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SIAL Paris 2024: uma jornada autêntica pelos sabores do Brasil

ApexBrasil redefine a gastronomia brasileira em Paris, durante uma das maiores feiras de alimentos e bebidas da Europa.

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Em uma iniciativa inédita que promete inaugurar uma nova percepção internacional da cultura alimentar brasileira, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) está prestes a apresentar no Salon International de l’Alimentation (SIAL) 2024, em Paris, uma experiência gastronômica que vai muito além do esperado. “O Brasil exporta cada vez mais seus produtos e conquista mercados internacionais pela alta qualidade, originalidade, produção sustentável e sabores diferenciados. A Apex tem buscado abrir portas e apoiar empresas com potencial exportador, incluindo pequenos empreendedores. Nossa expectativa nesta feira é gerar mais de 2,5 bilhões de dólares em negócios”, destaca o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

Presidente da ApexBrasil, Jorge Vianna: “O Brasil exporta cada vez mais seus produtos e conquista mercados internacionais pela alta qualidade, originalidade, produção sustentável e sabores diferenciados” – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A feira terá início neste sábado (19) e vai até o dia a próxima quarta-feira (23), em Paris. A inauguração oficial do pavilhão brasileiro será no domingo (20), às 11 horas (horário de Paris). “Nossa missão é apresentar ao mundo, a partir dos ingredientes brasileiros, a verdadeira essência da culinária brasileira, com toda sua complexidade, história e inovação”, revela Rosa Moraes, uma das curadoras do evento.

O ponto alto desta abordagem será um jantar exclusivo no qual Coco Eiffel recebe 30 convidados no prestigiado restaurante Café de l’Homme, em 21 de outubro. Este evento, cuidadosamente curado, apresentará um menu de sete tempos, elaborado por uma constelação de chefs brasileiros que atuam no exterior e no Brasil. Cada prato foi meticulosamente concebido para contar uma história única sobre a biodiversidade brasileira e as técnicas culinárias inovadoras que estão redefinindo a gastronomia nacional.

Entre os destaques, está a chef Morena Leite, que afirma que: “Cada prato deste menu é uma declaração de amor à diversidade brasileira. Estamos trazendo para Paris não apenas alimentos, mas narrativas culturais, técnicas ancestrais e inovações contemporâneas que refletem a verdadeira alma da nossa gastronomia.” Morena apresentará camarão com rendas de mandioca.

O chef Marcelo Ballardin apresentará uma interpretação contemporânea do tucupi com seu “Gambero Rosso tucupi”, enquanto Bel Coelho surpreenderá com “Cogumelo grelhado com farofa de feijão manteiguinha e caldo de tucupi”, uma fusão audaciosa de texturas e sabores amazônicos.

O chef Vico Rocco apresenta peixe com sagu, o chef Rafael Rego, traz o filé gema mole com molho de açaí, o chef Rafel Cagali, mostra o arroz de pato e finalizando a sobremesa, criada pela chef Alessandra Montagne, promete ser uma celebração dos sabores tropicais com “sorvete de cupuaçu e bolo de mandioca com coco”.

A ApexBrasil não se limita a este jantar exclusivo. Durante todo o SIAL 2024, os pavilhões coordenados pela Agência serão palco de aulas show diárias, inaugurada pela chef Bel Coelho, e demais dias pelas chefs Luisa Kreitchmann e Marina Blanck Stroh, que demonstrarão a versatilidade e sofisticação dos ingredientes brasileiros. Desde o “Creme de cupuaçu aveludado com brigadeiro de chocolate brasileiro aromatizado com cumaru” até o “Velouté de abóbora e cacau com crocante de sementes ao perfume amazônico”, cada apresentação é uma oportunidade de educar e surpreender o público internacional. “A curadoria do projeto de produtos brasileiros é fundamental e a gastronomia se torna o elo essencial nesta transformação. Através da valorização dos nossos sabores e ingredientes conseguimos promover a cultura do nosso país. A gastronomia é uma poderosa ferramenta de conexão e identidade, capaz de abrir portas e construir pontes entre diferentes culturas,” afirma Mariana Fragoso, diretora executiva do Instituto Capim Santo, responsável por este projeto.

“Nossa curadoria gastronômica para o SIAL 2024 é um manifesto cultural”, explica Georges Schnyder, um dos curadores do projeto, acrescentando: “Queremos que o mundo compreenda que a gastronomia brasileira é um reflexo direto da nossa megadiversidade, das nossas tradições milenares e da nossa capacidade de inovação.”

