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Simpósio da Acav vai abordar contribuição da nutrição para sanidade de matrizes

Com ênfase para a importância da nutrição apropriada para manter animais saudáveis e para explicar os reflexos que algumas micotoxinas podem causar na queda da imunidade será realizada palestra no dia 31 de agosto pelo professor Alex Maiorka.

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Professor Alex Maiorka vai falar no evento sobre como a nutrição pode contribuir com a sanidade das reprodutoras - Foto: Divulgação/Acav

Bons ingredientes e níveis nutricionais adequados são indispensáveis para assegurar a imunidade e a sanidade das (aves) matrizes. Com ênfase para a importância da nutrição apropriada para manter animais saudáveis e para explicar os reflexos que algumas micotoxinas podem causar na queda da imunidade será realizada palestra no dia 31 de agosto (quinta-feira) durante o 14º Simpósio Técnico da Associação Catarinense de Avicultura (Acav).

O Simpósio será realizada no período de 29 a 31 de agosto próximo, no Centro de Convenções (CentroSul) de Florianópolis.

A temática “Como a nutrição pode contribuir com a sanidade das reprodutoras” será abordada no Bloco Nutrição e Sanidade, às 9h30, pelo professor Dr. Alex Maiorka. O renomado palestrante é zootecnista pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestre pela Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Atualmente atua como professor titular de Nutrição Animal da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Tem experiência na área de produção animal, com ênfase na nutrição de aves, suínos e cães.

“Essa temática é extremamente relevante para a avicultura de corte porque o desempenho das reprodutoras depende de uma nutrição equilibrada. A participação do professor Alex Maiorka agregará e muito na programação do evento, pois trará conhecimentos que fortalecem o setor. O professor tem ampla compreensão sobre o assunto e muitas experiências para compartilhar com os demais profissionais”, antecipa o coordenador geral Bento Zanoni.

Evento

De acordo com presidente da Acav, Ricardo Castellar de Faria, o Simpósio Técnico integra uma jornada em busca da eficiência, biosseguridade e construção de cadeias produtivas cada vez mais sólidas. “Nossa intenção é colocar a avicultura no papel de protagonismo que ela merece. Porém, temos alguns desafios a exemplo da sanidade. Santa Catarina é livre das doenças mais graves que atualmente afetam outros países, contudo é primordial adotarmos medidas de prevenção para assegurar esse status”, enfatiza.

O 14º Simpósio Técnico da Acav – Incubação, Matrizes de Corte e Nutrição proporcionará elevado nível técnico e científico com foco nos temas de maior relevância da atualidade para a vasta cadeia da avicultura industrial, além de apresentar as mais recentes inovações desse setor. O evento integrará especialistas com profissionais ligados ao setor avícola em busca de capacitação e debate sobre as melhores práticas para esse setor produtivo.

Inscrições

Os profissionais interessados podem fazer a inscrição para o evento clicando aqui. O valor do investimento para profissionais é de R$ 550 e, para estudantes de R$ 300 até o dia do evento.

Para a categoria estudante as inscrições serão aceitas somente mediante comprovação do vínculo com a instituição de ensino superior.

Fonte: Assessoria Acav

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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