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Startups apresentam inovações a gigante do agronegócio global

Quinze empreendimentos participaram da primeira edição do Circuito de Startups Nutron, marca de nutrição animal da Cargill no Brasil

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Empreendedores de quinze startups voltadas para o agronegócio receberam uma verdadeira oportunidade de ouro para mostrar as novidades que vem desenvolvendo a um público altamente qualificado, ao participarem do Circuito de Startups Nutron realizado no Centro de Inovação da Cargill em Campinas. O encontro foi organizado no dia 15 de fevereiro em parceria com a AgTech Garage, que selecionou as startups convidadas levando em consideração o potencial de sinergia com os negócios da Cargill Nutrição Animal.

Na plateia, cerca de 30 gestores e executivos da Cargill em busca de soluções disruptivas acompanharam as apresentações, concretizando um dos principais objetivos da AgTech Garage: construir pontes entre empreendimentos inovadores e as grandes empresas que concentram suas atenções no agronegócio.

“O Circuito aproxima startups de grandes empresas para estimular a troca de experiências e gerar parcerias, acelerando o desenvolvimento de novas tecnologias para o campo, esse tipo de aproximação é uma tendência que vem ganhando força em diferentes setores da economia e no agronegócio não poderia ser diferente.” explica o diretor e co-fundador da AgTech Garage, José Tomé.

Para o diretor geral da Cargill Nutrição Animal, Celso Mello, o Circuito é uma forma eficaz de encurtar caminhos e chegar mais rápido às inovações: “A marca Nutron é reconhecida por levar soluções inovadores aos produtores brasileiros, mas nos dias de hoje, inovações são desenvolvidas de maneira exponencial. A aproximação com empresas de tecnologia nos possibilita ganhar eficiência e velocidade no nosso objetivo de levar as melhores soluções aos nossos clientes.” comentou.

Segundo Tomé, a maturidade das startups selecionadas nem sempre é o fator determinante. “As principais características avaliadas são a solução tecnológica que cada startup está desenvolvendo e o perfil dos empreendedores envolvidos. Uma vez que a solução tecnológica é boa e o time é bom, a empresa tem mais flexibilidade para estabelecer diferentes tipos de parcerias em função do nível de maturidade das startups,” concluiu.

“Ficamos muito contentes de participar do circuito com a Cargill Nutrição Animal, foi impressionante o nível das startups e das discussões geradas. Iniciativas como essa podem de fato alavancar startups e demonstram que o ambiente de empreendedorismo e inovação no agronegócio está amadurecendo e, portanto, mais favorável para o surgimento e sucesso das startups,” conta Eduardo Figueiredo da Startup MyChicken.

Além da MyChicken, o roteiro do Circuito incluiu as startups Implanta IT, Seedz e EcoTrace, focadas em integração de dados, fidelidade e supply chain; Coopig e Agrisolus, com inovações para a avicultura e a suinocultura; Live Care Brasil, CowMed, BioNexus, SyntechFeeder, JetBov, Agroconforto, BeefPlan, BeefTrade e InterGado, dedicadas à pecuária de corte e leite.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas

Mulheres e robotização mudam a cor da suinocultura no Brasil

De acordo com o censo agropecuário do IBGE, hoje, 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres

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A participação feminina em todas as atividades do campo cresce ano a ano puxada pelas novas tecnologias que democratizam e facilitam o trabalho diário. Conforme dados do último Censo Agropecuário do IBGE, de 2017, cerca de 18,7% dos estabelecimentos agropecuários do país são comandados por mulheres. Somados ao número de propriedades com comando feminino, o levantamento também aponta para uma melhor distribuição no trabalho no setor, no qual cerca de 20,3% dos estabelecimentos são dirigidos por casais, dividindo todas ou parte das responsabilidades.

Realidade de mulheres como Francieli Ribas dos Santos, 27 anos, produtora de suínos de Piraí do Sul, no Paraná. Ao lado do marido, ela comanda desde 2014 a propriedade dos sogros, responsável pela produção de mais de 1,6 mil suínos por lote em dois galpões que contam cada um com um robô alimentador (leia sobre o equipamento abaixo).