Esta abordagem marca uma das estratégias da ApexBrasil, que prioriza a autenticidade e a profundidade cultural. É um convite ao mundo para redescobrir o Brasil por meio de seus sabores mais autênticos e surpreendentes. “Fazer parte de um grupo tão especial e que vem ao longo de anos trabalhando arduamente para levar a gastronomia ao destaque que merece em nível mundial, é além de tudo uma honra! Poder estar na SIAL e mostrar a diversidade dos produtos brasileiros e sua versatilidade, além de ajudar na geração de mercado consumidor em todo os lugares do mundo, é uma maneira de desenvolver a gastronômica diplomática e a divulgação do turismo em solo nacional”, enfatiza Luccio Oliveira, presidente do Instituto Capim Santo.

Sobre o SIAL Paris 2024 e a participação brasileira
O Salão Internacional de Alimentação é uma feira bianual realizada desde 1964 em Paris, na França, considerada uma das maiores e mais importantes dos setores de alimentos, bebidas e agronegócios da Europa.

Neste ano, o SIAL Paris comemora 60 anos e a ApexBrasil estará presente mais uma vez organizando o Pavilhão Brasil com a participação de 192 empresas, sendo 87 apoiadas diretamente pela Agência, 9 Comerciais Exportadoras ou “Trading Companies” – que representam 50 pequenos negócios via Brasil Trade Lounge (BTL) –, além de outras 46 empresas participantes via projetos setoriais Brazilian Pork, Brazilian Chicken, Brazilian Egg e Brazilian Breeders, realizados em parceria com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e via projeto setorial Brazilian Beef, realizado em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). A expectativa é a geração de US$ 2,5 bilhões em negócios imediatos e contratos futuros para as empresas brasileiras participantes.

Na última edição, em 2022, o SIAL Paris teve mais de mais 7 mil expositores de 127 países e recebeu mais de 265 mil visitantes de 200 nações. Do total de visitantes, cerca de 90% são estrangeiros, o que reforça o posicionamento da feira como uma plataforma mundial de promoção do setor de alimentos e bebidas.

Fonte: Assessoria ApexBrasil

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Brasil amplia acordos de cooperação com a Coreia do Sul

Intercâmbio técnico, cooperação em sanidade e pesquisa de bioinsumos, buscando tecnologia e sustentabilidade para o campo brasileiro busca ampliar competitividade e fortalecer a produção sustentável.

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Foto: Caroline de Vita/Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária assinou, nesta segunda-feira (23), em Seul, dois memorandos de entendimento com o governo da Coreia do Sul voltados ao fortalecimento da cooperação bilateral em agricultura, sanidade, inovação e desenvolvimento rural. Os atos foram celebrados na Casa Azul durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático. “A Coreia do Sul é um parceiro estratégico e esta agenda inaugura uma nova etapa de cooperação baseada em confiança, diálogo e complementaridade econômica. Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro: “Estamos aproximando tecnologia, sustentabilidade e produção responsável para ampliar oportunidades ao agro brasileiro e fortalecer a segurança alimentar” – Foto: Caroline de Vita/Mapa

O primeiro acordo, firmado entre os ministérios da Agricultura dos dois países, estabelece a ampliação do intercâmbio técnico e institucional com foco em ciência, tecnologia, agricultura digital, segurança alimentar e cadeias de abastecimento. O memorando inclui a cooperação em medidas sanitárias e fitossanitárias (SPS), com previsão de harmonização de normas e troca de informações para avançar em temas de interesse comum.

O documento também prevê cooperação em infraestrutura agrícola, promoção de investimentos, intercâmbio científico e criação de um Comitê de Cooperação Agrícola Brasil-Coreia para acompanhar a implementação das iniciativas conjuntas.

O segundo memorando reúne o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia. O acordo estabelece uma estrutura de cooperação voltada ao registro, avaliação e gestão de agrotóxicos e bioinsumos, além do intercâmbio de informações e desenvolvimento de pesquisas conjuntas.

Foto: Caroline de Vita/Mapa

Entre as ações previstas estão o compartilhamento de dados técnicos, intercâmbio de especialistas, programas de capacitação e realização de workshops e projetos científicos conjuntos.

Os acordos integram a agenda da missão oficial brasileira na Ásia e reforçam a parceria estratégica entre Brasil e Coreia do Sul, com potencial para ampliar o intercâmbio tecnológico, estimular a inovação no campo e fortalecer a cooperação sanitária e regulatória no setor agropecuário.

