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Avicultura Ao celebrar 25 anos

Simpósio Brasil Sul de Avicultura consolida protagonismo na América Latina

Promovido pelo Nucleovet, o 25º SBSA e a 16ª Poultry Fair acontecem nos dias 08, 09 e 10 de abril, em Chapecó (SC). O Presente Rural é parceiro de mídia desde 2009 e neste ano fará uma cobertura ainda mais especial do evento, com estúdio de entrevistas, além de um estande, para receber os parceiros e amigos durante o Simpósio.

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Presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, afirma que o Simpósio cria um ambiente propício para o networking, permitindo que profissionais de diferentes regiões e países estabeleçam contatos valiosos - Foto: Divulgação/UQ Eventos

Ao celebrar 25 anos, reconhecido na América Latina pela qualidade técnica e integração de grandes marcas do setor, Chapecó (SC) recebe na próxima semana, o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) e 16ª Poultry Fair. Programado para os dias 08, 09 e 10 de abril, o evento ocorre no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC), organizado pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). O Presente Rural é parceiro de mídia desde 2009 e neste ano fará uma cobertura ainda mais especial do evento, com estúdio de entrevistas, além de um estande, para receber os parceiros e amigos durante o Simpósio.

Consolidado como um dos principais encontros da avicultura latino-americana, com impacto na difusão científica, o SBSA estima reunir mais de 2,5 mil participantes, entre profissionais, estudantes, expositores e entusiastas do setor. A palestra de abertura será conduzida pelo renomado economista e comentarista Samy Dana, que trará uma reflexão sobre produtividade, macroeconomia e inteligência artificial.

Presidente do Nucleovet, Tiago José Mores: “O SBSA tem sido um fórum essencial para a disseminação de conhecimento, inovações e práticas que contribuem significativamente para o avanço da avicultura na América latina”

A  uma semana do evento, o presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, faz um balanço dos 24 anos de realização do Simpósio e reforça o compromisso da entidade em manter o evento como referência no setor, superando as expectativas nesta 25ª edição. Confira:

Como o Nucleovet avalia as 24 edições promovidas até o momento?

Tiago José Mores – Como presidente do Nucleovet, é com imenso prazer que avalio as 24 edições anteriores do Simpósio Brasil Sul de Avicultura como extremamente bem-sucedidas. Ao longo desses anos, o evento se consolidou como uma referência técnica na América Latina, destacando-se pela integração e participação de grandes marcas do setor avícola. O SBSA tem sido um fórum essencial para a disseminação de conhecimento, inovações e práticas que contribuem significativamente para o avanço da avicultura na América latina.

Quais são os diferenciais da 25ª edição e as perspectivas para o futuro do evento?
Tiago José Mores – A 25ª edição do Simpósio, que comemora um marco importante, está programada para ser ainda mais especial. Este ano, além de continuarmos a tradição de excelência em conteúdo técnico, teremos uma programação memorável em comemoração a todo esse legado que o SBSA deixou até aqui. Para o futuro, as perspectivas para o evento são extremamente positivas. Planejamos expandir nossa abrangência temática e geográfica, atraindo palestrantes e participantes de outras partes do mundo, o que enriquecerá ainda mais nosso Simpósio.

Qual é o impacto do SBSA no desenvolvimento técnico e científico da avicultura brasileira?
Tiago José Mores – Desde sua primeira edição, o SBSA serve como um catalisador para a disseminação de novos conhecimentos e práticas avançadas dentro do setor. O evento reúne especialistas renomados, tanto nacionais quanto internacionais, para discutir as últimas pesquisas, inovações tecnológicas e tendências de mercado. Isso proporciona aos profissionais e empresas brasileiras, acesso a informações de ponta, essenciais para manter a competitividade e aprimorar a qualidade na produção avícola. Além disso, o SBSA desempenha um papel crucial no fortalecimento do setor avícola na América Latina.

