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Soja cai abaixo de R$ 100 por saca no Mato Grosso com avanço da colheita 2025/26

Oscilações cambiais e incertezas políticas devem influenciar preços ao longo de 2026.

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Foto: Jaelson Lucas

A queda nos preços da soja no Brasil já era prevista desde setembro do ano passado, quando análises de mercado apontavam a possibilidade de a saca recuar abaixo de R$ 100 em Mato Grosso. Com o avanço da colheita da safra 2025/26, esse cenário acabou se confirmando, impulsionado principalmente pela valorização do real frente ao dólar e pelo aumento da oferta global do grão.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o principal fator que pressiona as cotações é a expectativa de uma safra recorde no Brasil, estimada em cerca de 180 milhões de toneladas. Mesmo com um início de plantio mais irregular, as chuvas registradas entre dezembro e janeiro favoreceram o desenvolvimento das lavouras, garantindo bons índices de produtividade, especialmente em Mato Grosso e no Paraná. No Rio Grande do Sul, a irregularidade das precipitações deve ser amenizada com a previsão de retorno das chuvas na segunda semana de fevereiro.

Foto: Gilson Abreu

Na Argentina, as lavouras enfrentaram períodos de estiagem e altas temperaturas, o que prejudicou a qualidade das plantas. Ainda assim, a previsão de retorno das chuvas mantém a expectativa de uma boa colheita no país.

No cenário internacional, a ampla oferta global, com produção elevada na América do Sul e estoques confortáveis, tem limitado a valorização da soja na Bolsa de Chicago. Nos últimos dois meses, as cotações do grão registraram queda próxima de 6%. Nos Estados Unidos, os estoques seguem elevados e o ritmo de exportações está abaixo do registrado na safra anterior.

Recentemente, uma possível ampliação das compras chinesas de soja norte-americana trouxe reação positiva ao mercado. O governo dos Estados Unidos informou que a China considera adquirir até 20 milhões de toneladas adicionais nesta temporada e firmar compromisso de compra de mais 25 milhões de toneladas na próxima. Ainda não há confirmação se esse volume inclui negociações já realizadas, nem se a China reduziria compras do Brasil durante o período de colheita nacional.

Outro fator que pode influenciar o mercado é a demanda da indústria de biodiesel. Nos Estados Unidos, mudanças nas regras para concessão de créditos fiscais para biocombustíveis tendem a priorizar matérias-primas produzidas na América do Norte, o que pode estimular o consumo de óleo de soja no país.

No Brasil, a colheita segue em ritmo crescente. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os trabalhos já atingiram cerca de 10% da área cultivada, com avanço maior em Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná. O excesso de chuvas em algumas regiões do Centro-Oeste, porém, tem dificultado o ritmo das operações.

Foto: Divulgação

Apesar da entrada da nova safra, a demanda externa permanece aquecida. Em janeiro, o volume programado para exportação foi de aproximadamente 2,4 milhões de toneladas, resultado superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Ainda assim, com a maior disponibilidade do produto, a tendência é de recuo nos prêmios de exportação ao longo dos próximos meses.

O câmbio segue como um dos principais fatores de influência sobre os preços internos da soja. A valorização do real no início de 2026 contribuiu para a queda das cotações no mercado brasileiro. A área de Pesquisa Econômica do Itaú Unibanco projeta o dólar em torno de R$ 5,50 ao final do ano, com possibilidade de oscilações ao longo do período, influenciadas tanto pelo cenário internacional quanto pelas incertezas políticas no Brasil.

Simulações indicam que a valorização do real tem impacto direto no preço pago ao produtor. Em cenários com dólar mais baixo, a saca da soja em Mato Grosso poderia apresentar novas quedas, reforçando a importância da gestão de risco na comercialização.

Entre os pontos que devem ser acompanhados nas próximas semanas estão o ritmo de comercialização da safra 2025/26, que ainda possui grande volume a ser negociado, a variação dos prêmios de exportação, o aumento nos custos de frete em função da safra volumosa e o comportamento da demanda internacional, especialmente da China. O mercado também observa possíveis mudanças nas políticas de biocombustíveis nos Estados Unidos, que podem impactar o processamento de soja nos próximos ciclos produtivos.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA

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Governo do Paraná leva projetos de conectividade, logística e energia ao Show Rural Coopavel 2026

Iniciativas incluem CEP Rural, programas de eletrificação e incentivo à geração de energia renovável nas propriedades.

