Empresas
Sicredi é destaque em rankings nacionais
Exame Melhores & Maiores 2017, Época Negócios 360º e Finanças Mais Broadcast (O Estado de S. Paulo) reconhecem desempenho da instituição financeira cooperativa
Novamente, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – é destaque em rankings anuais das revistas Exame e Época Negócios, duas das mais importantes publicações do País. As divulgações dos resultados ocorreram em eventos realizados em São Paulo nos dias 7 e 8 de agosto.
Na Melhores & Maiores 2017, anuário da revista Exame, o Sicredi foi incluído em categorias gerais de mercado e em 14 indicadores setoriais da edição especial. Na categoria 200 Maiores Grupos, a instituição financeira cooperativa figurou na 46ª posição, apresentando um salto de 17 posições na comparação com o ano anterior, quando ocupou a 63ª colocação.
Pelo sexto ano consecutivo, o Banco Cooperativo Sicredi, instrumento de acesso das cooperativas de crédito do Sicredi ao mercado financeiro, manteve sua colocação no 3ª lugar em Crédito Rural. Entre os 100 Maiores Bancos da América Latina por Patrimônio figura em 96º lugar. Já entre os 50 Maiores Bancos por Patrimônio, no contexto nacional, ocupa, novamente, o 38º lugar e subiu de posição em Depósito em Poupança (de 8ª para 7ª), Empréstimos e Financiamentos (de 11ª para 8ª), Crédito Imobiliário (de 14ª para 12ª) e Total do Ativo Ajustado (de 15ª para 12ª). Também marcou presença nos indicadores de Crédito Pessoa Jurídica Total (12º), Crédito para Médias Empresas (6º), Crédito Pessoal (14º), Emissores de Cartão de Crédito (5º), Riqueza Criada por Empregado (16º), Receita de Intermediação Financeira e Serviços (14º) e Correntistas (13º). A gestora de recursos do Sicredi também é destaque no indicador Gestores de Fundos de Investimentos, em 14º lugar.
Já no ranking Época Negócios 360º, publicado anualmente pela revista, o Sicredi subiu 40 posições na categoria 300 Melhores Empresas, de 118ª posição para 78ª, está entre as Melhores da Região Sul (9ª) e em Bancos, da 5ª para 4ª posição. Além disso, figura na categoria 100 Maiores Bancos ocupando o 11º lugar por ativo total. O Sicredi aparece ainda entre os Maiores Bancos por Lucro Líquido, por Patrimônio Líquido (ambos em 7º lugar) e por Depósitos (6º).
Na análise das dimensões do setor financeiro, o Sicredi se destaca em Governança Corporativa (do 2º para 1º lugar), Práticas de RH (3º), Desempenho Financeiro (5º) e Responsabilidade Socioambiental (5º).
O Sicredi também foi ranqueado, em junho deste ano, pelo Anuário Finanças Mais e Broadcast Projeções como a segunda instituição financeira na categoria Bancos – Financiamentos. No ranking publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, a instituição financeira cooperativa apresentou evolução em ativo total, patrimônio líquido, total de crédito, receita de serviços, entre outros indicadores.
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas Visão de longo prazo
Agrifirm destaca soluções sustentáveis durante a IPPE 2026
Quem visitar o estande da empresa poderá conversar com a equipe local, junto a especialistas globais da empresa sobre tendências de mercado com uma equipe qualificada e conhecer, em detalhes, as soluções do portfólio da companhia.

Eficiência produtiva com sustentabilidade aplicada. Durante a IPPE 2026, a Agrifirm, cooperativa global de nutrição animal, reforça que sustentabilidade não é um conceito isolado, mas uma prática contínua e estratégica que orienta o desenvolvimento do seu portfólio. Entre eles, os ácidos graxos de cadeia média e linha de adsorventes de micotoxinas estarão em destaque.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM
De acordo com Rodrigo Miguel, 47% da receita da Agrifirm LATAM já vem de soluções ligadas à sustentabilidade ambiental.
“São soluções responsáveis, que conectam desempenho produtivo, cuidado com o meio ambiente e viabilidade econômica, gerando valor real para o produtor”, afirma.
Segundo o executivo, quando bem aplicada, a sustentabilidade não representa custo adicional nem compromete a rentabilidade. Pelo contrário, contribui para o uso mais eficiente dos recursos, aumenta a segurança de renda e torna os sistemas produtivos mais resilientes ao longo do tempo.
Esse compromisso também se reflete nas operações internas. Nos últimos seis anos, a Agrifirm reduziu em 73% as emissões de CO₂ nas próprias atividades, adotando critérios rigorosos de rastreabilidade e verificação da origem das matérias-primas.
Soluções Responsáveis e o futuro do agro
A construção de um portfólio voltado ao futuro do agro está no centro da estratégia da companhia. As chamadas Soluções Responsáveis da Agrifirm são desenvolvidas a partir de critérios integrados, que combinam eficiência nutricional com foco em desempenho animal consistente, redução de impactos ambientais como emissões, perdas nutricionais e desperdícios, além de segurança alimentar, com atenção à saúde intestinal, qualidade dos ingredientes e controle de riscos, como micotoxinas.

Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil
Para Mariane Pfeifer, Diretora Técnica da Agrifirm Brasil, esse direcionamento é ainda mais relevante no contexto brasileiro.
“O mercado nacional é diverso, competitivo e exposto a desafios específicos, como clima tropical, variabilidade de matérias-primas, pressão por eficiência de custos e maior exigência por práticas sustentáveis. Por isso, nossas Soluções Responsáveis precisam ser mensuráveis, aplicáveis e rentáveis, sempre conectadas à realidade do campo”, destaca.
IPPE 2026
A IPPE 2026 acontece de 27 a 29 de janeiro, no Georgia World Congress Center, em Atlanta. No estande da Agrifirm, os visitantes poderão conhecer em detalhes como o portfólio da companhia integra performance produtiva, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo para a cadeia de proteína animal.
Para mais informações, acesse o site da Agrifirm.
Empresas
DanBred Brasil anuncia nova Geneticista
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).
Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.
Empresas
Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