Como o evento contribui para o fortalecimento do setor na América Latina?
Tiago José Mores – O Simpósio facilita a formação das redes de contato entre profissionais, promovendo uma integração maior entre os países. Essa troca de experiências e conhecimentos contribui significativamente para elevar os padrões de qualidade e eficiência em toda a indústria latino-americana. A colaboração internacional fomentada pelo evento também abre portas para parcerias estratégicas e desenvolvimento conjunto de soluções inovadoras que beneficiam o setor como um todo. Portanto, o impacto do SBSA vai além do avanço técnico e científico, ele também fortalece as bases para um desenvolvimento sustentável e cooperativo da avicultura em toda a América Latina.

O SBSA tem recebido cada vez mais atenção de empresas e especialistas nacionais e internacionais. Como essa interação tem influenciado o evento e o mercado brasileiro?
Tiago José Mores – A crescente atenção de empresas e especialistas nacionais e internacionais ao Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) tem exercido uma influência significativa tanto no evento quanto no mercado brasileiro de avicultura. Essa interação enriquece o SBSA, elevando o seu nível técnico e científico, e proporcionando um espaço mais robusto para a troca de experiências e conhecimento.

A participação de especialistas e empresas multinacionais permite que os profissionais brasileiros se atualizem com tendências globais e adotem soluções que podem melhorar a eficiência e a sustentabilidade de suas operações. No mercado brasileiro, essa interação tem um efeito multiplicador.

A presença de líderes internacionais no evento não só fortalece as relações comerciais e técnicas entre as empresas brasileiras e o mercado global, mas também aumenta a visibilidade do Brasil como o principal player na avicultura mundial. Além disso, a participação internacional ajuda a comunicar nossos padrões de qualidade e segurança alimentar que são essenciais para o acesso a novos mercados e para a competitividade das exportações brasileiras. Em suma, a interação com especialistas e empresas nacionais e internacionais transforma o SBSA em um evento de calibre mundial, trazendo benefícios diretos para o mercado brasileiro ao promover a inovação, a qualidade e a sustentabilidade dentro do setor avícola.

Quantos participantes e expositores são esperados para a 25ª edição?
Tiago José Mores – Na 25ª edição do SBSA são esperadas mais de 2,5 mil pessoas que estarão conosco nos três dias do evento. Tenho certeza que teremos uma participação recorde de empresas que acreditam em nosso formato de evento e desejam estar ao lado no Nucleovet construindo uma história de sucesso.

Depois de 25 edições, qual é o legado que o Simpósio deixa para o setor e para os profissionais que dele participam?
Tiago José Mores – Após 25 edições, o legado do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) para o setor avícola e para os profissionais que dele participaram é profundo e multifacetado. Este evento não apenas moldou as práticas e estratégias dentro da indústria, mas também ajudou a formar uma comunidade de profissionais altamente qualificados e interconectados.

O SBSA tem sido uma plataforma primordial para a disseminação de avanços científicos e inovações tecnológicas. A

Consolidado e reconhecido na América Latina pela qualidade técnica e integração de grandes marcas, o evento espera reunir mais de 2,5 mil pessoas, entre profissionais, estudantes, expositores e entusiastas do setor – Fotos: Divulgação MB Comunicação

cada ano, o simpósio traz painéis com assuntos do momento no campo da avicultura. Isso garante que o setor permaneça na vanguarda das práticas de produção sustentável e eficiente. Além disso, o SBSA disponibiliza espaços anexos ao evento para servir de marco para as empresas fazerem lançamentos de novos produtos ou tecnologias disruptivas, tudo isso dentro do maior evento de avicultura da América Latina.

Para os profissionais, o SBSA oferece uma oportunidade inestimável de desenvolvimento e capacitação. Participar do evento permite que eles aprimorem suas habilidades, ampliem seus conhecimentos e se atualizem com as tendências globais que afetam a indústria. Isso é fundamental para a progressão da carreira e para manter a competitividade no mercado de trabalho.

Quais são as oportunidades de networking proporcionadas pelo Simpósio e como elas podem beneficiar os participantes?
Tiago José Mores – O Simpósio cria um ambiente propício para o networking, permitindo que profissionais de diferentes regiões e países estabeleçam contatos valiosos. Essas conexões frequentemente se transformam em colaborações frutíferas, parcerias comerciais e trocas acadêmicas que beneficiam tanto os indivíduos quanto as organizações envolvidas. Por meio das discussões e dos consensos alcançados durante o evento, o SBSA exerce influência nas políticas e regulamentações do setor avícola. Isso inclui questões como normas de bem-estar animal, segurança alimentar e práticas de sustentabilidade.

