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Notícias Trigo

Sindustrigo promove IV Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo, no dia 08 de novembro, em São Paulo

Representantes do setor se reunirão para debater a conjuntura mercadológica e o futuro da moagem do grão

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III Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo, realizado em 2018 Divulgação

Visando integrar a cadeia produtiva e disseminar conhecimento, o Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo (Sindustrigo) realiza na manhã de 08 de novembro o IV Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo, na sede da Fiesp, na capital paulista. O evento contará com a presença de representantes de cooperativas, produtores, sementeiras, institutos de pesquisa e a indústria moageira.

“Um dos nossos principais objetivos com este evento é reunir todos os segmentos da cadeia do trigo e fortalecer as relações. Este tipo de ação também é muito importante para debater os desafios e as necessidades do setor”, ressalta o presidente do Sindustrigo, Valnei Origuela.

Para este ano, o Encontro contará com quatro painéis que abordarão aspectos relacionados ao mercado em geral e o atual cenário do grão no Brasil e no mundo. A supervisora de Qualidade Industrial da Biotrigo Genética, Kenia Meneguzzi, e o engenheiro agrônomo da Biotrigo Genética, Bruno Leonardo Alves, abrirão a programação com o Panorama Qualitativo da Safra de 2019 do Paraná e São Paulo.

Em seguida, o público poderá acompanhar o painel “O Futuro da Moagem do Trigo”, apresentado por Beat Weilenmann, diretor de Vendas Moagem Bühler Brasil. Na sequência, o executivo do Negócio do Trigo pela Bunge, Edson Csipai apresentará o tema “Conjuntura Mercadológica do Trigo e Farinha”. Para finalizar o dia, o economista-chefe do Banco Votorantim, Roberto Padovani, tratará do Cenário Político e Econômico.

“Desenvolvemos esta programação para oferecer aos participantes a oportunidade de se atualizar e para que possam diante dos cenários políticos e econômicos traçar seus planejamentos, além de contribuir para fortalecer a cadeia produtiva do trigo”, enfatiza Origuela.

As inscrições para o IV Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo são gratuitas e devem ser feitas pelo link http://bit.ly/IVEncontroDaCadeiaProdutivaDoTrigo ou pelo telefone (11) 3168-9900.

Programação completa

08h00 às 08h30 – Credenciamento e Welcome Coffee

08h30 às 08h40 – Abertura

08h40 às 09h30 – Painel 1: Panorama Qualitativo da Safra de 2019 do Paraná e São Paulo

09h30 às 10h30 – Painel 2: O Futuro da Moagem do Trigo

10h30 às 11h00 – Coffee Break

11h00 às 12h00 – Painel 3: Conjuntura Mercadológica do Trigo e Farinha

12h00 às 13h00 – Painel 4: Cenário Político e Econômico

12h00 às 13h10 – Encerramento

Serviço

IV Encontro da Cadeia Produtiva do Trigo

Data: 08 de novembro de 2018

Horário: 8h às 14h

Local: Fiesp – Auditório do 4° andar – Av. Paulista, 1313 – São Paulo/SP

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

SC amplia a exportação de carnes e ultrapassa US$ 2 bilhões de faturamento em 2021

De janeiro a agosto deste ano, os catarinenses aumentaram em 3,9% a quantidade de carnes exportadas

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Maior produtor de carne suína e segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, Santa Catarina amplia os embarques internacionais e o faturamento já passa de US$ 2 bilhões em 2021. De janeiro a agosto deste ano, os catarinenses aumentaram em 3,9% a quantidade de carnes exportadas, gerando uma alta de 10,3% nas receitas geradas. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O agronegócio catarinense não para de crescer. A avicultura e a suinocultura são os principais produtos da pauta de exportações de Santa Catarina e seguimos batendo recordes de venda mundo afora. Temos muito a comemorar, porque esses números se traduzem em geração de emprego e desenvolvimento econômico, além de demonstrar a  qualidade da produção catarinense, que atende aos mercados mais exigentes do mundo”, destacou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

Os embarques de carne de frango seguem em alta e este ano são 661,5 mil toneladas vendidas ao Exterior – 0,7% a mais do que no mesmo período de 2020. O faturamento ultrapassa US$ 1,1 bilhão, um crescimento de 11,8%. Santa Catarina responde por 24% do total exportado pelo país e os principais mercados são Japão, China e Arábia Saudita. Segundo o analista da Epagri/Cepa Alexandre Giehl, a carne de frango segue ainda com demanda elevada no mercado interno, principalmente em função dos preços elevados das demais carnes e da descapitalização dos consumidores, que buscam opções mais econômicas.

