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Sicredi disponibiliza R$ 100 milhões no Show Rural Coopavel

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O Sicredi vai disponibilizar R$ 100 milhões aos seus associados no Show Rural Coopavel, que acontece de hoje a sexta-feira (6), em Cascavel, no Paraná. Em 720 mil m2, o evento reúne 440 expositores de diversas áreas (avicultura, caminhões, cooperativas de crédito, lubrificantes, máquinas agrícolas, pecuária, sementes e insumos agrícolas, suinocultura) e espera receber 210 mil visitantes ao todo. O principal objetivo é difundir tecnologias para o aumento da produtividade em pequenas, médias e grandes propriedades, apresentando o que há de mais moderno nos segmentos.
No ano passado, cerca de 600 associados foram atendidos pelo Sicredi, com crédito superior a R$ 80 milhões. Para este ano, a expectativa é de ampliar consideravelmente o volume de operações e, por consequência, de recursos: estima-se o atendimento de 950 cooperados, atingindo R$ 100 milhões em negócios. "O volume será 25% maior que o disponibilizado no ano anterior, montante que se justifica pela grandeza da feira e pelas inúmeras possibilidades de negócios com os nossos associados", reforça Gilson Farias, gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ.
A chamada "Operação Sicredi Agro" montou amplo estande para os seus associados, com caixa para saques eletrônicos. No espaço, a instituição vai oferecer linhas de financiamento de longo prazo do BNDES, como Pronaf, Pronaf Mais Alimento, Moderinfra, Moderagro e BNDES Automático, com juros e prazos atrativos. Os financiamentos de maquinário agrícola terão espaço reservado, em programas como o Moderfrota e Programa de Sustentação do Investimento PSI. Os consórcios para máquinas e equipamentos agrícolas também estão em ascensão no agronegócio, estimulando o investimento em tecnologia, o aumento da produtividade e a redução de custos, pois não há incidência de juros e a taxa de administração é de 0,9% a.a, com prazo de 120 meses.
De acordo com Diretor Executivo da Central PR/SP/RJ, Maroan Tohmé, o evento é de fundamental importância para o agronegócio, pois permite acompanhar as novidades de cada segmento. Além disso, a presença do Sicredi em estande próprio oferece comodidade para os associados e aproxima ainda mais a instituição dos cooperados, facilitando também a prospecção. "O Sicredi apoia e participa efetivamente do evento, financiando projetos para seus associados, agregando renda ao produtor rural e empresas do setor", explica.
Foco no jovem
Uma das novidades do estande este ano será o espaço com tema da conta Sicredi Touch, pensada e planejada para o público entre 18 a 25 anos. Os jovens visitantes terão à disposição um totem com software para fazer o check-in no evento e publicar direto na linha do tempo no Facebook. "Queremos aproveitar o estande para interagir com os jovens visitantes e oferecer a Sicredi Touch, um pacote que contempla conta corrente, mobile banking e o cartão Touch, com design exclusivo para os jovens", destaca o gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis.
Localização
O estande do Sicredi se localiza na Rua D, entre a 7 e a 8.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,9 milhões de associados e 1.321 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 100 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. – uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.
(Você lê entrevista com o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ. Manfred Dasembrok, na próxima edição de O Presente Rural)

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Notícias Agroindustrialização

Avançam obras da esmagadora de soja da C.Vale

Obras civis da indústria vão começar logo após conclusão da pavimentação

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Obras avançam com a realização do sistema de drenagem e da pavimentação / Divulgação

As obras da esmagadora de soja da C.Vale estão avançando com a realização do sistema de drenagem e da pavimentação das vias de acesso que deverão estar totalmente concluídas até o final de julho de 2022. O início da construção das moegas, em março, deu a largada das obras civis do empreendimento no parque industrial da cooperativa, em Palotina (PR).

A C.Vale vai investir mais de R$ 650 milhões no empreendimento. O novo empreendimento vai resultar na criação de 580 empregos diretos e indiretos. Outros 1.500 postos de trabalho vão ser gerados durante a construção da esmagadora.

Durante visita à obras, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, explicou que a indústria começará produzindo farelo e óleo de soja que serão usados na fabricação de rações. O volume que não for consumido será comercializado com terceiros nos mercados interno e externo.

Recursos liberados

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou, em março, R$ 104 milhões à C.Vale como parte dos recursos para a construção de uma esmagadora de soja. Os recursos têm origem no Plano Safra, sendo R$ 84 milhões diretamente pelo BNDES e R$ 20 milhões pelo BRDE.