O evento serve como um fórum para debater e moldar as diretrizes que irão reger o futuro da indústria. Em resumo, o Simpósio Brasil Sul de Avicultura deixa um legado duradouro de inovação, colaboração e excelência profissional que continua a beneficiar o setor avícola e os profissionais envolvidos, garantindo que o setor continue a crescer e evoluir de maneira responsável e sustentável.

Qual mensagem o presidente do Nucleovet gostaria de deixar para os participantes, patrocinadores e parceiros do SBSA nesta edição tão especial?
Tiago José Mores – Como presidente do Nucleovet, gostaria de expressar minha sincera gratidão e entusiasmo a todos os participantes, patrocinadores e parceiros que estarão conosco na 25ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Esta edição não será apenas um marco na história do SBSA, mas também uma celebração de tudo o que alcançamos juntos ao longo dos anos.

Para nossos participantes, quero agradecer pela dedicação contínua em buscar conhecimento e excelência em suas práticas. É o seu compromisso com o aprimoramento profissional que impulsiona a evolução da nossa indústria. Esperamos que este evento seja uma fonte de inspiração e inovação que você possa levar para suas atividades diárias, contribuindo para o crescimento sustentável da avicultura.

Aos nossos patrocinadores e parceiros, nosso profundo agradecimento pelo apoio constante. Sua colaboração é fundamental para o sucesso deste evento. A parceria que construímos ao longo dos anos é a base que nos permite oferecer um simpósio de alta qualidade, repleto de oportunidades, de aprendizado e de networking. Sem o seu envolvimento, não seríamos capazes de alcançar nossos objetivos em comum de promover a excelência no setor avícola.

Nesta 25ª edição, renovamos nosso compromisso de proporcionar um evento que não só aborda as questões atuais, mas também antecipa as tendências futuras da avicultura. Estamos aqui para aprender, discutir e colaborar, garantindo que o legado do SBSA continue a influenciar positivamente o setor.

Que o Simpósio seja um espaço de renovação de conhecimentos e de fortalecimento de laços entre todos nós que compartilhamos a paixão pela Avicultura. Juntos, continuaremos a fazer história, impulsionando o progresso e a inovação em nossa indústria. Aproveitem ao máximo cada momento do evento, e que ele seja um ponto de partida para novas oportunidades e sucessos.

Inscrições
Profissionais e estudantes podem se inscrever por R$ 890 e R$ 500 respectivamente. O investimento para participar da feira de negócios é de R$ 200. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. Para se inscrever clique aqui.

A programação completa do evento pode ser conferida aqui.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura

Brasil entra pela primeira vez no top 10 mundial de consumo per capita de ovos

Brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026.

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Fotos: Shutterstock

A avicultura de postura encerra 2025 em um ciclo de expansão, sustentado sobretudo pelo avanço do consumo doméstico e por uma mudança clara no comportamento alimentar da população. O brasileiro nunca consumiu tantos ovos e as estimativas apontam que o consumo per capita deverá atingir 287 unidades, podendo ultrapassar a marca de 300 ovos em 2026, segundo projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Caso isso se confirme, o Brasil vai integrar, pela primeira vez, o ranking dos 10 maiores consumidores per capita de ovos do mundo.

Essa escalada do consumo é resultado da maior oferta nacional, que deve chegar a 62,250 bilhões de unidades em 2025, com perspectiva de atingir 66,5 bilhões de ovos em 2026, da combinação entre preço competitivo, conveniência e maior confiança do público no valor nutricional do alimento. “O consumidor busca alimentos nutritivos, com boa relação custo-benefício e que se adaptem ao dia a dia. O ovo entrega exatamente esses três pilares, por isso que deixou de ser apenas um substituto de outras proteínas e consolidou espaço definitivo no cotidiano das famílias. Hoje, participa muito mais do café da manhã dos brasileiros. É uma mudança cultural motivada pela acessibilidade do produto e por seu preço extremamente competitivo frente a outras proteínas, como a bovina”, evidencia o diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert, destacando que a expansão também se deve do ciclo recente de investimentos dos produtores em aviários mais modernos, mecanização e tecnologias de automação, que têm elevado eficiência e produtividade em várias regiões do País.