Francieli conta que essa é uma transição difícil devido à exigência física que a suinocultura tem para os produtores, mas que foi facilitada pela adoção da tecnologia de robotização. “Ajudou demais, agora não preciso carregar carrinhos enorme com ração e fazer muitas pesagens ao longo do dia. Hoje eu apenas acompanho e monitoro os galpões, o que me dá mais tempo livre para outras coisas”, comemora. Autonomia que a possibilita realizar sozinha todo o manejo diário dos animais e também um melhor acompanhamento das demais atividades da granja. Além de facilitar o manejo, a economia de tempo e recursos com o robô também auxiliou na expansão da produção da granja, com a construção do segundo galpão.

Outubro Rosa

Para valorizar a participação feminina na suinocultura de precisão e, também, alertar a comunidade rural para a prevenção do câncer de mama, a ROBOAGRO mudou a cor do robô alimentador de suínos durante o Outubro Rosa. Especialmente neste mês, o tradicional vermelho da marca foi substituído pelo tom rosado para chamar a atenção das produtoras. Francieli foi uma das primeiras a adquirir o equipamento rosa.

“Ações de valorização e conscientização como essas são importantes para difundir o cenário atual do campo, cada vez mais tecnológico e com mais participação da mulher e dos jovens”, destaca Giovani Molin, diretor da ROBOAGRO.

Sobre o Robô Alimentador de Suínos

Atualmente, são mais de 500 unidades do Robô Alimentador de Suínos em operação nos três estados da Região Sul, responsáveis por 66% da suinocultura brasileira, além de presença institucional em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo. A tecnologia, lançada pela ROBOAGRO, de Caxias do Sul-RS, é inédita do país. Além da melhora na qualidade da carne produzida com o auxílio da tecnologia e os benefícios na qualidade de vida dos produtores, a robotização dos tratos gera uma economia que pode chegar a mais de R$ 26 mil por ano em granjas de médio porte, com média produtiva de mil animais por lote. Conforme explica Molin, cerca de 70% do custo de produção da carne suína está diretamente ligado a alimentação do animal.

“Nos comedouros atuais existem muito desperdícios além de não haver nenhuma possibilidade de gestão e informação para o suinocultor. O robô oferece a oportunidade do criador ajustar a sua produção conforme as variações do mercado e dos custos dos insumos, isso deixa a carne produzida aqui muito mais competitiva frente a outros mercados”, explica Molin.

Suinocultura 4.0

A robotização da produção, conhecida como Suinocultura 4.0, já é novo padrão para o mercado brasileiro. Essa prática consiste no uso de ferramentas e tecnologias que possibilitam otimizar todas as etapas do processo produtivo. Segundo levantamento do Sebrae, cerca de 81% dos suinocultores dos três estados da Região Sul seguem um modelo de produção integrado, onde uma cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração e o crescimento dos animais que serão enviados para o abate, a chamada fase de crescimento e terminação.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Nutrição Animal

Kemin destaca monitoramento de doenças e controle de patógenos em rações 

Evento vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos

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médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro - Foto: Divulgação

Feed Safety Forum, realizado pela empresa, vai discutir monitoramento de doenças e controle de contaminantes em rações como estratégia para melhorar eficiência produtiva e competitividade econômica em aves, suínos e bovinos, em cenário de recordes das exportações brasileiras de proteína animal e dos preços das matérias-primas da ração.

Monitoramento de doenças na suinocultura e controle de patógenos em ração de aves, suínos e bovinos serão debatidos pela Kemin em um cenário de alta das exportações brasileiras de proteína animal, o que coloca o país em evidência maior. Os casos de enfermidades, como Peste Suína Africana (PSA) e Influenza Aviária, avançando pela Europa e Ásia, aliado ao quadro de recordes nos preços e até importação das principais matérias-primas da produção animal, como a soja e o milho, impactam fortemente os custos do produtor e reforçam a importância de controle de doenças no plantel e contaminações nas rações como estratégia para ganhar eficiência produtiva e competitividade econômica na atividade, destaca a médica veterinária e gerente de Marketing da Kemin na América do Sul, Cherlla Romeiro.

