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Sanidade foi fator chave para o sucesso das exportações catarinenses, afirma Sindicarne

Santa Catarina embarcou, no ano passado, 1,97 milhão de toneladas de carnes no ano, entre frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos, entre outras, com alta de 6,6% e receitas de US$ 4,15 bilhões.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

O mundo enfrenta desafios sanitários em várias áreas da pecuária intensiva, mas Santa Catarina continua uma ilha de sanidade reconhecida internacionalmente. Essa condição está na raiz do retumbante sucesso das exportações catarinenses, destaca o presidente do Sindicato da Indústrias de Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), José Antônio Ribas Júnior. O Estado responde por 20% das exportações brasileiras de frango e 50% das exportações brasileiras de suínos.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Santa Catarina embarcou, no ano passado, 1,97 milhão de toneladas de carnes no ano (frangos, suínos, perus, patos e marrecos, bovinos, entre outras) com alta de 6,6% e receitas de US$ 4,15 bilhões (alta de 3,2%).

“São diversos casos de doenças que grassam em vários países de todos os continentes e o Brasil segue livre”, assinala o dirigente, destacando que esse mérito resulta de um trabalho sério realizado por todos os segmentos envolvidos.

Ribas Júnior mostra que o mercado opera buscando atributos de valor no que irá comprar. “Existem atributos obrigatórios e diferenciadores e Santa Catarina atende a ambos. Temos custos competitivos, qualidade comprovada e segurança sanitária, condições que abrem portas”.

“O futuro amplia exigências, por isso nossa jornada segue com muita responsabilidade, uso intensivo do conhecimento e ciência, inserindo cada vez mais elementos definitivos de sustentabilidade.  Ou seja, assegurando nosso status sanitário, teremos possibilidades de crescer e ampliar negócios, trazendo riquezas para o nosso País”, expõe.

Foto: Divulgação/ACNB

O presidente do Sindicarne realça o papel do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA) mantido pelas agroindústrias para o controle da sanidade que, em 2025, completa 20 anos de fundação. “O Instituto é um patrimônio nosso, um caso de absoluto sucesso de uma PPP (Parceria Público Privada) que está consolidado e prestando serviços relevantes a sociedade. Sempre seguindo orientações dos órgãos oficias, tais como CIDASC”.

Enfatiza que “isso não é sorte, é trabalho”, apontando que o engajamento dos produtores rurais e das agroindústrias, com o apoio do Estado, das entidades e órgãos de defesa sanitária, permitiu alcançar 1,9 milhão de toneladas exportadas em 2024, com crescimento de 6,6% sobre o ano anterior.

“Outros estados admiram o protagonismo catarinense. Nossos líderes tiveram a coragem, 20 anos atrás, de empreender nesta iniciativa. E hoje ela mostra-se acertada e geradora de resultados diferenciados. Santa Catarina tem se destacado por estas e outras frentes que permitem alcançar recordes e sonhar alto.”

Icasa

Presidente do Sindicato da Indústrias de Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne), José Antônio Ribas Júnior: “Existem atributos obrigatórios e diferenciadores e Santa Catarina atende a ambos. Temos custos competitivos, qualidade comprovada e segurança sanitária, condições que abrem portas” – Foto: Divulgação

Há 20 anos surgiu o Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA), uma iniciativa das agroindústrias catarinenses com apoio das principais cadeias produtivas do setor primário e do Governo de Santa Catarina. Uma de suas missões é defender das doenças e epizootias que rondam as cadeias produtivas da proteína animal os rebanhos de aves, suínos e bovinos.

Sua relevância para a sanidade, para o agronegócio e para os consumidores é inegável. O Instituto – por meio do seu corpo técnico formado por médicos-veterinários, auxiliares, pessoal administrativo, com apoio de veículos e equipamentos – realiza um trabalho constante de controle para evitar a entrada de doenças em território catarinense. O apoio do Icasa aos órgãos oficiais foi fundamental para a obtenção do atual status sanitário de área livre de aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

O Icasa tornou-se o braço forte dos produtores, empresários rurais e agroindústrias. Através de seu quadro técnico, auxilia o produtor rural no processamento da documentação exigida para o trânsito e a identificação de animais. Presta auxílio direto ao produtor rural no cumprimento das obrigações legais relativas ao sistema de defesa sanitária no Estado de Santa Catarina, incluindo emissão de GTA (guias de transferência de animais) e brincos para registro e rastreamento de bovinos.

Fonte: Assessoria Sindicarne

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Polícia Civil vai estar no parque do Show Rural Coopavel para orientar sobre uso de drones

Para voos sobre a área do parque do evento é necessária autorização do Decea, órgão controlador do tráfego aéreo.

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Paraná, com base em orientações e regulamentações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), estará durante o 38º Show Rural Coopavel, em Cascavel, para atender a imprensa e outros profissionais que desejarem se utilizar de drones para filmagens e fotografias. A equipe da Polícia ficará no parque de segunda a sexta-feira, 09 a 13 de fevereiro, e atenderá em um micro-ônibus da corporação.

