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Suínos e Peixes – Maio

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StarYeast®, da ICC Brazil, é alternativa para crise de vitamina B2 na União Europeia

Aditivo proibido pela UE foi encontrado em grandes quantidades em alimentos para animais de produção

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Foto: Divulgação

Autoridades da União Europeia estão em alerta devido à detecção de organismos geneticamente modificados (GMOs) encontrados na ração de animais de produção em vários países europeus. A substância em si, trata-se de uma vitamina B2 (riboflavina 80%) utilizada como aditivo e produzida a partir do Bacillus subtilis KCCM-10445, que é uma bactéria geneticamente modificada e proibida. A atenção se dá no que diz respeito à propagação de genes resistentes, que podem levar à resistência antimicrobiana dos animais e humanos.

A União Europeia declara-se GMO Free, ou seja, não permite o uso de organismos geneticamente modificados na agricultura e pecuária em seu território. E desde 19 de setembro de 2018 a vitamina B2 foi proibida por representar riscos a médio e longo prazo para os animais e para a saúde pública.

Diante desta adversidade no bloco europeu, estratégias vêm sendo adotadas pelo mercado de nutrição animal para suprir as exigências de vitamina B2 pelos animais.

Uma ótima solução alternativa é o StarYeast®, produto da ICC Brazil, que é uma levedura seca inativa, derivada da fermentação de melaço de cana-de-açúcar. Além da alta palatabilidade, StarYeast® apresenta excelente perfil nutricional, com alta concentração de vitaminas do complexo B. Dentre essas vitaminas, está presente a B2, necessária para alimentação e exigências nutricionais dos animais. O produto da ICC Brazil é natural, seguro e livre de transgênicos (GMO free).

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Biomin patrocina instalação de Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal de Animais de Produção

O laboratório conta com módulo principal no campus da Universidade de Medicina Veterinária de Viena e módulo externo na Universidade de Pesquisas Naturais e Ciências da Vida, também na capital austríaca.

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A Biomin, indústria global de nutrição animal com presença em mais de 150 países, incluindo o Brasil, e o Ministério dos Negócios Econômicos e Digitais da Áustria juntaram-se para patrocinar a instalação de moderna unidade do Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal dos Animais. O laboratório conta com módulo principal no campus da Universidade de Medicina Veterinária de Viena e módulo externo na Universidade de Pesquisas Naturais e Ciências da Vida, também na capital austríaca.

“Procuramos levar o conhecimento da saúde intestinal para o próximo nível e infundir essas descobertas em soluções inovadoras que agreguem valor aos nossos clientes, apoiando animais saudáveis”, observa o dr. Gerd Schatzmayr, diretor do Centro de Pesquisas da Biomin.

O Laboratório Christian Doppler de Inovação para Saúde Intestinal dos Animais de Produção foca o seu trabalho na ciência nutricional avançada, em modelos intestinais integrativos e em tecnologia de ponta, com o objetivo de evoluir o conhecimento e descobrir soluções para o avanço sustentável da saúde intestinal e sistêmica em suínos e bovinos.

“Para isso, trabalhamos a pesquisa em múltiplos estágios e com base em diferentes modelos intestinais complementares in vitro, ex vivo e in vivo, para fechar lacunas de conhecimento no campo da saúde intestinal”, explica o professor Qendrim Zebeli, chefe do Laboratório e do Instituto de Nutrição Animal da Universidade de Medicina Veterinária de Viena.

A dra. Eva Maria Binder, diretora de Pesquisas e diretora executiva do Conselho do Erber Group, ressalta que “por meio de parcerias globais com organizações inovadoras, como a Christian Doppler, o grupo está bem posicionado para conduzir pesquisas puras e aplicadas para aumentar a segurança alimentar e tornar a produção animal uma atividade mais sustentável”.

“Produção animal mais saudável e menor uso de antibióticos por meio da inovação no campo das ciências da vida. Esta é a finalidade da cooperação de empresas e da ciência, com benefícios para todos os envolvidos”, destaca Margarete Schramböck, ministra dos Negócios Econômicos e Digitais da Áustria.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Evento essencial para setor

DB elogia tradição e papel primordial do SNDS para suinocultura

Empresa de genética suína apoia 18ª edição do evento que debaterá competitividade, inovação, marketing, consumo e gestão no setor

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Arquivo/OP Rural

A DB DanBred patrocina do XVIII Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (SNDS), principal evento de lideranças do setor, que ocorrerá entre os dias 1 e 2 de agosto, no Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, do bairro Leblon, no Rio de Janeiro.

Nas palavras de Vladimir Fortes, diretor comercial da DB, apoiar novamente o evento bianual demonstra o comprometimento da Empresa com a suinocultura nacional. “O SNDS é o tradicional evento de líderes e apoiar um encontro como este é estar comprometido com os produtores de todo o país”, comentou.

Organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), o SNDS reafirma o compromisso da entidade nacional com o desenvolvimento do setor a cada dois anos e, nas últimas três edições, reuniu os gestores de ao menos 70% das matrizes do país, além de indústria, varejo e empresas de insumos do segmento.

