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Sindirações anuncia Roberto Betancourt como novo presidente da Diretoria Executiva

Novo Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva para o próximo triênio tomou posse nesta segunda-feira, 01 de setembro. Ariovaldo Zani segue como CEO da entidade.

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Foto: Sindirações

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal – Sindirações anuncia Roberto Ignacio Betancourt como o novo presidente da Diretoria Executiva da entidade para o próximo triênio – período de setembro de 2025 a agosto de 2028.  Betancourt contará com o trabalho do médico veterinário Ariovaldo Zani, que continuará atuando como CEO da entidade, atividade que exerce desde 2007. Ricardo Ribeiral deixa a posição de presidente e assume uma cadeira no Conselho Administrativo. Os novos Conselhos de Administração e Fiscal e a nova Diretoria Executiva tomaram posse nesta segunda-feira (01°).

Com foco em fortalecer a representatividade do setor de alimentação animal e ampliar sua competitividade no Brasil e no exterior, Roberto Betancourt destaca como prioridades o incentivo à inovação tecnológica, o estímulo a práticas produtivas sustentáveis e a intensificação do diálogo com órgãos governamentais. “Nosso setor é vital para a economia e para a segurança alimentar do Brasil. Temos a responsabilidade de conduzi-lo com visão de futuro, buscando o equilíbrio entre produtividade e responsabilidade socioambiental, além de defender com firmeza os interesses de nossos associados”, afirma Betancourt.

O novo mandato prevê também o fortalecimento de programas de capacitação técnica e controle de qualidade, bem como ações para projetar a indústria brasileira como referência global em qualidade e inovação.

Para Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, nos próximos três anos, o Sindirações enfrentará diversos desafios cruciais para o setor. Com o aumento da demanda global por proteínas de origem animal e a consequente necessidade de expandir a produção de rações, somado aos impasses do cenário geopolítico internacional,  será urgente trabalhar em estreita colaboração com os associados para promover práticas comerciais sustentáveis e inovadoras.

“A sustentabilidade ambiental e a redução de pegadas de carbono serão focos primordiais, exigindo investimento em pesquisa e desenvolvimento para criar fórmulas mais eficientes e menos impactantes ao meio ambiente. A volatilidade nos preços de matérias-primas e as tendências de mercado, como a crescente preferência por ingredientes naturais, demandarão uma adaptação constante. Outra frente de suma importância está na modernização regulatória e adaptação às novas legislações nacionais e internacionais que demandarão atenção contínua para manter o setor atualizado e competitivo no cenário global. E por fim, o Sindirações continuará a incentivar a capacitação técnica e educacional dos profissionais para assegurar a competitividade do setor “, diz Zani.

Os novos conselheiros eleitos escolheram os demais membros da Diretoria Executiva, composta pelo vice-presidente, Mauricio Beck Graziani/M Cassab, o tesoureiro Gustavo Luz Penz/CHR Olesen Latin America, o secretário Ricardo Araujo Ribeiral/Agroceres Multimix, e os diretores: Francisco Carnino/Seara Alimentos, Mário Renck Real/Real & Cia, e Pierre Wagner/Masterfoods.

O Conselho de Administração passa a contar com Ana Carolina Costa Carregaro/Nestlé, Augusto José Adami/Trouw Nutrition, Fabio Duarte Stumpf/BRF, Fernanda Furlan/BASF, Francisco Carnino/Seara, Gustavo Luz Penz/CHR Olesen, Hugo Campêlo do Nascimento/Guabi, Marinus Martinus Jozef Donkers/De Heus, Mário Renck Real/Real & Cia, Mauricio Beck Graziani/M Cassab, Nelson de Souza Lopes/Vaccinar, Patrick Louis Lieven Pauwelyn/Impextraco, Pierre Wagner/Masterfoods, Raphael Bozola de Oliveira/Neovia, Ricardo Araujo Ribeiral/Agroceres Multimix, Ricardo Araújo Castilho/Safeeds, Roberto Ignacio Betancourt/Aleris, Rodolfo Agustin Pereyra/DSM, Roger William Solitão/Adisseo, Rubens Sérgio de Castro/Kemin, e Sandra Bonaspetti/Gehrke – Phibro.