Carne suína

De janeiro a agosto deste ano, Santa Catarina ampliou em 24,7% o faturamento com os embarques de carne suína, superando US$ 945,8 milhões, com mais de 380 mil toneladas exportadas.  Os principais mercados são China, Chile e Hong Kong. “É importante observar que outros países têm ganho importância relativa no ranking de exportações de Santa Catarina, como é o caso do Chile, Argentina, Filipinas e Emirados Árabes Unidos. Esse processo é importante pois, no médio prazo, diminui a dependência excessiva da suinocultura catarinense em relação aos chineses”, destacou Alexandre Giehl.

Diferenciais da produção catarinense

O Estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que demonstra um cuidado extremo com a sanidade animal e é algo extremamente valorizado pelos importadores de carne. Além disso, Santa Catarina, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

População ocupada no agronegócio cresce e recupera perdas causadas por covid-19

Frente ao primeiro trimestre deste ano, o avanço no número de ocupados é de 3,6%

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A evolução no número de pessoas ocupadas no agronegócio no segundo trimestre deste ano evidencia uma recuperação frente à forte diminuição observada no mesmo período de 2020, quando a pandemia de covid-19 no País começava a se acelerar com força e a causar reduções nos postos de trabalho – no caso do agronegócio, naquele período, as perdas mais acentuadas no número de ocupações ocorreram no ramo agrícola, seja na agricultura dentro da porteira ou na agroindústria.

Cálculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que, de abril a junho de 2021, eram 18,04 milhões de pessoas atuando no agronegócio, contra apenas 16,73 milhões no mesmo período de 2020, ou seja, recuperação de 7,9% (o equivalente a 1,319 milhão de pessoas). Frente ao primeiro trimestre deste ano, o avanço no número de ocupados é de 3,6% (ou de 628 mil pessoas).

Segundo pesquisadores do Cepea, todos os segmentos apresentaram crescimentos no número de ocupados entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, com destaque para a agropecuária (+4,2% ou de quase 353 mil pessoas). Na comparação entre os segundos trimestres de 2020 e de 2021, o destaque novamente foi para a agropecuária (+12,07% ou mais de 940 mil pessoas).

Participação do agronegócio no Brasil

Com essa recuperação no segundo trimestre de 2021, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro avançou um pouco, sendo de 20,55%, contra 20,33% no primeiro trimestre deste ano e 20,07% de abril a junho de 2020, ainda conforme cálculos do Cepea.

Escolaridade e gênero

Os principais aumentos em termos de ocupações foram verificados para trabalhadores com ensino fundamental ou médio. Quanto ao gênero, o aumento relativo das ocupações foi superior para as mulheres.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Exportações do Agronegócio em agosto de 2021 são 26,6% maiores que no mesmo período do ano passado

No acumulado do ano até o momento, o agronegócio totalizou USD 83,7 bilhões de exportações, 20,8% acima do mesmo período do ano passado

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O complexo soja é o principal setor exportador do agronegócio - Foto: O Presente Rural

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou as exportações do agronegócio de agosto/21 que somaram USD 10,9 bilhões, 26,6%superior em relação à agosto de 20. No acumulado do ano até o momento, o agronegócio totalizou USD 83,7 bilhões de exportações, 20,8% acima do mesmo período do ano passado.

Segundo levantamento da Radar Agro, consultoria agro do Itaú, o complexo soja é o principal setor exportador do agronegócio, e no acumulado do ano até agosto somou o valor de USD 38,1 bilhões, alta de 24,7% comparado com o mesmo período de 2020. A alta nos valores exportados é proveniente da combinação do aumento dos preços e volumes comparados com 2020. Em agosto os três principais produtos do complexo apresentaram crescimentos de volume frente à agosto do último ano, sendo a soja em grãos (+11%), farelo de soja (+137%) e óleo de soja (+9%). Com relação aos preços, os aumentos foram de 37%, 94% e 26%, respectivamente, quando comparado ao embarcado há um ano.

Já no complexo de proteínas animais, a carne bovina in natura apresentou alta de 11,3% e a carne de frango in natura alta de 3,5% no volume exportado comparado com agosto/20. Por outro lado, a carne suína in natura embarcou volume menor neste período em 7%, porém no acumulado a variação é positivaem12,6%.

Lácteos

Ai segunda a Radar Agro, os lácteos continuam com a maior variação no volume acumulado do ano até agosto com 38% acima do mesmo período de 2020, e preços com variação positiva em 12,4%. Ainda assim, vale destacar que o trade de lácteos é pequeno relativamente ao tamanho da produção e o saldo comercial do setor é negativo já que as importações são ainda maiores.

Fonte: O P Rural /Radar Agro
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