Conectado com

Empresas Conservação e restauração

Solidaridad, Agrifirm e Embaixada dos Países Baixos se unem em prol da agricultura sustentável na Amazônia

Parceria promove a regularização ambiental de agricultores familiares, possibilitando a conservação da paisagem em propriedades rurais da Transamazônica paraense

Publicado em

em

Divulgação / Crédito: Fundação Solidaridad

Com o intuito de fomentar uma produção agropecuária sustentável, a Fundação Solidaridad, a Agrifirm e a Embaixada do Reino dos Países Baixos estabeleceram uma parceria para promover a conservação e restauração da paisagem na região da Transamazônica, no Pará. O projeto, que tem parceria com a Plataforma Territórios Sustentáveis (TS), visa estruturar um arranjo para acelerar a regularização de 40 pequenas propriedades nos municípios de Novo Repartimento, Anapu e Pacajá até o final do primeiro semestre de 2023, com potencial para alcançar até 3 mil agricultores. O objetivo é contribuir para a criação de uma área de originação sustentável de cacau e pecuária, permitindo um ambiente favorável para a atração de novos investimentos nas cadeias produtivas.

De acordo com estudo da Climate Policy Initiative, um dos principais gargalos para a regularização ambiental é a finalização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que ganhou destaque no novo Código Florestal e cujos dados permitem o monitoramento e o planejamento ambiental nas fazendas. A análise das informações declaradas tem avançado nos estados, mas a validação dos dados continua sendo um desafio. Em função do seu caráter obrigatório, os produtores que não tiverem o CAR estarão impossibilitados de acessar crédito, ser fornecedores diretos de seu produto agrícola ou receber pagamentos por serviços ambientais.

Nesse sentido, a iniciativa conjunta das três instituições visa dar celeridade à regularização ambiental nas 40 propriedades. A Fundação Solidaridad implementará as ações no território, já que oferecerá aceleradores para o processo de regularização, que contempla a seleção das famílias com CAR, a retificação do CAR e a elaboração do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas e Alteradas (PRADA).

Em articulação com a Plataforma TS – espaço de governança entre atores dos setores público, privado e da sociedade civil para dar escala e efetividade às iniciativas de desenvolvimento socioeconômico de baixo carbono no Pará –, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (SEMAS-PA) agilizará as etapas de análise e validação do CAR, bem como de aprovação do PRADA e monitoramento da regularização.

As famílias produtoras selecionadas participam do Programa Amazônia da Fundação Solidaridad, que desde 2015 leva sustentabilidade e inclusão socioeconômica para a região da Transamazônica. Com foco no trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), o programa une Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau, pecuária sustentável de cria e a preservação das áreas de floresta.

A partir de 2021, a iniciativa ganhou escala com o projeto RestaurAmazônia, que tem o apoio do Fundo JBS pela Amazônia e da Elanco Foundation. A meta é atender 1,5 mil produtores familiares dos municípios de Novo Repartimento, Anapu e Pacajá e preservar mais de 20 mil hectares de floresta nativa.

O avanço da regularização ambiental e a implementação dos PRADAs orientarão os compromissos no combate ao desmatamento e na proteção da floresta e da biodiversidade. Considerando a área das primeiras 40 propriedades, haveria a conservação de até 900 hectares de florestas e restauração de até 200 hectares. A partir do entendimento dos entraves, etapas e custos do processo, o projeto criará um modelo com potencial de escala para até 3 mil famílias produtoras, o que significaria de 60 mil a 67,5 mil hectares protegidos e de 3 mil a 4,5 mil hectares restaurados.

Agricultores resilientes

“Este projeto viabiliza o processo completo da regularização ambiental no âmbito da agricultura familiar, com o intuito de alcançar uma produção sem desmatamento e promotora de restauração da biodiversidade. Queremos que produtores e produtoras rurais incrementem a produtividade e a renda e que suas atividades emitam menos carbono, tornando-os mais resilientes e sustentáveis”, afirma o Diretor da Fundação Solidaridad, Rodrigo Castro.

