Avicultura
Sindiavipar homenageia Ricardo Santin por fortalecer a avicultura brasileira no mercado global
Honraria destacou os esforços incalculáveis e o compromisso com a excelência, que ajudaram a fortalecer a posição do país no cenário global, elevando a ABPA como referência setorial reconhecida mundialmente pelos setores avícola e suinícola.

Em um gesto de reconhecimento à dedicação e liderança que têm sido fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da avicultura no Brasil, o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) junto com alguns líderes do segmento de proteínas avícolas prestaram uma homenagem a Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). em Cascavel, centro de uma das regiões de maior produção de aves do Brasil e do mundo. O tributo destacou os esforços incalculáveis e o compromisso com a excelência, que ajudaram a fortalecer a posição do país no cenário global, elevando a ABPA como referência setorial reconhecida mundialmente pelos setores avícola e suinícola.
Durante um encontro festivo promovido pelo Sindiaviapar, realizado em conjunto com a cadeia produtiva paranaense, Santin se mostrou emocionado ao receber a honraria. “Foi uma surpresa, pensei que estava vindo para um jantar com amigos do setor. Receber esta homenagem do Sindiavipar e de toda a cadeia produtiva do Paraná é uma manifestação de carinho imensa, porque a avicultura do Paraná é um grande eixo de desenvolvimento da avicultura brasileira, hoje com 40% da exportação, 35% da produção. Isso me deixa muito honrado. Fico muito feliz e aumenta ainda mais a minha responsabilidade, pois acompanhei o início das atividades da ABPA e a trajetória do Francisco Turra, e junto com ele ajudei a construir esta ABPA forte”, declarou Santin.
Santin agradeceu a homenagem e afirmou que o Brasil e a cadeia das proteínas trabalham bem, e que muitas pessoas, aqui e no mundo, têm a chance de se alimentar por isso. “É um volume surpreendente de carne o que produzimos. Fico emocionado com esse reconhecimento, que divido com todos os diretores e os colaboradores da Associação Brasileira de Proteína Animal”, frisou, destacando o Paraná, seus avicultores e agricultores como pioneiros, que contribuíram para tirar o Brasil de importador para fazer dele um grande exportador de alimentos. “O meu reconhecimento é para todos vocês que, do zero, transformaram a avicultura em uma referência para o planeta. Sinto-me aqui, no Paraná, entre irmãos. Sinto-me em casa. A união e a solidariedade fazem a diferença do agro brasileiro, que trabalha com competição justa e responsável. Agradeço a todos. E vou para casa ainda mais feliz e sabedor que estamos, todos dessa grande cadeia das proteínas, fazendo o melhor pelo nosso país e pelo mundo”, acrescentou.
O presidente do Sindiavipar e sócio-diretor da Globoaves, Roberto Kaefer, ressaltou a importância do trabalho de Ricardo Santin para o setor. “Fazer uma homenagem ao Ricardo Santin é reconhecer uma pessoa que trabalha muito pelo nosso setor. Este ano vamos chegar aos 5,2 milhões de toneladas de carne de frango exportadas, batendo recorde e nos consolidando como o maior exportador do mundo. A avicultura do Brasil, com mais de 36% de representatividade nacional e 42% das exportações, tem hoje 150 países comprando de nós. Isso é
fruto do dinamismo e da capacidade de negociação que a ABPA, sob a liderança de Santin, tem demonstrado. O Brasil, além de oferecer um produto de qualidade superior, tem a capacidade de atender sempre às demandas do mercado global”, enalteceu.
Kaefer frisou ainda que o setor e o Brasil colhem o que Santin e a ABPA têm plantado há muitos anos, mostrando a qualidade da avicultura feita aqui para todos os continentes. “Estamos com recorde de exportações, novamente. O Brasil deve exportar, em 2024, mais de 5,2 milhões de toneladas de carne de frango, 200 mil toneladas a mais na comparação com o ano anterior. A produção nacional no ano fica na casa de 15 milhões de toneladas, e o Brasil, por sua vez, consome mais de nove milhões de toneladas”, pontuou o presidente do Sindiavipar.
“O nosso estado do Paraná e o País dispõem de um setor avícola moderno, que está se automatizando e que oferece excelência em qualidade e sanidade para todos os seus parceiros”, salientou Roberto ao entregar a Ricardo Santin uma placa em reconhecimento à dedicada e estratégica missão que vem sendo desempenhada pela ABPA.
O evento contou com a presença de líderes empresariais e figuras importantes do setor, como os presidentes da Coopavel, Dilvo Grolli; da Copacol, Valter Pitol; o gerente da Divisão Industrial da C.Vale, Reni Girardi; o médico-veterinário e diretor da Mercolab, Alberto Back; além de
