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Sistema automático de alimentação para peixes da Nuter fomenta piscicultura de precisão

Empresa apresenta ao mercado solução que garante maior rentabilidade para o negócio e proporciona mais tempo para a gestão da produção

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Fotos: Assessoria

Como em todas as cadeias de produção animal, a nutrição é um fator de extrema relevância para o desenvolvimento da criação de peixes. O fornecimento de alimento na aquicultura demanda atenção e cuidado dos criadores, para que a quantidade adequada ao volume de animais seja respeitada, bem como o tempo dos espaços de fornecimento também sejam precisos, para evitar o excesso ou a falta de ração nos tanques.

Pensando em oferecer facilidade e precisão, a Nuter, empresa de tecnologia para alimentação animal, apresenta ao mercado sua linha de alimentadores automáticos aplicados à aquicultura com sistema altamente tecnológico e versátil, podendo ser aplicado em diversos métodos de produção animal, desde a alevinagem até o cultivo final.

O lançamento das soluções será realizado entre os dias 23 e 26 de maio, na 12ª edição da Aquishow Brasil, no Instituto de Pesca em São José do Rio Preto, São Paulo. Após pesquisas técnicas e a campo, a empresa leva para a feira uma solução que garante maior rentabilidade para o negócio e proporciona mais tempo para a gestão da produção.

“A Aquishow será o palco da apresentação oficial do sistema ao mercado, pois entendemos que o evento é uma vitrine importante e de relevância para o setor. É lá que os criadores de peixes se encontram para conhecer as novidades e também trocar as experiências e desafios na aquicultura”, destaca o CEO da Nuter, João Benetti

O sistema de alimentação automática Nuter é o único do mercado que inicia o trato automatizado desde a alevinagem por trabalhar, inclusive, com rações em pó. A partir do uso do equipamento é possível conquistar maior uniformidade do lote, resultando no melhor desempenho da engorda e impactando no valor final do produto.

“A solução ainda garante ao produtor uma economia significativa nos custos de manutenção da qualidade da água e na própria nutrição, que se torna mais assertiva”, afirma Benetti.

Segundo o CEO, a automação do arraçoamento ajuda a garantir o fornecimento adequado de nutrientes para os animais, melhorando o desenvolvimento e saudabilidade da criação, contribuindo, assim, para o aumento da produtividade e eficiência da produção de peixes e camarões”, explica.

 

Investimento em pesquisa traz desenvolvimento para o setor

A Nuter também leva para a Aquishow os resultados de pesquisa promovida em parceria com o doutor em Zootecnia, engenheiro de pesca, professor Adjunto da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano), Bruno Olivetti de Mattos, que resultou na indicação de que a utilização da autoalimentação de peixes pode melhorar significativamente o desempenho zootécnico dos animais, reduzindo os impactos ambientais e aumentando o retorno econômico aos produtores.

A palestra “A autoalimentação de peixes: O próximo passo para a piscicultura de precisão no Brasil”, será ministrada pelo professor, que também é pesquisador do Espaço Nuter, no dia 25 de maio, às 14h50, na Aquishow.

“Na oportunidade apresentaremos os conceitos e resultados de experimentos realizados durante a pesquisa, que foi a aplicação desse modelo alimentar em escala experimental, a fim de testar as diferentes estratégias alimentares no desempenho zootécnico das principais espécies de peixes nativos do Brasil. Podemos adiantar que a autoalimentação melhorou o bem-estar dos peixes e reduziu os valores de excreção de fósforo na água. Além de reduzir o desperdício e melhorar o desempenho alimentar”, pontua Olivetti.

O pesquisador também é um dos finalistas da categoria Academia, do Prêmio Inovação Aquícola, que será entregue no fim do evento e que reconhece iniciativas capazes de provocar uma transformação real e perene em toda a cadeia produtiva da aquicultura brasileira.

A Nuter estará no estande 75-78.

Fonte: Assessoria

Empresas Suporte necessário

Hubbard investe R$ 60 milhões para aumentar a produção no Brasil

Resultados do Hubbard Efficiency Plus em matrizes e frangos de corte em 2025 direcionaram expansão em Goiás para atender uma demanda crescente

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Obras em andamento / Foto: Hubbard / Divulgação

A Hubbard®, uma das maiores empresas internacionais de seleção genética de frangos de corte, anunciou um aporte estratégico de R$ 60 milhões destinado à expansão de sua unidade de avós em Luziânia (GO), no Brasil. O investimento tem como objetivo aumentar a capacidade de produção de matrizes da companhia no país, preparando a estrutura para um novo ciclo de crescimento impulsionado pela alta demanda do pacote genético Hubbard Efficiency Plus.

