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Sistema Faesc/Senar-SC participa do Interleite 2023

Evento teve início nesta quarta (10) e segue até quinta-feira (11) com uma extensa programação, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

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Vice-presidente regional da Faesc e presidente do Sindicato Rural de Chapecó, Luiz Carlos Travi, representou o Sistema Faesc-Senar/SC na abertura do Interleite 2023.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Sistema Faesc/Senar-SC) está entre os apoiadores do Interleite Sul 2023 e conta com espaço na feira de negócios do evento para apresentar as ações desenvolvidas na área. A iniciativa, realizada pelo MilkPoint, da MilkPoint Ventures, iniciou nesta quarta (10) e segue até quinta-feira (11) com uma extensa programação, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). 

O evento reúne representantes das principais empresas de insumos, técnicos, consultores, produtores, entidades do setor e estudantes. Na abertura desta edição, o vice-presidente regional da Faesc no Oeste e presidente do Sindicato Rural de Chapecó, Luiz Carlos Travi, representou o presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo,e destacou a importância da iniciativa para oportunizar conhecimento a este setor tão importante para a economia do estado.

 “Quero cumprimentar a organização do evento em nome do presidente Pedrozo e do superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchipela expressiva programação. Além de representar uma excelente oportunidade para networking, com a feira de negócios na área do leite, a iniciativa também é fundamental para aperfeiçoar conhecimentos nas palestras que abordam os principais assuntos que impactam o setor”. 

Supervisor regional do Senar/SC Helder Jorge Barbosa, coordenadora estadual da ATeG Paula Coimbra Nunes, supervisores regionais do Senar/SC Jeam Palavro e Grasiane Viêra, juntamente com o vice-presidente regional da Faesc e presidente do Sindicato Rural de Chapecó, Luiz Carlos Travi – Fotos: Divulgação/Faesc

O ato de abertura do Interleite Sul foi coordenado pelo CEO da MilkPoint, Marcelo Carvalho, e também contou com a presença do coordenador da Aliança Láctea Sul Brasileira e ex-secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies, do prefeito de Chapecó João Rodrigues, do presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do Estado de SC (Sindileite), Selvino Giesel e da chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Elizabeth Nogueira.

 O presidente Pedrozo frisou que o Sistema Faesc/Senar-SC faz questão de firmar parcerias com iniciativas que visam promover o desenvolvimento do setor produtivo. Reforçou a expressão do setor lácteo em Santa Catarina e comentou que o Interleite Sul é fundamental para ampliar a visibilidade da cadeia produtiva do leite e aumentar a competitividade desse setor tanto no Brasil quanto no mercado internacional.

Equipe técnica da Ateg 

A coordenadora estadual do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), Paula Coimbra Nunes, que participa do evento, juntamente com os supervisores regionais do Senar/SC e equipe técnica da ATeG Bovinocultura de Leite, explicou que o estande do Sistema Faesc/Senar-SC na feira do Interleite 2023 demonstra como funciona a ATeG e os resultados que o programa vem trazendo nas propriedades. “Somente em 2022 o programa contabilizou 72 grupos com 2.050 produtores no Estado. Foram 60 edições dos dias de Campo e Oficinas Técnicas com 2.350 participantes. A ATeG também oportunizou realizar aproximadamente 46.300 mil exames de tuberculose e brucelose com 99,72% de resultados negativos”.

Com duração de dois anos, a metodologia da ATeG é aplicada em cinco etapas: diagnóstico produtivo individualizado; planejamento estratégico; adequação tecnológica; capacitação profissional complementar e avaliação sistemática dos resultados. Os produtores assistidos recebem a visita do técnico uma vez por mês, além de acompanhamento contínuo a distância. As atividades são realizadas com grupos de 25 a 30 produtores.

Supervisor regional do Senar/SC Helder Jorge Barbosa, coordenadora estadual da ATeG Paula Coimbra Nunes, supervisores regionais do Senar/SC Jeam Palavro e Grasiane Viêra, juntamente com o vice-presidente regional da Faesc e o presidente do Sindicato Rural de Chapecó, Luiz Carlos Travi, com o produtor de Bovinocultura de Leite, José Araújo

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, enfatizou que a ATeG é um dos mais bem-sucedidos programas do setor produtivo em Santa Catarina e frisou que as expectativas para 2023 são ainda melhores. O objetivo, de acordo com ele, é seguir investindo na profissionalização da cadeia produtiva para que o produtor possa inovar cada vez mais e, com isso, oferecer ao mercado um produto de alta qualidade.

