Empresas Show Rural 2025
Sicredi renova patrocínio e anuncia R$ 8 bilhões para fortalecer parceria com agronegócio
Principal agente repassador do BNDES, instituição financeira cooperativa oferece linhas de crédito, seguros e condições especiais para consórcios durante um dos maiores eventos do setor na América Latina, de 10 a 14 de fevereiro, em Cascavel (PR).

Com mais de 8,5 milhões de associados em todo o Brasil, o Sicredi estará presente na 37ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 10 e 14 de fevereiro de 2025, em Cascavel (PR). Reconhecido como um dos três maiores eventos do agronegócio na América Latina, o encontro será uma vitrine para a instituição financeira cooperativa, que disponibilizará R$ 8 bilhões em linhas de crédito aos produtores rurais associados. Além disso, oferecerá condições especiais para aquisição de seguros e consórcios, com o suporte de mais de 100 colaboradores no atendimento. A presença do Sicredi no Show Rural reforça seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio no Paraná, estado onde é líder em número de agências, conforme dados do Banco Central do Brasil (BACEN). Atualmente, o Sicredi conta com 477 agências no estado.
Parceiro dos produtores rurais há mais de um século, o Sicredi liberou mais de R$ 7,8 bilhões em crédito agropecuário entre julho e novembro de 2024, registrando um crescimento de 8% em relação ao ano anterior. “Somos um parceiro essencial no financiamento do agronegócio. Apenas na edição de 2024 do Show Rural, somamos 700 propostas de financiamento, totalizando R$ 325 milhões destinados à aquisição de utilitários, maquinários e tecnologias agrícolas”, destaca o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias. Ele ressalta que, para 2025, o objetivo é ampliar ainda mais o apoio ao produtor rural, abrangendo desde o custeio de safras até o incentivo a tecnologias sustentáveis, incluindo a proteção patrimonial com seguros rurais e consórcios voltados ao planejamento para aquisição de novos bens.
Consórcios e seguros como solução para o campo
A modernização no campo é uma prioridade para agricultores que buscam se destacar em um setor cada vez mais competitivo. Nesse contexto, o Sicredi tem ampliado seu portfólio de consórcios para veículos pesados, máquinas e implementos agrícolas, disponibilizando créditos de até R$ 1,5 milhão com condições flexíveis de pagamento, com as menores taxas do mercado. “Essa é uma solução estratégica e acessível, permitindo que os produtores adquiram maquinários e equipamentos agrícolas de forma planejada e sem juros. Além disso, possibilita a compra de bens de maneira econômica, sustentável e organizada, sendo uma excelente opção para quem deseja se planejar financeiramente e não tem pressa em realizar a aquisição”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Devanir Brisola.
Além da modernização, os produtores rurais enfrentam riscos que podem comprometer suas propriedades e aumentar a vulnerabilidade do patrimônio rural. Para atender a essas demandas, o Sicredi oferece seguros patrimoniais que cobrem situações adversas como incêndios, vendavais, alagamentos e furtos, garantindo a continuidade dos negócios e mitigando os impactos financeiros. “Com canais de atendimento para sinistros disponíveis 24 horas, via telefone e WhatsApp, asseguramos agilidade e eficiência nos momentos críticos. Em 2025, o Sicredi continuará expandindo suas soluções financeiras, reforçando seu compromisso de apoiar o produtor rural em todas as etapas de sua atividade”, complementa Brisola.
BNDES e agricultura familiar
Líder nos repasses de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Sicredi disponibiliza soluções para diversos segmentos por meio das linhas do banco de desenvolvimento, com destaque para o estímulo ao agronegócio no Brasil. No ranking dos agentes financeiros parceiros com melhor desempenho em 2023, o Sicredi foi reconhecido como líder nas categorias “Clientes Apoiados pelo BNDES” e “Valor Operado Geral”. Até maio de 2024, o saldo da carteira de crédito do Sicredi com recursos do BNDES alcançou R$ 23,9 bilhões, distribuídos em mais de 186 mil operações, sendo mais de 131 mil voltadas para o apoio à agricultura familiar.