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Fotos: Ricardo Ribeiro/AEN

Diversos órgãos e secretarias estaduais participam do Show Rural Coopavel, que acontece em Cascavel, no Oeste, entre os dias 9 e 13 de fevereiro, levando novos programas estaduais, convênios e ações de inovação voltadas ao agro. Uma das principais feiras do Brasil, o Show Rural abre o calendário de eventos agropecuários do Paraná e se tornou referência na difusão de tecnologias e no fortalecimento do setor.

Com 600 expositores, o evento reúne produtores rurais, cooperativas, empresas, pesquisadores e estudantes, oferecendo uma plataforma privilegiada para a apresentação de inovações, práticas sustentáveis e programas voltados ao desenvolvimento rural. A Coopavel, que promove o Show Rural, espera receber de 350 mil a 400 mil visitantes nos cinco dias e prevê movimentar de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões em vendas.

O Show Rural, que está em sua 38ª edição, é também uma importante vitrine para apresentar as inovações do setor, desde maquinários, técnicas de cultivos e produção, melhoramento genético a projetos de pesquisa com tecnologia aplicada para o campo.

Por parte do Governo do Estado, participam do evento a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e seu Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), formado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa), as secretarias da Educação (Seed), da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Inovação e Inteligência Artificial (Seia), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), Sanepar, Copel, Detran-PR, entre outros.

“O Show Rural começou pequeno, como um dia de campo, há 38 anos e se tornou uma das maiores vitrines de inovação para o agronegócio do Brasil. E há mais de 30 anos estamos juntos neste evento, conectando os produtores rurais às políticas públicas que buscam o desenvolvimento do agro no Paraná, principalmente as voltadas à agricultura familiar. Se o Paraná se tornou essa grande referência em produção, muito se deve às inovações apresentadas aqui”, afirma Lindomir Pezenti, diretor regional do IDR-Paraná em Cascavel e responsável pelas ações do Seagri.

O Seagri conta com um espaço de 25 mil metros quadrados dentro do Show Rural, onde concentra uma série de atividades voltadas à agroecologia, produção de grãos sustentáveis, olerícolas, fruticultura, pecuária, agroindústria familiar, manejo de solos e água, energias renováveis, turismo rural, energia sustentável e artesanato.

O local conta com unidades demonstrativas, vitrines tecnológicas e oferece treinamentos e atividades práticas, além de espaços como o novo Pavilhão da Agroindústria e Praça das Águas. Cerca de 100 profissionais do Seagri, entre pesquisadores e extensionistas, participam desta edição do Show Rural.

Agricultura

Lançados no início deste ano, os novos programas da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) serão apresentados no Show Rural: o Paraná Conectado, que busca garantir conectividade aos agricultores, agroindústrias e comunidades tradicionais para ampliar o uso de tecnologias digitais, e o Se Liga Aí, Paraná, que incentiva os produtores rurais a ligarem suas propriedades à rede trifásica da Copel.

Também serão apresentados outros programas voltados aos produtores rurais, como os Patrulheiros da Sustentabilidade, que capacita operadores de máquinas pesadas para melhorar estradas rurais com técnicas de conservação de solo e água, e o Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR), que apoia a geração distribuída de energia elétrica a partir de fontes renováveis, em especial solar, biogás e biometano.

O objetivo é capacitar produtores, disseminar conhecimento técnico e promover a adoção de práticas inovadoras e sustentáveis, fortalecendo a agricultura familiar, a competitividade do agronegócio e a sustentabilidade ambiental no Estado.

Também será inaugurado o novo Pavilhão da Agroindústria Familiar, que recebeu um investimento de R$ 1,8 milhão, uma parceria entre IDR-Paraná, Coopavel, Itaipu Binacional e Itaipu Parquetec. A área foi ampliada de 525 m² para 1.050 m², permitindo quase dobrar o número de participantes, que passarão 45 para 80 expositores nesta edição.