Interleite Sul

Após três anos, o Interleite Sul retorna para Chapecó/SC com recorde de inscritos. A 10ª edição do evento reúne mais de 800 agentes do setor na feira de negócios que se destaca pelo conteúdo e networking do leite voltado à região Sul. O Interleite Sul 2023 ocorre de forma híbrida, com transmissão ao vivo, em plataforma exclusiva para os participantes.

Fonte: Assessoria Faesc

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Copercampos reinaugura unidade de grãos em Otacílio Costa com investimento de R$ 16 milhões

Estrutura modernizada aumenta capacidade e agilidade no recebimento de soja e milho, beneficiando produtores da região.

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Foto: Divulgação

A Copercampos reinaugurou nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a unidade de armazenagem de grãos de Otacílio Costa, na serra catarinense, após um amplo processo de modernização que recebeu investimentos superiores a R$ 16 milhões. A estrutura, implantada originalmente em 2012, ganhou nova moega, secador, instalação de tombador, caixa de carregamento e silo de armazenagem, garantindo mais eficiência, segurança e rapidez no fluxo de recebimento.

Com as melhorias, a unidade passa a ter capacidade estática de 380 mil sacos de 60 kg, além de maior agilidade operacional durante a safra, reduzindo filas e otimizando a logística dos associados da região.

Segundo o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a obra atende uma necessidade prática do produtor, principalmente pelo ritmo acelerado da colheita no município. “Hoje estamos aqui em Otacílio inaugurando uma obra de suma importância para o produtor, que vai agilizar a sua colheita e o descarregamento, evitando filas e transtornos. Aqui a safra ocorre muito rápido devido ao clima e isso traz um grande benefício”.

Para o Diretor Superintendente da Copercampos e também produtor associado Lucas de Almeida Chiocca, que atua na região há mais de 15 anos, o investimento reforça a proximidade da cooperativa com quem produz. “Eu, como produtor há mais de 15 anos em Otacílio Costa, saio daqui com o coração cheio de alegria. A Copercampos mais uma vez está do lado do produtor, fazendo um grande investimento para resolver o problema do momento. O mais importante é o recolhimento do grão.”

O crescimento também foi destacado pelo prefeito de Otacílio Costa, Fabiano Baldessar, que ressaltou a transformação produtiva do município ao longo dos anos. “Otacílio Costa saiu de 700 a 800 hectares de lavoura entre 2009 e 2011 para hoje mais de 17 mil hectares, segundo dados da Epagri. Essa reinauguração é mais uma conquista e representa uma segunda virada de chave no agro do nosso município”, comentou.

A estrutura ampliada já será fundamental para a safra 2026, cuja previsão de recebimento é de aproximadamente 500 mil sacos de soja e 100 mil sacos de milho, volume que demonstra o novo patamar produtivo regional.

Fonte: Assessoria Copercampos
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Preços agropecuários caem 3,75% em janeiro, aponta Cepea

Todas as categorias registraram queda, com hortifrutícolas e grãos liderando a retração mensal.

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Foto: Shutterstock

Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) registrou queda nominal de 3,75% em relação ao mês anterior.

O resultado mensal se deve à retração observada para todos os subgrupos do Índice, com destaque para o IPPA- Hortifrutícolas (-7,69%) e o IPPA-Grãos (-5,44%), seguidos pelo IPPA-Pecuária (-2,74%) e pelo IPPA-Cana-Café (-0,63%).

Já o IPA-OG-DI apresentou leve alta de 0,92% no mês, indicando que, em janeiro, os preços agropecuários tiveram desempenho inferior ao dos industriais.

No cenário internacional, os preços dos alimentos em dólares avançaram 0,33%, enquanto o Real se valorizou 2,11%, o que resultou em queda de 1,79% dos preços internacionais de alimentos medidos em reais.

Na comparação anual (janeiro/26 frente a janeiro/25), o IPPA/CEPEA caiu expressivos 8,19%, com quedas em todos os grupos: IPPA-Hortifrutícolas (-17,68%), IPPA-Cana-Café (-8,78%), IPPA-Grãos (-7,85%) e IPPA-Pecuária (-7,09%). No mesmo período, o IPA-OG-DI se desacelerou 2,21%, e os preços internacionais de alimentos acumulam queda de 19,12% em Reais e de 8,76% em dólares, refletindo também a valorização de 11,36% do Real em um ano.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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Cooperativas fortalecem cadeias de aves, suínos e leite em Santa Catarina

Dados apresentados mostram que 70% dos avicultores da cooperativa já possuem sucessão familiar definida, garantindo continuidade no campo.