“Estamos muito felizes em apoiar a Solidaridad e ver a colaboração com a Agrifirm nesta iniciativa inovadora de agricultura sustentável na Amazônia, combinando produção comercial, preservação da natureza e inclusão social com um toque holandês”, afirma o Conselheiro Agrícola da Embaixada do Reino dos Países Baixos, Paul van de Logt.

Produção sustentável

De acordo com Ruud Tijssens, Diretor de Assuntos Públicos e Cooperativas do Grupo Royal Agrifirm, a parceria aproxima ainda mais a organização de suas metas globais de melhorar a eficiência e promover a renda por meio da produção agrícola sustentável. “O que nos faz acreditar no sucesso desse projeto é que ele vai possibilitar a criação de uma cadeia produtiva sustentável e vai gerar um grande impacto na biodiversidade e na economia local”, diz.

Ele ainda comenta que se trata de uma importante iniciativa de apoio, fomento e desenvolvimento rural sustentável que também envolverá clientes, parceiros e colaboradores da Agrifirm. “Nosso investimento neste projeto vai além, pois faz parte do compromisso da nossa empresa em liderar e apoiar iniciativas que visam disseminar boas práticas e fortalecer cadeias de valor entre agricultores e comunidades locais, com foco no tripé sustentável”.

Fonte: Assessoria

Empresas

Boehringer Ingelheim anuncia Filipe Fernando como novo diretor da unidade de Aves e Suínos

Executivo segue interinamente na liderança de Grandes Animais para garantir a continuidade dos negócios.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia uma movimentação estratégica em sua estrutura diretiva no Brasil: Filipe Fernando assume a diretoria da unidade de negócios de Aves e Suínos. O executivo, que vinha liderando com sucesso a área de Grandes Animais, retorna à unidade onde construiu grande parte de sua sólida trajetória de oito anos na companhia, agora com a missão de acelerar o crescimento e a inovação em dois dos setores mais dinâmicos do agronegócio global.

Para garantir a total continuidade dos projetos em andamento, o atendimento aos clientes e a estabilidade do mercado de bovinos e equinos, Filipe Fernando continuará responsável interinamente pela diretoria de Grandes Animais neste período de transição. A companhia já iniciou um processo seletivo público para a sucessão da vaga de Grandes Animais, assegurando uma passagem planejada e estruturada nos próximos meses.

“Assumir a unidade de Aves e Suínos é um passo muito significativo dentro da Boehringer Ingelheim. O mercado de proteína animal vive um momento de forte evolução tecnológica e sanitária, e estou entusiasmado para liderar nosso time rumo a novos patamares de produtividade, biosseguridade e bem estar animal. Paralelamente, sigo totalmente focado e comprometido com a equipe e parceiros de ruminantes e equinos, liderando a transição de forma transparente e garantindo que nossas soluções e suporte de campo continuem com o mesmo padrão de excelência de sempre”, afirma Filipe Fernando.

Com formação em Medicina Veterinária (UEM), mestrado e doutorado em virologia (UNESP), MBA em marketing (USP) e especialização em imunologia e vacinas por Harvard, Filipe traz uma bagagem técnico-científica e de negócios robusta para consolidar a liderança da Boehringer Ingelheim nos setores de aves, suínos, bovinos e equinos.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
Continue Lendo

Empresas Produção agropecuária

Sicoob reúne lideranças do cooperativismo para debater o futuro do agronegócio

17º Workshop Produtor Rural, promovido pelo Sicoob, reuniu especialistas e autoridades para discutir crédito rural, seguro, sustentabilidade e os desafios da Safra 2026/2027

Publicado em

em

Arquivo OP Rural

O Sicoob reafirmou o compromisso de disponibilizar R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 2026/2027 durante o 17º Workshop Produtor Rural, realizado nos dias 14 e 15 de julho, em Brasília. O encontro também celebrou os melhores resultados da história da instituição no agronegócio, com R$ 59,5 bilhões liberados em financiamentos ao produtor rural na safra 2025/2026 — maior volume já registrado pelo sistema — e uma carteira agro que alcançou R$ 95 bilhões.