representantes das maiores empresas de alimentos, genética, laboratórios e insumos do país.
A ABPA e conquistas da avicultura
A força institucional da ABPA, respaldada pela organização associativa de seus associados e pelos quatro milhões de brasileiros que atuam direta e indiretamente nos setores, foi fundamental para a conquista de grandes avanços ao longo dos anos, como também para a superação de diversas crises.
Por meio das sinergias construídas, a ABPA apoiou a ampliação da presença internacional da avicultura e da suinocultura do Brasil, o que se vê pelos números conquistados pelas marcas setoriais mantidas em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.
Apenas no âmbito internacional, são quase 80 eventos organizados e executados pela associação, incluindo grandes ações como campanhas e feiras (Gulfood, Anuga e SIAL), que resultaram em US$14,7 bilhões em negócios para as empresas participantes. Junto a isso, dezenas de missões rumo a mercados estratégicos foram organizadas, bem como o apoio à organização de missões sanitárias para validação e habilitação dos frigoríficos brasileiros.
Dessas sinergias também nasceu o então Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura, atual Salão Internacional de Proteína Animal. O Siavs é a maior feira dos setores no Brasil e principal momento político-institucional das cadeias produtivas – que já reuniu mais de cem mil pessoas visitantes ao longo de cinco edições. No mercado interno, a promoção do consumo se aliou ao trabalho de defesa das cadeias de valor. Campanhas diversas foram promovidas em conjunto com as empresas associadas, seja para fomentar o consumo dos produtos ou para promover a conscientização em temas emergenciais, como a Influenza Aviária e a Peste Suína Africana – lembrando que o Brasil permanece livre das duas enfermidades.
A gestão de crise também fez parte da estrutura de trabalho institucional, e grandes desafios foram superados ao longo desta década. No âmbito setorial, as duas grandes crises dos insumos (em 2016 e no triênio 2020-2022) marcaram a forte interlocução da entidade com os entes governamentais e setoriais. Os equívocos de informação da Operação Carne Fraca, ocorrida em 2017, estabeleceu um dos mais complexos momentos de recuperação da imagem setorial da indústria de alimentos.
Por outro lado, em crises ampliadas, como a Greve dos Caminhoneiros (2018) e os efeitos da Pandemia Global no abastecimento demandaram ações incisivas junto aos entes federais e estaduais e reforçaram a ampla articulação existente entre a ABPA e suas entidades filiadas nos estados. “Todos estes fatos são recortes dentro de uma história ampla, complexa e com um propósito maior, de promover e defender uma cadeia produtiva com influência direta na vida de centenas de milhões de pessoas no Brasil e em mais de 150 países, o que gerou ao nosso país quase US$ 100 bilhões em exportações. A ABPA é o reflexo de uma história setorial de sucesso e de anseios conquistados, que crescem e se modernizam com a força e a visão da dinâmica cadeia de proteína animal, no auxílio à segurança alimentar do Brasil e do mundo”, enaltece Santin.
Texto da placa
Agradecimento especial à Ricardo Santin
Em reconhecimento à sua dedicação e liderança, que têm sido fundamentais para o crescimento e desenvolvimento do setor da avicultura do Brasil. Seus esforços incalculáveis e compromisso com a excelência não apenas fortaleceram a posição do nosso país no cenário global, mas também inspiram todos aqueles que atuam neste setor tão essencial.
Sindiavipar
Quem é ele?
Ricardo Santin é advogado, especialista em Processo Civil, mestre em Ciências Políticas. Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal. Ele foi diretor-executivo e de mercados da Associação Brasileira de Avicultura. É presidente do International Poultry Council – IPC, Vice-presidente da Associação Latino-Americana de Avicultura, presidente do Conselho Diretivo do Instituto Ovos Brasil e presidente da Câmara Setorial de Aves e Suínos do Ministério da Agricultura. Membro do Comitê Assessor Externo – CAE da Embrapa Milho e Sorgo, membro do Conselho Curador da Facta, membro da Coalizão Empresarial Brasileira, do Cosag na Fiesp e do Coagro na CNI.
A homenagem à Ricardo Santin ressalta a importância de sua atuação à frente da ABPA, onde ele tem sido peça-chave no crescimento e na promoção da avicultura e suinocultura brasileiras, consolidando o país como um dos maiores players no mercado mundial de proteína animal.