No local, ocorre a Feira Sabores do Paraná, edição Show Rural, com a comercialização de produtos como queijos, salames, cafés e geleias feitos pelos agricultores familiares assistidos pelo IDR-Paraná. O local dá visibilidade aos empreendimentos familiares e fortalece a economia local por meio da promoção de produtos de qualidade e valor agregado.

Outro destaque é na educação ambiental, com a Praça das Águas, espaço do IDR-Paraná em parceria com a Sanepar, que conta com uma maquete de 100 m² de uma propriedade rural para mostrar ao público a importância da preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas. Também foram incluídas colmeias de abelhas nativas sem ferrão, ampliando o caráter educativo desse ambiente para demonstrar a relação direta entre polinização, qualidade da água, produção de alimentos e sustentabilidade.

Na área de pesquisa, o IDR-Paraná vai lançar no evento três novas cultivares de mandioca: IPR Clara, IPR Topázio e IPR Quartzo. Voltadas ao segmento industrial, especialmente à produção de fécula e farinha, as três cultivares trazem avanços em produtividade, melhorias em sanidade, qualidade da matéria-prima e adaptação a diferentes ambientes de cultivo.

Também estarão em exposição no espaço alternativas para a pecuária leiteira, produção de frutas, verduras e legumes, além do estande da raça Purunã, bovino de corte genuinamente paranaense, fruto de 30 anos de estudo do braço de pesquisa do IDR-Paraná.

A Adapar estará no local para apresentar as ações de defesa sanitária no Estado. Já a Ceasa aproveita o evento para estreitar os laços com os produtores rurais, reafirmando seu compromisso com a organização de mercados, a valorização da agricultura familiar e a segurança alimentar.

Inovação

A Secretaria de Estado da Inovação e Inteligência Artificial (SEIA) e a Superintendência-Geral de Ordenamento Territorial (SGOT), vão lançar, em parceria com o Google, o CEP Rural e Rota Rural. Os projetos utilizam tecnologia de ponta do Google para garantir endereço digital e rastreabilidade para mais de 300 mil propriedades rurais em todo o Estado.

O projeto transforma o Paraná no primeiro estado do País a integrar o sistema Plus Code, do Google, com o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Na prática, isso significa que propriedades que antes não tinham uma identificação oficial agora passam a ter um “endereço digital” único, facilitando desde a entrega de encomendas até o socorro médico e a segurança pública.

A meta é que 80% das propriedades paranaenses tenham seu Plus Code em até dois anos. A estimativa é que a ferramenta reduza em 15% os custos logísticos no primeiro ano e diminua em 20% o tempo de resposta para ocorrências de segurança e saúde nas áreas rurais.

Complementando o endereçamento, o projeto Rota Rural foca na inteligência logística. O projeto oficializa o mapeamento das estradas vicinais e caminhos internos, para evitar erros nonas rotas indicadas nos aplicativos de GPS, por exemplo. A medida beneficia o turismo rural, o escoamento da safra e otimiza serviços como o transporte escolar e a coleta de leite.

BRDE e crédito

No Show Rural, o BRDE vai assinar um convênio com a Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC). A parceria amplia o acesso a financiamento para empresas associadas e permitirá operações diretas do BRDE, além do uso de uma plataforma de crédito simplificada voltada a empresas de micro e pequeno porte indicadas por parceiros.

A participação no Show Rural também marca os 65 anos de história do banco, comemorados em 2026. O banco vai contar com um estande que funcionará nos cinco dias do evento como ponto de atendimento técnico e institucional, além de concentrar atividades voltadas à produção de conteúdo, relacionamento com clientes e articulação com parceiros estratégicos.

Ciência e tecnologia

Foto: Gabriel Rosa

A Seti também vai apresentar aos visitantes do Show Rural 2026 uma série de projetos finalistas em diferentes edições do programa de Propriedade Intelectual com Foco no Mercado (Prime), que transforma o resultado de pesquisas acadêmico-científicas em novos produtos, serviços e negócios.