“Estarão reunidos os representantes que fomentam a cadeia suinícola nacional. Considerando os atuais cenários políticos e econômicos mundiais, debater os desafios se torna primordial para o crescimento da nossa atividade”, completou o executivo da DB.

Fundada em 1976, a DB Agricultura e Pecuária é consolidada como uma das principais referências de genética suína no mercado nacional há mais de 20 anos. Por meio de um sólido histórico de resultados, a marca repete entre os produtores brasileiros o mesmo sucesso obtido na suinocultura dinamarquesa.

Inscrições abertas

Realizado há mais de 35 anos, o SNDS XVIII traz em 2019 o desafio de transformar a suinocultura tradicional em um setor dinâmico e competitivo, sustentado em ciência e tecnologia, com o tema “O poder da evolução está nas novas maneiras de ver o mundo”.

Para isso, contará com palestras de especialistas de referência nacional e internacional, com uma programação diversificada em sintonia com o momento vivido pela cadeia, ampliando o debate com quatro painéis, discutindo competitividade, inovação, marketing, consumo e gestão de negócio.

Para garantir sua vaga entre em contato com a sede da ABCS, em Brasília, pelo telefone (61) 3030-3200. Todas as informações sobre o evento, como programação, localização, inscrições, valores de investimento e patrocinadores podem ser encontradas no site do evento.

Fonte: Assessoria
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Empresas Genética

Agroceres PIC discute evolução da disseminação genética por meio da adoção de Genética Líquida em painel realizado no SINSUI

Nevton Brun, gerente de produção da Agroceres PIC, falou sobre o avanço desse tipo de tecnologia reprodutiva no Brasil e apontou as principais tendências tecnológicas para a disseminação genética via sêmen nos próximos anos

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O gerente de produção da Agroceres PIC, Nevton Brun, foi um dos debatedores do painel “A Evolução da Difusão Genética através da Genética Líquida no Mercado Brasileiro”, realizado na terça-feira (21), em Porto Alegre (RS), durante o primeiro dia do XII Simpósio Internacional de Suinocultura (Sinsui). Promovido pela Minitube, o simpósio teve como objetivo traçar um panorama atualizado do avanço e das oportunidades desse tipo de tecnologia reprodutiva no Brasil.

De acordo com Brun, a atualização genética por meio da utilização de doses inseminantes, a chamada Genética Líquida, é uma tecnologia consolidada entre os grandes produtores mundiais de carne suína e também no Brasil. Segundo ele, a comercialização de sêmen representa cerca de 70% do share de machos na Europa e América do Norte. No Brasil esse percentual é de aproximadamente 30%, mas vem crescendo rapidamente.

“A suinocultura brasileira tende a crescer e ganhar qualidade. Com isso deve intensificar o movimento de migração de tecnologia nos próximos anos. O ganho de produtividade proporcionado pelo modelo de doses inseminantes deverá estimular a mudança de padrão tecnológico pelos produtores” afirma o gerente de produção da Agroceres PIC.

Isso acontece, argumenta Brun, devido às inúmeras vantagens que esse tipo de tecnologia reprodutiva oferece aos produtores. “A Genética Líquida permite acelerar e otimizar o uso de genes superiores nas unidades de produção, elevando o padrão genético dos plantéis e a eficiência produtiva do rebanho – recurso que, na prática, confere mais competitividade e rentabilidade para os suinocultores. Tudo isso com máxima biossegurança e total garantia de qualidade”, explica Brun.

Pioneirismo e maior estrutura

A Agroceres PIC foi responsável por introduzir o modelo de comercialização de doses inseminantes em larga escala no Brasil, em 2013, quando inaugurou sua primeira Unidade de Disseminação de Genes (UDG), em Fraiburgo/SC. Com o lançamento do conceito de Genética Líquida no mercado brasileiro, a empresa quebrou paradigmas ao instituir uma tecnologia reprodutiva, até então inédita e perfeitamente alinhada às demandas da suinocultura de alta performance por eficiência produtiva, biossegurança, qualidade e competitividade.

Hoje a Agroceres PIC detém a maior e mais avançada estrutura de Genética Líquida da América Latina. Um sistema total com capacidade de produção instalada de aproximadamente 3 milhões de doses inseminantes por ano, volume capaz de atender um plantel aproximado de meio milhão de matrizes tecnificadas em todo o Brasil. São 5 UDGs estrategicamente localizadas em Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais.

Debate oportuno

Para Brun, a iniciativa da Minitube ao promover o debate foi oportuna e ajuda a lançar luz sobre uma tecnologia estratégica, que auxilia no aumento da competitividade da suinocultura brasileira. “Ações como esta, que estimulam o diálogo, a exposição de ideias e o compartilhamento de informações em prol de uma suinocultura mais moderna e competitiva, são sempre positivas”, avalia. “Na Agroceres PIC buscamos, incansavelmente, novas alternativas que possam trazer maior eficiência e rentabilidade aos nossos clientes, mas, sobretudo, à suinocultura brasileira. Acreditamos que esta ação de realizar uma mesa redonda proporcionou um debate interessante, contribuindo para o avanço da atividade a qual estamos inseridos”, finaliza Brun.

Fonte: Assessoria
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