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Notícias Nutrição

SIAVS terá painel sobre Cereais de Inverno na alimentação de aves e suínos

Painel Cereais de Inverno acontecerá no último dia de SIAVS e será comandado por Dirceu Talamini, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves

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Alf Ribeiro

Além do milho e da soja, o Brasil conta com boa oferta de trigo, cevada e aveia, que são alguns dos cereais de inverno que podem ser utilizados para a alimentação de aves e suínos. São muitas as discussões sobre os desafios e viabilidade econômica da prática. O tema será pauta de um painel durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), programado entre os dias 27 a 29 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo, SP.

O Painel Cereais de Inverno acontecerá no último dia de SIAVS e será comandado por Dirceu João Duarte Talamini, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves. A também pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, Teresinha Marisa Bertol apresentará “Desafios da pesquisa brasileira sobre o valor nutricional dos cereais de inverno para aves e suínos” e a abordagem internacional sobre o assunto ficará por conta do diretor de tecnologia avícola da Cargill, Henk Enting, com a palestra “Estratégia do uso de cereais de inverno em dietas de aves e suínos empregadas na Europa”.

Dentro da pauta, ainda teremos a apresentação da gerente corporativa agropecuária da Seara, Sandra Bonaspetti Gehrke com a palestra “Viabilidade econômica e prática do uso de cereais de inverno na alimentação de aves e suínos no Brasil” e o presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (Fecoagro) abordará “Desafios para o aumento da produção de cereais de inverno para ração na Região Sul do Brasil”

“Esse painel será importante principalmente para os produtores do Rio Grande do Sul, uma vez que existe déficit de 1 milhão de tonelada na produção de milho e para Santa Catarina, cujo gap na produção deste produto atinge 4 milhões de toneladas. Dessa forma, os cereais de inverno podem ser uma alternativa na alimentação de aves e suínos”, comenta o diretor de programação do SIAVS, Ariel Mendes. Para finalizar, os palestrantes participarão de um debate.

O Painel Cereais de Inverno acontecerá no dia 29 de agosto (quinta-feira), a partir das 9h, dentro da programação do SIAVS. As inscrições poderão ser feitas pelo site do evento.

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Prazo de vigência da IN 14 de 2016 é prorrogado

Ampliação do prazo favorece os produtores que fabricam ração para o consumo próprio

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) após realizar reuniões técnicas com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), comunica a prorrogação da Instrução Normativa (IN) nº 14 de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU), de quinta-feira (18). A IN 14 define as normas para as fábricas de ração animal, estabelecendo os critérios e os procedimentos para fabricação, comercialização e o uso de medicamentos na alimentação animal.

A ABCS levou o pleito técnico ao MAPA para a revisão do prazo da aplicabilidade da norma e dos procedimentos para as fábricas que produzem ração para consumo próprio. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que prorrogação foi realizada para que o MAPA revise a proposta, de forma que os produtores de fábricas de ração de uso próprio (não comerciais) consigam atingir uma pontuação viável e gradativa quanto às especificações estabelecidas na IN 14.

“Algumas adequações estabelecidas pela IN 14 são essenciais para otimizar o uso de antimicrobianos na produção nacional, visando assim atender as demandas dos mercados consumidores. E o trabalho da ABCS junto ao MAPA é primordial, pois é somente dessa forma que vamos construir uma norma aplicável a toda suinocultura brasileira”, disse Lopes.

Em 2018, a ABCS criou o Grupo de Trabalho (GT) para debater a aplicabilidade da Instrução Normativa 14 de 2016. A iniciativa contou com a participação de diversas entidades do setor privado e, na ocasião, o GT entregou ao MAPA um único documento, com o objetivo de sugerir à pasta algumas adequações referentes aos requisitos para uso de medicamentos em fábricas, conforme a realidade da suinocultura. Isso porque, segundo dados da ABCS, estima-se que haja atualmente 1.400 granjas que produzem ração para consumo próprio, com as mais variadas condições de estrutura e operação.

Visando a viabilidade da produção de suínos, a ABCS se reuniu diversas vezes com a equipe técnica da pasta para solicitar as ponderações do material entregue pelo GT e também a revisão do prazo da aplicabilidade da norma. “Hoje, com a prorrogação do prazo temos um tempo maior para aperfeiçoar o processo de produção de ração nas granjas. E, é necessário a união da cadeia produtiva e do Ministério para que em 18 julho de 2020 (prazo dado pelo DOU) já tenhamos uma norma exequível”, afirma o presidente da ABCS.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Carne de frango tem maior competitividade, mas ritmo de negócios está lento

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho, as cotações da de frango recuaram

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Arquivo/OP Rural

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho (até o dia 18), as cotações da de frango recuaram, o que elevou sua competitividade frente às concorrentes. Ainda assim, conforme colaboradores do Cepea, a liquidez da carne de frango está baixa no mercado doméstico, uma vez que as férias escolares e as temperaturas mais amenas diminuem a procura pelo produto – neste período do ano, consumidores dão preferência a carnes de sabor mais forte, como a suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Estudo

Levantamento da Embrapa quer conhecer demandas sobre pastagens

Levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online

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Ana Maio

O Portfólio de Pastagens da Embrapa – estrutura que reúne todos os projetos de pesquisa nessa área – iniciou um levantamento de demandas do setor produtivo para avaliar os principais desafios para a produção de pastagens no Brasil. O levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online até dia 26 de julho.

De acordo com a presidente do Comitê Gestor do Portfólio, Patrícia Menezes Santos, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), é interessante que o levantamento seja aplicado em todo o país para captar diferentes realidades que envolvam produtores rurais, técnicos de assistência pública e/ou privada ou outros profissionais ligados à atividade pecuária.

A sondagem vale para as atividades de corte, de leite, criação de búfalos, ovinocultura, caprinocultura, enfim, qualquer sistema produtivo que tenha relação com o cultivo de forrageira. Clique aqui para responder a pesquisa. “Quanto mais pessoas responderem, melhor. Por meio dessa prospecção de problemas, poderemos direcionar melhor a programação de pesquisa em pastagens da Embrapa e promover maior impacto com os resultados obtidos”, afirmou a pesquisadora.

As principais forrageiras utilizadas hoje no Brasil foram geradas pela Embrapa. “Temos ações de melhoramento com várias espécies, para todas as regiões e biomas do país e também estamos levantando informações relacionadas a clima, solo, pragas e doenças relevantes”, disse Patrícia.

Com as respostas de quem está na ponta, no mercado, a Embrapa vai identificar problemas relacionados a diferentes sistemas de produção, vinculando-os com regiões e biomas brasileiros. “As informações que conseguirmos levantar sobre pragas, doenças, solos e clima podem nos ajudar a direcionar as pesquisas para as reais necessidades da sociedade”, afirmou.

Fonte: Assessoria
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