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Notícias Aquicultura

Solicitação para uso de águas da União para aquicultura já pode ser feita online

Novo sistema permite interessado fazer a solicitação com custo menor e sem necessidade de documentos físicos

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Arquivo/OP Rural

Já está em vigor o SINAU online, sistema que permite aos interessados solicitar a cessão de uso do espaço físico em corpos d’água de domínio da União para fins de aquicultura por meio de uma plataforma online.

O novo sistema, uma parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério da Economia, foi lançado no último dia 5 de março e faz parte do Plano Digital-PD, ação do Governo Federal para a migração de serviços prestados em canais presenciais de atendimento para uma plataforma online, tornando a utilização desses serviços mais ágil, eficiente e transparente para a sociedade e para o Poder Público.

Desta forma, o interessado poderá solicitar a cessão de uso do espaço físico em corpos d’água de domínio da União para fins de aquicultura/protocolização do projeto técnico, e seus respectivos documentos, por meio da seguinte página: https://www.gov.br/pt-br/servicos/solicitar-concessao-de-uso-do-espaco-fisico-em-corpos-dagua-de-dominio-da-uniao-para-fins-de-aquicultura

O objetivo é possibilitar ao interessado solicitar a cessão de uso do espaço físico em corpos d’água de domínio da União para fins de aquicultura, a redução de custos, substituição do uso de papéis e documentos físicos e o monitoramento da sua demanda. Além disso, o novo sistema proporciona aos técnicos e gestores maior agilidade e eficiência na prestação do serviço, organização das rotinas internas e na tomada de decisão.

O SINAU foi instituído por meio da Instrução Normativa nº 06, de 31 de março de 2004, e tem como finalidade cadastrar e controlar os projetos aquícolas, referenciar geograficamente as faixas ou áreas de preferência, os parques e áreas aquícolas e as unidades demonstrativas e de pesquisa, criar e manter o banco de dados das autorizações de uso e subsidiar o ordenamento das atividades aquícolas em águas de domínio da União.

Em caso de dúvidas, o interessado pode contatar a equipe técnica da Coordenação-Geral de Aquicultura em Águas da União – CGODAU/DEPOA/SAP/MAPA ou pelo e-mail sinau.cgodau@agricultura.gov.br.

Fonte: MAPA
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Notícias Mercado

Com diferentes condições de mercado, preços do milho são distintos dentre regiões

Cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima

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Arquivo/OP Rural

Os valores do milho têm registrado comportamentos opostos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto no interior do Paraná os preços sobem, em algumas praças paulistas e do Centro-Oeste as cotações registram leves quedas. Segundo colaboradores do Cepea, esse cenário se deve às diferentes condições de mercado dentre as praças pesquisadas, como oferta, demanda e, principalmente, clima.

No Paraná, a disputa por milho está mais acirrada no interior do estado, o que tem mantido os valores acima dos observados no mercado disponível do porto de Paranaguá (PR). Em São Paulo e no norte do PR, agricultores temem que a falta de chuva prejudique o potencial produtivo das lavouras e, com isso, muitos estão retraídos das vendas. Apesar disso, a pressão compradora e a oferta de milho de outros estados têm resultado em leves desvalorizações.

No Centro-Oeste, o clima tem sido mais favorável aos trabalhos de campo e ao desenvolvimento das lavouras. Com isso, as perspectivas são de produtividade elevada, o que tem resultado em queda nos preços em algumas regiões, como em Rondonópolis. No Nordeste, boas expectativas para a safra seguem pressionando as cotações. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa caiu leve 0,16% entre 15 e 22 de maio, fechando a R$ 50,49/sc na sexta-feira, 22.

Fonte: Cepea
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Notícias Trabalho

População ocupada no agro inicia 2020 estável

Número de ocupados aumentou nos segmentos industriais, mas diminuiu no segmento primário e ficou estável nos agrosserviços

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A população ocupada no agronegócio se manteve praticamente estável na comparação entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. O total no período foi de 17,97 milhões de pessoas, baixa, provavelmente não significativa estatisticamente, de ligeiro 0,53% no período. No Brasil como um todo, o número de ocupados teve crescimento ainda menor no mesmo período, de 0,39%. Dessa forma, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro se manteve praticamente estável, passando de 19,66% para 19,48% entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020.

