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Sorriso e Campo Verde recebem Encontro Regional da Suinocultura de Mato Grosso

Evento realizado pela Acrismat será gratuito e contará com participação do AgriHub com o Sementes da Inovação.

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Foto: Divulgação/Acrismat

Com atuação de destaque na suinocultura Mato-grossense, Sorriso e Campo Verde receberão as próximas edições do Encontro Regional da Suinocultura de Mato Grosso. Realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), o evento acontecerá no dia 23 de setembro em Sorriso e no dia 25 em Campo Verde, com programações diferentes, mas com participação do Sementes da Inovação edição Suinocultura realizada pelo AgriHub. A entrada é gratuita para ambos os eventos, sendo necessária apenas inscrição de forma online.

Em Sorriso a primeira palestra terá como tema a Imunocastração a Tecnologia Inovadora e Globalizada para o Macho e a Fêmea suína, com o médico veterinário e zootecnista Fernando César Veit. A outra será ministrada pela dupla João Carlos Arruda de Oliveira que é doutorando em agricultura tropical e pelo Josimar Brito da Silva que é doutor em agricultura tropical que vão palestrar sobre a Sustentabilidade ambiental do uso de efluentes de suínos na agricultura.

Já em Campo Verde a palestra será com o médico veterinário, Tiago Salomão Moura que abordará também a Imunocastração de suínos: evolução, eficiência e inovação. O projeto Sementes da Inovação, edição suinocultura realizado pela AgriHub, estará presente nas duas datas. O projeto é uma iniciativa que visa impulsionar a adoção de tecnologias no agronegócio de Mato Grosso, com foco na suinocultura.

A gerente de inteligência e novos negócios do AgriHub, Erika Segóvia, explica que o objetivo do Sementes da Inovação é identificar os desafios mais relevantes da cadeia produtiva da suinocultura e buscar soluções tecnológicas que possam enfrentá-los de forma eficaz.

A partir da conexão entre empresas de base tecnológica, startups e o campo, o projeto fortalece o ecossistema de inovação do agro e estimula o uso de tecnologias no campo. “A tecnologia é fundamental para a evolução da suinocultura, permitindo o monitoramento preciso dos animais, melhorando o controle sanitário, otimizando a gestão alimentar e operacional, e viabilizando a coleta e análise de dados técnicos. Tudo isso contribui para a tomada de decisões mais assertivas, elevação da produtividade e aumento da competitividade”, pontua.

O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho reforça o convite para os suinocultores dessas regiões e ressalta a importância dos eventos para a atividade. “O Encontro Regional da Suinocultura de Mato Grosso é uma oportunidade única para produtores, especialistas e lideranças do setor se reunirem e discutirem temas relevantes para a suinocultura mato-grossense. Vamos trazer dois importantes assuntos para o bate papo e ainda a participação do AgriHub, que vem para levantar desafios da atividade na região e futuramente apresentar soluções para esses entraves”, pontuou.

Para participar, inscreva-se no site clicando aqui.

Fonte: Assessoria Acrismat

Suínos

Preços do suíno caem até 20% no mercado nacional enquanto Brasil lidera competitividade no exterior

Mercado spot registra forte queda, mas carne suína brasileira alcança US$ 2,57/kg em exportações e mantém posição de destaque global.

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Foto: Shutterstock

A tendência de queda nos preços do suíno, iniciada há cerca de três semanas, continua no mercado nacional, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Foto: Ari Dias

Em apenas um mês, as desvalorizações no mercado independente (spot) chegaram a 20%, pressionando produtores a negociar o suíno vivo a valores próximos ou até inferiores aos praticados na produção integrada.

Historicamente, as cotações no mercado spot ficam acima das da produção integrada devido aos custos mais elevados, o que torna o cenário atual ainda mais desafiador.

Apesar da retração nos preços domésticos, a carne suína brasileira manteve alta competitividade no mercado internacional em 2025.

Dados compilados pela UN Comtrade e analisados pelo Cepea mostram que o país, atualmente o terceiro maior exportador mundial, registrou preço médio de US$ 2,57 por quilo exportado, abaixo dos US$ 3,18 registrados por Estados Unidos e União Europeia, líderes globais no segmento.

O desempenho confirma a eficiência da cadeia produtiva brasileira e a capacidade de manter participação relevante em mercados internacionais mesmo diante de pressões internas.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

ABCS intensifica atuação no Congresso em ano decisivo para o agro

Entidade reforçou prioridades da suinocultura nas comissões temáticas do Instituto Pensar Agro, entre as quais envolvem regras de bem-estar animal, controle de javalis e rotulagem de produtos de origem animal.

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Foto: Divulgação

A equipe política da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) intensificou sua atuação no Instituto Pensar Agro (IPA), entre terça (27) e quarta-feira (28), participando ativamente das comissões temáticas responsáveis por organizar e conduzir as principais pautas do setor junto à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

A gerente de Relações Governamentais da entidade, Ana Paula Cenci, explica que este é o momento em que as instituições do setor se debruçam sobre temas considerados estratégicos para o agro. “Cada assunto é avaliado conforme seus impactos diretos sobre a produção, a competitividade e a sustentabilidade das cadeias produtivas. A ABCS exerce papel relevante nesse processo, ao levar às comissões a visão técnica e a realidade da suinocultura brasileira”, afirma.

Entre os temas prioritários em debate estão o controle e o manejo de javalis, as normas de bem-estar animal e as propostas relacionadas à rotulagem de alimentos de origem animal. São agendas que afetam diretamente o dia a dia do produtor, a segurança sanitária e a relação do setor com o consumidor, exigindo posicionamento qualificado e articulação institucional.