São projetos que vão desde um gel cicatrizante veterinário à base de pele de tilápia a um sistema que usa inteligência artificial para identificar o fungo da ferrugem da soja, e que serão expostos no estande da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Também serão mostrados os projetos apoiados pelas Agências de Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni), programa que integra universidades, municípios e o setor produtivo para fomentar iniciativas inovadoras com impacto regional.

Já a Fundação Araucária vai apresentar no estande da Unioeste os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação (Napi) relacionados ao setor: Alimentos Saudáveis, Águas, Biodiversidade Restore, Recursos Genéticos, Serviços Ecossistêmicos, Taxonline, Trinacional, Sudoeste, Erva Mate, Inova Vitis e Paraná Faz Ciência.

Simepar

O Simepar estará em uma sala privativa do Espaço Impulso do Show Rural. No local, os visitantes poderão conhecer a plataforma SimeAgro, recém-lançada pelo Simepar para auxiliar Na tomada de decisão na agricultura em escala regional, municipal e nas propriedades. Ela foi desenvolvida em parceria com o Sistema Ocepar.

O objetivo da plataforma é auxiliar as cooperativas, otimizando recursos e colheitas; as seguradoras, reduzindo riscos e perdas; e o setor público, subsidiando a tomada de decisões e a construção de políticas públicas. O Simeagro utiliza inteligência agroclimática através do uso de indicadores agrícolas, indicadores climáticos e análise geoespacial, incluindo imagens de satélite.

Um totem foi instalado no espaço para a demonstração da plataforma em tempo real. Os profissionais do Simepar estarão disponíveis para atender as dúvidas de todos os presentes sobre a plataforma e o trabalho de monitoramento ambiental.

Educação

Mais de 1,2 mil alunos de 29 colégios agrícolas estaduais também participam desta edição do Show Rural. Além do contato com o setor produtivo e com as inovações apresentadas no evento, eles vão apresentar soluções de robótica e de sustentabilidade desenvolvidas nas suas escolas. Também serão entregues equipamentos agrícolas e pedagógicos para uso dos colégios, com investimento de R$ 6,9 milhões pelo Governo do Estado.

Fonte: AEN-PR
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Notícias Zoneamento Agrícola de Risco Climático

Zarc moderniza sistema e amplia suporte ao planejamento agrícola no país

Ferramenta digital melhora acesso a dados que orientam crédito rural, seguro agrícola e decisões de plantio.

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tecnologia
Foto: Shutterstock

O Painel de Indicação de Riscos do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) foi atualizado e passa a oferecer uma interface mais moderna, navegação mais intuitiva e maior velocidade de resposta, facilitando o acesso às informações técnicas utilizadas no planejamento das safras em todo o país.

A nova versão do painel foi desenvolvida com foco na experiência do usuário, tornando a consulta aos resultados do Zarc mais ágil e eficiente. O layout renovado, com organização visual mais clara, contribui para uma melhor compreensão dos dados e reduz o tempo necessário para localizar informações essenciais para o planejamento agrícola.

O painel é a principal ferramenta de consulta às indicações de risco publicadas nas portarias do Zarc. Atualmente, os normativos divulgados no Diário Oficial da União fazem referência direta ao sistema, no qual o usuário pode visualizar os municípios indicados ao plantio e as janelas de semeadura.

Para acessar o mapa e a tábua de riscos, o usuário deve preencher os seguintes campos: Safra, Cultura, Outros manejos, Clima, Grupo de cultivar, Tipo de solo e Unidade da Federação.

Após preencher os filtros, basta clicar em “Aplicar Filtros”. O sistema exibirá o mapa com os municípios indicados para o plantio. Para visualizar o risco em cada decêndio (períodos de 10 dias), o usuário deve selecionar a opção “Tábua de Risco”.

Interação com ferramentas digitais

A atualização do painel faz parte da estratégia de modernização das ferramentas de divulgação do Zarc, que também inclui o aplicativo Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa. A plataforma permite ao produtor consultar, de forma simples, o que plantar, quando plantar e onde plantar, com base nas indicações de menor risco climático.