O Conselho fiscal ficou composto por: Efetivos: Celso do Amaral Mello Junior/Cargill, Flauri Ademir Migliavacca/Mig Plus, e Ranieri Silva Torsineli/Núttria. Suplentes: Sergio Carlo Franco Morgulis/Minerthal, Thiago Augustus Santiago Neves/Poli-Nutri, e Guilherme Vieira Fonseca/Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais.

Fonte: Assessoria Sindirações

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1ª Feira Aves Seara reúne integrados em Arapongas (PR) para capacitação, inovação e geração de negócios

Evento para produtores da companhia deve reunir cerca de 2 mil participantes e mais de 40 empresas expositoras no Golden Hall Eventos

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José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara - Foto e texto: Assessoria

A cidade de Arapongas, no Norte do Paraná, recebe, no dia 26 de junho, a primeira edição da Feira Aves Seara, iniciativa voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva avícola e ao desenvolvimento dos produtores integrados da companhia. O evento deve reunir cerca de 2 mil produtores de frangos de corte e matrizes vinculados às operações da Seara nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Gratuita e exclusiva para produtores integrados, a feira será um espaço dedicado ao compartilhamento de conhecimento, atualização técnica e geração de oportunidades e negócios. A iniciativa reunirá especialistas, lideranças do setor e empresas parceiras que apresentarão soluções inovadoras para a atividade avícola. A programação começa às 8h30, no Golden Hall Eventos, localizado na PR-218, Km 5, saída para Astorga.

“Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma José Antônio Ribas Junior, diretor-executivo de Agropecuária da Seara.

O evento contará com painéis e debates com a participação de executivos da Seara e de importantes lideranças do setor avícola, entre eles Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade setorial.

A programação também inclui uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a avicultura, além de companhias de referência nas áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

A Feira Aves Seara integra a Plataforma SuperAgro, principal iniciativa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o Brasil. Criada há mais de 10 anos, a plataforma reúne ações de reconhecimento, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte, contribuindo para o fortalecimento da atividade no campo e para a evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria
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O paradoxo da suinocultura em 2026

Produção cresce, exportações seguem em alta e os custos recuam, mas o aumento da oferta mantém as cotações pressionadas e amplia as perdas nas granjas.

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Foto: Divulgação

Os dados definitivos do IBGE para o primeiro trimestre de 2026 confirmaram o avanço da produção de carne suína no país. Embora o número de animais abatidos tenha sido mantido em relação à divulgação anterior, o instituto revisou para cima o peso das carcaças. Com isso, a produção totalizou volume 6,93% superior ao registrado nos três primeiros meses de 2025, o equivalente a 92,4 mil toneladas adicionais de carne.

Além do aumento de 5,49% no número de suínos abatidos, cerca de 794,5 mil cabeças a mais na comparação anual, os dados mostram crescimento do peso médio das carcaças. Em março de 2026, o indicador alcançou 93,54 quilos, acima dos 90,93 quilos observados em dezembro de 2025. O movimento sugere maior permanência dos animais nas granjas antes do envio para o abate.

A análise da evolução mensal reforça a consistência da expansão da atividade. A última retração no número de cabeças abatidas ocorreu em abril de 2025, enquanto a redução no volume produzido em toneladas foi registrada pela última vez em fevereiro do mesmo ano. Entre abril de 2025 e março de 2026, o abate cresceu, em média, 5,05% ao mês em número de animais e 6,5% em toneladas de carcaça na comparação com os mesmos meses do ano anterior, evidenciando um ciclo prolongado de aumento da produção.

Tabela 1: Abate de suínos no primeiro trimestre de 2026 x 2025, em cabeças e toneladas de carcaças e peso médio das carcaças. Destaque (em laranja) para os últimos meses em que houve redução da produção em cabeças e toneladas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Destaque (em amarelo) para ao crescimento do primeiro trimestre de 2026 em relação ao primeiro trimestre de 2025. Elaborado por Iuri Machado, com dados do IBGE.

Parte deste aumento da produção (92,4 mil toneladas) do primeiro trimestre de 2026 foi destinada às exportações de carne suína in natura que cresceram 15,15% (+44,1 mil toneladas) no mesmo período. Ou seja, a disponibilidade interna aumentou 48,2 mil toneladas (4,63%) no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025 (Tabela 2).

Na mesma tabela, analisando cada mês, observa-se que março de 2026 foi o mês de maior incremento na disponibilidade interna, com 22,8 mil toneladas (6,6%), o que equivale a quase 1,3kg per capita ano a mais de consumo.

