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Soja representa 32,57% do VBP em 2021

Valor Bruto da Produção da oleaginosa saltou de R$ 283 bilhões em 2020 para R$ 361 bilhões em 2021.

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Foto: Arquivo/OP Rural

A soja representou 32,57% do Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária do Brasil em 2021, ou seja, praticamente a cada R$ 3 gerados pelo agro, R$ 1 vem do setor.

A alta nos preços pode ser uma explicação. No ano passado, a soja foi responsável por faturar mais de R$ 361 bilhões, um crescimento de aproximadamente 27% se comparado com o ano de 2020, quando o VBP da oleaginosa alcançou R$ 283 bilhões. As informações são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O salto do VBP da soja foi acentuado a partir de 2019, conforme demonstra o histórico do VBP (ver arte). Em 2019, o VBP da soja não chegava a R$ 200 bilhões.

Maiores produtores

Na ordem, os principais Estados produtores são Mato Grosso (R$ 96,2 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 55,6 bilhões), Paraná (R$ 53,4 bilhões), Goiás (R$ 35 bilhões), Mato Grosso do Sul (R$ 32,8 bilhões), Minas Gerais (R$ 19,8 bilhões) e Bahia (R$ 17,6 bilhões).

Soja fatura R$ 7,77 bilhões para o VBP de Tocantins

A soja rendeu R$ 7,77 bilhões aos produtores rurais de Tocantins em 2021. O valor é maior do que o conquistado em 2020 (R$ 7,22). Confira no gráfico os principais resultados do agro de Tocantins em 2021.

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Agroleite 2026 abre inscrições para julgamentos das raças Holandesa e Jersey

Exposição em Castro recebe animais até 20 de julho e terá avaliação de juízes dos Estados Unidos, que atuaram na World Dairy Expo.

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Foto: Divulgação

Estão abertas as inscrições dos animais das raças Holandesa, nas variedades preta e branca e vermelha e branca, e da raça Jersey para participar dos julgamentos no Agroleite 2026. O evento acontece entre os dias 03 e 07 de agosto no Parque Tecnológico Agroleite e Parque Dario Macedo em Castro (PR), Capital Nacional do Leite. Os interessados devem inscrever os animais até o dia 20 de julho clicando aqui.

Foto: Juliana Sussai

Os presidentes das associações brasileiras das raças convidam os produtores de todo o Brasil para realizarem a inscrição. Armando Rabbers, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), destaca a importância do Agroleite para que os produtores se encontrem, conversem sobre a raça, verifiquem as possibilidades de melhorias, pois o evento sempre traz muitas informações. “No Agroleite podemos ver a excelência da raça Holandesa aqui no Brasil e digo, hoje não só para o Brasil, mas para o mundo. Quem vem visitar, produtores de outros países, se encanta pela qualidade da raça”, enfatiza o presidente.

Para Ângela Maraschin, dirigente da Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil- ACGJB, o Agroleite se mostrou tradicional ao longo dos anos por ser o palco do encontro de jersistas de diversos estados do país. “Nós estamos esperando os criadores de Jersey do Brasil todo, para que a gente possa se encontrar no Agroleite 2026”, relata Ângela.

O gerente do Agroleite, Gustavo Viganó, reforça o convite aos criadores. “O Agroleite está de braços

Foto: Shutterstock

abertos para receber os animais e ser novamente o centro da celebração da qualidade das raças Holandesa e Jersey. Sabemos o orgulho e o cuidado envolvidos na preparação de cada animal, e nossa estrutura está pronta para valorizar essa dedicação”, menciona o gerente.

Os julgamentos se estenderão entre o dia 04 e 07 de agosto, encerrando com a escolha da Vaca do Futuro e da Campeã Suprema das Raças. As duas raças serão avaliadas por juízes internacionais, vindos dos Estados Unidos. A raça Holandesa, nas duas variedades, será julgada por Aaron Eaton, e a raça Jersey, por Kelly Barbee. Os dois juízes atuaram na World Dairy Expo em 2025, uma das mais renomadas exposições de gado no mundo.

A inscrição dos animais não tem custo e os expositores receberão auxílio de custos durante estadia no parque com relação a pagamento do leite coletado no período do evento, alimentação de expositores e tratadores, alimentação e cama dos animais. Demais regras e informações constam no Regulamento do Expositor de Animais.

Todas as informações da programação podem ser conferidas aqui, pelo aplicativo Meu Agroleite e nas redes sociais @agroleitecastrolanda. O evento é aberto ao público e gratuito.