Para voos sobre a área do parque do Show Rural é necessária autorização do Decea, órgão controlador do tráfego aéreo. O uso de drones poderá ocorrer somente depois de consulta prévia à Polícia Civil e do recebimento de autorização, comenta o delegado Luiz Carlos de Oliveira. Estará sujeito a penalidades, como a responder a processo criminal e ter o equipamento apreendido, quem não observar cuidadosamente as determinações.

O coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizzardi, informa que a preocupação é com a segurança das pessoas em visita ao parque. Por isso, de acordo com ele, todas as regras e orientações quanto à utilização desses equipamentos para a captação de imagens e fotografias devem ser atentamente observadas e respeitadas.

Obrigações

Os documentos e autorizações obrigatórias para voos com drones no Show Rural Coopavel são os que seguem:

1- Manual de voo

2- Documento de Avaliação de Risco

3- Cadastro na Anac – (sistemas.anac.gov.br)

4- Apólice de Seguros contra terceiros

5- Autorização Decea-Sarpas

6- Homologação do drone na Anatel

7- Documentos de identificação do piloto maior que 18 anos (RG)

8- Autorização dos frequentadores caso queira sobrevoá-los

Fonte: Assessoria Coopavel
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Ágide Eduardo Meneguette assume coordenação do G7

Nova liderança foi escolhida pelas entidades que atuam, de forma conjunta, na defesa dos interesses dos setores produtivos.

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Fotos: Divulgação/Sistema Faep

O G7, fórum que reúne as sete principais entidades representativas dos setores produtivos do Paraná, passou a ter nova coordenação. Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep, assumiu o comando do grupo para o mandato de 2026 a 2027, sucedendo Sérgio Malucelli, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar). “É uma honra assumir essa responsabilidade. Vamos trabalhar para fortalecer o G7 e reforçar a união entre as entidades, que fazem parte desse grupo tão importante para o Paraná”, ressaltou.

“Vamos dar continuidade ao trabalho de articulação em prol do desenvolvimento do Estado, focando em pautas estruturantes para a melhoria do setor produtivo”

“O G7 trabalha focado no desenvolvimento do setor produtivo paranaense, estando atento às demandas, necessidades e oportunidades. Para que isso possa se transformar em ações concretas, o papel do coordenador é de extrema importância, especialmente no que diz respeito a criar pontes, facilitar o diálogo e tomar decisões em conjunto. Essas características, Ágide Eduardo tem de sobra, como demonstrado no trabalho à frente do Sistema Faep. Tenho certeza de que levará todo esse entusiasmo para o G7”, enalteceu Malucelli.

A escolha de Meneguette para o cargo foi aclamada pelos demais líderes do setor, refletindo a confiança em sua capacidade de conduzir a agenda estratégica do grupo. O novo coordenador tem objetivos claros para sua gestão. “Vamos dar continuidade ao trabalho de articulação em prol do desenvolvimento do Estado, focando em pautas estruturantes para a melhoria do setor produtivo. Para isso, é fundamental uma atuação estratégica e articulada com os governos estadual e federal, convertendo propostas e projetos em políticas públicas eficazes que gerem avanços reais”, salientou Meneguette.

Com atuação conjunta, o G7 é um fórum decisivo para a defesa de interesses econômicos, de infraestrutura e de competitividade, exercendo influência direta na formulação de políticas públicas no Estado.

Sobre o G7

O G7 é formado pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP).

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Empresas Desempenho

C.Vale reúne associados para apresentar resultados e estratégias em Assembleia Geral Ordinária

Cooperativa vai apresentar aos associados os resultados de 2025 e os investimentos previstos para 2026

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Miniassembleia realizada, no dia 30 de janeiro - Divulgação / Foto: C.VALE

A Cooperativa Agroindustrial C.Vale realiza, na próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, a 59ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). O encontro acontece a partir das 14 horas, no salão principal da Asfuca, em Palotina (PR), e será conduzido pelo presidente do Conselho de Administração, Alfredo Lang.

Durante a assembleia, a diretoria apresentará aos associados o relatório de desempenho da cooperativa referente ao exercício de 2025, com destaque para os resultados econômicos, financeiros e operacionais do período.

Em miniassembleia realizada no dia 30 de janeiro, Lang já havia antecipado que, mesmo diante de fatores adversos ao longo do ano, a C.Vale conseguiu ampliar o faturamento, além de registrar crescimento nas sobras e nos benefícios destinados aos cooperados.
Segundo o presidente, o desempenho obtido em 2025 “mantém a boa saúde financeira e a eficiência operacional da C.Vale”, reforçando a solidez do modelo cooperativista adotado pela instituição.

Lang também adiantou que, ao longo de 2026, a cooperativa deverá realizar novos investimentos, com foco na modernização e melhoria das unidades de recebimento de grãos, visando ampliar a eficiência logística e o atendimento aos associados.
Além do presidente, participaram da miniassembleia o vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron, o secretário do Conselho de Administração, Walter Dal’Boit, e o diretor-executivo (CEO), Édio Schreiner.

Fonte: Assessoria C.VALE
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