Segundo pesquisadores do Cepea, o número de ocupados aumentou nos segmentos industriais (insumos e agroindústria), mas diminuiu no segmento primário e ficou estável nos agrosserviços. Há uma tendência de queda no número de ocupados no agronegócio, influenciada pelo segmento primário, que recuou 1,97% na comparação entre o primeiro trimestre de 2020 e o mesmo período de 2019. Esse resultado “dentro da porteira” é reflexo da redução de 2,75% (143 mil pessoas) nas atividades agrícolas, uma vez que houve apenas ligeira queda de 0,61% (18 mil pessoas) nas atividades pecuárias.

Perfil

Em relação ao nível médio de instrução, dados do Cepea mostram que houve redução do número de trabalhadores sem instrução ou com ensino fundamental (completo ou não) e aumento do número de trabalhadores com ensino médio ou superior (completo ou não). Esses movimentos refletem, entre outros fatores, o processo de modernização da produção agropecuária, que impõe o aumento gradativo da mão de obra qualificada, e uma mudança na composição da mão de obra do setor, com elevações de representatividade das ocupações industriais e de serviços em comparação com as agropecuárias.

Quando analisadas a posição na ocupação e a categoria do emprego dos trabalhadores do agronegócio, entre os primeiros trimestres de 2019 e de 2020, houve aumento na formalização, com crescimento do número de empregos com carteira assinada e leve redução do número de empregos sem carteira assinada.

Quanto à variação do número de ocupações de acordo com o gênero, registrou-se queda para homens e mulheres, sem mudança expressiva, portanto, na taxa de participação feminina no setor.

Rendimentos 

Para as pessoas ocupadas no agronegócio, entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020, houve praticamente estabilidade real dos rendimentos médios mensais habituais dos empregados e aumentos reais de 1,26% para os trabalhadores por conta própria e de expressivos 7,9% para os empregadores.

Fonte: Cepea
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Notícias Produção

Indústrias da proteína animal debatem conjuntura e situação de frigoríficos no RS

Fórum debateu a atual conjuntura e a situação dos frigoríficos em tempos de pandemia

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Lideranças da avicultura, suinocultura e laticínio nacional participaram na sexta-feira (22) do 5º Fórum Virtual Asgav/Sipargs. O fórum debateu a atual conjuntura e a situação dos frigoríficos em tempos de pandemia. O convidado especial desta edição foi o deputado federal Alceu Moreira que atualmente preside a Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara Federal de Deputados em Brasília/DF.

O tema em destaque da discussão foi o compromisso em continuar a produzir alimentos, proteger a saúde dos colaboradores e produtores e manter o diálogo com autoridades e órgãos de fiscalização para evitar interdições totais em frigoríficos, no caso de registro de casos de covid-19. Os setores sugeriram avaliação das áreas ou locais específicos e aplicar medidas pontuais, ao invés de fechar toda estrutura industrial o que gera muitas dificuldades e prejuízos.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, mencionou sobre a recente reunião com ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e representante da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho sobre possível portaria ou instrução incluindo o Ministério Público do Trabalho visando um melhor regramento na fiscalização de frigoríficos durante a pandemia.

A superintendente Federal do MAPA no Rio Grande do Sul, doutora Helena Pan Rugeri, e o secretário Covatti Filho da SEAPDR/RS, fizeram colocações sobre as ações e atividades  dos respectivos órgãos que atuam e se colocaram a disposição dos setores para busca de soluções e medidas para enfrentamento a crise.

O deputado Alceu Moreira, falou sobre a importância das cadeias produtivas, a abertura de mercados  e as etapas que definem a produção de proteínas de origem animal. O deputado também fez comentários sobre as interdições totais de frigoríficos, lembrando que o processo produtivo tem várias etapas e que é preciso avaliar outras medidas antes de uma interdição total. Moreira colocou ainda a FPA a disposição das entidades do agro gaúcho e recebeu a sugestão de realizar um grande fórum presencial em Brasília coordenado pela FPA para discutir os rumos e pleitos dos setores  assim que terminar a pandemia.

“Este debate foi organizado com lideranças e representações que atuam no dia a dia frente aos seus setores e organizações e que debatem embasados em  informações sérias e fundamentadas. Este tipo de encontro reflete a responsabilidade de todos e nivela posicionamentos”, comenta o executivo da Asgav/Sipargs, mediador e coordenador do fórum, Eduardo Santos.

Fonte: Assessoria
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