Conectado com

Empresas

Sicredi Vanguarda impacta mais de 160 mil pessoas com programas sociais e educacionais

No Sicredi, o cooperativismo não é apenas um modelo de negócio: é um estilo de vida que une propósito e resultado, com foco nas pessoas e no desenvolvimento coletivo

Publicado em

em

Foto e texto: Assessoria

Com atuação no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, a cooperativa reforça o compromisso com o cooperativismo e a inclusão social
Em um marco histórico para o movimento cooperativista, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas, reconhecendo o impacto transformador desse modelo ao redor do mundo. Um dos protagonistas dessa evolução é o Sicredi, a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, com mais de 120 anos de história, mais de 9 milhões de associados e mais de 2.800 agências espalhadas por todos os estados brasileiros e pelo Distrito Federal.

“Essa expansão reflete o fortalecimento do cooperativismo financeiro no país e seu papel como agente de desenvolvimento regional. O crescimento das cooperativas, do número de associados e da oferta de produtos mostra a confiança crescente no modelo, que entrega benefícios reais, com taxas mais justas, participação ativa e foco na comunidade”, destaca Fátima Adriana Valiati Ambrosio, gerente de Cooperativismo e Sustentabilidade da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ.

Segundo dados recentes do Banco Central, o cooperativismo de crédito brasileiro atende mais de 17,3 milhões de pessoas, por meio de 768 cooperativas espalhadas por todo território brasileiro. Juntas, essas instituições somam mais de R$ 730 bilhões em ativos, com resultados que crescem acima da média do Sistema Financeiro Nacional.

“Acreditamos que um relacionamento próximo, baseado na confiança, é o que nos diferencia e nos fortalece como instituição financeira cooperativa. Cuidamos de cada associado de forma singular. Hoje, oferecemos mais de 300 produtos e serviços pensados para acompanhar cada momento da vida financeira deles. Mas o que realmente nos move vai além das soluções: é o compromisso em gerar valor aos associados e à comunidade em que atuamos”, reforça Aldo Dagostim, presidente da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ.

 

União que transforma

No Sicredi, o cooperativismo não é apenas um modelo de negócio: é um estilo de vida que une propósito e resultado, com foco nas pessoas e no desenvolvimento coletivo. “É essa força construída a muitas mãos que impulsiona o desenvolvimento local, promove a inclusão financeira e contribui para o bem-estar de todos”, conclui Dagostim.

Com mais de 250 mil associados, a Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ mostra que cooperar é também transformar comunidades. Em 2024, cerca de 160 mil pessoas foram impactadas com programas educacionais e sociais. Um exemplo é o Programa A União Faz a Vida (PUFV), que já transformou a vida de mais de 47 mil alunos, em 27 cidades de sua área de atuação: 17 no Paraná, 7 em São Paulo e 3 no Rio de Janeiro.

“Atuamos em diversas frentes sociais, educacionais e ambientais, reafirmando nosso compromisso com a comunidade. Destinamos 1% do resultado da cooperativa ao Fundo Social, apoiamos projetos de educação financeira, formação de lideranças, comitês jovens e femininos, além de iniciativas que promovem o cooperativismo. Na área ambiental, destacamos ações como o Projeto Metano Evitado em propriedades rurais, entre outras iniciativas”, acrescenta Fátima.

 

Ensinamentos que ultrapassam gerações

O Sicredi está presente em todas as fases da vida: desde a infância, com educação financeira lúdica, até a fase adulta, com soluções para o dia a dia, crédito, investimentos e planejamento familiar – inclusive para aposentados e empreendedores que buscam segurança financeira.

“Buscamos ampliar nosso alcance por meio de parcerias com escolas e instituições públicas e privadas, promovendo educação financeira com foco em planejamento familiar, empreendedorismo e consumo consciente. Mais do que oferecer serviços, atuamos como consultores, incentivando uma relação saudável e equilibrada com o dinheiro desde a infância”, ressalta Fátima Adriana.

Além disso, a cooperativa realiza ações educativas para todas as idades, como palestras, oficinas e workshops, e também disponibiliza materiais que facilitam o entendimento sobre finanças no dia a dia. Um dos destaques é a parceria com a Turma da Mônica que, de forma lúdica, ensina às crianças o valor do dinheiro e o consumo consciente. Todo o conteúdo é acessível tanto para associados quanto para a comunidade. Acesse os materiais da Turma da Mônica por meio do link: https://www.sicredi.com.br/sites/turmadamonica/ .

Outra campanha é a Turminha da Poupança, que incentiva crianças e adolescentes de até 15 anos a desenvolverem o hábito de poupar, oferecendo prêmios como pelúcias colecionáveis a partir do acúmulo de pontos com depósitos na poupança e abertura de conta-corrente. Saiba como participar através do link: https://www.sicredi.com.br/coop/vanguarda/turminha-da-poupanca/

Fonte: Assessoria

Empresas

Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

Publicado em

em

Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo

Empresas

 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Publicado em

em

Divulgação

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

* p<0,05

Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

* p<0,05

Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
Continue Lendo

Empresas

Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Publicado em

em

Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo
Editora O Presente 35 anos

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.