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Sindiveg: diretoria diversificada é eleita para triênio 2020-2023

Por unanimidade, chapa única com 16 executivos da alta direção de empresas associadas foi eleita

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O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg ) realizou na última segunda-feira (27) eleição de Diretoria para o triênio 2020-2023. Por unanimidade, chapa única com 16 executivos da alta direção de empresas associadas foi eleita e assumiu o mandato na sexta-feira (1°).

Os atuais presidente e vice-presidente da Diretoria Executiva do Sindicato, os executivos Júlio Borges Garcia, da Iharabras Indústrias Químicas, e João Sereno Lammel, da Ouro Fino Agrociência, respectivamente, foram reeleitos com o objetivo de dar continuidade ao plano de reestruturação e fortalecimento da entidade, iniciado no ano passado.

Compõem ainda a nova diretoria Luis Henrique Rahmeier, da Sumitomo Chemical do Brasil, e Romeu Stanguerlin, da Adama Brasil, que também faziam parte da gestão anterior. A Diretoria eleita, agora com maior número de membros, conta também com Fabio Torretta, da UPL do Brasil, Luis José Fraga Moreira Traldi, da Sipcam Nichino Brasil, Antonio Mauricio Haddad Marques, da Bequisa Indústria Química do Brasil, Stefan Strietzel, da Helm do Brasil, e Bertrand Jean Marie Desbrosses, da Cross Link Brasil. Como suplentes, foram eleitos os executivos José de Paulo Fabretti, da Sumitomo Chemical do Brasil, e Paulo Ramiro Rodrigues Costa, da Oxon Brasil.

À frente do Conselho Fiscal estão os executivos Luiz Antonio Alves Guimarães, da Albaugh Brasil, Peter Ahlgrimm, da Ascenza Agro, e Massaki Hassuike, da ISK Biosciences do Brasil, tendo como suplentes Yuji Hamada, da UPL do Brasil, e Gustavo Urdan Moreira, da Iharabras Indústrias Químicas.

“A nova diretoria conta com executivos da alta direção de 14 de nossas empresas associadas, com larga experiência no setor de defensivos e com o objetivo comum de unir esforços para dar continuidade à consolidação do Sindiveg, como o Sindicato Nacional da categoria. Nossa agenda tem 4 pilares de atuação: consolidação do Marco Regulatório Federal, representação legitima do setor com base em Dados Econômicos e Estatísticos, defesa institucional do setor por meio da Comunicação e promoção do Uso Correto e Seguro dos defensivos agrícolas”, comentou o presidente reeleito, Júlio Borges.

As 27 associadas do Sindiveg representam aproximadamente 40% do mercado de defensivos agrícolas no Brasil, geram cinco mil empregos diretos e 15 mil empregos indiretos. Seus investimentos em ativos fixos, ações de marketing e pesquisa e desenvolvimento totalizam R$ 354 milhões, em 2019, o que representa um aumento de 3,4%, se comparado a 2018.

Júlio ressalta ainda que “as empresas associadas são responsáveis pelo aporte de R$ 548 milhões em pagamentos de impostos federais, estaduais, municipais e taxas regulatórias”, tomando por base os dados do recente censo realizado por empresa de consultoria contratada para este fim.

E finaliza: “A confiança na continuidade do nosso trabalho e a responsabilidade de liderar um setor tão importante da economia, tendo como pares na diretoria um grupo de executivos de primeira linha, é gratificante e demonstra que estamos unidos para enfrentar todas as dificuldades durante e após a pandemia, e colaborar proativamente para o crescimento da agropecuária e do agricultor brasileiro”.

Fonte: Assessoria
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Notícias Expointer

Mais de mil animais marcam presença na Expointer Digital 2020

Devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões

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Fernando Dias

Considerados as estrelas do evento, mais de mil animais, entre ovinos, bovinos e equinos de 18 raças marcarão presença na Expointer Digital 2020, que ocorre de 26 de setembro a 4 de outubro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Mas, devido à pandemia do novo coronavírus, este ano não haverá o Desfile dos Campeões. Em vez disso, acontecerá o Desfile Oficial da Expointer, dia 3 de outubro (sábado). A Exposição é realizada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e várias entidades, entre elas a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), e a Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs).

Segundo o presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, participam desta edição 230 ovinos das raças Texel, Poll Dorset, Suffolk, Naturalmente Coloridos, Merino Australiano, Corriedale, Crioula e Dorper; 26 bovinos de corte das raças Charolês, Devon, Simental e Simbrasil; 74 bovinos de leite da raça Holandês; 687 equinos das raças Quarto de Milha, Árabe e Crioula.

“Os ovinos serão avaliados de 28 de setembro a 1° de outubro. Os bovinos de corte e de leite serão analisados pelos juízes dia 2 de outubro. As provas dos equinos começam um dia antes da feira (25) e vão até 4 de outubro. Porém, há animais que participarão apenas para representar a raça, como Charolês e Devon, sem passar por julgamentos. E a final do Freio de Ouro será disputada em 27 de setembro”, afirma Lamachia.

Conforme ele, além da Feira de Animais e do Freio de Ouro, ocorrerão julgamentos e provas de desempenho das raças Árabe e Quarto de Milha, leilões digitais e presenciais, Campeonato Domados do Campo (para os cavalos Árabe) e o Congresso Brasileiro de Laço Técnico e de Laço Comprido (para os cavalos Quarto de Milha).