O trabalho ganha ainda mais relevância em 2026, ano marcado pelo calendário eleitoral. Com uma agenda legislativa naturalmente mais curta, o primeiro semestre se consolida como o período mais estratégico para o avanço das pautas setoriais e para o diálogo com parlamentares e com o Poder Executivo.

“Sem dúvida, a atuação da ABCS nas comissões temáticas do IPA reforça o compromisso da entidade com a defesa dos interesses da suinocultura nacional. A participação ativa contribui para a construção de consensos, a antecipação de riscos regulatórios e a promoção de um ambiente normativo mais previsível, equilibrado e alinhado à realidade do campo”, conclui Cenci.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos

Canetas emagrecedoras redesenham dieta do brasileiro e impulsionam consumo da carne suína

Avanço de medicamentos à base de GLP-1 muda o consumo de calorias, reduz carboidratos e fortalece a demanda por proteínas, colocando a suinocultura brasileira em posição estratégica em 2026.

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Foto: Shutterstock

O ano de 2026 começou e já anuncia grandes mudanças para o agronegócio e o varejo alimentício no Brasil: a redistribuição no consumo de calorias. Se em anos anteriores o foco era o preço, hoje a dieta do brasileiro é ditada por uma combinação de busca por longevidade e o avanço crescente de medicamentos análogos de GLP-1, como Ozempic e Mounjaro, as chamadas canetas emagrecedoras. Um relatório divulgado pelo Itaú BBA indica que o fenômeno, que começou como uma tendência de saúde, agora redesenha a demanda da porteira para dentro, alterando o equilíbrio entre as lavouras e a pecuária.

Foto: Claudio Pazetto

Projeções de mercado das consultorias IQVIA e Itaú BBA estimam que o Brasil tenha entre 4 e 6 milhões de usuários regulares desses medicamentos, com maior concentração nas classes A e B, consolidando o país como o segundo maior mercado mundial da categoria. É importante ressaltar que esses dados refletem o mercado auditado, mas o alcance real é ainda maior ao considerarmos o uso off-label (uso de remédios adquiridos de forma clandestina).

Além disso, o acesso facilitado e a quebra de patentes prevista para este ano impulsionam o setor; a expectativa, segundo analistas do mercado financeiro como o BTG Pactual, é que o volume de vendas mantenha um crescimento significativo, podendo atingir até 80% com a chegada dos genéricos.

Neste cenário de redução do apetite, o consumidor come menos e escolhe melhor. Segundo dados do setor, cerca de 56% dos usuários desses fármacos afirmam fazer escolhas mais saudáveis, priorizando porções menores e nutricionalmente superiores. O impacto direto é uma queda acentuada na demanda por carboidratos refinados e uma ascensão das proteínas.

Essa mudança ocorre porque a recomendação nutricional para quem utiliza esses tratamentos subiu para até 1,6g de proteína por quilo corporal (visando a manutenção da massa magra), enquanto a estimativa de queda no consumo de carboidratos chega a -10,1% em snacks e -8,8% em panificação. Isso coloca os frigoríficos e produtores de proteína animal como os grandes beneficiados a longo prazo.

Neste cenário, a carne suína consolida sua posição estratégica. O relatório indica que o Brasil deve liderar o crescimento global de

Fotos: Divulgação/HB Audiovisual

produção de carne suína em 2026 (projeção de +1,3% a +3,8%) beneficiado pelo baixo custo da ração e pela migração do consumo de carboidratos para carnes. A tendência de “Smart Foods”, apontada pela Euromonitor, também abraça a carne suína pela sua praticidade, impulsionando o desenvolvimento de embutidos de alta qualidade, com menor teor de sódio e rótulos mais limpos, atendendo ao público que busca saciedade rápida com densidade nutricional.

Já no varejo, a palavra de ordem é a “Servitização”. Supermercados deixaram de ser apenas depósitos de produtos para se tornarem centros de consultoria e experiência, a exemplo de redes que já oferecem nutricionistas em loja e curadoria de produtos.

A tendência apontada por consultorias como Kantar e Mintel é a hiperpersonalização nutricional: com o auxílio de IA e Retail Media, as redes passarão a oferecer ofertas baseadas no perfil metabólico e necessidades de saúde do cliente. As marcas próprias também irão evoluir em 2026, se consolidando como escolhas premium para quem busca alimentos funcionais, como snacks de proteína e itens prontos para o consumo.

Presidente da ABCS, Marcelo Lopes: “A ABCS atua como o elo estratégico que traduz essas novas demandas de consumo em oportunidades reais, garantindo que a suinocultura brasileira esteja sempre um passo à frente, e pronta para atender” – Foto: Divulgação/Arquivo OP Rural

Ainda de acordo com o Itaú BBA, embora o cenário seja favorável para as proteínas, o setor de grãos enfrenta o desafio de se adaptar. A redução gradual no consumo de cereais para alimentação humana direta obriga o campo a focar ainda mais na eficiência da ração animal, já que a demanda por carne segue em níveis históricos.

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, a mensagem é clara: quem não entender que o consumidor mudou o hábito na farmácia, perderá competitividade na gôndola. “Em um mercado que se redefine em tempo recorde, a antecipação é o nosso maior diferencial. A ABCS atua como o elo estratégico que traduz essas novas demandas de consumo em oportunidades reais, garantindo que a suinocultura brasileira esteja sempre um passo à frente, e pronta para atender”, finaliza.

Fonte: Assessoria ABCS
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