Fonte: Assessoria Castrolanda
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Santa Catarina garante segurança para os produtores e excelência para a pecuária com Fundo de Sanidade Animal

Com indenizações rápidas e apoio ao abate sanitário, Fundesa ajuda a conter doenças, preservar mercados e manter o estado entre os líderes em sanidade animal.

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Produtor Daniel Michels, de Braço do Norte (SC): "Se não tivesse esse auxílio [Fundesa], não estaria mais na atividade" - Foto: Divulgação/SecomGOVSC

Por trás dos índices que colocam Santa Catarina entre os estados com melhor status sanitário do país, existe uma ferramenta fundamental para garantir a saúde dos rebanhos e a continuidade da produção rural: o Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa), executado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), em conjunto com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Foto: Divulgação

Mais do que indenizar produtores, o fundo dá segurança para que medidas sanitárias rigorosas sejam adotadas, protegendo a pecuária catarinense, a saúde pública e os mercados que reconhecem a qualidade da produção do estado.

O Fundesa garante a indenização de produtores que precisam realizar o abate sanitário de animais acometidos por doenças previstas nos programas oficiais de controle sanitário, entre elas predominantemente brucelose e tuberculose bovina. A indenização é calculada individualmente com base no valor de mercado de abate de cada animal e os recursos são liberados de forma ágil, permitindo a recomposição do rebanho e a continuidade da atividade produtiva.

Com isso, o fundo reduz os impactos econômicos ao produtor e fortalece as ações de controle sanitário em Santa

Secretário da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina, Admir Dalla Cort: “O Fundesa é fundamental para a manutenção do elevado status sanitário de Santa Catarina” – Foto: Divulgação

Catarina. “O Fundesa é fundamental para a manutenção do elevado status sanitário de Santa Catarina. Ao mesmo tempo em que fortalece o controle de doenças e protege a saúde pública, garante ao produtor o apoio necessário para recompor sua atividade e continuar produzindo com segurança”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort.

A importância do Fundo pode ser vista na experiência do produtor Daniel Michels, de Braço do Norte. Após a confirmação de tuberculose no rebanho há três anos, 52 animais precisaram ser sacrificados para garantir a segurança sanitária da propriedade e da cadeia produtiva.

O que poderia representar o fim da atividade leiteira se transformou em um recomeço. Com a indenização recebida por meio do Fundesa e o acompanhamento técnico da Cidasc, a família conseguiu repor os animais e seguir produzindo. “Se não tivesse esse auxílio, não estaria mais na atividade. Com esse apoio pelos animais que perdi e com o recursos do Fundesa, deu para começar a atividade de novo”, relata Daniel Michels.

Em 2025 foram indenizados 4.865 animais, totalizando cerca de R$ 20 milhões em recursos. Os produtores rurais que tiverem a confirmação ou suspeita de doenças de notificação obrigatória devem comunicar imediatamente a Cidasc. A partir desse registro, os técnicos orientam sobre os procedimentos sanitários, a documentação necessária e a abertura do processo para o abate sanitário e a indenização por meio do Fundesa.

Nota máxima em segurança

Os resultados comprovam a importância desse trabalho. Santa Catarina apresenta a menor incidência de brucelose bovina do país e está entre os estados com menor incidência de tuberculose bovina. O Estado possui nota máxima na classificação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para o grau de risco de brucelose e tuberculose bovina, resultado de uma atuação conjunta entre os produtores rurais com o trabalho em campo da  Cidasc. “A redução da incidência destas duas zoonoses no rebanho catarinense é o resultado do trabalho da atual geração de profissionais

Foto: Fabiano Bastos

da Cidasc, que se soma a tantas conquistas históricas, como o pioneirismo na retirada da vacinação e no controle absoluto da febre aftosa no estado. O Fundesa é uma política pública catarinense, que todo estado brasileiro deseja disponibilizar ao produtor rural, e o Governo do Estado garante esse recurso e o mantém em dia, fazendo-o chegar às mãos do produtor rural mais rápido do que jamais chegou. Muitos estados vêm à Santa Catarina verificar como funciona esse benefício”, afirma a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Além disso, Santa Catarina já conta com mais de 3 mil  propriedades certificadas pela Cidasc como livres de brucelose e tuberculose, reforçando a credibilidade da pecuária catarinense e a confiança dos mercados consumidores. “Todo foco de brucelose e tuberculose identificado passa por saneamento obrigatório e, nesse momento, o Fundesa é fundamental para dar suporte ao produtor. A indenização permite que as medidas sanitárias sejam adotadas com rapidez e segurança, favorecendo o controle das doenças e a continuidade da atividade produtiva nas propriedades rurais”, explica a diretora de Qualidade e Defesa Agropecuária, Daniela Carneiro do Carmo.

