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Simpósio do Leite em Erechim será lançado no dia 21 de maio

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O Simpósio do Leite de Erechim  chega a sua 10ª edição neste ano. O evento acontecerá no mês de junho, mas a organização adiantou que fará o lançamento oficial ainda neste mês de maio. A solenidade que apresentará o Simpósio, o 4º Fórum Nacional de Lácteos e a 2ª Mostra de Trabalhos Científicos, acontecerá no próximo dia 21 de maio, às 8h, na Quanthun, em Erechim, RS.
O objetivo do lançamento, praticamente um mês antes do evento, é fazer com que a imprensa e a comunidade fiquem sabendo da programação e também das novidades para este ano. O Simpósio do Leite tem se tornado um evento tradicional no setor lácteo gaúcho e tem atraído público também de outros estados brasileiros.
De acordo com o coordenador do comitê de organização do evento, Walmor Vanz, é meta é fazer com que o Simpósio, o Fórum, e a programação da Mostra de Trabalhos Científicos, recentemente integrada ao evento, sigam sendo referencia no setor lácteo, especialmente do Sul do Brasil. “Para isso estamos trazendo palestrantes renomados e que conhecem as últimas tecnologias, as últimas novidades para o setor”, destaca Vanz.
 
Inscrições abertas para o Simpósio e Fórum
Já estão sendo realizadas as inscrições para os interessados em participar do 10º Simpósio do Leite e 4º Fórum Nacional de Lácteos. Os eventos serão realizados em Erechim, RS, entre os dias 18 e 19 de junho deste ano, organizados pela Associação dos Médicos Veterinários do Alto Uruguai (Amevau).
As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento, www.simposiodoleite.com.br até o dia 7 de junho.
A expectativa dos organizadores é conseguir realizar um evento com recorde de público.
Entre o público alvo estão produtores, empresários ligados ao setor, estudantes e profissionais liberais que atuam na área. Informações sobre o Simpósio e o Fórum também podem ser obtidas pelo telefone (54) 3321-5445 ou pelo email contato@simposiodoleite.com.br.
 
Últimos dias de inscrições para a Mostra de Trabalhos Científicos
Estão abertas até o próximo dia 10, também as inscrições para a segunda edição da Mostra de Trabalhos Científicos, que integra a programação do Simpósio do Leite de Erechim. De acordo com a coordenadora da Mostra, Daniela dos Santos Oliveira, que também é médica veterinária e doutora em engenharia de alimentos, além de ser professora da Faculdade Ideau, o principal objetivo é proporcionar aos acadêmicos, professores e pesquisadores da área de leite, que divulguem seus trabalhos, suas experiências e que estes consigam levar suas pesquisas até os produtores.
A Mostra Científica acontecerá no dia 18 de junho, juntamente com o 4º Fórum Nacional de Lácteos do 10º simpósio de Leite, das 8h30 às 12h. Durante os dois dias do evento os trabalhos serão expostos em banners.
As inscrições serão realizadas através do site oficial do evento, no endereço www.simposiodoleite.com.br. Existem várias áreas que podem ter trabalhos inscritos na Mostra Científica como clínica de ruminantes leiteiros; sanidade leiteira; produção de leite; nutrição do rebanho leiteiro; inspeção e tecnologia de leite e derivados lácteos; zoonoses e saúde pública relacionadas as atividades de produção e análise da cadeia de leite e derivados.
Uma das novidades também será a premiação aos três primeiros colocados. Daniela se mostra empolgada com a realização da segunda Mostra de Trabalhos Científicos, este ano. Mais informações sobre a Mostra de Trabalhos Científicos podem ser encontradas no site oficial do Simpósio do Leite de Erechim no endereço www.simposiodoleite.com.br e também pelos telefones (54) 3321-5445 e 9187-4615.
 
