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Avicultura

Simpósio da ACAV celebra 30 anos com homenagens e reconhecimento aos melhores da avicultura

Evento reuniu 1,5 mil participantes, celebrou pioneiros da avicultura catarinense, premiou destaques técnicos e encerrou com o tradicional Jantar do Galo.

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Três dias intensos de partilha de conhecimento e networking, durante o 15º Simpósio Técnico da ACAV - Foto: Leticia Bombo/MB Comunicação

Após três dias intensos de partilha de conhecimento e networking, durante o 15º Simpósio Técnico da ACAV, realizado no CentroSul, em Florianópolis (SC), estudantes, especialistas, profissionais experientes e autoridades do setor de avicultura se reuniram no início da noite de quinta-feira (07), para acompanhar uma homenagem atenciosa aos 30 anos de história do simpósio, seguido do Jantar do Galo. Afinal, o primeiro evento foi realizado em 1995, na cidade de Xanxerê, Oeste de Santa Catarina, quando um grupo de lideranças decidiu criar um espaço de encontro técnico e estratégico voltado às incubadoras e matrizes. De lá para cá, o evento tornou-se um dos mais importantes do setor e que está no calendário de grandes empresas.

Para marcar a celebração destas três décadas, a organização do simpósio contou com o talento e a criatividade do artista Luciano Martins, que também assinou as ilustrações que ficaram expostas no lounge do evento, durante os três dias de simpósio. Ele produziu e entregou em mãos uma ilustração criada exclusivamente para esta edição comemorativa. As autoridades que estiveram no palco para realizar a entrega da homenagem, ao lado do artista, foram Bento Zanoni, coordenador geral do evento deste ano, Marcondes Aurélio Moser, presidente da ACAV, Ronaldo Muller e José Antônio Ribas Júnior, ambos ex-presidentes da ACAV.

Estudantes, especialistas, profissionais experientes e autoridades do setor de avicultura se reuniram para acompanhar uma homenagem atenciosa aos 30 anos de história do simpósio – Foto: Leticia Bombo/MB Comunicação

Os homenageados da noite foram escolhidos por seu papel fundamental como integrantes pioneiros da comissão organizadora do simpósio. Foram eles que idealizaram, acreditaram e deram os primeiros passos para transformar o evento na proporção que ele tem atualmente. São eles: Fábio Bittencourt, que também representou Cláudio Luis Schell a pedido da família, Marcos Téo e Celso Matiollo. A ocasião foi seguida de uma homenagem póstuma a Cláudio Luis Schell.

Encerrando o momento de homenagens, o presidente da ACAV, Marcondes Aurélio Moser, fez questão de agradecer às 1500 pessoas que fizeram o 15º Simpósio da ACAV acontecer. Ele reforçou a importância de conexão e do crescimento do setor com tanta troca de informações entre profissionais importantes para a avicultura. “Viva a avicultura catarinense”, finalizou. Matiolo, por sua vez, de forma bastante entusiasmada, agradeceu a todos e relembrou as famílias Brandalize, Fontana e Paludo que deram início à avicultura de escala, tornando Santa Catarina e o Brasil reconhecidos como uma potência mundial. Já Zanoni, após parabenizar a todos, fez questão de lembrar que a data do simpósio de 2027 está marcada e será de 10 a 12 de agosto: “muito obrigado e nos vemos no próximo simpósio”, disse.

Finalizando os discursos de agradecimento, Ribas parabenizou a todos os diretores e ex-diretores, bem como o artista Luciano Martins. “O setor engloba uma boa parte das pessoas que fazem o Brasil que dá certo. A avicultura tem muitos reconhecimentos e faz um trabalho muito sério de biosseguridade, essa talvez seja a nossa maior virtude! Que continue sendo uma história de sucesso”, concluiu.

Premiações

Após a celebração aos homenageados, foi realizada a entrega da Premiação Melhores Lotes Cobb, tendo como referência o ano de 2024. Para o entregar os troféus, subiram ao palco, o diretor de serviço técnico de vendas da Cobb-Ventress LatCan, Vitor Hugo Bradalize, o diretor-associado de serviços técnicos no Brasil, Eduardo Loewen, o gerente regional da Cobb para Santa Catarina e Rio Gramde do Sul, Elisar Camilotti e o diretor de vendas Gustavo Trtiquês.

Em Santa Catarina, os destaques foram:

–         Na categoria Ovos Totais, com a marca de 192.9 ovos por fêmea no lote 27, a vencedora foi a Granja Faria, representada por João Panho e Kleber Martins;

–         Na categoria Melhor Índice de Eclosão do estado, com média de 85% no lote 213/15, a vencedora foi a Aurora, representada por Luis Carlos Farias e Wendy Bresolin;

No Rio Grande do Sul, os destaques foram:

–         Na categoria Ovos Totais, com 188,7 ovos por fêmea no lote 318, a vencedora foi a Granja Pinheiro, representada por Diego Migliavaca e Guilherme Marcansoni;

–         Na categoria Melhor Índice de Eclosão, com média de 81,8% no lote 316, a vencedora foi a Vibra, representada por Giovani Mariani.

Encerramento

Após momentos emocionantes e de atenção com a história do simpósio e da avicultura catarinense, a jornalista Fabiana Nascimento encerrou o momento, convidando a cantora Melizza para subir ao palco e embalar a todos os presentes durante o tão esperado Jantar do Galo.

O 16º Simpósio Técnico da ACAV será realizado de 10 a 12 de agosto de 2027, no CentroSul, em Florianópolis (SC). É possível acompanhar as novidades pelo site, clique aqui e acesse, e pelas redes sociais no @acavsc.

Fonte: Assessoria ACAV

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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