A instituição financeira cooperativa também se consolida como um aliado estratégico dos produtores rurais, oferecendo soluções financeiras personalizadas e investindo em sustentabilidade. Com linhas de financiamento direcionadas a iniciativas ambientais e sociais, o Sicredi destinou, ao longo de 2023, mais de R$ 10,5 bilhões no Paraná para atividades como agricultura familiar, agricultura de baixo carbono e energia renovável. “Acreditamos que as ações de hoje têm impacto direto no futuro. Por isso, buscamos contribuir para comunidades e sociedades mais equilibradas, promovendo soluções que englobem aspectos econômicos, sociais e de governança”, avalia Gilson.
Como um dos principais agentes financeiros no apoio ao pequeno produtor, o Sicredi também lidera o volume de operações no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Focado no fortalecimento da produção local e no desenvolvimento sustentável das comunidades, a instituição reforça seu compromisso com o setor. “Nossa atuação é centrada nas pessoas e no impacto positivo que geramos nas regiões onde estamos presentes, algo que chamamos de ciclo virtuoso. O associado sabe que pode contar conosco, seja no Show Rural ou em uma de nossas agências”, conclui.

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Elanco projeta novo ciclo de crescimento sustentável em Dia do Investidor
Empresa prevê avanço anual da receita, expansão de margem e geração de até US$ 1 bi em caixa livre entre 2026 e 2028.

A Elanco Saúde Animal (NYSE: ELAN) apresentou, em seu primeiro Dia do Investidor em cinco anos, um novo plano estratégico para impulsionar um ciclo de crescimento sustentável apoiado em três frentes: Inovação, Portfólio e Produtividade (IPP). As projeções incluem crescimento orgânico anual da receita em um dígito médio, expansão do EBITDA ajustado em um dígito alto e evolução do lucro por ação ajustado em dois dígitos baixo a partir de 2026. A companhia também prevê gerar ao menos US$ 1 bilhão em caixa livre entre 2026 e 2028, além de reduzir sua alavancagem líquida para menos de 3x em 2027.
“Estamos entrando em um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco. “Nossa estratégia está funcionando, nosso motor de inovação nunca foi tão forte e nossas equipes têm construído relações profundas com clientes ao redor do mundo. Isso reforça nossa confiança na capacidade da Elanco de liderar o futuro da saúde animal.”
Durante o evento, a empresa anunciou um pacote de investimentos para os próximos cinco anos, que inclui a ampliação das operações de P&D na sede global em Indianápolis e no OneHealth Innovation District. A expansão da planta de anticorpos monoclonais no Kansas deve acelerar a produção de novas imunoterapias. O USDA concedeu um caminho acelerado de aprovação condicional para um imunoterápico promissor que pode se tornar blockbuster em saúde pet nos próximos anos.
A Elanco projeta ainda US$ 1,1 bilhão em receita gerada por inovação em 2026, um aumento de mais de US$ 200 milhões sobre as estimativas de 2025. A nova fase do pipeline inclui oito áreas estratégicas e duas plataformas internas — anticorpos monoclonais e imunoterapia — com mais de dez projetos com potencial blockbuster. Entre cinco e seis deles podem chegar ao mercado entre 2026 e 2031, representando valor de pico estimado superior a US$ 2 bilhões.
No pilar Produtividade, a companhia prevê capturar entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões em economias no EBITDA ajustado até 2030, por meio do programa Elanco Ascend, com cerca de 30% desse valor já sendo entregue em 2026.