Fonte: Assessoria Mapa
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Países em desenvolvimento buscam protagonismo na redefinição da ordem econômica mundial

Integração entre economias emergentes mira maior autonomia financeira, tecnológica e comercial.

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Foto: Divulgação

A defesa de maior articulação entre países em desenvolvimento marcou o encerramento da agenda presidencial na Ásia. Na madrugada deste domingo (22), antes de deixar a Índia rumo à Coreia do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a sustentar que o chamado Sul Global precisa atuar de forma coordenada para alterar a atual estrutura do comércio e das decisões econômicas internacionais.

Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva: “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças” – Foto: Ricardo Stuckert/PR

O argumento central é que economias emergentes enfrentam assimetrias estruturais nas negociações com grandes potências. Segundo ele, acordos bilaterais diretos tendem a reproduzir desequilíbrios históricos, reduzindo a margem de barganha de países menos desenvolvidos. “Países pequenos precisam negociar juntos para equilibrar forças”, afirmou, ao citar Índia, Brasil e Austrália como exemplos de nações que podem ampliar seu poder de influência quando atuam em bloco.

O presidente associou essa defesa a um diagnóstico histórico. Na avaliação dele, a inserção internacional de diversas economias emergentes ainda carrega traços de dependência tecnológica e financeira herdados do período colonial. A crítica não se limita ao passado político, mas alcança a estrutura contemporânea de cadeias globais de valor, nas quais países exportadores de commodities permanecem, em muitos casos, na base da pirâmide produtiva.

A proposta apresentada envolve intensificar parcerias entre países com níveis de desenvolvimento semelhantes, com foco em cooperação tecnológica, agregação de valor e ampliação do comércio intra-bloco. O objetivo estratégico é reduzir vulnerabilidades externas e aumentar a autonomia decisória.

Nesse contexto, o BRICS aparece como instrumento central dessa reconfiguração. O presidente afirmou que o grupo deixou de ser

Brics – Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

periférico para assumir papel mais estruturado na governança internacional. Destacou a criação do Novo Banco de Desenvolvimento como exemplo de mecanismo financeiro alternativo às instituições tradicionais dominadas por economias avançadas.

Ele também buscou afastar a narrativa de confronto direto com o Ocidente. Ao mencionar a preocupação dos Estados Unidos, sobretudo em relação à China, afirmou que o objetivo não é reeditar divisões geopolíticas típicas da Guerra Fria, mas fortalecer a capacidade de articulação dos emergentes dentro da própria arquitetura global, inclusive com eventual ampliação da interlocução com o G20.

Outro ponto sensível abordado foi a discussão sobre moeda comum. O presidente voltou a negar a intenção de criar uma divisa própria do bloco. A proposta, segundo ele, limita-se a ampliar o uso de moedas nacionais nas transações comerciais entre os países-membros, como forma de reduzir custos cambiais e dependência do dólar. Trata-se de uma agenda pragmática, voltada à eficiência comercial, ainda que com implicações estratégicas no sistema financeiro internacional.

A fala reforça uma linha de política externa que combina multilateralismo, diversificação de parceiros e busca por maior protagonismo das economias emergentes. A agenda na Índia e na Coreia do Sul integra essa estratégia de aproximação com a Ásia, região vista como eixo dinâmico da economia global nas próximas décadas.

ONU

Ao defender o fortalecimento da Organização das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou a necessidade de resgatar o papel institucional do organismo em um cenário internacional marcado por conflitos e tensões geopolíticas. Segundo ele, a entidade precisa “voltar a ter legitimidade e eficácia” para cumprir sua missão central de manutenção da paz.

O presidente relatou ter feito contatos diretos com outros chefes de Estado diante de crises recentes. “Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia”, afirmou.

Para Lula, não se pode permitir que decisões unilaterais de grandes potências interfiram na soberania de outros países. “Você não pode

Foto: Divulgação

permitir que, de forma unilateral, nenhum país, por maior que seja, possa interferir na vida de outros países. Precisamos da ONU para resolver esse tipo de problema. E, por isso, ela precisa ter representatividade”, reiterou.

Relação com os Estados Unidos

Ao tratar da relação bilateral com os Estados Unidos, Lula condicionou o aprofundamento de parcerias à disposição americana de enfrentar o crime organizado transnacional. “O crime organizado hoje é uma empresa multinacional. Por isso, nossa Polícia Federal precisa construir parcerias com todos os países que tenham interesse em enfrentá-lo conosco”, disse. Ele acrescentou que, havendo cooperação efetiva, o Brasil estará “na linha de frente”, inclusive solicitando o envio de brasileiros envolvidos com organizações criminosas que estejam em território americano.

