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Simpósio Brasil Sul de Avicultura faz história

Feira comemora 20 anos de sucesso trazendo uma programação pautada na disseminação de conhecimento

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Foto: O Presente Rural


O primeiro Simpósio Brasil Sul de Avicultura começou em 1998 e desde então tem contribuído – ativamente – com a evolução do setor avícola. Esse ano, o evento acontece de 02 a 04 de abril em Chapecó-SC, seguindo com o objetivo de trazer soluções para os diversos desafios da atividade.

Alinhada à essa proposta, a empresa de nutrição, animal Agroceres Multimix participa do simpósio trazendo tecnologia e inovações. “Tanto o mercado quanto os consumidores têm exigido dos avicultores produtos de alta qualidade, em uma quantidade imensa, e cabe a nós a missão de provir uma nutrição adequada para cada objetivo de produção. Eventos como o SBSA nos auxiliam nessa tarefa e oferecem um espaço aberto para discussões produtivas, capazes de promover melhorias expressivas na avicultura nacional”, enfatiza Marcelo Torretta, gerente nacional de aves da Agroceres Multimix.

Como segundo maior produtor de carne de frango do mundo (atrás apenas dos EUA), o Brasil assume grande responsabilidade no mercado mundial e precisa estar preparado para atender as exigências dos consumidores. A programação do Simpósio Brasil Sul de Avicultura & Poultry Fair surge como ponte para boas oportunidades de negócios e estreitamento de relacionamento com clientes e especialistas do setor.

 

Informações:

Simpósio Brasil Sul de Avicultura 2019
Data: 02 a 04 de abril de 2019
Local: Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês. Rua Assis Brasil, 20 D – Centro, Chapecó – SC.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Connect da Topigs Norsvin: inovação no modelo de relacionamento entre empresa e cliente

Programa de relacionamento B2B da empresa é pioneiro na suinocultura brasileira

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Investindo em uma suinocultura cada dia mais tecnificada e próxima a quem atua no campo, a Topigs Norsvin, líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de genética suína, promove um modelo de relacionamento único no setor suinícola brasileiro, o Programa Connect. Baseado no B2B, ou business-to-business, a Topigs Norsvin foi a primeira empresa no Brasil a implantar um programa de benefícios aos clientes do setor.

Lançado em 2016, o Programa Connect retorna aos clientes parte dos investimentos com genética em ações personalizadas, e objetiva oferecer ao suinocultor e seus colaboradores uma estrutura que permita acesso a informações e técnicas que privilegiem o seu negócio, cursos e treinamentos presenciais e a distância, além de consultorias, viagens técnicas, uniformes para as granjas e conteúdos técnicos de treinamento para toda a equipe. “Esse programa tem um papel fundamental, pois cria a possibilidade da empresa ajudar seus clientes a extrair o máximo do seu produto, trazendo soluções que criam valor para o negócio”, explica o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin no Brasil, Adauto Canedo Jr.

O diretor salienta que hoje o suinocultor brasileiro precisa lidar com um grande desafio no custo de produção, que impacta consideravelmente no seu negócio, atrelado ao consumo da carne no mercado interno que ainda é baixo, fazendo o Brasil ser ainda dependente das exportações. Além disso, o produtor precisa pensar em um novo modelo de consumo, que pede por qualidade de carne, o que significa, em outras palavras, agregar valor ao produto.

O Programa Connect, por meio de uma equipe personalizada e focada em pessoas, dá suporte ao cliente de ponta a ponta. “Acredito que agregar valor é extrair o máximo do potencial genético do suíno, e o Connect oferece essa solução com um excelente suporte técnico comercial, um pacote que traz ao cliente um benefício palpável de relacionamento, garantindo uma maior rentabilidade com um menor custo”, completa Canedo Jr.

Trabalho que fortalece a união

A solução da Topigs Norsvin evidencia seu compromisso com a suinocultura e com o País, e vai muito além da entrega de sêmen, reprodutores e matrizes: oferece aos clientes a possibilidade de atingir novos patamares, agregando para eles e sua equipe experiências positivas durante o processo de desenvolvimento. “Esse é um trabalho que realizamos tanto no progresso de nossos clientes quanto dos colaboradores e permite mostrar o quanto acreditamos nos nossos parceiros”, salienta o diretor geral da empresa, André Costa.

