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SIIL Halal é reconhecido como certificador para a África do Sul

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A África do Sul é um dos destinos mais promissores para o comércio com o Brasil nos próximos anos. E, atento a essa demanda, o Serviço de Inspeção Islâmica (SIIL Halal) foi reconhecido como certificador para a África do Sul pelo Conselho Judicial Muçulmano (MJC), que representa mais de 140 mesquitas na região do Cabo Ocidental e atua na certificação halal há mais de 50 anos, tendo sido a primeira autoridade em toda a África.
O Conselho Judicial Muçulmano (MJC) tem sede na África do Sul, com reconhecimento pelas autoridades religiosas islâmicas e pelo Judiciário. O Conselho tem várias divisões e departamentos. A Divisão responsável por Certificação Halal é a “Certificação e Monitoramento” (MJC Halal TRUST).
Conforme o Diretor executivo da SIIL – Serviço de Inspeção Islâmica -,Chaiboun Darwiche, a certificação é para produtos alimentícios em geral. Atualmente, expõe ele, os principais produtos exportados do Brasil para a África do Sul são: carne, açúcar, grãos, entre outros alimentos e produtos. “Já estamos certificando algumas empresas que têm negócios com a África do Sul”, informa Darwiche, citando entre os produtos, as carnes de frango e de bovino.
Chaiboun Darwiche informa que, para conseguir a certificação, o SIIL Halal recebeu uma missão da África do Sul, que testificou pessoalmente a idoneidade do trabalho da empresa. A comitiva, que visitou o Serviço de Inspeção Islâmica em setembro do ano passado foi composta por membros do MJC. Chaiboun Darwiche menciona que a SIIL Halal tem recebido várias missões, o que têm consolidado a sua posição como uma das principais certificadoras do Brasil para produtos halal. Ele explica, ainda, que o termo “halal” significa produto lícito para consumo, ou seja, durante o processo de produção foram respeitados diversos quesitos sanitários e religiosos islâmicos. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) o islamismo é a religião que mais cresce no mundo, sendo que seus seguidores consomem apenas alimentos halal, conforme os preceitos do Alcorão, livro sagrado do Islam.
 
Comércio
De 2003 a 2012, o comércio do Brasil com a África cresceu de US$ 6 bilhões para US$ 26,5 bilhões. O continente responde por cerca de 5,7% do total da balança comercial brasileira – é o quinto maior comprador do Brasil, atrás de China, Estados Unidos, Argentina e Países Baixos.
Relatório do Banco de Desenvolvimento da África (BDA), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Programa de Desenvolvimento (Pnud) da Organização das Nações Unidas (ONU)  prevê para 2014 que a África tenha um crescimento de 5,8%. A África do Sul, especificamente, é a maior economia do continente africano. Em 2010, o seu Produto Interno Bruto (PIB) foi de US$ 357,3 bilhões, com previsão de crescimento de 3,5% para 2011, e crescimento médio de 4% no período de 2011 a 2014, conforme relatório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
O relatório destaca, ainda, que, segundo a classificação do Doing Business, a África do Sul fico na 34ª posição no ranking de 183 países avaliados por sua facilidade para fazer negócios. Em 2010, o mercado sul-africano importou US$ 80,1 bilhões em mercadorias, tendo sido o segundo maior destino de produtos brasileiros no continente africano. O país importou do Brasil US$ 1,3 bilhão de mercadorias. A Apex aponta como principais oportunidades de negócios entre o Brasil e a África do Sul os alimentos, bebidas e demais produtos do agronegócio, como açúcar, carnes de aves e de boi, mate, suco de laranja, farinhas para animais, massas e preparações alimentícas, entre outros.

Fonte: Assessoria

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Regulamento da 49ª Expointer define ingressos e normas para expositores

Documento estabelece normas e orientações para expositores e participantes da feira, marcada para 29 de agosto a 06 de setembro.

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Foto: Joel Vargas

O Regulamento Geral da 49ª Expointer, que será realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (PEEAB), em Esteio, de 29 de agosto a 06 de setembro, foi publicado.