Fonte: Assessoria
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Bovinos / Grãos / Máquinas Em Presidente Prudente (SP)

Feicorte 2026 começa nesta terça-feira com genética, negócios e debates internacionais

Maior feira da cadeia da carne da América Latina reúne lideranças do setor, pesquisadores e investidores para discutir genética, sustentabilidade, tecnologia e oportunidades de mercado.

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Começa nesta terça-feira (23) a edição 2026 da Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne, em Presidente Prudente (SP). A feira chega a sua terceira edição consecutiva realizada na maior região pecuária do estado de São Paulo, que abriga um rebanho de 1,6 milhão de cabeças, transformando o Recinto de Exposições Jacob Tosello no principal polo de tecnologia, negócios, gastronomia e genética do setor na América Latina. O evento estende-se até o dia 26 de junho.

Foto: Divulgação

Como um aquecimento oficial para as atividades de campo e de mercado, o domingo (22) foi marcado pela realização da 1ª Feicorte Run Sportime. A corrida e a caminhada mobilizaram cerca de 700 inscritos, conectando ambiente produtivo ao cenário urbano, promovendo a saudabilidade associada ao consumo de proteína animal de qualidade. Na chegada, os participantes puderam degustar diversos tipos de churrasco.

O embaixador da corrida e ultratriatleta Alessandro Medeiros elogiou a iniciativa de alinhar a atividade física ao consumo de “comida de verdade”. “A proteína animal é o combustível essencial para quem busca alto rendimento no esporte e qualidade de vida, mostrando na prática que a carne e a atividade física andam juntas”, afirmou.

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Complementando a visão de busca por alta performance, a nutricionista Letícia Moreira apontou que a saúde representa o elo que faltava para conectar o campo à mesa do consumidor. “Nosso papel é desmistificar a proteína animal e mostrar que ela possui maior densidade nutricional e biodisponibilidade, sendo superior para o organismo”, explicou a profissional.

O embaixador da Feicorte 2026 e presidente da Associação de Confinadores do Brasil (Assocon), Maurício Velloso, classificou a iniciativa como uma celebração cujo propósito foi amarrar a excelência do processo produtivo rural à saúde humana. “A carne bovina confere uma disposição extraordinária ao organismo e é fundamental utilizarmos canais dinâmicos para divulgar de forma ampla o seu poder nutricional”, destacou Velloso.

A diretora da Sportime, Raiany Bagli, celebrou a oportunidade de associar a marca à grandiosidade institucional da feira: “Sabemos que a Feicorte é muito grande e bem conhecida. Por isso, foi um prazer estar aqui nessa estrutura tão bem-organizada”, enalteceu.

O fundador da B3 Eventos Esportivos, Bruno Perosso, complementou: “Essa parceria nos permitiu

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transmitir a mensagem clara de que a alta performance na corrida depende diretamente de uma nutrição de qualidade baseada em proteínas de alto valor biológico”, frisou.

Para a CEO da Verum, organizadora da Feicorte, Carla Tuccilio, trazer a cadeia produtiva para junto de atletas e da juventude representa a realização de um objetivo institucional. “Unir a carne ao esporte e à saúde mostra que a nossa proteína é fundamental, além de ajudar a contar para a sociedade que a nossa pecuária é sustentável, rentável e repleta de projetos maravilhosos”, destacou.

Endossando o papel de conscientização da feira, o presidente do Instituto Brasileiro de Inovação, Cultura e Qualidade do Agro e Pecuária (Ibiqpec), Ailton Barbosa, também organizador da feira, reforçou o impacto de aproximar o público urbano do setor produtivo. “A Feicorte cumpre uma missão essencial ao liderar essa conexão entre a saúde e a proteína animal, abrindo as portas da

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cadeia da carne para que toda a sociedade compreenda de perto o valor nutricional e a qualidade do que produzimos no campo”, salientou Barbosa.

Beef Hour das Raças 

A grande estrela gastronômica da Feicorte ganha uma proporção inédita nesta edição, ampliando sua vitrine de cortes para apresentar o resultado do melhoramento genético nacional. A Beef Hour das Raças, marcada para o primeiro dia de evento, reunirá nove estações de churrasco para oferecer ao público e a comitivas internacionais uma experiência sensorial completa com a degustação de cortes de 17 raças.