Ouvindo os produtores e avançando

O crescimento ocorre após um ano em que o desempenho em campo confirmou o que muitas granjas já observavam na prática. Os clientes relataram resultados consistentes, principalmente no que diz respeito ao equilíbrio entre a produção de ovos/pintos e a melhoria da conversão alimentar. Essa combinação – alta produtividade aliada ao bem-estar animal e à eficiência alimentar – reforçou a confiança em todo o mercado e sinalizou a necessidade de aumento da oferta.

Para o gerente Geral da Hubbard no Brasil, Carlos Antônio Costa, o progresso no melhoramento genético deve permanecer alinhado à realidade das granjas. “O progresso no melhoramento genético deve refletir o que os produtores vivenciam diariamente. No momento, isso significa aprimorar continuamente o bem-estar animal, alcançar maior eficiência alimentar e oferecer um desempenho consistente e previsível em matrizes e frangos de corte”, afirma Costa e complementa: “Essa expansão em Luziânia garante que o setor tenha o suporte necessário para continuar produzindo proteína de frango acessível de forma responsável”.

Eficiência como motor de crescimento

Em todo o Brasil e na América do Sul, a eficiência alimentar tornou-se uma prioridade fundamental – não só para o desempenho econômico, mas como parte de um compromisso mais amplo com a produção responsável de frangos de corte. Produzir aves saudáveis com maior eficiência alimentar contribui para a acessibilidade aos consumidores e para o uso responsável dos recursos naturais.

A melhoria na conversão alimentar reduz a necessidade de terras agrícolas e reduzindo a pegada de carbono associada à produção de ração. Ao mesmo tempo, aves bem balanceadas estão em melhor posição para manter um crescimento uniforme e a saúde geral do lote desde o nascimento.

Ao fortalecer a capacidade de produção em Goiás, a Hubbard reforça seu compromisso de longo prazo com a produção avícola brasileira e com o apoio a um fornecimento estável e sustentável de proteína de frango de alta qualidade para as comunidades em crescimento. “Nosso foco é simples: melhoria contínua que ajude os produtores a criar aves eficientes e saudáveis”, conclui Costa e finaliza: “Quando os produtores têm sucesso, eles ajudam a tornar a proteína nutritiva mais acessível, ao mesmo tempo que cuidam dos recursos dos quais as futuras gerações dependem”.

 

Fonte: Assessoria
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Vetanco reúne lideranças de aves e suínos em gramado para debater o futuro do agronegócio no Xponential Meeting 2026

Encontro, exclusivo para 70 convidados, teve como objetivo promover análises qualificadas sobre economia, agronegócio e oportunidades de crescimento em um ano marcado por incertezas e decisões estratégicas para o setor.

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Foto: Divulgação/Vetanco

A Vetanco realizou, entre os dias 24 e 27 de fevereiro, o Xponential Meeting 2026, reunindo lideranças estratégicas das cadeias de aves e suínos no Wish Serrano Resort, em Gramado (RS). O encontro, exclusivo para 70 convidados, teve como objetivo promover análises qualificadas sobre economia, agronegócio e oportunidades de crescimento em um ano marcado por incertezas e decisões estratégicas para o setor.

A programação foi organizada em três painéis – econômico, agro e oportunidades – que trouxeram uma leitura ampla e estratégica do setor. Os debates abordaram desde os impactos do cenário macroeconômico sobre o agronegócio até temas estruturais da produção, como sucessão em empresas familiares, desenvolvimento da suinocultura e o posicionamento do Brasil no mercado global de carnes, além de discutir caminhos para inovação, acesso a financiamento e tomada de decisão em um ambiente de negócios cada vez mais imprevisível.

Para aprofundar essas discussões, o evento contou com a participação de nomes de referência: Antônio Cabrera, presidente do Grupo Cabrera e ex-ministro da Agricultura; Felipe Serigatti, da FGV Agro; Kellen Severo, jornalista especializada em economia e agronegócios; Marcos Paludo, diretor agroindustrial do Grupo Pluma; José R. Goulart, presidente da Alibem Alimentos S.A.; Dilvo Casagranda, diretor de Exportações da Aurora Coop; Bruno Rodrigues Camargo, gerente regional Sul da Finep; Arthur Müller, sócio da Cordier Investimentos; e Daniel Boer, consultor em estratégia, supply chain e sustentabilidade, ex-diretor global de proteínas da McDonald’s Corporation.

Cada painel foi complementado por mesas-redondas mediadas por executivos da Vetanco, promovendo integração entre conteúdo técnico e troca prática de experiências. A mediação ficou a cargo de Tiago Urbano, diretor técnico-comercial, no painel econômico; Lucas Piroca, gerente comercial da equipe de suínos, no painel agro; e Daiane Müssnich, diretora administrativa, no painel de oportunidades. A programação incluiu ainda, na tarde do dia 26, uma atividade externa no Parque Olivas de Gramado, espaço com mais de 12 mil oliveiras.

