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SINDAN e Fundação Eliseu Alves assinam acordo

Acordo é para pré-análise dos processos de registro de produtos veterinários

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Divulgação/Assessoria

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), entidade que reúne cerca de 90 indústrias veterinárias que atuam no Brasil, responsáveis por mais de 95% do segmento no país, assinou com a Fundação Eliseu Alves, acordo histórico para pré-análise dos processos de registro de produtos para saúde animal no país.

Pelo acordo, assinado no dia 7 de dezembro, em Campinas (SP), e que tem a chancela da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os pesquisadores da Embrapa tornam-se responsáveis pela análise inicial dos processos de registro solicitados para, na sequência, enviar para aprovação do Ministério, como está na legislação em vigor.

Assinaram o acordo o Presidente do SINDAN Elcio Inhe e o presidente da Fundação Eliseu Alves, Elisio Contini. O Secretário de Defesa Agropecuária (SDA/MAPA) Luis Eduardo Pacifici Rangel, anunciou o acordo durante inauguração do laboratório de biossegurança do Lanagro São Paulo, em Campinas.

“Trata-se de uma conquista extremamente importante para a indústria veterinária. Com o acordo, a pré-análise dos processos torna-se mais ágil e rápida. Com isso, também se agiliza a aprovação do MAPA. Os medicamentos chegarão ao mercado em prazo menor do que o atual. Isso significa que os produtores rurais e donos de animais de companhia terão acesso a novas tecnologias mais rapidamente”, explica Elcio Inhe.

“Esse é mais um exemplo positivo da parceria público-privada. O acordo é importante para a produção animal brasileira como um todo e para o país”, disse Luis Rangel.

Os pedidos para registro dos produtos para saúde animal são encaminhados pelas indústrias que os fabricam ou comercializam para o MAPA. Até agora, as análises dos processos eram feitas pelos próprios profissionais do Ministério. Como o volume de pedidos é elevado, a indústria solicitava maior agilidade nas avaliações técnicas, que agora serão feitas pelos pesquisadores da Embrapa via Fundação Eliseu Alves.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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