Em 2026, o Zarc completa 30 anos de utilização como instrumento oficial da política agrícola brasileira. O primeiro zoneamento foi publicado em 1996, para a cultura do trigo, e, desde então, o sistema passou a abranger mais de 40 culturas em todas as regiões do país, com recomendações técnicas divulgadas por meio de portarias do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Ferramenta de gestão de riscos climáticos baseada em estudos agrometeorológicos, o Zoneamento cruza dados de clima, solo e ciclo das culturas para indicar, em cada município, as épocas de plantio com menor probabilidade de perdas. Essas informações orientam o planejamento da produção e servem de base para políticas públicas como o crédito rural, o Proagro e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Evolução metodológica

Foto: Mapa

Além das melhorias nos sistemas de consulta, o Zarc também passa por avanços metodológicos. Um dos principais destaques é o Zarc Níveis de Manejo (Zarc NM), que incorpora variáveis de manejo e tecnologia empregadas na lavoura para refinar a avaliação de riscos.

Neste ano, o projeto piloto entra na fase 2 para a cultura da soja no Paraná, com expansão para os estados de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com recursos exclusivos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural. A iniciativa busca aprimorar a avaliação de risco por meio de dados de manejo, imagens de satélite e análises de solo, ampliando a precisão das recomendações e a eficiência das políticas de gestão de riscos.

O aprimoramento do painel e o avanço do Zarc Níveis de Manejo reforçam o papel do zoneamento como instrumento estratégico para aumentar a resiliência da produção agrícola brasileira e melhorar o direcionamento das políticas públicas.

Fonte: Assessoria Mapa
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Governo do Rio de Janeiro lança Gabinete Itinerante para aproximar políticas públicas do campo

Projeto leva orientação técnica, programas estaduais e atendimento direto a produtores e municípios.

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Foto: Divulgação/Governo Rio de Janeiro

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, acaba de lançar um projeto para aproximar a pasta dos municípios fluminenses, instituições públicas e privadas, prefeituras e produtores rurais. O Gabinete Itinerante vai levar informação, orientação técnica e a divulgação dos programas oferecidos pelo Governo do Estado diretamente às regiões produtoras.

A primeira edição do projeto foi realizada na região Norte Fluminense, marcando o início de uma agenda de visitas que percorrerá diferentes regiões do estado.

A iniciativa busca ampliar as ações da Secretaria, promovendo a presença do Estado nos territórios e facilitando o acesso de produtores rurais, Cooperativas, Associações e gestores municipais às políticas públicas voltadas para o fortalecimento do setor agropecuário.

Por meio do Gabinete Itinerante, equipes técnicas da Secretaria percorrem os municípios, realizando reuniões e atendimentos diretos para apresentar programas, esclarecer dúvidas e ouvir as demandas locais. A proposta é tornar o diálogo mais próximo e efetivo, contribuindo para a construção de soluções alinhadas às realidades de cada região.

O projeto também tem como foco levar as ações da pasta a instituições públicas federais, estaduais e municipais, prefeituras, instituições privadas e produtores rurais, ampliando o alcance das políticas públicas e fortalecendo parcerias estratégicas para o desenvolvimento do setor agrícola.

– Estar presente nos municípios e nas instituições é fundamental para compreender as necessidades locais, ampliar o acesso às políticas públicas e fortalecer a agricultura em todas as regiões – ressaltou o secretário de Agricultura, Felipe Brasil.

Médio Paraíba receberá a próxima edição

Dando continuidade à agenda do Gabinete Itinerante, a próxima edição do projeto será realizada nos municípios de Valença, Barra do Piraí e Rio das Flores, onde a Secretaria de Agricultura irá apresentar seus programas, dialogar com instituições e produtores locais, além de ouvir as demandas da região.

O Gabinete Itinerante integra a estratégia da Secretaria de Agricultura de ampliar o alcance das ações, fortalecer parcerias institucionais e impulsionar o desenvolvimento rural sustentável, promovendo mais eficiência, proximidade e resultados concretos para o campo fluminense.

Fonte: Assessoria Governo Rio de Janeiro
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