“A segurança do alimento é uma preocupação mundial. A incidência de patógenos em rações de aves, suínos e bovinos pode levar a aumento de morbidade do rebanho com impacto na produtividade e na rentabilidade do produtor, por isso a qualidade da ração é especialmente importante neste momento de custos mais elevados. E pode ser também, em alguns casos, uma questão de saúde pública, já que estamos falando do alimento do nosso alimento. Por isso temos um controle tão rigoroso”.

Neste cenário, o Feed Safety Forum, que será realizado pela Kemin na próxima semana, dias 4 e 5 de novembro, gratuitamente, em formato virtual, vai debater, a partir das 11h, no horário de Brasília, do dia 4, “Monitoramento de doenças em suínos para melhorar a saúde animal”. Neste debate, o pesquisador da Iowa State University, Giovani Trevisan, vai apresentar um cenário global atual de doenças em suínos e o monitoramento de patógenos suínos e seus diagnósticos nos Estados Unidos. Trevisan é assistente de pesquisa de pós-doutorado na Iowa State University e coordenador do Swine Disease Reporting System. A maior parte de seu trabalho é dedicada a fornecer soluções baseadas em dados para veterinários e produtores para gerenciar doenças suínas e melhorar a saúde animal.

Em seguida, as discussões sobre “Controle de patógenos: o que você pode fazer para reduzir riscos?” serão encabeçadas pelo Dr. Andrew Yersin, que vai trazer uma abordagem prática para avaliar os riscos de patógenos em alimentos para animais. “No mundo de hoje, a abordagem de segurança do alimento deve trazer proteção contra patógenos bacterianos e virais. É mitigação de riscos na mesa do consumidor final”, defendeu Cherlla.

Com doutorado em Fisiopatologia pela North Carolina State University, em Raleigh, na Carolina do Norte, Yersin apoia programas mundiais de qualidade para manufatura e operações e presta suporte técnico às necessidades do cliente Kemin como VP Sênior de Qualidade e Assuntos Regulatórios. Todas as apresentações do Feed Safety Forum serão ministradas em inglês e podem ser acompanhadas gratuitamente pela internet. Os interessados podem se inscrever através do link http://bit.ly/feedsafety.

Fonte: Assessoria
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Empresas Cooperativismo

Começam comemorações dos 50 anos da Coamo

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Diretoria da Coamo abre as comemorações do Jubileu de Ouro - Fotos: Divulgação

Fundadores recebem a camisa do Jubileu de Ouro

Um dia diferente e histórico. Assim foi esta sexta-feira em todas as unidades da Coamo, reunindo funcionários da cooperativa e, também, da Credicoamo, Via Sollus, Arcam e Fups que passam a vestir todas as sextas-feiras a camisa dos 50 anos da Coamo. “Vimos a felicidade dos funcionários em chegar e usar a camisa da nossa cooperativa, em um momento favorável nos seus 50 anos. A Coamo vem cumprindo a missão de gerar renda com desenvolvimento sustentável do agronegócio, com apoio direto dos funcionários para a sustentação das atividades dos cooperado como um todo e, também, a manutenção dos seus negócios e do bem-estar das suas famílias”, afirma Airton Galinari, presidente Executivo da Coamo.

 

Funcionários comemoram a nova camisa

LANÇAMENTO – Antes da abertura do último dia da Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho – Sipat na Administração Central, a diretoria e os funcionários participantes da primeira sessão do evento. Todos posaram orgulhosos com a camisa Coamo 50 anos. “O cooperativismo é uma filosofia de vida com a prática de valores edificantes, os quais possibilita a todos os cooperados e funcionários da Coamo participarem diretamente de um sistema vitorioso, que oferece conhecimento, estrutura e uma assistência para que todos crescerem, evoluírem e obterem o desenvolvimento nas suas atividades”, explica o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo.

Segundo a Assessoria de Comunicação da cooperativa os cooperados de todos os entrepostos no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul também já estão recebendo a camisa comemorativa.

 

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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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