A indústria terá potencial para produzir até 2.300 toneladas/dia de farelo, 600 toneladas de óleo vegetal degomado (para produção de rações) e 36 toneladas de casca peletizada (também para alimentação animal).

A construção da esmagadora de soja vai envolver 20 empresas e gerar 1.500 empregos.

Raio X

Esmagadora de soja

Capacidade: 2.500 a 3.000 toneladas/dia

Área: 50 mil m2

Empregos: 580

Empregos na construção: 1.500

Investimento: R$ 650 milhões

 

Fonte: Comunicação C.Vale
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Notícias Em reunião na sede da ONU

Brasil defende livre comércio na agricultura para contribuir com a segurança alimentar global

Ministro Marcos Montes disse que o país está ciente de sua responsabilidade como fornecedor confiável de alimentos , mas depende da integração das cadeias produtivas

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, defendeu ontem (18) o livre-comércio na agricultura, de modo a promover a prosperidade e contribuir com a luta contra a fome e a má-nutrição mundial. Na reunião ministerial Global Food Security – Call to Action, realizada em Nova York (EUA), o ministro brasileiro disse que é preciso estimular um ambiente de negócios que permita um fluxo desimpedido do comércio internacional de alimentos e insumos.

“Em um mundo interdependente e interconectado, nenhum país pode manter-se isolado e prosperar. A segurança alimentar, enquanto meta comum, é responsabilidade de todos”, disse.

Marcos Montes representa o Brasil no evento, organizado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que reúne ministros de mais de 30 países na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O objetivo é identificar os principais desafios e mobilizar ações para enfrentar a insegurança alimentar global.

Os impactos do conflito na Ucrânia foram lembrados por representantes de diversos países no evento. Segundo o ministro brasileiro, os efeitos da guerra desestruturaram profundamente as cadeias globais de suprimentos de commodities, fazendo com que insumos essenciais, como os fertilizantes, fiquem expostos ao risco da escassez e da alta de preços.

O ministro disse que o Brasil está ciente de sua responsabilidade como fornecedor confiável de alimentos de qualidade, pois é um dos únicos países do mundo capazes de aumentar sua produção sem incorporar novas áreas à atividade produtiva. No entanto, o sucesso do modelo brasileiro depende da integração das diversas cadeias produtivas de insumos e de produção de alimentos.

“No mundo globalizado, produzir não significa apenas plantar e colher. Inclui, também, garantir o suprimento de sementes, fertilizantes, defensivos e combustíveis, combinar tudo isso com tecnologia e distribuir os gêneros alimentícios pelo planeta”, destacou Marcos Montes.

O Brasil alcançou a posição de um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do planeta com o desenvolvimento de um modelo de agricultura tropical altamente eficiente. Nas últimas cinco décadas, o país usou a tecnologia para expandir a produção a partir do aumento da produtividade com sustentabilidade, alcançando até três colheitas por ano na mesma área.

Reuniões Bilaterais

Ministro Marcos Montes com a vice-secretária Geral das Nações Unidas, Amina Mohamed – Fotos: UN Photo/Manuel Elías

Mais cedo, Marcos Montes teve reuniões bilaterais com o Enviado Especial do Departamento de Estado para a Segurança Alimentar Global, Cary Fowler, e com a vice-secretária Geral das Nações Unidas, Amina Mohamed. Nos encontros, ele ressaltou a disposição do Brasil em cooperar no contexto da atual crise de segurança alimentar.

Ao representante do governo americano, Marcos Montes disse que Brasil e Estados Unidos podem cooperar na definição de prioridades conjuntas de pesquisa em agricultura sustentável, na defesa da ciência como princípio orientador do progresso na agricultura e na disseminação de boas práticas produtivas para aprimorar a contribuição da agricultura para a ação climática.

Montes também destacou o papel da ONU, juntamente com a FAO e outras agências, de promover um fluxo desimpedido de alimentos e insumos, não apenas comercial, mas também humanitário.

 

 

Fonte: Mapa
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Notícias Sanidade

Fórum celebra um ano do RS como zona livre de febre aftosa sem vacinação

O evento foi organizado pelo Fundesa, com apoio da Seapdr e do Grupo Gestor Estadual do PNEFA.

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Foto: Fernando Dias / Divulgação

O 3º Fórum Estadual da Febre Aftosa ocorreu na tarde desta quarta-feira (18/5) em formato híbrido, presencial e on-line, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante o primeiro dia da Fenasul Expoleite. O evento teve como tema “a biosseguridade como chave do avanço”.