Segundo Costa, o Connect é também um diferencial da companhia em relação a posicionamento de mercado, já que a empresa acredita que a proximidade é um dos principais critérios para se manter forte em um cenário competitivo. “Dessa forma, quando um suinocultor pensar em soluções para o seu negócio, a Topigs Norsvin será sempre a primeira opção”.

Para isso, a empresa realiza um trabalho dedicado com os colaboradores, pessoal envolvido na área de produção, equipe comercial e time de suporte técnico pós-vendas. “Isso contribui para que dominem o trabalho próximo ao cliente e construam junto deles seus principais objetivos, identificando como a Topigs Norsvin pode ajudá-los a atingir e extrapolar suas metas, olhando principalmente para a rentabilidade do negócio”, complementa Costa.

Com o Programa Connect a suinocultura brasileira ganha uma abertura para um relacionamento mais amplo e vantajoso entre empresa/cliente. “Além disso, é uma ferramenta que permite manter nosso negócio em níveis de venda similares ao pré-crise, resultado do relacionamento e confiança que o cliente tem de que a Topigs Norsvin está junto com ele em seu negócio”, finaliza o diretor geral da empresa.

A empresa de genética suína Topigs Norsvin é reconhecida por sua abordagem inovadora na implementação de novas tecnologias e pelo seu foco contínuo na produção de suínos com a melhor relação custo-benefício possível.

Com uma produção de 11 milhões de doses sêmen/ano, a melhoria contínua e fortalecimento dos produtos permitem que os clientes da Topigs Norsvin obtenham um valor agregado significativo em sua produção. O melhoramento genético da Topigs Norsvin baseia-se em dois pilares fundamentais: sustentabilidade e eficiência, que se traduzem em um programa de melhoramento genético balanceado e eficiência total na alimentação.

Pesquisa, inovação e disseminação de progresso genético são os pilares da empresa, que investe 22,5 milhões de euros em P&D ao ano.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Nova dinâmica de trabalho precisa dar apoio emocional aos colaboradores, destaca Biomin

Pesquisas mostram que a produtividade dos colaboradores segue positiva frente ao cenário de crise

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Cristina Hayashi, Diretora de Recursos Humanos do ERBER Group LATAM, formado pelas empresas Sanphar, Biomin e Romer Labs

Em um momento de incertezas, a equipe de Recursos Humanos torna-se um pilar ainda mais importante para apoiar os profissionais mesmo de longe. Cristina Hayashi, Diretora de Recursos Humanos do ERBER Group LATAM, formado pelas empresas Sanphar, Biomin e Romer Labs, explica que as equipes de diferentes áreas vêm adotando medidas simples, mas com grande impacto no dia a dia dos colaboradores.

“Antes da pandemia já tínhamos adotado o modelo de home office parcial. Então, nossos profissionais já contavam com a infraestrutura necessária para se adaptar a esse novo período. Observamos como o mercado tem reagido frente a esse momento, com a implementação de programas e sistemas para todos estarem conectados à distância, mas é importante lembrar que cada companhia tem suas características próprias. Dessa forma, precisamos olhar para dentro e entender nossas necessidades enquanto grupo”, aponta a diretora.

Com a nova dinâmica, os colaboradores perceberam que os momentos de descontração entre as reuniões poderia beneficiar os resultados e aproximar as equipes, mesmo que de formar virtual. “Estávamos acostumados à rotina no escritório. Era possível conversar nos intervalos e criar momentos agradáveis de trocas entre colegas. Agora distantes, essa interação também é fundamental para continuar compartilhando experiências e aprendizados entre as diferentes áreas da empresa”, completa Cristina Hayashi.

Mesmo na pandemia, o quadro de colaboradores do grupo continua crescendo e a integração dos novos profissionais merece atenção. “Com as vídeo-chamadas podemos apresentá-los às equipes, o que antes era um desafio no escritório. Sabemos que as relações humanas são indispensáveis para garantir suporte emocional e buscar maneiras de superar  momentos difíceis como esse da melhor forma possível”, destaca a diretora de RH do ERBER Group LATAM.

Criar um ambiente agradável de trabalho sempre foi preocupação do grupo, que conta com comitê de diversas áreas para encontrar soluções que facilitem a rotina dos colaboradores. “Cada área conhece suas necessidades. Ao apresentar para o comitê, todos podem pensar em ações de forma colaborativa e, quem sabe, também implementar em seu time”, diz.