                       Tabela 2: Produção, exportação (in natura) e disponibilidade interna de carne suína no primeiro trimestre de 2026 x 2025, em toneladas,
e variação percentual de um ano para outro. Elaborado por Iuri Machado, com dados do IBGE e Secex.

Esta sobre oferta bastante significativa explica a queda consistente de preços no início do ano, porém as cotações continuaram caindo em abril e maio e na primeira quinzena de junho (Gráficos 1 e 2).

                          Gráfico 1: Indicador Suíno Vivo – Cepea/Esalq (R$/kg) em Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mensal,                                nos últimos 6 meses (até dia 16/06/26 em destaque). Fonte: Cepea.
                      Gráfico 2: Indicador Carcaças Suína Especial – Cepea/Esalq (R$/kg) em São Paulo/SP, mensal, nos últimos 6 meses, até dia 16/06/2026.                            Fonte: Cepea.

O que explica, em grande parte, a continuidade da queda de preços no segundo trimestre/26 é a redução do ritmo de crescimento percentual das exportações de carne suína in natura em relação ao mesmo período do ano passado (Gráfico 3). Geralmente, por representar, em torno de 24% da destinação da produção, a exportação de carne suína in natura precisa crescer percentualmente em torno de quatro vezes mais que o crescimento da produção para manter a disponibilidade interna no mesmo patamar, ou seja, se, por exemplo, a produção em toneladas de carcaça crescer 6% as exportações precisam crescer 24% no mesmo período para que não haja sobreoferta no mercado doméstico.

Conforme o gráfico 3, a seguir, no acumulado do segundo trimestre de 2026, até os embarques de 12 de junho, as exportações de carne suína in natura só cresceram 5,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Ainda não temos dados oficiais da produção neste segundo trimestre, mas mantido o ritmo do início do ano, dificilmente o crescimento em relação ao ano passado ficará abaixo de 5%, ou seja, certamente também fecharemos o segundo trimestre com um excedente significativo de carne suína ofertada no mercado doméstico.

                  Gráfico 3: Toneladas de carne suína in natura exportadas de janeiro a junho de 2026 (até dia 12/06/26) e percentual de variação em relação                       ao mesmo período do ano passado. Destaque (em amarelo) para o percentual de crescimento do 1º e do 2º trimestre (15,15% e 5,8%,                                         respectivamente). Elaborado por Iuri Machado, com dados da Secex.

Custo da atividade recua, mas prejuízo aumenta 

Com o início da colheita da segunda safra de milho, mesmo com expectativa de quebra considerável em estados como Goiás e Minas Gerais, as cotações do cereal continuam em queda (Gráfico 4). O farelo de soja se apresenta estável, com pequenas oscilações para baixo.

                Gráfico 4: Preço médio mensal do Milho (R$/SC 60kg) em Campinas (SP), nos últimos 60 dias úteis, até dia 16/06/2026. Fonte: Cepea.

Porém, com preço do suíno ainda em queda, a relação de troca com os mix de milho e farelo de soja continua desfavorável para o suinocultor (Gráfico 5), o que tem ocasionado prejuízo considerável e crescente ao suinocultor independente (Tabela 3).

 

Tabela 3: Custos totais (ciclo completo – suinocultura independente), preço de venda e lucro/prejuízo estimados, mensais, nos três estados do Sul (R$/kg suíno vivo vendido) de janeiro a maio/2026 e a média anual de 2024 e 2025. Destaque para os meses de abril e maio/2026 com os três estados apresentando prejuízo na atividade. Elaborado por Iuri Machado com dados: Embrapa (custos), Cepea (preço do suíno).

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, as quedas nas cotações do suíno parecem ter chegado ao seu pior momento nas últimas semanas, pois na entrada da segunda quinzena de junho, algumas praças demonstram estabilização e até reação dos preços pagos ao produtor. “Os dados definitivos de abate do IBGE referente ao primeiro trimestre, trazem a preocupação quanto ao crescimento significativo da produção, exigindo que haja um aumento também expressivo da demanda interna e externa para que determine um novo ciclo de alta nas cotações do suíno, permitindo tirar a atividade do vermelho”, ressaltou.

Fonte: Assessoria ABCS
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De importador de tecnologia a exportador de conhecimento: a nova fronteira da agricultura tropical brasileira

Com mais de quatro décadas dedicadas ao ensino e à pesquisa, Durval Dourado Neto explica como a ciência desenvolvida nos trópicos colocou o Brasil entre os protagonistas da segurança alimentar mundial.