“Será uma exposição que entrará para a história. O encontro do passado com o futuro. A Expointer mostra sua força, sendo realizada em um ano muito difícil e complexo, presta uma homenagem aos 50 anos do Parque e se reinventa projetando-se para o futuro”, prevê Lamachia.

Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, em um ano tão difícil, com tantos desafios, a agropecuária gaúcha tem se mostrado resiliente. “Apresentamos a Expointer Digital como uma solução inovadora frente aos obstáculos impostos pela pandemia do novo coronavírus. Este número expressivo de animais mostra que os produtores gaúchos estão ao nosso lado para fazer história em um evento tão inovador”.

Regulamento e exigências sanitárias para a exposição de animais

A Seapdr divulgou recentemente o regulamento e as exigências sanitárias previstas para a 83ª Exposição Estadual de Animais, alusiva aos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil e que será realizada durante a Expointer Digital. O documento pode ser consultado aqui.

A exposição de animais tem por objetivo expor e comercializar reprodutores das diferentes espécies de animais domésticos; proporcionar aos criadores o conhecimento do grau de desenvolvimento da produção animal, pelo exame dos reprodutores expostos; apresentar a produtores e industriais o que vem sendo realizado no setor do agronegócio; demonstrar os resultados do emprego de novas tecnologias, visando ao aprimoramento dos rebanhos; e estabelecer maior intercâmbio entre os meios criatórios, produtivos e industriais, além da troca de experiências entre técnicos.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

Alemanha confirma 6 novos casos de peste suína africana em javalis

Novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana

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Mais seis casos de peste suína africana (PSA) em javalis selvagens foram confirmados no Estado de Brandemburgo, no leste da Alemanha, informou o Ministério da Agricultura do país nesta sexta-feira (18). Os novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis — não em animais de fazenda– na última semana. O total de casos confirmados passou a ser de 13, segundo o ministério.

O instituto científico alemão Friedrich-Loeffler foi o responsável pela confirmação dos novos casos de PSA, acrescentou a pasta.

Nos últimos dias, a China e uma série de outros países compradores de carne suína proibiram as importações da carne proveniente da Alemanha, depois da confirmação do primeiro caso da doença no país europeu.

A peste não afeta humanos, mas é fatal para porcos. Uma grande epidemia na China, maior produtora global de carne suína, fez com que centenas de milhões de porcos tivessem de ser abatidos no país recentemente.

O ministério alertou na quinta-feira (17) que já esperava a detecção de mais casos de PSA em javalis selvagens em Brandemburgo, já que os animais se movem em grupos e a doença é altamente contagiosa.

Fonte: Reuters
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Notícias Sanidade Vegetal

Adapar alerta sobre o recebimento de sementes não encomendadas

Pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a solicitação de qualquer encomenda, podem trazer pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no país

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Divulgação/Adapar

Após relatos em alguns estados brasileiros, inclusive no Paraná, sobre o recebimento de pacotes de sementes como “brindes” de produtos comprados pela internet, ou até sem a realização de qualquer encomenda, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta a população paranaense de que essas sementes podem trazer consigo pragas, doenças e plantas daninhas que não existem no País, capazes de causar graves prejuízos à agricultura e ao meio ambiente.

A instituição de defesa agropecuária orienta que o material não seja aberto, descartado e, muito menos, utilizado. Quem receber os pacotes deve procurar uma unidade da Adapar mais próxima, ou do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Também pode entrar em contato com a Adapar pelo telefone (41) 3313-4000 ou pelo Fale Conosco, disponível em www.adapar.pr.gov.br . Endereços e telefones das unidades podem ser consultados utilizando-se este link: http://www.adapar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=375.

Até a quinta-feira (17), os fiscais da Adapar recolheram três pacotes de sementes, que serão encaminhados ao Ministério. Dois vieram da região de Curitiba e um, da região de Paranavaí. Nos três casos, as pessoas relataram que a origem do pacote é chinesa, e não se sabe a razão do envio. Uma delas, segundo a Adapar, havia realizado uma compra pela internet no ano passado, e agora recebeu apenas as sementes, da mesma origem.

O coordenador do Programa de Certificação, Rastreabilidade e Epidemiologia Vegetal da Adapar, Juliano Farinacio Galhardo, reforça o alerta para que as sementes não sejam plantadas, mesmo que pareçam estar sadias. “Muitas das pragas e doenças que elas podem conter são invisíveis a olho nu, e somente podem ser detectadas por meio de análises laboratoriais. Por isso, a importância de serem entregues à Adapar ou ao MAPA, para providenciar as análises e o descarte adequado, a fim de evitar a introdução de novas pragas no Estado”, explica. Os exames laboratoriais para identificar as espécies e eventuais patógenos presentes no material serão realizados pelo Ministério da Agricultura.

Orientação

De acordo com Renato Rezende Young Blood, gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, a introdução de novas pragas em áreas onde elas não ocorrem acarreta aumento nos custos de produção, maior contaminação ambiental, devido a eventual necessidade de controle com agrotóxicos, e pode trazer ainda restrições ao comércio dos produtos vegetais. “Isso gera impacto direto nas cadeias de produção vegetal e, consequentemente, na economia do Estado. Portanto, contamos com a colaboração de todos, seguindo as orientações da Adapar e do Ministério, a fim de proteger nossa agricultura”.

Fonte: Adapar
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