Elanco Brasil – no país, a Elanco segue em trajetória de crescimento, impulsionada pelos lançamentos de Zenrelia™, Elura™ e Varenzin™ em Pet Health; SuiShot Circo-ONE™ e Proteck™ em Suínos ; e pelas novas soluções para Ruminantes, Bovigam™ XTRA VACAS SECAS e Ezatect™. Outro avanço importante no último ano foi a aprovação, pelo MAPA, da indicação do Zimprova™ para redução de emissões de metano — o primeiro aditivo melhorador de desempenho para bovinos com indicações para melhora de desempenho e redução de emissões de metano.
Segundo Fernanda Hoe, diretora-geral da Elanco no Brasil, o portfólio robusto e o foco contínuo em inovação fortalecem o relacionamento com clientes. “Nosso compromisso é entregar soluções que elevem a qualidade de vida dos pets, apoiem médicos-veterinários em decisões clínicas ainda mais assertivas e fortaleçam a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de produção. Atuamos para gerar valor real em toda a jornada do cuidado, do tutor ao produtor, conectando inovação, ciência e responsabilidade com o futuro do setor”, afirma.
Para ler o release global na íntegra, clique aqui.
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Bem-estar animal e biosseguridade elevam a qualidade da proteína de frango e suína nas ceias de fim de ano
Boehringer Ingelheim reforça que cuidados do campo ao prato entregam alimentos mais seguros e saborosos

À medida em que as famílias se preparam para as festas de fim de ano, a qualidade das proteínas que chegam à mesa, especialmente de frango e carne suína, ganha destaque. A garantia de um alimento seguro começa muito antes da cozinha: é construída diariamente nas granjas, por meio de práticas de bem-estar animal e biosseguridade. Esses cuidados reduzem o estresse dos animais, contribuem para a saúde no campo e resultam em carnes mais saudáveis e livres de doenças para o consumidor.
A Boehringer Ingelheim reforça que a biosseguridade é um investimento contínuo na qualidade, com benefícios para toda a cadeia. Do ponto de vista prático, trata-se de manter ambientes limpos e organizados, controlar o acesso às granjas e assegurar boas condições de saúde, alimentação e manejo dos animais. Na avicultura e na suinocultura, essas rotinas ajudam a prevenir problemas e garantem um produto de alto padrão.
“A biossegurança deve ser prioridade dentro das granjas para que o alimento chegue à mesa com a maior qualidade possível, principalmente no final de ano, em que as famílias se reúnem para as festividades”, afirma Patricia Aristimunha, médica veterinária e gerente sênior de marketing de aves e suínos da Boehringer Ingelheim.
O impacto desses cuidados trazem benefícios diretos para o prato: cadeias que priorizam bem-estar e sanidade entregam proteínas com melhor textura e sabor, além de mais segurança para a família. Para que essa qualidade se mantenha em casa, a companhia recomenda atitudes simples:
. Escolher marcas com inspeção oficial e com selos que atestam a qualidade do produto
. Verificar a validade e a integridade da embalagem
. Manter o produto refrigerado
. Separar utensílios para alimentos crus e prontos
. Lavar bem as mãos e as superficies
. Evitar lavar o frango cru
“Trabalhamos lado a lado com parceiros no campo para que o consumidor receba um alimento confiável e de alto valor.”, reforça Aristimunha. “Ao escolher produtos de cadeias que adotam padrões rígidos, as famílias brasileiras poderão celebrar o fim de ano com sabor, segurança e muita paz”, finaliza.
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Trouw Nutrition destaca manejo de pasto e suplementação para elevar desempenho do gado de corte
Especialista reforça que a combinação entre forragem bem manejada e suplementação estratégica define o ganho de peso no sistema a pasto.

A pecuária brasileira segue em expansão. Entre 2004 e 2024, a produção de carne bovina cresceu mais de 25%, alcançando 11,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC). Segundo a ABIEC, o país exportou 2,89 milhões de toneladas no último ano, o que representa 32% de tudo o que produziu. Impulsionado pelo mercado internacional, o setor tem intensificado tecnologias e manejo para elevar produtividade.