O diretor do Departamento de Sanidade Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Geraldo Moraes, fez a saudação inicial. Ele destacou a conquista da certificação de zona livre de aftosa sem vacinação e a história de trabalho e esforço para que se chegasse a este resultado. “Entre as ações realizadas, um dos destaques é o programa Sentinela, que foi importante para esta certificação e que está sendo replicado em outros estados do Brasil, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”, destacou Moraes. O desafio agora para o governo federal é garantir este status em todo o país, que hoje tem 20% do rebanho bovino com esta certificação.

O chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal, do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapdr, Fernando Groff, mostrou as principais ações da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) para garantir a certificação de zona livre e a manutenção deste status. Entre elas, questões estruturais e de pessoal, o Sistema Informatizado de Defesa Animal (SDA), as capacitações em todas as regionais, a avaliação permanente das análises de risco e de mitigação de risco, entre outras. “A vigilância precisa ser permanente, por meio da inspeção dos rebanhos, em eventos, nos abatedouros, em movimentação de suscetíveis”, destaca Groff. “E os produtores podem ajudar revisando o seu rebanho, comunicando o caso de animais suspeitos e colaborando nas ações de vigilância das inspetorias”, ressalta.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, falou sobre o papel do fundo neste processo e a importância desta parceria entre os setores público e privado. Mencionou investimentos feitos na informatização, na capacitação e treinamento de técnicos da Secretaria, na reestruturação dos postos fixos de defesa e na produção de materiais de apoio e divulgação. “O produtor rural é um elo muito importante para a manutenção do status. Ele está na ponta, é quem dá o primeiro sinal de alerta, e precisamos desta parceria entre a iniciativa privada e o Sistema Veterinário Oficial para que estas ações sejam efetivas”, avalia Kerber.

A questão da biosseguridade

A médica veterinária Débora Bernardes apresentou o conceito da biosseguridade, que parte de cinco pilares básicos: ambiente livre de germes, água de bebida limpa, galpão sem pragas, manejo otimizado e superfícies impermeáveis.

“Os desafios para a implantação da biosseguridade são a conscientização dos produtores, não apenas dos processos e dos produtos, mas das pessoas. Uma mudança de mentalidade, que deve ir sendo conquistada aos poucos, um passo de cada vez”, destaca Débora. Entre as ações simples que podem ser adotadas, segundo Débora, estão a manutenção de ambientes secos, EPI para visitantes, higiene das pistas de alimentação, entre outros.

A celebração de zona livre sem vacinação

O Fórum teve um momento final de celebração pelo aniversário de um ano da certificação internacional do Rio Grande do Sul, pela OIE, como zona livre de aftosa sem vacinação. Participaram do ato o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Velho Lopes; o diretor do SDA/Mapa, Geraldo Moraes; a superintendente do Mapa, Helena Rugeri; o deputado Ernani Polo, representando o presidente da Assembleia Legislativa; o deputado Elton Weber, da Frente Parlamentar da Agropecuária Gaúcha; o presidente do Fundesa, Rogério Kerber e a subsecretária do Parque Assis Brasil e representante do Grupo Gestor do PNEFA, Elizabeth Cirne-Lima.

O secretário da Agricultura destacou a importância da conquista do novo status sanitário. Segundo Lopes, “celebrar um ano de zona livre é um dia de comemoração e de responsabilidade. A secretaria está muito atenta, os servidores da área de Defesa Animal estão preparados e vigilantes e a parceria com a iniciativa privada está construindo as soluções para que este status se mantenha”.

O titular da Seapdr anunciou ainda que um estudo será feito em parceria pela secretaria da Agricultura, secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, Mapa e o meio acadêmico para definir uma metodologia que medirá o balanço de carbono nos sistemas agrossilvipastoris do rio Grande do Sul. “Teremos dados oficiais e medidos e devemos apresentar uma prévia deste estudo na Expointer deste ano e na COP 27, que será realizada no Egito”. Segundo Lopes, “o Rio Grande do Sul será um modelo a ser seguido, com esta metodologia do balanço do carbono”.

Ao final do evento, foi lida a “Carta do Fórum”, escrita pelo Grupo Gestor Estadual do Plano Estratégico do PNEFA do Rio Grande do Sul, onde as entidades reafirmam o compromisso de manter o status de zona livre de aftosa sem vacinação.

Fonte: Ascom Seapdr
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