Viabilizada em parceria direta com associações nacionais de criadores de todo o País, a iniciativa evidenciará a excelência da proteína animal brasileira. O time que compõe as degustações contempla cortes selecionados de animais das raças Nelore, Tabapuã, Brahman, Sindi, Gir, Guzerá, Brangus, Senepol, Angus, Bonsmara, Montana, Wagyu, Caracu, Texas Longhorn e Canchim. Rompendo as fronteiras da edição passada, a grande novidade deste ano fica por conta da introdução de estações de carne de búfalo e de cordeiro da raça Suffolk, mostrando o potencial de

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cortes especiais para atender aos paladares mais exigentes.

Cerimônia de abertura 

A solenidade que marca a abertura do evento será realizada nesta terça-feira (23), às 15h10, no palco da Arena Feicorte, onde são realizadas as palestras. A cerimônia reunirá as principais lideranças setoriais, representantes de entidades e do Executivo e Legislativo.

Estão confirmadas as presenças do governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas; do secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho; do secretário executivo da pasta, Diógenes Kassaoka; e do presidente do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP), Lucas Bressanin.

A solenidade também terá a participação do senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro e do deputado federal e pré-candidato ao Senado Guilherme Derrite, além de deputados, prefeitos da região e outras autoridades.

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A lotação da Arena Feicorte é limitada e, por motivos de segurança, o acesso ao espaço será bloqueado quando a lotação máxima for atingida.

Palestrantes nacionais e internacionais integram fórum

O ciclo de debates deste ano será norteado pelo tema central “O Boi Brasileiro: Um Mundo de Oportunidades”, desenhado para evidenciar a eficiência, a sustentabilidade tropical e o protagonismo exportador do País. A programação traz especialistas nacionais e internacionais que analisarão cenários do pasto ao prato.

Entre os destaques internacionais estão o diretor de Serviços para a América Latina e Desenvolvimento de Negócios da TELUS Agriculture, Luis Burciaga-Robles, do Canadá; o consultor e pesquisador Conrad Coetzer, da África do Sul; o especialista em genética molecular e edição gênica da Acceligen, Tad Sonstegard, dos EUA; e o sócio diretivo da empresa ganadera Condomínio Valente Gomes, Eugênio Valente Gomes, do Paraguai.

A grade de palestrantes nacionais reúne temas estratégicos divididos entre cria, recria, engorda,

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avaliação de carcaça por ultrassonografia, sustentabilidade e mercado. Já o painel “O DNA Feminino da Carne”, formado integralmente por palestrantes femininas no primeiro dia do evento, será voltado à valorização da carne vermelha e à inovação em toda a cadeia, conectando a tecnologia rural à percepção do consumidor final.

Shopping Seleção Feicorte eleva qualidade dos negócios

Como principal novidade comercial para a edição de 2026, a feira introduz o Shopping Seleção Feicorte. Realizada em parceria estratégica com a Central Leilões, a plataforma funciona como uma vitrine de negócios contínuos dentro do recinto, focada na comercialização direta de animais de elite, touros contratados, doadoras e pacotes genéticos de alto valor de mercado.

A iniciativa reúne associações de raça e criatórios de referência de linhagens zebuínas e europeias, servindo como ponto de encontro para investidores que buscam incremento em produtividade, fertilidade e rusticidade.

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O espaço foi projetado para facilitar o intercâmbio técnico e comercial, permitindo que produtores avaliem dados científicos de carcaça e conformação frigorífica antes das tomadas de decisão, consolidando o papel da feira como geradora de receita para a pecuária nacional.

Espaço Origens expõe produção artesanal paulista

A diversidade cultural e a riqueza gastronômica do estado de São Paulo ocupam posição de destaque com o retorno do Espaço Origens. A área é reservada ao melhor da produção de pequenos e médios empreendedores paulistas, permitindo ao público adquirir e aproveitar degustações e harmonizações

Viabilizado em parceria com o Sebrae e a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo (SETUR), o pavilhão oferece uma imersão sensoria. Os visitantes poderão conhecer e comprar uma variedade de produtos paulistas que incluem queijos finos e artesanais, derivados de leite de búfala, embutidos premium e charcutaria especializada.

O espaço contempla ainda a exposição de cachaças de alambique pertencentes às rotas oficiais do estado, licores, doces tradicionais, mel, além de artigos utilitários como fivelas, biojoias contemporâneas, cutelaria e peças confeccionadas em couro legítimo.

Fonte: Assessoria Feicorte
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