Mesmo com o avanço dos confinamentos, apenas 19,86% dos abates vêm desse sistema. “O boi brasileiro continua sendo um boi de pasto. Por isso, o manejo da forragem ainda é o principal determinante do desempenho”, afirma o coordenador Técnico Beef da Trouw Nutrition, Ramon Lopes Salvatte.
A Bellman, marca da Trouw Nutrition, sustenta há décadas o conceito central dessa lógica produtiva. “Dieta é pasto mais suplemento. A forragem continua sendo o componente de maior peso na nutrição do animal”, explica Salvatte. Ele reforça que a régua de manejo da Embrapa, com alturas específicas de entrada e saída, permanece como ferramenta-chave. “Quando o pasto cai abaixo de 40% da altura recomendada, o animal anda mais, seleciona menos, gasta energia e perde potencial de ganho”, diz.
Suplementação mineral no período das águas
A suplementação mineral é a base do sistema a pasto e se estende por todas as categorias: cria, recria e engorda. “O mineral corrige os desequilíbrios típicos das forragens tropicais e prepara o terreno para que o desempenho aconteça”, explica Salvatte.
No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal. “Para matrizes paridas, por exemplo, muitas vezes o mineral convencional não é suficiente para recuperar escore. Nesses casos entram os minerais adensados ou aditivados, como o Bellisco SV, que entrega ganho moderado aliado à correção mineral”, afirma.
Ele lembra que fatores como palatabilidade, tipo de cocho, clima e concentração de sais na água podem alterar o consumo. “O mineral só funciona quando consumido na quantidade certa. Monitorar o cocho é um manejo simples, mas que muda o resultado”, reforça.
Suplementação proteica no período das águas
No verão, as forragens tropicais apresentam teores elevados de proteína, muitas vezes acima de 12%, permitindo ganhos expressivos. Ainda assim, suplementos proteicos de 20% a 30% de proteína bruta ajudam a manter o desempenho em alta. Produtos de maior qualidade apresentam maior proporção de proteína verdadeira de farelos, reduzindo a dependência de ureia.
“O proteinado melhora a atividade das bactérias do rúmen e libera o potencial de consumo de pasto. É um efeito de adição: mais proteína microbiana, mais degradação de fibra, mais matéria seca ingerida”, explica Salvatte. Ele lembra que, no período das águas, a ureia entra em níveis modestos nas formulações, devido à alta proteinidade natural do pasto.
O fornecimento deve ser preciso. Cerca de um a dois gramas por quilo de peso corporal com cocho adequado e espaço linear suficiente. “Quando fornecido de forma correta, o proteinado entrega um ganho a mais importante, especialmente na recria”, complementa.
Suplementação proteica e proteico-energética: Impulso extra para o ganho
Os suplementos proteico-energéticos vão além. Eles elevam a oferta de carboidratos não fibrosos e melhoram a digestibilidade total da dieta. Estudos mostram incrementos superiores a 60% no ganho diário na comparação com o sal mineral.
“O proteico-energético funciona como um ajuste fino. Ele corrige energia, melhora fermentação ruminal e acelera o desempenho, afirma Salvatte, que explica que esse tipo de suplemento também altera o comportamento do gado. “Os animais chegam ao cocho antes do horário de fornecimento e reorganizam o padrão de pastejo. Isso abre oportunidade para ofertar o suplemento nos horários mais quentes, aproveitando as janelas naturais de descanso do rebanho”, diz.
O manejo exige precisão. Consumo entre 0,3% e 0,5% do peso vivo e cochos protegidos. “É um produto potente, mas precisa de estrutura para funcionar. Sem cocho adequado, perde a eficiência”, reforça. No fim, o desempenho superior depende da soma de fatores. “O suplemento responde ao pasto. Quando o manejo da forragem, a escolha do produto e o horário de fornecimento caminham juntos, o sistema expressa todo o potencial produtivo”, conclui o especialista.



