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Sicredi disponibiliza R$ 68 bilhões no Plano Safra 2025/2026
No Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, instituição financeira cooperativa disponibiliza R$ 24,9 bilhões em crédito, aumento de 38% em relação ao ano anterior.

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 9 milhões de associados e presença em todo o Brasil, vai disponibilizar R$ 68 bilhões aos produtores rurais no Plano Safra 2025/2026. O valor representa um aumento de 10% em relação ao concedido no ano-safra anterior, em mais de 319 mil operações. Com uma carteira agro que totaliza R$ 102 bilhões em saldo, o Sicredi reforça sua posição como a maior instituição financeira privada do Brasil no setor.
Para os estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi disponibilizará aproximadamente R$ 24,9 bilhões em recursos. O montante representa um aumento de 38% em comparação ao valor concedido no ano anterior. Segundo o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, os recursos são fundamentais para impulsionar a economia regional e proporcionar suporte financeiro para empresas e indivíduos. “Esse incremento reflete nosso esforço contínuo em ampliar o acesso ao crédito e estimular o desenvolvimento econômico nas regiões em que atuamos, atendendo às demandas crescentes por financiamento e incentivando investimentos em diversos setores produtivos”, reforça.

Segundo Gilson Farias, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, recursos fortalecem economia regional e oferecem suporte financeiro aos produtores rurais associados – Foto: Leandro Carvalho/Sicredi
Do total previsto, a estimativa do Sicredi é liberar R$ 24,3 bilhões para operações de custeio, R$ 12,5 bilhões para investimentos e R$ 1,7 bilhão para comercialização e industrialização. A instituição financeira cooperativa prevê ainda a concessão de R$ 24,6 bilhões em créditos por meio de Cédulas de Produto Rural (CPR). No Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, a estimativa do Sicredi é liberar R$ 17,1 bilhões destinados ao custeio, comercialização e industrialização. Além disso, serão disponibilizados R$ 7,8 bilhões para investimentos de médio e longo prazo. Os volumes destinados para CPR devem alcançar um total de R$ 8,6 bilhões.
Para a agricultura familiar, o Sicredi vai oferecer R$ 13,5 bilhões via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), volume 11% maior que o da safra anterior. Para os produtores de médio porte, serão R$ 16,7 bilhões via Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), aumento de 21% em comparação ao ano anterior. Dessa forma, cerca de 70% do total de operações previstas será destinado a pequenos e médios produtores, reforçando o papel do Sicredi no fortalecimento da base da produção agrícola nacional. A projeção da instituição financeira cooperativa é oferecer R$ 3,3 bilhões para a agricultura familiar e R$ 9,2 bilhões aos produtores de médio porte do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
Para os demais produtores, serão disponibilizados R$ 13,2 bilhões. Deste total, R$ 4,9 bilhões correspondem a operações de crédito em dólar, atendendo produtores ligados à cadeia de exportação.
Neste ciclo, o Sicredi projeta crescimento de 21% em linhas dolarizadas, oferecendo alternativas mais competitivas diante da valorização da moeda estrangeira. “Neste novo ciclo do Plano Safra, o Sicredi reafirma seu papel como parceiro estratégico do agronegócio. Atuamos de forma próxima e personalizada, por meio das nossas 103 cooperativas e 2,9 mil pontos de atendimento, com presença exclusiva em mais de 200 municípios. Nossa capilaridade nos permite atender desde o agricultor familiar até os grandes produtores, com produtos acessíveis e soluções alinhadas às necessidades de cada associado agro”, destaca o diretor executivo de Segmentos, Crédito, CRM e Dados do Sicredi, Gustavo Freitas.
Além do crédito rural, a instituição financeira cooperativa também oferece um portfólio completo de produtos e serviços voltados ao agronegócio, como consórcios para aquisição de máquinas e equipamentos, seguros rurais, investimentos e soluções de meios de pagamento. “Com esse conjunto completo de soluções financeiras, apoiamos o produtor em todas as etapas da sua jornada, do planejamento da safra à colheita”, salienta o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor Moraes.