O presidente também defendeu que a atuação americana na América do Sul e no Caribe seja pautada pelo respeito. Classificou a região como pacífica, sem armamento nuclear e focada no desenvolvimento econômico e social. Segundo Lula, esse será um dos temas a serem tratados em encontro previsto com o presidente Donald Trump. “Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça. O que o mundo precisa é de tranquilidade”, afirmou, acrescentando que o atual momento registra o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Sobre a recente decisão da Suprema Corte dos EUA que derrubou tarifas impostas pelo governo americano, Lula evitou juízo de valor. Disse que não cabe ao presidente do Brasil comentar decisões internas de outras jurisdições.

Índia, comércio e agregação de valor

Na agenda asiática, Lula destacou os encontros com o primeiro-ministro Narendra Modi, em Nova Delhi. Segundo ele, o foco foi a ampliação do comércio e da cooperação econômica. “Tratamos muito da nossa relação comercial. Não entramos em detalhes sobre geopolítica internacional. Discutimos o que nos une, em especial fortalecer nossas economias para nos tornarmos países altamente desenvolvidos”, afirmou.

O intercâmbio bilateral, atualmente em US$ 15,5 bilhões, tem meta de alcançar US$ 30 bilhões até 2030. Lula classificou as conversas com empresários indianos como positivas. “Todos os empresários indianos que investem no Brasil elogiam o país e dizem que vão aumentar seus investimentos”, reteirou.

O presidente voltou a defender que a exploração de minerais críticos e terras raras no Brasil esteja condicionada à agregação de valor no território nacional. “O processo de transformação precisa acontecer no Brasil. O que não vamos permitir é que aconteça com nossas terras raras o que aconteceu com nosso minério de ferro”, afirmou, criticando o modelo histórico de exportação de commodities sem industrialização local.

Após a passagem pela Índia, Lula seguiu para Seul, onde foi recebido a convite do presidente Lee Jae Myung. A visita prevê a adoção de um Plano de Ação Trienal 2026-2029, com o objetivo de elevar a relação bilateral ao patamar de parceria estratégica, consolidando a ofensiva diplomática brasileira na Ásia.

Fonte: O Presente Rural com Agência Brasil
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Trump eleva tarifa global para 15% e testa novos limites legais após revés na Suprema Corte

Presidente norte-americano amplia sobretaxa temporária sobre todas as importações e anuncia nova estratégia jurídica para sustentar política comercial.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no última sábado (21) a elevação de 10% para 15% da tarifa temporária aplicada sobre todas as importações que entram no país. A medida ocorre poucos dias após a Suprema Corte dos EUA derrubar o programa tarifário anterior, baseado em poderes de emergência econômica.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump reage à decisão da Suprema Corte e sinaliza aumento imediato da tarifa global sobre importações, reforçando a centralidade das barreiras comerciais em sua estratégia econômica – Foto: Divulgação

Na sexta-feira (20), em reação direta ao julgamento, Trump já havia determinado a aplicação imediata de uma tarifa global de 10% sobre todos os produtos importados, adicional às tarifas já existentes. Agora, decidiu ampliar o percentual ao limite máximo permitido pela legislação invocada.

Pela lei comercial americana, o presidente pode instituir uma taxa de até 15% por um período de 150 dias, mecanismo previsto para situações consideradas excepcionais. A utilização desse dispositivo, contudo, pode enfrentar questionamentos judiciais, especialmente após a Corte ter delimitado o alcance dos poderes presidenciais em matéria tarifária.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que a elevação da tarifa ocorre com efeito imediato e justificou a decisão como resposta a décadas de práticas comerciais que, segundo ele, prejudicaram a economia americana. Disse ainda que o percentual de 15% representa o nível totalmente permitido e legalmente testado.

O presidente também sinalizou que a medida é transitória. Durante os 150 dias de vigência, o governo trabalhará na formulação de novas tarifas consideradas legalmente admissíveis, indicando que a estratégia comercial será reestruturada para se apoiar em fundamentos jurídicos distintos daqueles rejeitados pela Suprema Corte.

A decisão reforça que, apesar do revés judicial, a política tarifária permanece no centro da agenda econômica do governo. Ao mesmo tempo, amplia a tensão institucional em torno dos limites entre Executivo e Congresso na condução da política comercial dos Estados Unidos.

Fonte: O Presente Rural
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