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Simpósio da ACAV: a ciência por trás da avicultura

Programado para o período de 04 a 06 de outubro, em Florianópolis (SC), a programação do evento está fechada e as inscrições já podem ser feitas.

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Presidente da Acav, Ricardo Castellar de Faria: "A iniciativa do Simpósio é parte da jornada em busca da eficiência, da biosseguridade e da construção de cadeias produtivas cada vez mais sólidas"

A Associação Catarinense de Avicultura (Acav) anunciou nesta semana a programação científica do 13º Simpósio de Incubação, Matrizes de Corte e Nutrição programado para o período de 04 a 06 de outubro deste ano, em Florianópolis (SC). O local será o Centro de Eventos do Oceania Park Hotel, nos Ingleses, norte da Ilha de Santa Catarina.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site www.simposioacav.com.br. A edição de 2022 será híbrida, ou seja, em formato presencial e também com transmissão on-line.

Para participação presencial, o valor da inscrição para profissionais é de R$ 400 até 31 de agosto, R$ 450 até 30 de setembro e de R$ 500 até 06 de outubro. Para participação on-line o valor é de R$ 250 para profissionais e estudantes até 06 de outubro.

Coordenador geral do Simpósio da Acav, Bento Zanoni: “É um momento importante para o agronegócio catarinense e brasileiro, pois traz para a discussão temas relevantes para a avicultura e, ao mesmo tempo, apresenta as inovações que surgem no Brasil e no mundo – Fotos: Divulgação/Acav

O coordenador geral Bento Zanoni expôs que o Simpósio reunirá proeminentes especialistas para abordagem dos temas mais atuais e relevantes de uma das maiores e mais avançadas cadeias produtivas do mundo – a avicultura industrial brasileira. O Simpósio é referência nacional em atualização tecnológica e integração setorial. “É um momento importante para o agronegócio catarinense e brasileiro, pois traz para a discussão temas relevantes para a avicultura e, ao mesmo tempo, apresenta as inovações que surgem no Brasil e no mundo. Tudo isso com o principal objetivo que é a busca constante do aperfeiçoamento e do nível de qualidade da cadeia produtiva do setor”, realça Zanoni.

O presidente da Acav, Ricardo Castellar de Faria, ressalta que o objetivo é colocar a avicultura no papel de protagonismo que ela merece. “A iniciativa do Simpósio é parte da jornada em busca da eficiência, da biosseguridade e da construção de cadeias produtivas cada vez mais sólidas. A sanidade também é um desafio. Santa Catarina é livre das doenças mais graves que hoje afetam outros países”, observa, ao acrescentar que o setor enfrenta constantes desafios, mas continua sendo um segmento que gera emprego, alavanca a economia e promove a segurança alimentar da população”, destaca.

Confira a programação do Simpósio da Acav:

04 de outubro (terça-feira)

08 às 16 horas – Pré-Simpósio da MSD Saúde Animal

16h30 às 18h30 – Evento do Cobb-Vantress Brasil

19 horas – Abertura oficial

Palestra magna – “Sustentabilidade do campo à mesa”, com os dirigentes José Antonio Ribas Júnior (JBS), Neivor Canton (Aurora Coop) e Ricardo Santin (ABPA)

Em seguida será servido o coquetel de confraternização.

Dia 05 (quarta-feira)

08h30 às 09 horas – Desafios na capacitação de pessoas para a correta vacinação e erros comuns no processo, com a médica-veterinária mestre Francilane Gomes

09 horas às 09h30 – Diagnósticos diferencias de doenças da atualidade através de necropsias, com o Dr. Eduardo Muniz

09h30 às 10 horas –  Bronquite infecciosa: um panorama após pandemia, com o palestrante de renome internacional Dr. Sjaak de Wit

10 horas – Mesa Redonda para abordagem dos temas do Bloco Sanidade

10h30 às 11 horas –  Intervalo

11 às 13 horas – Evento da Aviagen

13 às 15 horas – Almoço

15 horas às 15h30 – Pontos chaves de manejo e atualização nutricional, com o especialista do Cobb, Vitor Hugo Brandalize