O evento, que é um dos principais fóruns de discussão do cooperativismo financeiro voltado ao agronegócio, reuniu dirigentes de cooperativas, especialistas e representantes do governo federal. Ao longo de dois dias, os participantes debateram a evolução do seguro rural, os desafios regulatórios, a segurança jurídica, a sustentabilidade e as perspectivas do Plano Safra, além de compartilhar estratégias para ampliar a competitividade das cooperativas e fortalecer o atendimento aos produtores rurais.

“Esse encontro visa valorizar o produtor rural e celebrar nossos resultados. Mais do que reconhecer conquistas, este é um momento para fortalecer nossa atuação e reafirmar o compromisso permanente do Sicoob com o desenvolvimento do agronegócio”, destacou o presidente do Conselho de Administração do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), Miguel Ferreira.

O executivo ressaltou ainda a dimensão da atuação do Sicoob no campo. Atualmente, a instituição reúne mais de 10 milhões de cooperados e, desses, mais de 600 mil são produtores rurais.

O presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância das políticas públicas para o financiamento da produção agropecuária e reconheceu o trabalho realizado pelas equipes técnicas responsáveis pela construção do Plano Safra. Segundo ele, preservar instrumentos públicos de apoio ao crédito rural é fundamental para garantir o desenvolvimento do setor.

O dirigente também fez uma reflexão sobre os desafios do cooperativismo diante do crescimento desse ecossistema. “O cooperativismo evoluiu, tornou-se mais sólido e profissional, e os números demonstram isso. Mas nosso diferencial é a nossa essência, de trabalhar com propósito, com o coração. Vamos fazer o melhor ano rural, com criatividade, focado nos resultados, mas sem esquecer nossa razão maior que é o cooperado”, disse. O dirigente ainda ressaltou que o tratamento tributário conferido às cooperativas pela Constituição Federal representa uma responsabilidade adicional para que o modelo continue gerando benefícios concretos aos cooperados e às comunidades.

Crescimento sustentável

O diretor de Desenvolvimento Comercial do Sicoob, Marcelo Carneiro, destacou que a carteira agro do Sicoob cresceu cerca de 70 vezes em 17 anos. O aumento da carteira agro, segundo ele, acompanha a evolução dos próprios cooperados. “A expansão do crédito e das soluções para o agronegócio somente é possível porque o sistema mantém o produtor rural no centro da estratégia de negócios. Quando o cooperado prospera, toda a comunidade cresce junto”.

Carneiro ressaltou que o próximo passo é ampliar a presença do Sicoob em toda a cadeia do agronegócio, oferecendo soluções cada vez mais completas para fortalecer a competitividade das cooperativas e dos cooperados.

Integração para fortalecer o crédito rural

Um dos destaques da programação foi o painel sobre o Plano Safra 2026/2027, que reuniu representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Banco Central.

O debate reforçou a importância da atuação integrada entre governo, instituições financeiras e cooperativas para garantir a continuidade das políticas públicas de financiamento, ampliar o acesso dos produtores ao crédito e assegurar a sustentabilidade do financiamento ao agronegócio.

Durante o encontro, representantes do governo destacaram o diálogo permanente com o cooperativismo na construção do Plano Safra e ressaltaram o papel das cooperativas financeiras na interiorização dos recursos e no fortalecimento da produção rural em todas as regiões do país.

Segurança jurídica, sustentabilidade e seguro rural

A programação também dedicou espaço aos temas considerados estratégicos para a expansão sustentável do crédito rural. Os participantes discutiram a evolução do mercado de seguro rural, os desafios regulatórios e a necessidade de modernização do ambiente de negócios para ampliar a proteção aos produtores e reduzir riscos das operações.A segurança jurídica e a sustentabilidade foram destacadas como pilares estratégicos para a expansão da carteira agro do Sicoob e para o cumprimento da meta de R$ 70 bilhões em crédito rural na Safra 2026/2027. Para Bruno Rodrigues, gerente Jurídico do Sicoob, a atuação integrada entre as áreas jurídica, comercial e de monitoramento fortalece a gestão de riscos, aumenta a eficiência operacional, amplia a capacidade de atendimento das cooperativas e contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.

