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Sicredi Aliança PR/SP reúne parceiros técnicos para o lançamento do Ano Safra 2023/2024
Expectativa da instituição financeira é liberar R$ 23,2 bilhões para operações de custeio, R$ 11,1 bilhões para investimentos e R$ 1,4 bilhão para comercialização e industrialização.

O Sicredi é reconhecido nacionalmente como um grande parceiro do agronegócio, oferecendo as mais assertivas soluções e oportunidades para seu quadro social e se destacando novamente no volume de recursos destinados. Visando repassar informações sobre o Plano Safra 2023/2024 aos engenheiros agrônomos e representantes técnicos, a Sicredi Aliança PR/SP realizou na manhã desta quarta-feira (12) um encontro com dezenas de profissionais de toda a região oeste paranaense.
“A Sicredi Aliança PR/SP nasceu no meio rural, a partir da necessidade dos produtores rurais de Marechal Cândido Rondon e região e hoje mesmo atendendo mais de 85 mil associados nunca nos distanciamos das nossas raízes. Somos a segunda instituição financeira que mais irá receber recursos no ano safra 2023/2024, tendo 20% dos recursos destinados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Ministério da Agricultura e Pecuária. Isso é fundamental, pois posiciona ainda mais o Sicredi nas regiões onde o desenvolvimento do agronegócio está presente. Desejamos um ótimo ano safra a todos e lembramos ao associado e produtor rural que o Sicredi está à disposição. Agradecemos aos envolvidos nas assistências técnicas que nos prestigiaram, somos gratos pela parceria de sempre”, considerou o Presidente da Sicredi Aliança PR/SP, Fernando Barros Fenner.
O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 7 milhões de associados e presença em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizará a nível de Brasil mais de R$ 60 bilhões aos produtores rurais no Plano Safra 2023/2024. A previsão é a liberação em mais de 375 mil operações em todo o país. O Sicredi é a segunda maior instituição financeira do Brasil em carteira agro.
Desse total, a expectativa do Sicredi é liberar R$ 23,2 bilhões para operações de custeio, R$ 11,1 bilhões para investimentos e R$ 1,4 bilhão para comercialização e industrialização. Além desses valores, a projeção é de conceder R$ 24,3 bilhões por meio de Cédulas de Produtor Rural (CPR), que conta com um aumento expressivo em relação ao ano-safra anterior – cerca de 35%.
Balanço da safra 2022/2023 no Sicredi
No ano-safra 2022/2023, o Sicredi em nível nacional, liberou um volume recorde de financiamento aos produtores rurais. Foram R$ 51,7 bilhões em mais de 308
mil operações, considerando R$ 18 bilhões em CPR, um aumento de 136% em comparação ao ano-safra anterior. Outros públicos de destaque foram os médios produtores, com um crescimento de 62% em relação ao ano-safra 22/23, totalizando R$ 9,9 bilhões, e a agricultura familiar com R$ 11,4 bilhões, 52% acima do ciclo anterior.
A carteira agro do Sicredi atualmente ultrapassa os R$ 70 bilhões em saldo. Por meio de mais de 2,5 mil agências, distribuídas em 1,8 mil municípios de todas as regiões do Brasil, a instituição atende a mais de 695 mil produtores rurais. Em mais de 200 cidades, o Sicredi é a única instituição financeira fisicamente presente.

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.
“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal
Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.
Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.
O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.
“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.
Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.
Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.
Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.
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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura
Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura
Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura
O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.