Avicultura
Asgav encerra segunda etapa de campanha de biosseguridade com ampla mobilização no Rio Grande do Sul
Ação combinou rádio e mídias digitais para levar orientações técnicas a produtores, trabalhadores e à população, fortalecendo a cultura de prevenção sanitária na avicultura.

A Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) concluiu a segunda etapa de sua campanha de conscientização sobre biosseguridade com ampla repercussão no Rio Grande do Sul. A iniciativa combinou ações em rádio e plataformas digitais para disseminar orientações técnicas e ampliar o conhecimento sobre a importância da prevenção sanitária na avicultura, alcançando milhões de pessoas em diferentes regiões do Estado.
Ao longo da campanha, foram veiculados 12 boletins comerciais em 260 emissoras de rádio gaúchas. Segundo a entidade, cada material registrou média de 3,1 milhões de reproduções, levando informações sobre biosseguridade e sobre a relevância econômica e social da atividade avícola para dezenas de municípios.
A ação teve como principal objetivo reforçar a adoção de medidas preventivas consideradas essenciais para a proteção dos plantéis e para a manutenção do status sanitário que sustenta a competitividade da avicultura brasileira nos mercados nacional e internacional.
Além de orientar produtores e trabalhadores do setor, a campanha buscou aproximar o tema da população em geral, destacando que a prevenção de enfermidades depende do comprometimento de todos os elos da cadeia produtiva.
Como complemento às ações no rádio, a Asgav ampliou sua estratégia de comunicação digital. Em parceria com a médica-veterinária Caroline Freitas, foram produzidos nove vídeos técnicos com orientações práticas sobre procedimentos e dispositivos de biosseguridade utilizados nas granjas avícolas. Os conteúdos foram publicados semanalmente durante dois meses nas redes sociais da entidade e compartilhados por agroindústrias, instituições parceiras e grupos especializados do setor.
Para o presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, a campanha já se consolida como uma referência para a avicultura nacional. “Esta foi a segunda edição desta campanha da Asgav

Presidente executivo da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos: “Esta foi a segunda edição desta campanha da Asgav sobre biosseguridade, que além de muito importante e necessária, é modelo, motivadora e fonte inspiradora para a realização de outras atividades” – Foto: Divulgação/Asgav
sobre biosseguridade, que além de muito importante e necessária, é modelo, motivadora e fonte inspiradora para a realização de outras atividades nesta mesma linha que ajudam muito o setor”, afirma.
Segundo Santos, o encerramento desta etapa não representa o fim das ações de conscientização. A entidade pretende manter o tema em evidência por meio de palestras, eventos, reuniões técnicas e iniciativas de mobilização junto a agroindústrias e produtores.
A Asgav também deverá atuar em conjunto com outras iniciativas voltadas à promoção da biosseguridade, entre elas a campanha lançada recentemente pela Associação Brasileira de Proteína Animal e pelo projeto Vida de Granja. As ações têm como foco ampliar a adoção de procedimentos preventivos nas propriedades avícolas por meio de uma comunicação acessível e direcionada ao público do campo.
Em um contexto de vigilância permanente sobre a sanidade animal, a entidade avalia que o investimento contínuo em informação e conscientização permanece entre as principais ferramentas para reduzir riscos sanitários, preservar mercados e fortalecer uma cadeia produtiva estratégica para a economia gaúcha. A avicultura está entre as atividades agropecuárias de maior relevância no Estado, gerando empregos, renda e movimentando diferentes segmentos econômicos ligados à produção de proteína animal.
Avicultura
Programa Ovos RS certifica 16 empresas e reforça foco em biosseguridade após caso de Influenza aviária
Encontro da cadeia produtiva gaúcha debateu mercado, auditorias técnicas, desafios de competitividade e estratégias para fortalecer a produção de ovos no Estado.

A cadeia produtiva de ovos do Rio Grande do Sul reuniu-se no último dia 28 de maio, em Garibaldi (RS), para avaliar os resultados do Programa Ovos RS, discutir os desafios do mercado e reforçar medidas de biosseguridade em um momento de atenção redobrada para a sanidade avícola.

Foto: Divulgação/Asgav
Promovido pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), o encontro anual ocorreu no Vale dos Vinhedos e reuniu representantes de granjas, empresas apoiadoras, órgãos de fiscalização e autoridades sanitárias estaduais e federais.
Entre os principais temas debatidos estiveram o desempenho do setor em 2025, os resultados das auditorias realizadas nas propriedades participantes, o cenário econômico da atividade e as ações de prevenção sanitária após o registro de casos de influenza aviária no país neste ano.
Auditorias apontam evolução das granjas
Durante o encontro, o presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) e coordenador do Programa Ovos RS, José Eduardo dos Santos, apresentou um panorama do mercado de ovos no Estado e no Brasil, além do balanço das atividades desenvolvidas pelo programa ao longo do último ciclo.
A coordenadora técnica do Programa Ovos RS, Caroline Freitas, detalhou os resultados das auditorias realizadas nas