O documento estabelece os preços dos ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia-entrada). Crianças de até seis anos acompanhadas dos pais ou responsáveis entram gratuitamente. Estudantes, idosos a partir de 60 anos e pessoas com deficiência têm direito à meia-entrada. O estacionamento custará R$ 53. Os valores não incluem a Taxa de Serviço, aplicada para compras de ingressos em plataformas digitais.

A tabela de preços para ocupação das áreas do parque também foi definida pela Comissão Executiva da Expointer. Podem participar como expositores criadores de animais, agropecuaristas, empresas industriais e comerciais de máquinas, implementos e equipamentos, produtos agropecuários e agrícolas, além de entidades legalmente constituídas e pessoas físicas que realizem inscrição prévia e assinem os termos de autorização e contratos junto à administração do parque.

O regulamento ainda traz informações sobre início da montagem e desmontagem dos estandes, credenciamento e normas gerais do evento.

A Expointer é organizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, com copromoção da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag/RS), Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), Prefeitura de Esteio, Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raças (Febrac) e Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Fonte: Assessoria Expointer
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Prêmio Melhores do Biogás Brasil recebe votação do público

Premiação vai ocorrer durante o 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, no dia 14 de abril, em Foz do Iguaçu (PR). Nesta edição, 33 profissionais e organizações concorrem ao prêmio em cinco categorias.

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Vencedores do Prêmio Melhores do Biogás Brasil em 2025. Premiação entregue no 7º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Bento Gonçalves (RS) - Foto: César Silvestro/Divulgação FSBBB

O Prêmio Melhores do Biogás Brasil, a ser entregue durante o 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano (FSBBB), que ocorrerá de 14 a 16 de abril, no Bourbon Thermas Eco Resort Cataratas, em Foz do Iguaçu (PR), está com votação pública aberta para escolha dos vencedores desta quinta edição. A premiação destaca iniciativas desenvolvidas por profissionais e organizações em cinco categorias: Melhor Profissional; Melhor Organização; Unidades/Plantas Geradoras de Biogás – neste caso incluindo três subcategorias (Saneamento, Pecuária e Indústria); Consumidor de Biogás/Biometano; e Mobilidade com Biometano.

A votação é on-line no site do 8º Fórum, acesse clicando aqui.

Os nomes dos concorrentes à premiação foram sugeridos na primeira etapa da premiação. A partir dessas recomendações públicas, uma comissão técnica avaliadora realizou a curadoria das indicações para cada uma das categorias. Nesta edição, 33 profissionais e organizações concorrem ao prêmio:

Melhor profissional: Lucio Ricken; Tiago Nascimento Silva; Maycon Savoldi, Loana Defaveri Fortes; Alessandro Gardemann.

Melhor Organização: 3DI Biogás; Brasuma; Óxido de Ferro Rio Acima; Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis– ANP; Grupo Regera.

Mobilidade com Biometano: Governo do Estado de Goiás; Primato Cooperativa Agroindustrial; Ultragaz; Scania.

Consumidor de Biogás e Biometano: Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata; Frimesa Cooperativa Central – Unidade Frigorífica de Medianeira; Grupo Cetric; Grupo L’Oréal no Brasil.

Unidades/Plantas Geradoras de Biogás

 – Indústria: Copacol – Cooperativa Agroindustrial Consolata; Cocal; Frimesa Cooperativa Central – Unidade Frigorífica de Medianeira; Geoelétrica Tamboara Bioenergia SPE; Grupo Energisa –  Usina de Campos Novos (Agric); JBS Friboi.

– Pecuária: Fazenda Trevisan; Fazenda Sekita; Artagro – Leite e Grãos; Coopenad – Cooperativa dos Produtores de Energia e Adubo; BGA Kohler.

– Saneamento: ETE Belém – Biogás (USBioenergia); GNR Fortaleza; Usina Termoelétrica a Biogás UTB; Usinas de Biometano CH4 Energia e GA Energia.Reconhecimento.

A premiação é um reconhecimento do Fórum a iniciativas que são exemplos em pesquisa, inovação, desenvolvimento, utilização, liderança e operações em biogás e biometano, especialmente diante do potencial e das perspectivas de crescimento do setor.