“A tecnologia está do nosso lado e nossa equipe de campo tem feito um ótimo uso das ferramentas disponíveis, atendendo os clientes de forma virtual com a mesma eficiência e atenção de antes. A adaptação está sendo realizada com sucesso e muitas mudanças na forma de realizar nossas tarefas devem permanecer. Estamos muito satisfeitos com a dedicação e entrega de nossos colaboradores em um momento tão delicado. Todos mantiveram a produtividade e a qualidade dos serviços oferecidos. Inclusive nas fábricas, onde a operação segue todas as normas de segurança recomendas pelos órgãos governamentais, os números são surpreendentes”, destaca Cristina Hayashi.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Biológicos, manejo integrado e aumento de produtividade

Com a evolução tecnológica e a busca por novas opções para o controle das pragas agrícolas, os produtos biológicos têm se apresentado como ferramenta econômica e tecnicamente viável ao produtor

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Foto: O Presente Rural
Por Antônio Carlos Zem* com a colaboração de Tedson L. F. Azevedo**

Qual é o futuro da agricultura? Se olharmos para o passado, poderemos lembrar que o uso de defensivos agrícolas e fertilizantes minerais industrializados trouxeram um importante incremento na produtividade das culturas e, consequentemente, grande aumento na produção e oferta de alimentos em todo o mundo.

Com a evolução tecnológica e a busca por novas opções para o controle das pragas agrícolas, os produtos biológicos têm se apresentado como ferramenta econômica e tecnicamente viável ao produtor. Isso não quer dizer que se pensa em substituir completamente os defensivos agrícolas pelos biológicos, mas que eles atuem de forma sinérgica num plano integrado de manejo de pragas, doenças, nutrição e promoção de crescimento para as plantas.

O controle biológico e os defensivos agrícolas, assim como as outras ferramentas preconizadas pelo manejo integrado de pragas e doenças, devem compor o conjunto de medidas de ações de controle utilizadas pelo agricultor para que se consiga altos níveis de eficiência no manejo, reduzindo os danos e permitindo ao produtor o aumento do retorno financeiro de sua lavoura.

Antes, o mercado de soluções biológicas era visto como pequeno, de baixa eficácia e qualidade inconsistente. Agora, com o crescente interesse das multinacionais, novas empresas, tecnologias inovadoras de produção e conservação dos microrganismos e maior capital para investimentos utilizando os biológicos como estratégia de diferenciação, é natural esperar a introdução de uma nova gama de produtos no mercado. Inclusive, o foco estratégico da Biotrop em biológicos é oferecer soluções integradas que permitem melhorar a produtividade e lucratividade de maneira sustentável, tanto para o produtor como para toda a cadeia envolvida na produção e comercialização de alimentos.

O mercado mundial de biológicos tem crescido a um ritmo cinco vezes maior que o da indústria de agroquímicos. Entre 2011 e 2019, o mercado global desses produtos teve crescimento médio anual de 15,3%. Isso se deve, em primeiro lugar, a uma questão de investimento, uma vez que para desenvolver um novo defensivo o custo é extremamente alto: US$ 286 milhões, enquanto o biológico custa uma fração desse valor, além disso, existe uma demanda da sociedade e dos órgãos reguladores pela produção de alimentos sem resíduos. Nesse contexto, a utilização dos defensivos biológicos em alternância com os produtos químicos, permite que sejam realizadas aplicações de biológicos visando o controle de pragas e doenças no final do ciclo de cultivo, quando que nessa situação, a aplicação de defensivos químicos é limitada em função dos limites máximos de resíduo e intervalo de carência.

Outra vantagem da introdução de produtos biológicos no manejo é a extensão da vida útil dos ingredientes ativos dos defensivos químicos, ou seja, o tempo estimado para que o alvo apresente resistência ou o ingrediente ativo perca eficácia no controle. Biológicos representam novos, amplos e complexos mecanismos de ação, para os quais a evolução da resistência de pragas e doenças é menos problemática. Considerando que o lançamento de novas moléculas químicas tem ocorrido de forma cada vez mais lenta e mais custosa, a manutenção da alta eficácia das moléculas atuais é fator crítico para a sustentabilidade da agricultura e nesse sentido a integração com biológicos é fundamental para retardar a evolução da resistência e prolongar o ciclo de vida desses ativos.

Biológicos têm uma expectativa de crescimento robusto, fornecem alternativas eficazes e sustentáveis, são uma eficiente ferramenta para proteger os altos investimentos em sementes e a rentabilidade do agricultor. Os produtores estão adotando o manejo integrado de pragas (MIP), no qual os defensivos biológicos desempenham papel central. A tendência do mercado é que o uso de biológicos convivam em harmonia com os defensivos químicos.