“O Xponential foi idealizado para abrir o ano com informações relevantes e qualificadas para os mercados de aves e suínos, reunindo lideranças que influenciam diretamente os rumos do setor. Nossa entrega transcende o suporte técnico; criamos um ecossistema de visão compartilhada e construção conjunta para impulsionar o crescimento real. Nossa meta é consolidar a Vetanco como a principal referência em geração de valor, unindo o protagonismo no agronegócio à nossa essência de valorização das pessoas”, destaca Thiago Tejkowski, Global Marketing Manager da Vetanco S.A.

Fonte: Assessoria Vetanco
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Leite brasileiro emite menos da metade do carbono que a média mundial, revela estudo inédito da Cargill, USP e Embrapa

Benchmarking da Pegada de Carbono usa dados de 162 milhões de litros de leite e mostra que alta produtividade reduz emissões em até 43% por litro produzido.

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Estudo está entre os mais abrangentes já realizados no setor lácteo brasileiro. Foram analisados 24.349 animais em 28 fazendas localizadas em sete estados

Um estudo inédito da Cargill Nutrição e Saúde Animal, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Embrapa Gado de Leite, indica que a produção leiteira brasileira apresenta emissão de carbono inferior à registrada no cenário internacional.

Intitulado ‘Benchmarking da Pegada de Carbono’, o estudo aponta que a produção nacional de leite no Brasil emite, em média, 1,19 kg de dióxido de carbono equivalente (CO₂eq) para cada quilo de leite produzido. O cálculo considera o leite corrigido para os teores de gordura e proteína, método adotado internacionalmente para permitir a comparação entre diferentes sistemas de produção. Como referência, a média global é estimada em 2,5 kg de CO₂eq por quilo de leite.

A iniciativa considerou a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), metodologia que considera os impactos ambientais do sistema produtivo do berço ao portão da fazenda, e analisou três sistemas produtivos distintos, distribuídos em quatro biomas brasileiros.

O estudo está entre os mais abrangentes já realizados no setor lácteo brasileiro. Foram analisados 24.349 animais em 28 fazendas localizadas em sete estados, com produção anual de 162.102.481 litros de leite. A amplitude da base de dados permitiu avaliar diferentes sistemas produtivos e estabelecer parâmetros técnicos comparáveis entre propriedades e regiões.

Os resultados do benchmarking mostram que o desempenho brasileiro se aproxima ao de países com sistemas leiteiros consolidados. A pegada média registrada no País é semelhante à da Alemanha, de 1,2 kg de CO₂eq, e próxima à dos Estados Unidos, estimada em 1,0 kg de CO₂eq.

Produtividade e emissões

A pesquisa reforça a relação direta entre eficiência produtiva e redução das emissões. Na comparação entre os sistemas avaliados, o aumento da produtividade permitiu redução de até 43% nas emissões por litro de leite produzido. Fazendas com produção diária superior a 25 litros por vaca apresentaram pegada média de 0,90 kg de CO₂eq por quilo de leite. Já propriedades com produtividade inferior a esse patamar registraram índice de 1,58 kg de CO₂eq.

“Os dados mostram que decisões técnicas relacionadas ao manejo do rebanho, como ajustes de dieta e tecnologias com foco em eficiência produtiva, impactam diretamente os indicadores ambientais da atividade”, afirma Marcelo Dalmagro, diretor de Marketing Estratégico e Tecnologia da Cargill Nutrição e Saúde Animal. “Além de vital para a sustentabilidade econômica das propriedades leiteiras, a produtividade passa a ser também um parâmetro associado à redução de emissões dentro da porteira”, completa.

O metano entérico foi identificado como a principal fonte de emissão, com participação de 47,0%, seguido pela produção de alimentos fora da propriedade, com 36,8%, e pelo manejo de dejetos, responsável por 8,1%.

O levantamento também analisou a produção por biomas, evidenciando o desempenho da atividade leiteira em diferentes condições climáticas e sistemas de manejo. O Pampa apresentou a menor pegada média, com 0,99 kg de CO₂eq; seguido pelo Cerrado, com 1,12 kg; Mata Atlântica, com 1,19 kg; e Caatinga, com 1,50 kg de CO₂eq por quilo de leite.

Realizado entre 2022 e 2024, o projeto seguiu as normas internacionais ISO 14040, 14044 e 14067, o que garante padronização metodológica e comparabilidade dos dados entre sistemas produtivos e regiões.

Fonte: Assessoria Cargill
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