Empresas
Simpósio Internacional de Suínos da Bayer
Durante o evento o médico veterinário da DB Genética Suína Dr. Robert Rene Gurnet apresentou os resultados da experiência com o uso do Baycox Iron Oral para técnicos de diferentes países onde a Bayer tem atuação
O 6th International Bayer Pig Symposium abriu o IPVS 2016 com uma programação que reuniu equipes e convidados da Bayer Saúde Animal de 83 países no Ballsbridge Hotel em Dublin. A palestra com o Dr. Chandra Bhushan da Bayer Animal Health da Alemanha sobre combinação do Baycox Iron para leitões recém nascidos abriu a programação.
Foram debatidos temas como Erradicação do Actinobacillus pleuropneumoniae em granjas crônicamente infectadas usando o Kinetomax, Controle de Collibacillosis em leitões desmamados e encerra com uma palestra com o Dr. Robert Robert Rene Gurnet da DB Genética Suína com uma visão preliminar da experiência do uso do Baycox Iron Oral no Brasil. A equipe da Bayer Saúde Animal do Brasil recepcionou o grupo de brasileiros formado por técnicos de agroindústrias e empresas do setor.
Carlos Dal Piva, médico veterinário da Cooper A1- Santa Catarina destacou a participação no Simpósio Internacional de Suínos da Bayer "Além da valorização profissional, participar de um simpósio como este possibilita a troca de experiências e vivência singular. Evoluímos cultural e tecnicamente trocando experiência e ouvindo relatos de profissionais como nós, de diferentes países e realidades".
Helio Augustinho Seraglio da Coperalfa destaca "No dia a dia não temos tempo para pensar outras possibilidades, quando estamos fora da rotina, aproveitamos o tempo para trocar informações e avaliar novas possibilidades e formas de buscar conhecimento que podemos levar de volta para a nossa realidade, comparando as experiências e relatos do mundo todo."
Durante o evento o médico veterinário da DB Genética Suína Dr. Robert Rene Gurnet apresentou os resultados da experiência com o uso do Baycox Iron Oral para técnicos de diferentes países onde a Bayer tem atuação.
"É sempre uma boa oportunidade de falar da suinocultura brasileira para profissionais de todo o mundo reunidos nesse simpósio . O Baycox Iron Oral nos apresentou uma nova tecnologia que experimentamos na Granja Bom Retiro em Patos de Minas e agora está sendo utilizado em todas as granjas da DB, oferecendo uma avaliação em um maior número de animais. O trabalho mostrou que o Baycox Iron Oral oferece grande agilidade no manejo, reduzindo o número de vezes que os funcionários precisam pegar o animal para tratamento, minimizando ainda o risco de uma injeção a mais e do estresse do leitãp. Para as equipes agiliza o manejo e otimiza o processo".
Rogério Petri, Business Operation Manager da Bayer Saúde Animal destaca a importância do evento “O Simpósio Internacional de Suínos da Bayer oferece a oportunidade para a troca de experiências, onde podemos aprender e também ensinar. O resultado dessa experiência e a possibilidade de alterar os procedimentos ou incluir alguma prática de sucesso adotada em outra região por outros colegas, além de adquirirmos mais conhecimento. Para a equipe da Bayer é também uma oportunidade de conhecer melhor nossos parceiros. Nos maiores eventos mundiais de suinocultura procuramos participar com clientes, e além do relacionamento, o mais importante é conhecermos melhor as realidades e necessidades e com isso direcionar todo o nosso trabalho”.
A Bayer, empresa alemã que completa 120 anos no Brasil, tem subsidiárias em quase todos os países do mundo. Sua divisão de Saúde Animal comercializa produtos para animais de companhia (cães e gatos) e animais de fazenda (bovinos, aves, suínos, equinos, caprinos, ovinos e peixes), trazendo aos produtores e proprietários soluções inovadoras, eficazes e de alta qualidade em produtos e em serviços para as principais enfermidades dos animais.
Na foto : Carlos Dal Piva, médico veterinário da Cooper A1- Santa Catarina, Humberto Bussada, Key Account Manager Bayer Saúde Animal, Rogério Petri, Business Operation Manager da Bayer Saúde Animal e Eliana Dantas, Gerente Técnica de Aves e Suínos da Bayer e Luiz Felipe Lecznieski, Gerente de Marketing da Bayer Saúde Animal, Anaise Rezende da DB Genética Suína, e o médico veterinário Helio Augustinho Seraglio da Cooperalfa e Marcio André Dahmer da Bayer Saúde Animal.
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas Ameaça silenciosa
Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves
Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.
A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.
Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.
“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.
Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.
“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.
A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.
Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.
Empresas
Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos
A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.
A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.
“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.
A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.
Empresas
Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor
Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.
Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.
Manutenção e ventilação: aliados da produtividade
A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.
Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.
Alta nas temperaturas exige preparação antecipada
De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.
Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