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Fotos: Bruna Leticia/MB Comunicação

Reflexões estratégicas sobre o futuro do cooperativismo, o protagonismo jovem e a força das cadeias produtivas catarinenses. Assim iniciou a programação do Sebrae/SC no terceiro dia do 27º Itaipu Rural Show em Pinhalzinho. O evento reuniu duas palestras que dialogaram diretamente com os desafios e as oportunidades do agronegócio: União que Gera Valor: Engajamento e Cooperativismo no Campo, com Dieisson Pivoto, e Cadeia de Aves e Suínos em SC, com Marcos Zordan.

Diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan

Pivoto destacou como o cooperativismo transforma união em desenvolvimento econômico e social. Ele apresentou a trajetória da Cooper Itaipu como exemplo de organização e visão estratégica. Também abordou a atuação da Aurora Coop, formada por 14 cooperativas, com mais de 850 produtos no portfólio e presença em mais de 80 países, a cooperativa demonstra a dimensão que o modelo pode alcançar quando há integração e gestão eficiente.

Entre as contribuições da cooperativa aos seus sócios e à comunidade, Pivoto ressaltou a geração de renda ao cooperado, a assistência técnica no campo, a industrialização da produção e a criação de oportunidades que fortalecem toda a região. “Somos parte importante na alimentação do mundo. O cooperativismo gera valor quando fortalece o produtor, apoia a comunidade e prepara as próximas gerações para dar continuidade a esse legado”, afirmou.

Com foco especial na juventude, a palestra abordou a necessidade de incentivar o cooperativismo desde cedo, aproximando os jovens do modelo e reforçando seu papel na tradição e na inovação. O futuro do cooperativismo, segundo ele, depende diretamente do engajamento das novas gerações.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Zanuzzi, aprofundou o debate ao falar sobre sucessão e permanência no campo. “Um dos grandes desafios é a continuidade não só do jovem na propriedade rural, mas também no modelo cooperativista. Temos percebido mudanças de comportamento entre as gerações, e isso exige uma comunicação mais próxima e estratégica. Precisamos ouvir o jovem, entender seus anseios e reconhecer que a velocidade dele é diferente da geração anterior”.

Cadeia de aves e suínos

Complementando a programação, a palestra “Cadeia de Aves e Suínos em SC”, ministrada pelo vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Zordan, trouxe uma análise sobre a importância estratégica dessas cadeias produtivas para a economia catarinense e nacional. “Conectamos a cadeia de suínos, aves e leite ao cooperativismo, seja por meio da Aurora Coop ou das cooperativas filiadas. Precisamos mostrar ao produtor o que estamos fazendo e o que o futuro nos espera nessas atividades”, explicou.

Zordan esclareceu a diferença entre os sistemas de integração, como ocorre na suinocultura, avicultura e na produção independente do leite, ressaltando a importância da segurança para o produtor na tomada de decisão. “Precisamos que esses produtores sintam firmeza ao decidir investir nessas atividades. O futuro aponta para aumento do consumo de alimentos e isso exige produtividade. E produtividade é a única forma de melhorar a rentabilidade”, enfatizou.

O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop expôs dados relevantes da avicultura regional. “Atualmente, cerca de 70% dos avicultores ligados a Aurora Coop já têm sucessão familiar encaminhada. No Brasil, esse índice gira entre 3% e 5%. Isso é resultado de um trabalho contínuo das cooperativas, das filiadas, da cooperativa e de todos que fortalecem o setor. Quando o produtor tem renda compatível, o filho fica na propriedade. Se o filho fica, a sucessão está garantida”, salientou.

Capacitação

Palestrante Dieisson Pivoto – Foto: Karina Ogliari/MB Comunicação

“Encerramos a rodada de palestras desta sexta-feira (20), demonstrando a importância do desenvolvimento regional com iniciativas como o Programa Encadeamento Produtivo. Quando estruturamos as cadeias de aves, suínos e leite dentro de uma lógica cooperativista, estamos fortalecendo todos os elos, da produção primária à industrialização, da assistência técnica ao acesso ao mercado. Isso gera previsibilidade, competitividade e sustentabilidade econômica para o produtor”, concluiu Zanuzzi.

A atuação do Sebrae/SC qualifica esses elos, promove integração, gestão eficiente, inovação e planejamento estratégico. O desenvolvimento não ocorre apenas pelo aumento de produção, mas pela organização sistêmica da cadeia, adoção de tecnologia, ganho de produtividade e agregação de valor.

Fonte: Assessoria Sebrae
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