Coordenadora técnica do Programa Ovos RS, Caroline Freitas – Foto: Divulgação/Asgav
granjas participantes em 2025. Segundo ela, as avaliações permitiram acompanhar a evolução dos estabelecimentos e monitorar indicadores técnicos relacionados às boas práticas de produção.
Criado há mais de uma década, o Programa Ovos RS atua na orientação técnica das empresas, no incentivo à adoção de protocolos de qualidade e no fortalecimento da conformidade sanitária das granjas gaúchas.
Biosseguridade ganha protagonismo
A biosseguridade foi um dos temas centrais da programação. O assunto ganhou relevância diante do cenário sanitário enfrentado pela avicultura brasileira em 2025 e das medidas adotadas para preservar a condição sanitária do plantel nacional. “Este encontro é fundamental para alinharmos estratégias, prestarmos contas, apresentarmos relatório de atividades e reforçarmos o compromisso do setor com a qualidade, a biosseguridade e a evolução contínua da indústria e produção de ovos no Rio Grande do Sul”, afirmou Santos.
Representando o Ministério da Agricultura e Pecuária, Marcos Paulo Damaren Borges, chefe do 10º Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), destacou o papel do Programa Ovos RS no fortalecimento da cadeia produtiva e ressaltou a importância das atividades de fiscalização e inspeção para garantir a segurança dos alimentos de origem animal.

Chefe do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, Rosane Collares – Foto: Divulgação/Asgav
Já Rosane Collares, chefe do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, abordou a atuação da pasta durante o enfrentamento do foco de influenza aviária registrado no Estado neste ano e ressaltou a importância das ações preventivas adotadas pelo setor.
Mercado e competitividade
O encontro também abriu espaço para a discussão sobre o ambiente econômico da atividade. Representando o setor produtivo, Ivandro Pianegonda, gerente comercial da Granja Faria/Stragliotto, apresentou uma análise sobre o atual momento do mercado de ovos, abordando questões relacionadas à competitividade, custos de produção, consumo e perspectivas para as empresas.
Segundo ele, a coordenação entre os diferentes elos da cadeia será determinante para enfrentar os desafios do setor nos próximos anos.
Selo reconhece boas práticas
Ao final da programação, 16 estabelecimentos receberam certificação para utilizar o selo Ovos RS, reconhecimento concedido às empresas que atingiram índice superior a 80% de conformidade no checklist técnico de avaliação do programa.
Também foram homenageadas empresas apoiadoras que contribuem para a manutenção das atividades

Foto: Divulgação/Asgav
desenvolvidas pela iniciativa.
Com mais de dez anos de atuação, o Programa Ovos RS tornou-se uma das principais ferramentas de qualificação da cadeia produtiva de ovos do Estado, reunindo ações de assistência técnica, capacitação, promoção institucional e incentivo à adoção de boas práticas de produção.
Durante o encontro, a Asgav também informou que a capacitação técnica anual do Programa Ovos RS deverá ser incorporada à programação da Conbrasfran 2026, movimento que pode resultar, futuramente, na unificação dos dois eventos.
Avicultura
Ovos registram novas valorizações e alcançam até R$ 183,97 por caixa
Grande Belo Horizonte apresenta o maior preço entre as praças acompanhadas pelo Cepea.

Os preços dos ovos encerraram o mês de maio em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento foi mais intenso nas principais praças produtoras e consumidoras do país, com destaque para São Paulo, onde as cotações registraram os maiores avanços do período.
Em Bastos (SP), uma das principais referências da avicultura de postura nacional, o ovo branco foi comercializado a R$ 154,29 por caixa, alta diária de 4,95%. O ovo vermelho alcançou R$ 174,29 por caixa, com valorização de 2,99%.

Na Grande São Paulo, os preços também avançaram de forma expressiva. O ovo branco foi negociado a R$ 162,14 por caixa, aumento de 3,07%, enquanto o vermelho chegou a R$ 182,62 por caixa, com alta de 4,09%.
Em Minas Gerais, a região da Grande Belo Horizonte registrou valorização de 1,44% para o ovo branco, cotado a R$ 164,84 por caixa. O ovo vermelho teve aumento ainda maior, de 1,94%, alcançando R$ 183,97 por caixa, o maior valor entre as regiões monitoradas pelo Cepea.
No Espírito Santo, em Santa Maria de Jetibá, outro importante polo de produção, os preços também subiram. O ovo branco foi negociado a R$ 150,96 por caixa, avanço de 0,67%, enquanto o vermelho atingiu R$ 180,28 por caixa, alta de 1,58%.
A única exceção entre as praças analisadas foi Recife (PE). Na capital pernambucana, o ovo branco apresentou retração de 1,30%, sendo comercializado a R$ 151,72 por caixa. O ovo vermelho foi cotado a R$ 169,68 por caixa.
Os dados do Cepea mostram um cenário de valorização predominante no mercado de ovos ao final de maio, especialmente nas regiões do Sudeste, onde se concentram importantes polos de produção e consumo do produto.



