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Simpósio Brasil Sul de Suinocultura reúne o setor em Chapecó-SC de 21 a 23 de agosto
NUCLEOVET anuncia a programação do SBSS com 4 painéis sobre reprodução, sanidade, nutrição e biosseguridade
O Simpósio Brasil Sul de Suinocultura chega a décima primeira edição como um dos principais fóruns de discussão da suinocultura, com temas polêmicos e inovadores sobre o futuro do setor. Este ano discute entre outros temas o gerenciamento da produção de leitões em uma realidade de mais de 30 leitões desmamados/fêmea/ano, qualidade do ar e enfermidades emergentes como PRRS e PED. O evento, realizado pelo NUCLEOVET, está agendado para os dias de 21, 22 e 23 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo De Nês, em Chapecó/SC e irá reunir mais de 1.500 participantes de toda a América Latina.
Sobre o desafio de realizar o SBSS 2018 o presidente do NUCLEOVET, Rodrigo Santana Toledo, revela “O desafio de realizar o evento em 2018 é manter o alto nível técnico e de organização dos anos anteriores. E a evolução dos temas e conteúdos acompanha a evolução e os desafios do setor suinícola brasileiro e mundial, que vão desde as inovações tecnológicas do setor até problemas sanitários e barreiras comerciais”.
Toledo complementa que “Desde o início do primeiro simpósio promovido pelo Nucleovet nosso anseio é promover a educação continuada e o aprimoramento técnico profissional, fazendo com que o Simpósio Brasil Sul se torne referência técnica e ponto de encontro dos profissionais do setor de produção animal”.
Programação
O evento que inicia no dia 21 agosto abre a programação com um Painel de Reprodução, Genética e Ambiência. Entre os temas a serem debatidos estão a ambiência na produção de suínos e alternativas de equipamentos para entender como o estresse térmico e a qualidade do ar afetam o desempenho zootécnico, avaliando desafios e oportunidades.
Na sequência as discussões giram em torno de como a genética pode contribuir para os novos desafios sanitários na produção de suínos. Se a genética pode oferecer animais resistentes a enfermidades ou isso é apenas um mito. Os debates seguem com os desafios do gerenciamento da produção de leitões em uma realidade de mais de 30 leitões desmamados/fêmea/ano.
Conjuntura política X economia
A Palestra de Abertura deste ano tem como patrocinadora a Evonik, empresa multinacional com sede na Alemanha, e tratará sobre “A Conjuntura Política e suas Implicações para a Economia”, com Gerson Camarotti, comentarista político da Globo News e repórter especial de política do Jornal das Dez.
A inovação deste ano é que, no segundo dia, a programação se inicia com um Painel sobre Nutrição e Manejo de Leitões, com palestras sobre Idade do desmame dos leitões: “Qual é a melhor relação sanidade, desempenho e lucratividade para o sistema de produção de suínos?” e “Estratégias para enfrentar os desafios da adaptação dos leitões nas fases de creche e recria”. O painel vai abordar ainda a nutrição complexa para a fase de creche e qual o caminho para um melhor desempenho dos leitões.
O terceiro Painel vai abordar Antimicrobianos e Bem-Estar Animal com uma palestra sobre “Bem estar animal nas Agroindústrias. Os desafios vão muito mais além que uma máquina de alimentação na gestação. O que contempla? O que temos e o que nos falta no sistema brasileiro?” abrindo os debates. Na sequência será debatido o uso de antimicrobianos na produção de suínos e o seu efeito sobre a microbiota.
No último dia do evento temas quentes vão movimentar o Painel sobre Sanidade e Gestão da produção de suínos com a discussão de pontos críticos na utilização de vacinas, abordando os principais erros e como podemos melhorar. Outro ponto chave será a palestra sobre riscos sanitários atuais: Síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos. Como esta ameaça sanitária pode nos afetar? Impactos no sistema de produção. Na sequência outro tema de interesse “Diarreia epidêmica dos suínos: O que podemos aprender com a experiência americana. Prevenção, diagnóstico e controle”. E finaliza com um debate sobre gestão de pessoas com foco em biosseguridade.
Saiba mais em www.nucleovet.com.br
Fonte: Ass. de Imprensa

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Trigo sobe no mercado interno mesmo com queda externa e dólar mais fraco
Reposição de estoques na entressafra, oferta restrita no spot e gargalos logísticos elevam cotações. Farinhas encarecem e farelo recua com menor demanda na ração.

Os preços do trigo no Brasil seguem em alta, na contramão do mercado internacional e da desvalorização do dólar frente ao real. A leitura é do Cepea, que atribui o movimento doméstico à necessidade de reposição de estoques pelos compradores, à baixa disponibilidade no mercado spot durante a entressafra e à postura retraída dos vendedores, concentrados nos trabalhos da safra de verão.

Foto: Cleverson Beje
Com menos oferta imediata e compradores ativos para recompor posições, as negociações internas ganharam firmeza. Do lado vendedor, a prioridade dada às atividades de campo reduz a liquidez no físico e reforça a pressão altista nas cotações.
No exterior, o cenário é distinto. As cotações futuras recuaram nas bolsas norte-americanas, influenciadas pelo aumento dos estoques globais e pelas chuvas recentes nas Grandes Planícies do sul dos Estados Unidos, fator que melhora a condição das lavouras e reduz prêmios de risco climático.

Foto: Luiz Magnante
Nos derivados, o comportamento é divergente. O farelo de trigo registrou queda na última semana, pressionado pelo aumento da oferta e pela menor demanda, com consumidores já abastecidos ou substituindo o insumo em formulações de ração animal.
Já as farinhas avançaram, refletindo o encarecimento da matéria-prima e a necessidade de reposição por parte dos moinhos.
Além da dinâmica de oferta e demanda, moinhos relatam dificuldades logísticas. Restrições no transporte, associadas ao pico da colheita de soja, reduzem a disponibilidade de fretes e atrasam fluxos de entrega, adicionando custo e incerteza às operações no mercado de trigo.
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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
