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Sicredi estima liberar R$ 10,6 bilhões para o Plano Safra 2016/2017
Agricultura familiar continua sendo o foco da instituição financeira cooperativa que segue crescendo na contramão do mercado
O Sicredi segue atuando de forma sólida no crédito rural. No atual ano-safra 2015/2016 (dados apurados até abril de 2016), foram liberados R$ 7,2 bilhões, em aproximadamente 140 mil operações. A expectativa para o fechamento deste ano-safra (que encerra em junho de 2016) é liberar R$ 8,2 bilhões, em aproximadamente 150 mil operações. Para a Safra 2016/2017, que começa no dia 1º de julho, o Sicredi estima liberar, nacionalmente, cerca de R$ 10,6 bilhões, em 185mil operações, entre custeio e investimento.
Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, a liberação será de R$ 2,82 bilhões, o que significa um aumento de 12% nos recursos oferecidos em relação à safra passada. Para a agricultura familiar o Sicredi disponibilizará aproximadamente 18% a mais de recursos e para produtores do PRONAMP (média agricultura empresarial) aproximadamente 20% a mais.
Na opinião de Gilson Farias, gerente de desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, esse resultado é fruto direto do crescimento e da relevância que o Sicredi desempenha no agronegócio. “Por ser uma instituição cooperativa, o Sicredi apoia o desenvolvimento do produtor e da região onde atua, pois o lucro obtido retorna para o associado, proporcionalmente ao volume de suas operações”, avaliou o gerente. Este é o caso de Vilson Wickert, produtor rural em Serranópolis do Iguaçu (PR). Ele produz soja, milho e leite em uma pequena propriedade da região e depende dos recursos do Plano Safra para se manter no mercado. “Hoje em dia é muito raro quem consegue produzir com recurso próprio. Se não fosse as linhas de crédito do Plano Safra e do próprio Sicredi, a maioria dos produtores já estaria quebrado. Nós usamos o recurso para comprar insumos, plantar, colher, vender e aí poder pagar a conta”, explicou ele. A vantagem, no caso de Vilson, é que ao fim do ano fiscal ele recebe as sobras (os lucros obtidos pela cooperativa) do que movimentou durante o ano no Sicredi. “Este ano recebi um bom dinheiro de sobras e que já está integralizado na minha conta-capital, rendendo mais do que a poupança”, comentou o agricultor.
O pequeno e médio produtor rural (agricultura familiar) segue como o segmento preponderantemente atendido pelo Sicredi. No ciclo 2015/2016, cerca de 70% das operações realizadas foram direcionados a esses públicos.
Crescimento e cooperação
Com cerca de 1.400 agências em todo o Brasil e mais de 500 nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, em muitos municípios o Sicredi é a única instituição financeira presente. A ampliação da rede de atendimento segue a passos largos justamente pelo posicionamento do Sicredi, que preza pela presença nacional, com atuação regional. Para Manfred Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, isso mostra a preocupação com o desenvolvimento do associado e com a região onde vive. “O Sicredi defende que todo cidadão deve ter condições de se desenvolver e prosperar onde quer que esteja e procuramos proporcionar os meios para que isso aconteça, com serviços bancários de qualidade e acesso ao crédito de forma sustentável”, explicou ele.
O ranking de Crédito Rural mostra que esse posicionamento gera cada vez mais força para a instituição financeira cooperativa, que já possui a segunda maior carteira de Crédito Rural do país (excluindo os bancos públicos). Atualmente, a carteira de Crédito Rural do Sicredi é de aproximadamente R$ 14,1 bilhões. Deste montante, cerca de 57% (R$ 8,1 bilhões) são direcionados para custeio, comercialização e investimento, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e aos demais produtores. Os outros R$ 6 bilhões, 43%, são liberados em operações com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).
O planejamento dos recursos da instituição financeira cooperativa está em curso. O Sicredi aguarda a publicação das portarias de equalização de recursos pelo Governo Federal para definir qual montante da demanda dos seus associados poderá ser atendida com recursos controlados.
Fonte: Assessoria

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.
MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia
Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.
Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.
Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores
“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).
Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.
A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”
Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV
Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.
A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.
O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.