durante o Conecta Copacol, evento realizado no início do mês de março, pela cooperativa paranaense no Oeste do Estado, o diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, explicou para um seleto grupo de jovens entre 17 e 35 anos, que serão sucessores na atividade avícola das suas famílias, como implementar com sucesso as estratégias para mudanças de manejo.

“A palestra teve base a evolução na avicultura, destacando genética, fisiologia, necessidades de manejo e ambiente. Mostramos que o frango de corte vem evoluindo a cada ano e, portanto, suas necessidades também mudam. Uma das nossas preocupações é o controle do ambiente, pois o ambiente controlado, com temperaturas dentro da faixa de conforto, é a base para que a ave possa atingir todo seu potencial genético”, explica o gerente de Serviço Técnico da Cobb, Alex Friederich.

Para ele, esses produtores, que já lidam com a atividade, mas em breve vão suceder seus pais, devem ter em mente que investir em instalações com ambiente controlado e ser mais proativo no manejo do frango de corte moderno é regra para sucesso na atividade. “Para a Cobb-Vantress foi muito importante participar deste evento de capacitação de futuros gestores das propriedades avícolas da Copacol, pois eles que estarão conduzindo a produção no futuro”, destaca.

Entre os desafios apontados durante a palestra, estão mão de obra especializada, com capacidade para manusear os novos equipamentos de galpões mais tecnificados. Já no campo das oportunidades, as principais são os ganhos consistentes ano a ano no frango de corte moderno. “Com manejo e tecnologia, temos condições de tirarmos proveito desses avanços”, apontou Terra.

O gerente de Integrações de Aves da Copacol, Douglas da Silva, destaca a importância da iniciativa. “Nosso objetivo foi atingido com sucesso. Os participantes interagiram com vários questionamentos, buscando entendimento maior da evolução avícola. Por isso, agradeço pelo apoio da Cobb ao nosso programa Conecta, que visa desenvolver potenciais sucessoras nas propriedades e tivemos o privilégio de contar com a experiência do Rodrigo Terra, que conduziu o trabalho de forma brilhante”, afirmou.

O “Conecta Copacol”, que aconteceu no dia 12 de março, faz parte do Planejamento Estratégico da Cooperativa e tem como objetivo trabalhar potenciais sucessores de propriedades integradas, com idade entre 17 e 35 anos, para fornecer conhecimento que auxilie na tomada de decisões e na maximização dos resultados das atividades.

Fonte: Assessoria
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Relação entre vacinação, nível de L. intracellularis nas fezes e GPD

Através da técnica de qPCR conseguimos comprovar os diferentes níveis de excreção bacteriana a campo

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Arquivo/OP Rural

Artigo escrito por Salomão T., Engelsing E., Feronato C., Nascimento E.

Conforme demonstrado por Winkelmann et. al. (2018), existe uma correlação entre a quantidade de Lawsonia intracellularis presente nas fezes e o GPD: quanto maior o CT fecal, o que significa baixa carga de L. intracellularis, maior o GPD (figura 1).

De forma prática, podemos dizer que a partir da análise das fezes dos suínos é possível estimar se a L. intracellularis está impactando no GPD dos suínos e no ganho econômico da granja (ileíte subclínica ou clínica).

Objetivo

Avaliar os níveis de excreção de Lawsonia intracellularis nas fezes de suínos, sob condições de campo, comparando leitões vacinados, com 2 vacinas comercias, e leitões não vacinados.

Material e métodos

Para demonstrar a diferença entre a quantidade de L. intracellularis excretada nas fezes de leitões vacinados e não vacinados, selecionamos o caso de campo a seguir:

Em uma cooperativa paranaense, com histórico de ileíte clínica, 3 grupos foram analisados com relação a quantidade de L. intracellularis excretada nas fezes: Grupo não vacinado, grupo vacinado com a vacina A e grupo vacinado com Porcilis®Ileitis. Foram coletadas fezes dos mesmos leitões em diferentes idades (totalizando 163 amostras), conforme os gráficos a seguir. As amostras foram enviadas ao laboratório AFK Imunotech (UPF, Universidade de Passo Fundo/RS) e submetidas a qPCR.

A qPCR (PCR quantitativo em tempo real) das fezes é um exame laboratorial muito utilizado globalmente para determinar a quantidade do agente excretada pelos animais. Esta análise permite saber se um determinado animal está infectado e, ao mesmo tempo, qual é o  grau de infecção. Conhecer o grau de infecção possibilita: (a) entender se existe infecção clínica ou subclínica, (b) estimar as perdas econômicas associadas as lesões enterocíticas e (c) checar se ocorre a manutenção da infecção dentro do sistema de produção.

Resultados:

Grupo não vacinado

  • Leitões positivos para intracellularis em todas as fases de coleta;
  • Em uma das fases de coleta (144 dias) observa-se 73,3% (11 em um total de 15) dos leitões positivos para intracellularis, sendo que 2 dos 15 animais avaliados apresentaram níveis de L. intracellularis: relacionado com ileíte, requerendo interpretação clínica adicional.

Grupo: Vacina A

  • Leitões positivos para intracellularis em todas as fases de coleta;
  • Em uma das fases de coleta (169 dias) observa-se 46,6% (7 em um total de 15) dos leitões positivos para intracellularis, sendo que 1 dos 15 animais avaliados apresentou níveis de L. intracellularis: relacionado com ileíte (CT entre 21 e 30), requerendo interpretação clínica adicional. Adicionalmente, outros 2 dos 15 leitões avaliados apresentou CT entre 30 e 31, ficando próximo a faixa: Relacionado a Ileíte clínica. Requer interpretação Clínica Adicional”.

Grupo: Porcilis® Ileitis

  • Leitões negativos para intracellularis em 4 das 5 fases de coletadas;
  • Em apenas uma das 4 fases de coleta (130 dias) observa-se 33,3% (5 em um total de 15) dos leitões positivos para intracellularis, porém o nível de positividade é baixo, com CT bastante próximo a 40 (= amostras negativas para L. intracellularis).

Conclusão

Através da técnica de qPCR conseguimos comprovar os diferentes níveis de excreção bacteriana a campo para ambos os protocolos vacinais, bem como a faixa etária de maior prevalência de eliminação da Lawsonia intracellularis

Porcilis® Ileitis mostrou-se mais eficaz na redução da excreção fecal de L. intracellularis, em todas as fases da produção, quando comparada com a outra vacina comercial.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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