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Similaridade genética de Escherichia coli estará em discussão no SBSA

Tema polêmico, que gera mobilização de opinião pública, estará em debate no XIX Simpósio Brasil Sul de Avicultura

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A palestra “Similaridade genética de Escherichia coli patogênica para as aves (APEC) com estirpes humanas e a resistência antimicrobiana justificam a preocupação”, será apresentada pela professora Dra. Terezinha Knöbl, da USP, durante o no XIX Simpósio Brasil Sul de Avicultura, que será realizado de 10  a 12 de abril no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nês, em Chapecó, SC. A palestra de caráter informativo contribuirá com a atualização de técnicos e demais profissionais ligados a cadeia de produção de aves para temas relacionados à colibacilose.

A palestrante, médica veterinária Dra. Terezinha Knöbl, tem mestrado em Patologia Experimental e Comparada pela Universidade de São Paulo (1999) e doutorado em Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professora associada do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. A especialista em Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal, com ênfase em Epidemiologia das zoonoses destaca que “o foco da palestra será discutir a semelhança genética entre isolados de Escherichia coli de origem humana e aviária. Este aspecto assume importância internacional, pois os trabalhos atuais apontam o alimento de origem animal como via de transmissão de infecções urinárias, meningites e sepse. Além do aspecto zoonótico, a crescente resistência antimicrobiana em cepas de Enterobactérias é uma preocupação adicional, pois tornam estas infecções intratáveis nas aves e nos humanos” explica.

Zoonoses como barreiras econômicas

Baseada na experiência em doenças aviárias, infecções causadas por Enterobactérias, colibacilose e fatores de virulência bacteriana, Terezinha relata o impacto no setor: “As zoonoses atuam como barreiras econômicas para o mercado internacional de carnes. O Brasil, na condição de um dos maiores produtores e exportadores de carne, deve investir em estudos epidemiológicos e de monitoramento para garantir a produção de alimento seguro”, afirma.

As palestras fazem parte da programação que apresentará temas relevantes para toda a cadeia avícola e tendências do mercado mundial de grãos e perspectivas brasileiras, inovações de mercado em relação ao consumidor e mídias sociais, uso racional de antibióticos e novas alternativas para a manutenção da sanidade intestinal das aves. Temas inovadores também estarão em discussão como metagenômica e as novas ferramentas para tomada de decisão em saúde intestinal.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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