Foto: Shutterstock
O Sicredi já está recebendo pedidos de financiamento para o Plano Safra 2025/2026, que vai de julho deste ano até o final de junho de 2026. Para solicitar o crédito, o produtor rural associado deve planejar a próxima safra, considerando o que será cultivado, a área de plantio e o orçamento. Em seguida, é indicado que o associado procure sua agência ou utilize os canais digitais, como o aplicativo do Sicredi e o WhatsApp, para dar andamento ao seu atendimento.
Balanço da safra 2024/2025 no Sicredi
No ano-safra 2024/2025, o Sicredi liberou um volume recorde de financiamento aos produtores rurais. Foram R$ 61,9 bilhões em mais de 321 mil operações, considerando R$ 18,8 bilhões em CPR. Os principais públicos atendidos foram os pequenos e médios produtores, que concentraram 72% das operações realizadas, totalizando R$ 26 bilhões em volume de crédito. Neste ciclo, também foram liberados R$ 4 bilhões em operações de crédito em dólar. Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, foram liberados pelo Sicredi R$ 18 bilhões aos produtores rurais, incluindo R$ 7,2 bilhões em CPR ao longo do ano-safra 2024/2025.

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África do Sul recebe 1º lote de vacinas da Biogénesis Bagó para ajudar a conter emergência sanitária pelo surto de febre aftosa
Primeiro carregamento, composto por um milhão de vacinas de alta potência contra as cepas SAT 1 e SAT 2, chegou ao aeroporto de Joanesburgo no último sábado, 21 de fevereiro; empresa argentina confirmou que fará novos carregamentos nos próximos meses.

A Biogénesis Bagó entregou o primeiro lote de um milhão de doses de vacina ao Ministério da Agricultura da África do Sul para ajudar a conter a emergência local causada pelo surto de febre aftosa. Esta entrega faz parte de um acordo que inclui novas exportações nos próximos meses a partir da fábrica da empresa em Garín, província de Buenos Aires, na Argentina.
“Na Biogénesis Bagó, temos uma longa trajetória internacional de resposta a emergências sanitárias de febre aftosa, tanto em países da América Latina quanto na Ásia e no Oriente Médio. Estamos comprometidos em apoiar as autoridades sul-africanas e os produtores locais na recuperação do status de país livre da febre aftosa”, afirma o Diretor de Operações e Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni.
A África do Sul, com um rebanho bovino de 14 milhões de cabeças, enfrenta uma emergência sanitária que está causando perdas significativas para os produtores, com forte impacto na economia local e nas exportações. Com o objetivo de recuperar o status de país livre da febre aftosa, este primeiro carregamento faz parte do plano nacional sul-africano para conter e erradicar a doença em dez anos. Dessa forma, a Biogénesis Bagó consolida sua liderança no combate às emergências sanitárias da febre aftosa em todo o mundo. Atualmente, é a maior produtora de vacinas contra os sete sorotipos circulantes globalmente e a única empresa capaz de fornecer tanto o produto acabado quanto reservas de antígenos para formulação e uso em emergências.
A empresa argentina de biotecnologia desempenhou um papel fundamental no enfrentamento das emergências sanitárias causadas pelos surtos de febre aftosa em Taiwan (1997), Argentina (2001), Uruguai (2002), Coreia do Sul (2016), Indonésia (2022) e outros países da Ásia e do Oriente Médio. “Por trás desse primeiro lote, estão 70 anos de experiência, inovação e desenvolvimento que permitem à empresa contribuir para a proteção da saúde de mais de 1,1 bilhão de animais em 30 países em 4 continentes. Isso a torna uma parceira essencial nas estratégias de controle e erradicação da febre aftosa, e a empresa continuará trabalhando, investindo e inovando para manter o status da saúde animal global”, reforça Rodolfo Bellinzoni.
Banco de antígenos no Brasil
No final de 2025, a Biogénesis Bagó se tornou a detentora do banco de antígenos e vacinas contra febre aftosa para o Brasil, um estoque estratégico de insumos para a formulação rápida de vacinas em eventuais casos de surto localizado da doença no país, fruto de um acordo de cooperação tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e com o governo federal brasileiro.
“A atuação da Biogénesis Bagó na África do Sul tem uma relevância estratégica para o Brasil. Vivemos um momento histórico, em que o país avança na consolidação do status sanitário sem vacinação contra a febre aftosa, o que exige vigilância permanente, capacidade de resposta rápida e integração com as iniciativas globais de controle da doença. Ao contribuir para conter um surto em um país com forte inserção no comércio internacional de proteína animal, ajudamos a reduzir riscos sanitários globais e a proteger mercados que também são estratégicos para o Brasil. A febre aftosa não respeita fronteiras — por isso, cada foco controlado no mundo representa mais segurança para todos os países produtores e exportadores”, destaca o Country Manager da Biogénesis Bagó, Marcelo Bulman.
“Além disso, a experiência acumulada pela Biogénesis Bagó em emergências internacionais fortalece a nossa própria estrutura regional, inclusive no Brasil, onde mantemos o banco estratégico de antígenos e vacinas. Isso amplia a capacidade de reação diante de qualquer eventualidade e reforça a confiança dos produtores e das autoridades brasileiras de que contamos com parceiros preparados, tecnologia de ponta e logística ágil para preservar o patrimônio sanitário nacional”, complementa o executivo.
Empresas
MOVING FLOOR traz ao Brasil tecnologia inovadora de baias autolimpante, sem uso de água e sem antibióticos para suínos
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.