Parceria estratégica

Outro destaque do workshop foi o fortalecimento da parceria entre o Sicoob e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que completa 27 anos. O gerente de Fomento e Relacionamento com Instituições Financeiras do banco, Cláudio Rabelo, destacou que o cooperativismo financeiro se consolidou como parceiro estratégico do BNDES na democratização do acesso ao crédito rural e no desenvolvimento regional. Atualmente, as cooperativas respondem por 31% do volume financeiro e 72% do número de operações realizadas pela instituição em todo o país. “Foi a aproximação com o cooperativismo que fez com que a gente pudesse melhorar nossos serviços e produtos”.Na última safra, o sistema liberou R$ 4,7 bilhões em operações do BNDES Rural, crescimento de 33% em relação ao ciclo anterior. Ao todo, foram realizadas cerca de 33 mil operações, que somaram mais de R$ 10 bilhões em aprovações.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas

Marcos Teo encerra ciclo profissional na Kemin após uma década de contribuições para a operação na América do Sul

Executivo liderou a área de monogástricos, acompanhou a expansão da operação regional e deixa o cargo após mais de dez anos na companhia.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Após uma trajetória marcada pelo desenvolvimento de equipes, fortalecimento dos negócios e atuação na Kemin na América do Sul, o diretor Comercial para a linha de Monogástricos, Marcos Teo, encerrou sua carreira executiva na companhia e iniciou seu processo de aposentadoria.

Com mais de uma década de atuação na Kemin, Teo deixa um legado de dedicação e de contribuição para o fortalecimento da operação. Durante sua atuação, a operação da América do Sul expandiu-se para mais de três vezes seu tamanho original. Paralelamente, a unidade de monogástricos, liderada por Teo, alcançou um crescimento de aproximadamente 2,5 vezes em faturamento, refletindo a expansão consistente da unidade.

Ao ingressar na empresa como gerente de Serviços Técnicos para Monogástricos na América do Sul, aceitou o desafio de retornar a uma posição de perfil técnico, mesmo após anos ocupando cargos executivos. Ao longo de sua trajetória, assumiu novas responsabilidades, tornando-se gerente Regional de Vendas em 2017, diretor Adjunto de Vendas em 2018 e, a partir de 2019, diretor Comercial da área.

Entre as principais iniciativas lideradas por Teo estão o fortalecimento técnico da equipe comercial, ampliando a capacidade consultiva junto aos clientes; a criação de novas frentes estratégicas de atuação, como o desenvolvimento do negócio de grãos; e a consolidação do relacionamento com importantes empresas do setor, contribuindo para a expansão do portfólio e para o fortalecimento da atuação da companhia.

“Tenho muito orgulho da trajetória construída ao longo desses anos na Kemin. Mais do que os resultados alcançados, levo comigo a satisfação de ter trabalhado ao lado de pessoas extraordinárias e de contribuir para o desenvolvimento de uma equipe preparada para os desafios do futuro. A empresa continuará sua história porque conta com profissionais altamente capacitados e comprometidos”, afirma Marcos Teo.

Para a Kemin, a trajetória do executivo representa um importante capítulo na consolidação da companhia na América do Sul.

“Marcos Teo deixa um legado que vai muito além dos resultados. Sua liderança foi determinante para o fortalecimento da operação na região, para o desenvolvimento de pessoas e para a construção de uma cultura voltada à inovação, proximidade com os clientes e crescimento sustentável. Agradecemos profundamente por sua dedicação ao longo dessa jornada e desejamos muito sucesso nesta nova etapa de sua vida”, destaca Rubens Castro, presidente da Kemin Agrifoods Latam.

A Kemin informa que o processo de sucessão para a posição está em andamento e que, em breve, anunciará o novo responsável pela liderança da área de Monogástricos na América do Sul.

Fonte: Assessoria Kemin
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.