15h30 às 16 horas – Pontos chaves de manejo e atualização nutricional, com Dr. James Samuel Bentley, da Hubbarde

16 horas às 16h30 – Pontos chaves de manejo e atualização nutricional, com o zootecnista mestre da Ross, Emilio Cura

16h30 às 17 horas – Mesa redonda sobre os temas do Bloco Nutrição

Dia 06 (quinta-feira)

08h30 às 09 horas – A importância fisiológica para as reprodutoras na qualidade da água, com o especialista Francisco Carnino

09 horas às 09h30 – A importância da qualidade dos ovos incubáveis para a qualidade da progênie, com o zootecnista Cláudio Carvalho

09h30 às 10 horas – Fatores que interferem no desenvolvimento embrionário e seus efeitos, nos problemas metabólicos e pós-eclosão, com Dr. Edgar Oviedo-Rondón.

10 horas às 10h30 – Mesa Redonda sobre os temas do Bloco Manejo

10h30 – Lançamento do livro Breeder Management And Nutrition Moving The Industry Forward, dos doutores Edgar Oviedo-Rondón e Hugo Romero Sanchez. Haverá diálogo com os autores e sorteio de livros.

11h30 às 12 horas – Novos desafios na gestão de pessoas no Brasil e América Latina, com Dr. Mário Penz

12 horas às 12h30 – Como a inteligência artificial esta mudando a produção de proteína animal, com Tiago Ponte

12h30 – Inovação e tecnologia: o que há de novo na avicultura mundial, com Jean Kurtz

13 horas às 13h30 – Mesa redonda sobre o futuro da avicultura com as pautas do Bloco Inovação

13h30 – Encerramento

Fonte: Ascom

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Governo federal prepara decreto de salvaguardas para acordo Mercosul-UE

Texto será analisado pela Casa Civil e estabelece mecanismos para proteger produtores nacionais em caso de aumento das importações europeias.

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Foto: Divulgação

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou na quarta-feira (25) que o decreto sobre as salvaguardas do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) será enviado para a Casa Civil, onde passará por análise jurídica antes da publicação. A salvaguardas são instrumentos de proteção a produtores nacionais. 

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado e Gpoint Studio/Freepik

O texto prevê mecanismos para proteger produtos agrícolas, caso sejam sancionados por organismos europeus. Isso porque, no final do ano passado, o Parlamento Europeu aprovou regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul, cujas medidas seriam acionadas se importações em grande volume causarem ou ameaçarem prejuízo grave aos produtores europeus.

O setor do agronegócio nacional quer que essas salvaguardas sejam assumidas também pelo governo brasileiro, em caso de aumento das importações de produtos europeus concorrentes. “Sempre há uma preocupação de alguns setores. Então, nós estamos encaminhando a proposta, para passar pelos ministérios, o decreto de salvaguardas”, declarou o vice-presidente.

A fala foi feita após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), relator do projeto que ratifica o acordo entre o bloco europeu e o sul-americano, que vai criar uma das maiores zonas de livre comércio do planeta, com produção avaliada em US$ 22 trilhões e mercado consumidor de 720 milhões habitantes.

A Casa Civil poderá consultar outros ministérios, como a Fazenda, para depois enviar o decreto para assinatura do presidente da

Bandeira do Mercosul

República, antes que o Senado Federal aprove a ratificação do acordo. O texto da ratificação foi aprovado na quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados.

Como funcionam as salvaguardas

Salvaguardas são mecanismos previstos em acordos comerciais que permitem a um país reagir a surtos de importação decorrentes da redução de tarifas negociadas. Caso fique comprovado dano grave à produção nacional, o governo pode:

  • Estabelecer cotas de importação;
  • Suspender a redução tarifária prevista no acordo;
  • Restabelecer o nível de imposto anterior à vigência do tratado.