O profissional reforça que a maior segurança do consumidor em relação ao alimento tem base em evidências científicas mais robustas, aliadas ao esforço de comunicação do setor e do próprio IOB na atualização de informações e combate a mitos históricos. “Há quase duas décadas, o Instituto Ovos Brasil atua na promoção do consumo e na educação nutricional, período em que registrou avanço significativo na percepção pública sobre o alimento. Contudo, as dúvidas relacionadas ao colesterol ainda existem”, pontua, acrescentando: “A ciência evoluiu e já demonstrou que o impacto do colesterol alimentar é diferente do que se acreditava no passado. Essa informação vem ganhando espaço de maneira consistente”, afirma Herbert.

Preço competitivo sustenta consumo

O preço segue como um dos principais vetores da expansão do consumo. Para Herbert, a combinação entre custo acessível, praticidade de preparo e alto valor nutricional reforça a competitividade do produto. “É um alimento versátil, de preparo rápido e com uma lista extensa de aminoácidos. Essa soma faz com que o ovo esteja cada vez mais presente nas mesas dos brasileiros”, avalia.

Exportações sobem mais de 100% em 2025

Diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert: “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”- Foto: Arquivo OP Rural

Embora ainda representem uma fatia pequena da produção nacional, as exportações ganham tração. A ABPA projeta até 40 mil toneladas exportadas em 2025, um salto de 116,6% frente às 18.469 toneladas embarcadas em 2024. Para 2026, o volume pode avançar a 45 mil toneladas, alta de 12,5% sobre o previsto para este ano.

Herbert exalta as aberturas de mercados estratégicos, com os Estados Unidos se destacando no primeiro semestre de 2025, e o Japão se consolidando como comprador regular. Chile e outros países da América Latina mantêm presença relevante, enquanto acordos com Singapura e Malásia ampliam o alcance brasileiro. Um dos marcos de 2025 foi o avanço dos trâmites para exportação à União Europeia, que deve ter peso crescente a partir de 2026. “Mesmo exportando cerca de 1% da produção, o volume é significativo porque o Brasil figura entre o quarto e o quinto maior produtor do mundo. Estamos preparados para ocupar um espaço maior no mercado global”, enaltece Herbert, destacando que a reputação do País em biosseguridade fortalece essa competitividade.

Custos seguem incertos

O cenário para ração, energia, embalagens e logística segue desafiador. Herbert aponta que prever alívio em 2026 é praticamente impossível, dada a forte dependência de insumos dolarizados como milho e farelo de soja. “O câmbio é um dos fatores que mais influenciam o custo dos grãos, tornando qualquer projeção extremamente difícil”, diz.

A estratégia do setor permanece focada em eficiência interna e gestão de custos, enquanto aguarda maior clareza do mercado internacional.

Avanço em programas sociais e políticas públicas

O IOB também fortaleceu ações voltadas ao acesso ao ovo em 2025. A entidade participou de eventos educacionais e doou materiais informativos, reforçando o papel da proteína na segurança alimentar. “A campanha anual do Mês do Ovo ampliou visibilidade e estimulou inserção do produto em programas de alimentação pública, como merenda escolar”, ressalta Herbert, enfatizando que ampliar o consumo em iniciativas sociais é prioridade. “Seguimos trabalhando para facilitar o acesso da população a um alimento completo, versátil e nutritivo”.

Combate à desinformação

A comunicação permanece entre os maiores desafios. Em um ambiente de excesso de informações, o IOB aposta em estratégias digitais e parcerias com nutricionistas, educadores e influenciadores de saúde para alcançar públicos emergentes, como pais de crianças, praticantes de atividade física e pessoas em transição para dietas mais equilibradas. “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”, afirma o diretor.