A etapa de votação pelo público segue até o dia 09 de abril. Os vencedores serão conhecidos no dia 14 de abril, no encerramento da programação do primeiro dia do 8º Fórum, em Foz do Iguaçu (PR).

O FSBBB premiará os três primeiros colocados nas categorias Melhor Profissional e Melhor Organização; os primeiros mais votados nas categorias Consumidor de Biogás/Biometano; Mobilidade com Biometano; e os primeiros mais votados em cada subcategoria de Unidades/Plantas Geradoras. Os vencedores receberão troféu e certificado.

A premiação do Melhores do Biogás Brasil é uma das atividades do 8º FSBBB, cuja programação inclui nove painéis, Espaço de Negócios, Momento Startups e visitas técnicas a plantas produtoras de biogás e biometano. Haverá atividades específicas pré-evento, no dia 13 de abril.

O Fórum é realizado pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), pela Embrapa Suínos e Aves, pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e organizado pela Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (SBERA).

As inscrições para participar do Fórum podem ser feitas no site, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria FSBBB
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Cooperativa Tradição inaugura indústria de soja em Pato Branco com capacidade para 3 mil toneladas diárias

Investimento de R$ 770 milhões amplia produção de óleo e farelo, incorpora tecnologias da Indústria 4.0 e fortalece geração de empregos e economia regional.

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Foto: Divulgação/Tradição

A Cooperativa Agroindustrial Tradição inaugurou sua Indústria de Óleo e Farelo de Soja, instalada no Complexo Industrial Tradição, em Pato Branco (PR). O evento reuniu diretores da cooperativa, o governador Carlos Massa Ratinho Júnior, o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, deputados estaduais e federais, secretários estaduais, o prefeito Géri Natalino Dutra, o conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná, Augustinho Zucchi, além de diversas lideranças e cooperados.

Considerado o maior investimento da história da cooperativa, o empreendimento marca um novo ciclo de crescimento da cadeia produtiva da soja. Com aporte de R$ 770 milhões, a planta industrial tem capacidade para processar até 3 mil toneladas de soja por dia. Segundo o diretor de operações, Estefano Stemmer Júnior, a indústria inicia operação em abril e prevê esmagamento de 620 mil toneladas no primeiro ano. O projeto contou com apoio financeiro de instituições como Finep, BNDES, BRDE, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Banco ABC e Sicredi.

Para o presidente da Tradição, Julinho Tonus, a entrega da indústria representa um avanço estratégico construído de forma coletiva. “Este empreendimento é resultado de planejamento sólido e trabalho conjunto entre cooperativa e cooperados. A nova indústria reforça nosso compromisso com geração de valor, ampliação de oportunidades e sustentabilidade, atendendo com eficiência à produção dos cooperados”, afirma.

Durante a solenidade, o governador Ratinho Júnior destacou o protagonismo do Paraná no agronegócio nacional e internacional, ressaltando o papel das cooperativas no fortalecimento da economia. O presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, destacou a trajetória de crescimento da Tradição, que passou do beneficiamento de sementes ao trigo e agora à produção de óleo e farelo de soja. O prefeito de Pato Branco, Géri Natalino Dutra, ressaltou o impacto do investimento na geração de empregos e no fortalecimento da economia local, enquanto o conselheiro Augustinho Zucchi reforçou o papel das cooperativas na transformação econômica e social da região.

O novo complexo industrial também amplia a capacidade de armazenagem da cooperativa, somando 200 mil toneladas de grãos, 60 mil toneladas de farelo de soja e 12 mil toneladas de óleo de soja. Segundo o diretor executivo Fernando Alan Tonus, a planta incorpora tecnologias da Indústria 4.0, reduz emissão de partículas, elimina efluentes líquidos, reaproveita água e utiliza biomassa de florestas plantadas como matriz energética, sem impacto sobre áreas nativas. A área total do complexo é de 61 hectares, com 19,6 hectares destinados à conservação ambiental, incluindo Reserva Legal e Área de Preservação Permanente.

Na cerimônia, Julinho Tonus também resgatou a trajetória da cooperativa no sudoeste do Paraná, destacando seu papel no crescimento do agronegócio e o compromisso com o desenvolvimento regional, geração de oportunidades e fortalecimento da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria Cooperativa Tradição
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