O decreto deverá definir prazos, procedimentos de investigação e condições para aplicação das medidas.

Fonte: Agência Brasil
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Câmara autoriza uso de até R$ 500 milhões do FGO para crédito do Pronaf

Projeto visa ampliar garantias para agricultores familiares sem impactar as contas da União e segue para sanção presidencial.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei  2213/25, que autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto, de autoria do Senado, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Administrado pelo Banco do Brasil, o FGO facilita o acesso ao crédito por empresas e setores específicos, diminuindo os riscos para os bancos.

De acordo com o projeto, até R$ 500 milhões do FGO poderão ser utilizados para garantir as operações do Pronaf, que oferece linhas de crédito com condições especiais a agricultores familiares. O texto aprovado altera a Lei 13.999/20, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Um ato conjunto dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda definirá como esses recursos serão alocados, quais limites máximos de garantia poderão ser concedidos, os critérios de elegibilidade dos agricultores familiares e de suas cooperativas.

O ato deve indicar ainda quais operações do Pronaf poderão receber cobertura do FGO. As instituições financeiras autorizadas a operar

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

crédito rural no Pronaf poderão solicitar essa garantia, respeitados os limites proporcionais de suas carteiras e o montante efetivamente aportado pela União e pelos demais cotistas.

O relator do projeto, deputado Rogério Correia (PT-MG), disse que a medida não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União. O deputado citou o Balanço Patrimonial Consolidado do próprio FGO, referente a dezembro de 2024, que mostra que o fundo detinha R$ 43 bilhões em ativos totais, o que demonstra, segundo Correia, que a eventual destinação de até R$ 500 milhões para operações do Pronaf representa uma fração modesta de sua capacidade financeira.

“A medida não afeta sua aptidão [do FGO] para dar cobertura às garantias relacionadas ao Pronampe, nem compromete a estabilidade do fundo. Diante desse cenário, conclui-se que o projeto não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União, uma vez que apenas autoriza a utilização de recursos já existentes no FGO”, afirmou

Fonte: Agência Brasil
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Argentina e Uruguai aprovam Acordo Mercosul-UE; Brasil ainda depende de aval do Senado

Após sessões extraordinárias em Montevidéu e Buenos Aires, países iniciam processo de integração comercial.

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Uruguai foi o primeiro país do bloco a aprovar o projeto de lei que ratifica o acordo comercial interino entre o Mercosul e a União Europeia - Foto: Vila Flores/Maria Laura

O Senado uruguaio aprovou nesta quinta-feira (26) o projeto de lei que ratifica o acordo comercial interino entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em 17 de janeiro em Assunção, Paraguai. A votação ocorreu em sessão extraordinária após o término do recesso, e o projeto agora seguirá para análise da Câmara dos Representantes do país.

Foto: Divulgação/Governo do Uruguai

O senador Daniel Caggiani apresentou o acordo ao plenário, acompanhado de manifestações de senadores como Pedro Bordaberry, Sebastián Da Silva e Eduardo Antonini. O projeto foi aprovado com 91 votos a favor em um total de 93.

Também na quinta-feira, o Senado argentino confirmou a aprovação do tratado, com 69 votos a favor e três contrários, antecipando a sessão para consolidar a posição do país como um dos primeiros integrantes do Mercosul a ratificar o acordo. “Escolhemos a abertura, a concorrência e a integração no mundo; isto significa mais investimento, mais crescimento e mais empregos”, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, em sua conta no X.

Brasil 

No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o acordo na quarta-feira (25), mas o aval do Senado ainda é necessário para concluir a

Foto: Divulgação

ratificação. O tratado, que enfrenta forte apoio da Alemanha e da Espanha, encontra resistência liderada pela França, que teme impactos sobre a produção agrícola local, especialmente carne bovina e açúcar.

O acordo, fruto de 25 anos de negociações, estabelece preferências tarifárias entre os países do Mercosul e a União Europeia, abrindo caminho para expansão de exportações e maior integração econômica da região.

Fonte: O Presente Rural
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