Um setor mais organizado e unido

Herbert destaca que o IOB vive um momento de fortalecimento institucional, com crescimento no número de associados e maior representatividade dos principais estados produtores. “Estamos no caminho certo. Trabalhamos para estimular a produção legalizada, reforçar cuidados sanitários e aproximar o produtor, além de orientar consumidores e profissionais de saúde”, salienta.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Países árabes impulsionam exportações brasileiras de carne de frango em 2025

Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita figuram entre os principais destinos, contribuindo para novo recorde de volume exportado pelo setor, que superou 5,3 milhões de toneladas no ano.

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Foto: Ari Dias/AEN

Dois países árabes, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, estiveram entre os principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango em 2025. Os Emirados foram o maior comprador, com 479,9 mil toneladas e aumento de 5,5% sobre 2024. A Arábia Saudita ficou na terceira posição entre os destinos internacionais, com aquisições de 397,2 mil toneladas e alta de 7,1% sobre o ano anterior.

As informações foram divulgadas na terça-feira (06) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo a entidade, o Japão foi o segundo maior comprador da carne de frango do Brasil, com 402,9 mil toneladas, mas queda de 0,9% sobre 2024, a África do Sul foi a quarta maior importadora, com 336 mil toneladas (+3,3%), e Filipinas vieram em quinto lugar, com 264,2 mil toneladas (+12,5%).

Foto: Jonathan Campos

A ABPA comemorou o resultado das exportações em 2025, que foram positivas, apesar da ocorrência de gripe aviária no País. As vendas ao exterior somaram 5,324 milhões de toneladas, superando em 0,6% o total exportado em 2024. O volume significou um novo recorde para as exportações anuais do setor, segundo a ABPA. Já a receita recuou um pouco, em 1,4%, somando US$ 9,790 bilhões.

“O ano foi marcado pela resiliência do setor e pela superação de um dos maiores desafios da história da avicultura nacional, com o registro de um foco, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais. Fechar o ano com resultados positivos, conforme previu a ABPA, é um feito a ser celebrado e reforça a perspectiva projetada para 2026, ampliando a presença brasileira no mercado global”, disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin, em nota divulgada.

Fonte: ANBA
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Exportações de ovos crescem mais de 121% e batem recorde histórico em 2025

Setor supera 1% da produção nacional exportada e amplia presença em mercados de maior valor agregado.

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Foto: Rodrigo Fêlix Leal

As exportações brasileiras de ovos, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 40.894 toneladas nos 12 meses de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde histórico e supera em 121,4% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 18.469 toneladas.

Foto: Rodrigo Fêlix Leal

A receita também é recorde. O saldo do ano chegou a US$ 97,240 milhões, número 147,5% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 39,282 milhões.

No mês de dezembro, foram exportadas 2.257 toneladas de ovos, número 9,9% maior em relação aos embarques alcançados no mesmo período de 2024, com 2.054 toneladas. Em receita, a alta é de 18,4%, com US$ 5.110 milhões em dezembro de 2025, contra US$ 4.317 milhões no mesmo mês de 2024. “O ano foi marcado pela forte evolução das exportações aos Estados Unidos, movimento que perdeu ritmo após a imposição do tarifaço. Em contrapartida, o setor se reorganizou e novos destinos ganharam impulso, como o Japão, um mercado de alto valor agregado que passou a liderar os embarques brasileiros nos últimos meses do ano. Com esses volumes, as exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor, sem comprometer o abastecimento interno, que segue absorvendo cerca de 99% do que é produzido no país”, ressaltou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Entre os principais destinos de 2025, os Estados Unidos encerraram o ano com maior volume acumulado, totalizando 19.597 toneladas

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “As exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

(+826,7% em relação ao total de 2024), seguido pelo Japão, com 5.375 toneladas (+229,1%), Chile, com 4.124 toneladas (-40%), México, com 3.195 toneladas (+495,6%) e Emirados Árabes Unidos, com 3.097 toneladas (+31,5%).  “Com a consolidação da cultura exportadora, a expectativa é de manutenção do fluxo das exportações em patamares positivos. Esse movimento, somado ao contexto climático do início do ano, com temperaturas elevadas, e à proximidade do período de maior demanda da quaresma, deverá contribuir para o equilíbrio da oferta ao mercado interno”, afirma Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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