O evento
O Simpósio do Leite também é acompanhado de outros eventos paralelos como o Fórum de Lácteos e mais recentemente a Mostra de Trabalhos Científicos.  Haverá uma série de palestras e atividades programadas para o Simpósio deste ano que seguirá sendo realizado junto ao Parque da Accie, em Erechim, norte do RS. “Estamos montando temas e palestras com pessoas capacitadas para o Simpósio e trazer para o Fórum os melhores painelistas para debate sobre o mercado do leite, no Brasil e no mundo. Para a Mostra vamos expandir convites a outras Faculdades na intenção de aumentar o número de trabalhos inscritos, além de propiciarmos um aumento na premiação para os trabalhos vencedores”, encerra Walmor.
Ao todo serão cinco palestras durante a programação do evento este ano. A pecuária leiteira como unidade de negócio será palestra proferida por Jônadan Ma, da Fazenda Boa Fé, MG. A análise e perspectiva do mercado nacional e internacional do leite será o tema da palestra de Marcelo Pereira Carvalho, da Milk Point, SP.
Sandro Luiz Viechnieski, sócio proprietário da Fazenda Iguaçu, PR, falará sobre o gerenciamento de propriedades produtoras de leite. O quinto tema do evento terá como palestrante Márcio Flores da Cunha Chaiben e abordará a importância do uso da IATF em rebanhos leiteiros.
 

Fonte: Ass. Imprensa do evento

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Castrolanda doará R$ 1 milhão no combate à Covid-19 e suporte as famílias em vulnerabilidade social

As ações reforçam a responsabilidade social da instituição em meio à crise do novo Coronavírus.

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Representantes do Conselho de Administração da Castrolanda durante ato simbólico realizado na sede administrativa da Cooperativa / Edgar Ribas

Neste momento tão difícil para toda a sociedade, com avanço de casos e a situação econômica e social enfrentada pelo país, a Cooperativa Castrolanda anunciou nesta terça-feira, 20, que doará R$ 1 milhão no combate e prevenção à Covid-19. O valor será destinado aos municípios localizados nos estados do Paraná e São Paulo, onde estão concentradas as atividades da empresa e fazem parte da campanha de ação social ‘Cuidar, Envolver e Amar’, que no último ano arrecadou 30 toneladas de alimentos e mais de dois mil kit’s de higiene, além de milhares de itens de proteção individual, álcool em gel e materiais destinados aos profissionais de saúde.

“Esse é um momento único e desafiador para toda a nossa sociedade. E períodos assim pedem que nós como cooperativa, realizemos um esforço em prol do coletivo e senso solidário. Por isso, estamos fazendo essa doação para frentes tão importantes: saúde, alimentação e higiene”, destaca o Presidente da Castrolanda Willem Berend Bouwman.

Os hospitais e secretarias de saúde serão auxiliadas com insumos ou equipamentos conforme as necessidades levantadas. Já as cestas básicas e kit’s de higiene serão destinados às famílias carentes que sentem os impactos da pandemia com a falta de produtos de primeira necessidade e estão cadastradas nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos municípios.

Vale ressaltar que as doações seguirão um cronograma de entregas em um trabalho realizado em conjunto com as unidades de saúde e as secretarias de assistência social das cidades de atuação Castrolanda.

Meta é R$ 2 milhões

A campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ é uma iniciativa da Castrolanda e Associação dos Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC) que teve início em 2020 com o objetivo de contribuir com famílias em estado de vulnerabilidade. Neste primeiro trimestre de 2021 já foram doados aproximadamente R$ 110 mil entre respiradores, máscaras respiratórias, oxigênio e EPI’s.

Para os próximos meses a meta é angariar R$ 2 milhões.  “Por meio do espírito de cooperação e união de associados, colaboradores e instituições parceiras buscamos trazer um impacto positivo tanto para quem está na linha de frente como para as famílias mais necessitadas”.

Fonte: Assessoria.
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Suspensão do imposto de importação do milho: Abramilho defende livre mercado

Entidade alerta para impactos da seca no desenvolvimento da 2a. safra

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Arquivo / OP Rural

Em relação à suspensão da alíquota do imposto de importação do milho, anunciada nesta segunda-feira (19), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), o presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) – www.abramilho.org.br -, Cesario Ramalho, afirma que a entidade defende, acima de tudo, o livre mercado tanto para exportações quanto também para as importações.

Ramalho pontua que a demanda pelo milho brasileiro vem crescendo de forma significativa nas mais recentes safras. Primeiro pelas exportações, e segundo pelo uso interno do grão como principal insumo para as indústrias de carnes, e também sendo destinado à fabricação de etanol.