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Foto: Divulgação

A liderança do Brasil na agricultura tropical não surgiu por acaso. Foi construída em laboratórios, salas de aula e campos experimentais, com a dedicação de pesquisadores que desenvolveram tecnologias capazes de adaptar cultivos às condições tropicais e ampliar a produtividade no país. Se hoje o Brasil é uma potência agrícola é graças ao investimento na ciência tropical.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “A inclusão digital permite ao agricultor criar negócios, ter maior segurança na propriedade e ampliar o acesso à educação” – Foto: Danilo Lysei CLB

Parte dessa história pode ser contata a partir da atuação do engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto. Com uma trajetória enraizada no ensino, pesquisa e extensão pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), de docente a diretor, o pesquisador é uma das principais referências do Brasil e do mundo na área de agronomia, agricultura digital e sustentabilidade. Ao longo de mais de quatro décadas, liderou iniciativas focadas em transformar conhecimento em inovação para a sociedade.

Atualmente, ele coordena o Centro de Agricultura Tropical Sustentável (STAC), sediado na Esalq/USP, que reúne projetos voltados para temas estratégicos do agro brasileiro, como irrigação, conectividade rural, segurança alimentar e conservação dos biomas.

Entre os trabalhos conduzidos pelo grupo está o estudo que serviu de base para o Plano Nacional de Irrigação, além de um diagnóstico sobre conectividade no campo que identificou a necessidade de infraestrutura de internet nos municípios brasileiros sob a ótica da agricultura digital.

Segundo Durval, o acesso à conectividade vai além da produtividade no campo. “A inclusão digital permite ao agricultor criar negócios, ter maior segurança na propriedade e ampliar o acesso à educação. São benefícios que extrapolam a produção agrícola”, afirma.

Criado em 2023, durante a gestão do então reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, o STAC foi concebido para aproximar universidade, setor público e iniciativa privada na busca de soluções para a segurança alimentar global.

O centro atua na elaboração de diagnósticos sobre a cadeia mundial de alimentos, na formulação de políticas públicas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento

Foto: Jonathan Campos

Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e no desenvolvimento de projetos voltados à inovação, empreendedorismo e formação de lideranças. “Basicamente, o que a gente procura fazer é utilizar todo o conhecimento científico que nós temos para resolver problemas práticos com base nas demandas da sociedade”, resume Durval.

Brasil quer liderar a ciência dos trópicos

Historicamente, a produção científica agrícola esteve concentrada em países de clima temperado, no Hemisfério Norte. Para Durval, um dos desafios do Brasil é justamente reduzir essa dependência e fortalecer a produção de conhecimento voltada às condições tropicais.

Com sede própria inaugurada em janeiro de 2026, o STAC busca se consolidar como um centro internacional de referência em agricultura tropical sustentável.

Para o pesquisador, a estrutura vinculada à Universidade de São Paulo confere credibilidade científica às tecnologias desenvolvidas no país e fortalece o papel do Brasil na chamada diplomacia científica. “Deixamos de ser vistos apenas como um grande produtor agrícola para nos firmarmos como um dos principais provedores de conhecimento agroambiental do século XXI”, destaca.

Foto: José Fernando Ogura

Na avaliação do professor, a contribuição brasileira será cada vez mais relevante diante da crescente demanda global por alimentos. A expectativa é que o país responda por uma parcela significativa da segurança alimentar mundial nas próximas décadas.

Transformar conhecimento em riqueza

Ao explicar sua visão sobre o papel da ciência, Durval recorre frequentemente à teoria tridimensional do direito, baseada nos conceitos de fato, valor e norma.

Segundo ele, a realidade gera fatos; a sociedade atribui valor a esses fatos; e, a partir dessa interpretação, surgem as normas e decisões. “Nós estamos constantemente diante desses desafios de fato, valor e norma. O grande desafio está justamente no valor. Transformar conhecimento em riqueza é, na verdade, a nossa grande missão”, enfatiza.

Para o pesquisador, a agricultura tropical brasileira chegou ao atual patamar graças à capacidade de integrar ciência, inovação e aplicação prática. E é justamente essa combinação que, na sua visão, permitirá ao país ampliar sua contribuição para a produção sustentável de alimentos no mundo.

Fonte: O Presente Rural
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