A mudança no perfil dos produtos biológicos e o aumento exponencial de sua utilização, migrando de nichos para a consolidação no mercado, atingindo as principais culturas, depende da evolução das formulações e dos processos de produção. Para a consagração dos produtos biológicos, suas formulações devem depender cada vez menos de logística diferenciada para transporte, armazenamento e aplicação. Essa evolução só será possível com investimentos massivos em tecnologia.

Acreditamos firmemente que soluções biológicas serão crescentes no mercado de proteção de cultivos. Esse segmento está evoluindo e os principais fatores são a demanda por soluções integradas, o aumento da pressão regulatória e o amadurecimento das biotecnologias. Os biológicos permitem que os produtores mantenham não somente o ritmo de evolução dos negócios, como sua viabilidade econômico-financeira no longo prazo.

 

Reestruturação do solo

Os biológicos de origem fúngica ou bacteriana têm um papel transformador e crescente na regeneração dos nossos solos. Durante anos, as práticas agrícolas não contribuíram com a manutenção da quantidade e diversidade dos microrganismos do solo, chegando em muitos casos na diminuição desses: abertura de novas áreas de cultivo sobre a vegetação nativa, queimadas, manejos que contribuíram com a redução do teor de matéria orgânica do solo e o uso intensivo de fertilizantes químicos e herbicidas comandaram essas ações.

Temos agora a oportunidade única de trazer a abundante e diversificada vida de volta aos solos através dessa nova tecnologia de bioprodutos associados às boas práticas de produção, de manejo e conservação dos solos. Dessa maneira, estamos contribuindo para que princípios e condições básicas de relacionamento associativos e simbiônticos entre plantas e microrganismos se restabeleçam com mais intensidade, diversidade e durabilidade, proporcionando para elas um sistema radicular mais desenvolvido, volumoso e sadio – sendo assim capaz de explorar um volume maior de solo, consequentemente absorvendo mais água e nutrientes armazenados em zonas não antes acessíveis.

Solos ricos em enzimas solubilizadoras de nutrientes antes insolúveis, mais estruturados, mais resistentes a processos erosivos, com maior capacidade de infiltração de água e trocas gasosas são contribuições das atividades dos microrganismos do solo que vivem em torno da rizosfera. A fixação biológica de nitrogênio atmosférico só é possível graças a um grupo específicos de bactérias que possuem essa capacidade, assim como também a síntese de fitormônios que estimulam o crescimento de raízes e parte aérea das plantas.

Bactérias especializadas em solubilizar o fósforo indisponível e disponibilizá-lo às plantas já são possíveis de serem produzidas num processo industrial, com grande percentual de viabilidade e elevada eficácia. Fungos e bactérias que atacam os nematoides, que produzem enzimas inviabilizando a eclosão dos ovos (ovicidas), que sintetizam e excretam metabólitos (que agem sobre formas jovens e adultas) são, além de eficientes, uma realidade em milhares de hectares cultivados Brasil afora.

O benefício precisa ser mútuo, uma via de mão dupla. Os microrganismos protegem as plantas de patógenos e as plantas fornecem alimentos (aminoácidos, açúcares etc.) para os microrganismos, por meio de exsudados radiculares. Por isso é tão importante que a planta possua um sistema radicular vasto, robusto e sem impedimentos físicos, químicos e biológicos para o seu crescimento.

A ocupação dos sítios da planta (folhas e raízes) por microrganismos benéficos – proporcionando uma “barreira” de defesa contra os microrganismos patogênicos, insetos e nematoides – são valores atribuídos às relações harmônicas que sempre regeram a manifestação genética para o potencial produtivo das plantas cultivadas.

Enfim, estamos no limiar de uma nova era para os biológicos onde a identificação, seleção, avaliação e produção de novos microrganismos deverá ganhar uma escala sem precedentes, resultando em formulações estáveis e de prolongada vida de prateleira, com impacto positivo e expressivo na percepção e adoção dessa ferramenta biotecnológica pelos empresários e produtores rurais. A BIOTROP está fazendo parte dessa biotransformação.

 

* CEO da BIOTROP/TOTAL BIO; MSc PhD.
** Supervisor de Desenvolvimento de Mercado; MSc PhD.

Fonte: Assessoria
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