A MOVING FLOOR, empresa sueca reconhecida mundialmente por seus sistemas patenteados de pisos autolimpantes para suinocultura, anuncia sua entrada oficial no mercado brasileiro. A tecnologia, que elimina a necessidade de água na limpeza e reduz significativamente o uso de antibióticos, representa um grande avanço em bem-estar animal, sustentabilidade e biossegurança para a indústria suinícola.
Para marcar este feito, a MOVING FLOOR realizará a Mesa Redonda da Liderança da Suinocultura Brasileira em 9 de março de 2026, na PUC – Paraná, reunindo os líderes mais influentes da cadeia suinícola nacional.
O evento contará com a participação de presidentes e diretores das principais cooperativas do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, executivos de grandes empresas, líderes de opinião da Embrapa Suínos e Aves, UFV, Iowa State University e de associações do setor e mídias especializada.
Um Novo Padrão Tecnológico para a Produção de Suínos
O sistema da MOVING FLOOR automatiza a limpeza das baias de suínos por meio de um piso mecânico patenteado que remove os dejetos continuamente, sem o uso de água, reduzindo as emissões de amônia, melhorando a higiene e criando um ambiente mais saudável para os animais e trabalhadores.
“O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e acreditamos que esta tecnologia pode contribuir significativamente para as metas de sustentabilidade do setor”, disse Antonio Lot, representante da MOVING FLOOR.
Uma Parceria Estratégica com a PUC – Paraná
O primeiro showroom brasileiro foi instalado na PUC – PR, onde produtores, pesquisadores e líderes da indústria poderão ver o sistema em operação e avaliar seu potencial de adoção em granjas comerciais.
Empresas Ambiente estratégico
Vaxxinova marca presença na Abraves PR e reforça compromisso com a evolução da suinocultura
Participação no evento destaca proximidade com o setor, troca técnica e soluções recentes voltadas à sanidade dos plantéis

A Vaxxinova participa, nos dias 11 e 12 de março, da Abraves PR, um dos principais encontros técnicos da suinocultura paranaense. A presença da equipe de suínos no evento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor, por meio do diálogo técnico, da proximidade com os profissionais da cadeia produtiva e do acompanhamento das principais discussões relacionadas à sanidade da atividade.
“A Abraves PR é um ambiente estratégico para troca de conhecimento e atualização técnica. Estar presente nos permite acompanhar de perto as demandas do setor e fortalecer nossa atuação como parceiros da suinocultura brasileira”, afirma Rogério Petri, gerente da área de Suínos da Vaxxinova Brasil.
Durante o evento, a equipe da Vaxxinova estará em contato direto com médicos veterinários, produtores, consultores e demais profissionais, acompanhando a programação técnica relacionadas à sanidade, manejo e produtividade dos plantéis.
“Nosso foco é entender profundamente os desafios enfrentados no campo e oferecer soluções cada vez mais alinhadas à realidade da produção. A participação em eventos regionais como a Abraves PR é fundamental para essa construção conjunta com o setor”, destaca Mayara Tamanini, coordenadora técnica e de marketing da Vaxxinova.
A presença da empresa na Abraves PR ocorre em um momento importante da sua trajetória na suinocultura, marcado por lançamentos recentes e pela ampliação do portfólio de soluções voltadas à saúde animal. Entre os avanços, destacam-se investimentos em inovação, fortalecimento do suporte técnico e a ampliação da capacidade produtiva de vacinas autógenas, iniciativas que reforçam a proposta de oferecer respostas mais rápidas, precisas e personalizadas aos desafios sanitários dos sistemas produtivos.
“Acreditamos que a evolução da suinocultura passa por informação qualificada, diagnóstico preciso e decisões estratégicas baseadas em ciência. Nossa atuação tem sido direcionada exatamente para apoiar o produtor nesse processo”, complementa Rogério Petri.
A Abraves PR reúne profissionais, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, consolidando-se como um espaço relevante para atualização técnica, networking e discussão de tendências que impactam o futuro da suinocultura no Paraná e no Brasil.



