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Siavs 2024 fecha parcerias e fortalece presença global na IPPE

Diversas empresas fecharam a participação no Salão Internacional de Proteína Animal, o que praticamente encerrou a comercialização de espaços do evento. 

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Foto: Alf Ribeiro/Arquivo OPR

Novas confirmações de expositores e a ampla divulgação internacional marcaram a participação da equipe organizadora do Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs 2024) no International Production & Processing Expo (IPPE), maior feira da avicultura global, realizado entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, em Atlanta (EUA).

Durante os três dias do evento, os representantes do Siavs – incluindo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e o diretor comercial do Siavs, José Perboyre – contataram lideranças, empresários e diversos stakeholders no espaço exclusivo do Siavs no evento.

A partir dos encontros, diversas empresas fecharam a participação no Siavs 2024, o que praticamente encerrou a comercialização de espaços do evento. “A área prevista para a feira do Siavs já foi comercializada quase integralmente. A participação no evento de Atlanta permitiu estabelecer conversas finais a negociações que estavam em estágio avançado.  O sucesso da venda dos estandes reforça as mais altas expectativas quanto ao sucesso do evento da ABPA”, avalia Perboyre.

Em meio ao IPPE, também houve uma ampla ação de divulgação do Siavs, incluindo encontros com stakeholders internacionais, que confirmaram participação no evento brasileiro, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de agosto, no novo Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). “A presença internacional no Siavs será ampliada nesta edição, não apenas pelo fato do evento de 2024 crescer 40% em relação à edição anterior, como também pela reputação do encontro setorial, que agora contemplará toda a cadeia de proteína animal, dos produtores de insumos às agroindústrias de aves, suínos, ovos, bovinos de corte e de leite e de peixes de cultivo”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Sobre o Siavs

O Siavs agora é Salão Internacional de Proteína Animal.  Com nova marca e novo nome, o maior evento das cadeias produtivas do Brasil – que acontecerá entre 06 e 08 de agosto, no novo Distrito Anhembi, em São Paulo, contará com diversas novidades na edição deste ano.

Tradicionais ações – como os projetos especiais, o Siavs Talks e outras iniciativas – serão incorporadas à reestruturação do evento, que contará com uma programação de palestras e seminários direcionados às questões setoriais mais atuais.  A feira superará os 25 mil metros quadrados, com mais de 200 empresas participantes.  Representantes de mais de 50 países são esperados no evento.

A edição 2024 do Siavs será realizada no Novo Distrito Anhembi, que terá sua estrutura  totalmente reformulada e atualizada para eventos do porte do evento da ABPA. O endereço é o mesmo, mas será um evento completamente renovado, com as excelentes oportunidades que sempre marcaram o Siavs, em meio ao mais moderno espaço da capital nacional de eventos.

Fonte: Assessoria ABPA

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O Brasil da insegurança jurídica

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Enfrentamos um momento crucial em que a segurança jurídica no meio rural tornou-se vital para a sustentabilidade de nosso país. O risco iminente de demarcações indevidas de terras produtivas e invasões, promovidas por diferentes frentes, ameaça não apenas os produtores rurais, mas reverbera negativamente em toda a sociedade.

Ao permitir demarcações em áreas que têm sido fonte de sustento para gerações de agricultores, corremos o sério risco de desmantelar não apenas propriedades, mas o cerne da produção de alimentos que sustenta nossa nação. A história e os esforços incansáveis dos produtores, que adquiriram legalmente essas terras, estão em perigo.

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais. Afetam a produção agrícola, ameaçam o abastecimento de alimentos e geram instabilidade econômica em um momento em que precisamos mais do que nunca de segurança e tranquilidade.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editor-chefe do Jornal O Presente Rural, jornalista Giuliano De Luca
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Agricultura digital promove uma revolução tecnológica nos campos

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Agricultura digital, também conhecida como agri-tech ou agtech, tem emergido como uma revolução nos campos agrícolas, impulsionada pela aplicação de tecnologia e ferramentas digitais. Este avanço abrange uma ampla gama de tecnologias, desde automação até biotecnologia, monitoramento de informações e análise de dados. A crescente demanda por alimentos e a ameaça das mudanças climáticas têm impulsionado a adoção dessas tecnologias nos últimos anos, e os resultados são notáveis.

De acordo com o relatório “Feeding the Economy” de 2023, a agricultura digital está transformando as indústrias agrícola e de cultivo nos Estados Unidos. Os números são impressionantes: mais de 8,6 bilhões de dólares em atividade econômica, o que representa quase 20% do total do país, e o apoio direto a quase 23 milhões de empregos. Esses dados refletem não apenas um avanço econômico, mas também uma mudança fundamental na forma como a agricultura é conduzida.

Uma das grandes vantagens da agricultura digital é sua capacidade de melhorar a eficiência e aumentar a produtividade. Tecnologias como monitoramento de precisão, automação de equipamentos e estufas inteligentes estão possibilitando aos agricultores otimizar seus processos de produção. Imagens de satélite e drones, juntamente com sensores IoT, permitem o monitoramento preciso da saúde das culturas e das condições do solo, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e uma melhor previsão de padrões climáticos. Além disso, a automatização de equipamentos, como tratores autônomos e robôs agrícolas, reduz a dependência de mão de obra humana e aumenta a eficiência operacional.

A sustentabilidade também é um aspecto crucial da agricultura digital. Práticas agrícolas de precisão possibilitadas por essas tecnologias permitem aos agricultores implementar métodos sustentáveis que reduzem suas pegadas de carbono, enquanto aumentam os lucros. Com uma população global prevista para chegar a quase 10 bilhões até 2050, de acordo com as Perspectivas da População Mundial de 2022 da ONU, a agricultura digital se torna não apenas uma opção viável, mas uma necessidade urgente para atender às crescentes demandas alimentares.

Além dos benefícios econômicos e ambientais, a agricultura digital também promove uma maior transparência e conscientização na cadeia de suprimentos alimentar. A gestão eficiente da cadeia de suprimentos, com tecnologias como blockchain e análise de big data, permite uma rastreabilidade eficaz dos alimentos, garantindo a origem e a qualidade dos produtos alimentícios desde a fazenda até o consumidor final.

No entanto, apesar de todos esses benefícios, a agricultura digital enfrenta desafios significativos. Os altos custos iniciais e de manutenção, a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e a falta de padronização são apenas alguns dos obstáculos que os agricultores enfrentam ao adotar essas tecnologias. Superar esses desafios é essencial para aproveitar todo o potencial da agricultura digital e garantir um futuro sustentável para a produção de alimentos.

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo. Os agricultores que abraçarem essas tecnologias estarão à frente de uma nova era na produção de alimentos, impulsionando a inovação e garantindo um futuro próspero para a agricultura.

Fonte: Por Ricardo Martins, especialista em comunicação e tecnologia
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Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR
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