“Isso prova a competência do produtor brasileiro que ano a ano incorpora novas tecnologias, obtendo ganhos de produtividade, bem como grãos cada vez mais de melhor qualidade.” O presidente institucional da Abramilho diz ter certeza que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil, como é de praxe, a questão da redução das tarifas de importação junto aos demais órgãos do governo.

 Seca traz riscos para o desenvolvimento da 2a. safra

No tocante à segunda safra de milho 2020/21, Ramalho diz que a seca, que vem castigando as principais regiões produtoras no Centro-sul, pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras e comprometer a produção. “Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, além do plantio que sofreu atraso, a estiagem foi severa.”

Recente relatório da Abramilho em parceria com a Céleres, de fato, alerta para os efeitos que o clima pode ter sobre a produtividade da segunda safra de milho na temporada corrente.

De acordo com o documento, mesmo com expressivo aumento da área plantada (15,2 milhões de hectares), caso a produtividade fique em torno de 4,8 toneladas por hectare (rendimento similar ao do ciclo 2017/18), o excedente exportável – milho destinado às exportações e estoque de passagem – será baixo.

Caso este quadro se concretize, um rearranjo no consumo será necessário, seja via redução das exportações, do consumo interno ou até mesmo de ambos, fazendo com que, especialmente as agroindústrias de carnes [suínos e frangos de corte] tenham que recorrer às importações de milho – insumo básico do segmento.

Fonte: Assessoria.
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Dieta de alto concentrado continua vantajosa mesmo com elevado custo dos grãos

Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente

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Divulgação.

As chamadas dietas quentes têm sido usadas por pecuaristas brasileiros que utilizam confinamento. Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente para a maioria dos produtores nos últimos anos. Mas com o preço do milho, e dos grãos de uma forma geral, subindo desde o ano passado, a lógica é pensar que dietas animais baseadas nesses produtos não seriam mais indicadas. No entanto, de acordo com o pesquisador Sergio Raposo de Medeiros, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), especialista em nutrição animal, essa escolha não deve ser descartada.

Com a arroba do boi valorizada, elas ainda podem ser a melhor opção, segundo Raposo. A alimentação de alto concentrado em confinamento tem muitas vantagens. A redução de emissão de gases de efeito estufa é uma delas. Os animais que recebem maior quantidade de concentrado em comparação aos bovinos alimentados com elevada porcentagem de volumoso tem a melhor conversão alimentar. “Um dos motivos dessa dieta ser metabolicamente mais eficiente é que produz menos metano para cada quilograma ingerido. Todavia, o principal motivo da redução da emissão de GEE é que o bovino atinge o peso final em um tempo menor”, diz Raposo. Da mesma forma, quando o animal tem um ciclo de produção mais curto por causa do seu melhor desempenho, o pecuarista tem o retorno do seu investimento mais rápido e, frequentemente, com maior rentabilidade.

O pesquisador lembra, também, que, por conta das maiores taxas de ganho de peso, esse tipo de dieta acelera a deposição de gordura, auxiliando na obtenção de carcaças de melhor qualidade. “O produtor aumenta as chances de receber algum bônus por uma carcaça de melhor qualidade e, mesmo que isso não ocorra, produz uma carne que, por encantar o cliente, ajuda com que ele prefira seu produto a qualquer outra opção”, conta.

Em relação ao custo, o pecuarista deve avaliar na fase de planejamento a alimentação economicamente mais vantajosa por arroba engordada. O pesquisador alerta que é importante analisar a viabilidade de acordo com as condições de cada propriedade, levando-se em consideração logística, disponibilidade comercial dos insumos, proximidade dos polos produtores e oferta dos grãos. “Nos últimos anos, contudo, para muitas situações têm prevalecido as dietas de alto concentrado. O encarecimento do concentrado e uma grande eficiência na produção de um volumoso podem mudar isso, reforçando a ideia que se deve sempre encontrar a dieta para aquele lugar, naquele ano e com os preços e custos das matérias primas que se possa contar”, ressalta.

A viabilidade ou não da dieta de alto concentrado vai depender de cálculos e consideração de muitas variáveis. No atual cenário, mesmo com os grãos com preço elevado, as dietas quentes continuam atraentes. No entanto, como Raposo alertou, é preciso planejar.

Fonte: Embrapa Pecuária
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CONBRASUL/ASGAV

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