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SHV aumenta a oferta recomendada de 44,50 euros pelas ações da Nutreco

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A Nutreco N.V. e a SHV Holdings NV anunciam conjuntamente terem alterado seu acordo
condicional, previamente anunciado em 20 de outubro de 2014, a respeito da oferta pública pela SHV para aquisição de todas as ações ordinárias emitidas e em circulação da Nutreco. Conforme o acordo, a SHV concordou em aumentar o seu preço de oferta de € 40 para € 44,50 em dinheiro por cada ação ordinária da Nutreco e alterar os respectivos direitos de rescisão das partes no que se refere a ofertas concorrentes.
 
Antecedentes do aumento da oferta da SHV
Ao aumentar o preço de oferta, a SHV responde a demonstração espontânea de interesse
concorrente que a Nutreco recebeu da Cargill em 08 de novembro de 2014, bem como aos comentários de vários acionistas da Nutreco. A Nutreco informou a SHV a respeito da manifestação de interesse concorrente da Cargill em conformidade com o acordo condicional entre SHV e Nutreco, datado de 19 de outubro de 2014.
A SHV aumentou sua oferta para € 44,50 por ação, valor 11,25% maior do que a sua oferta inicial. O aumento do preço da oferta da SHV representa um prêmio de 58% em relação ao preço de fechamento de sexta-feira, 17 de outubro de 2014 e um prêmio de 49% sobre o preço médio de fechamento para os três meses anteriores a esta data. O aumento da oferta da SHV valoriza 100% das ações emitidas e em circulação da Nutreco em € 2,988 milhões.
 
Cargill
A Nutreco anuncia que rejeitou a manifestação de interesse concorrente da Cargill. A Nutreco, juntamente com seus assessores, concluiu que a intenção da Cargill de dividir o negócio Nutreco é fundamentalmente incompatível com a estratégia de crescimento de longo prazo da companhia para o negócio como um todo.
Em sua manifestação de interesse concorrente, a Cargill afirmou que, sujeita à conclusão satisfatória de um exercício de due diligence, teria a intenção de fazer uma oferta de pelo menos € 43,20 em dinheiro por ação da Nutreco.
A Cargill afirmou que estava explorando uma operação estruturada em conjunto com a empresa de private equity Permira. Isso resultaria em uma ruptura da Nutreco de forma que a Cargill faria a aquisição da divisão de Fish Feed (alimentação de peixes) e a Permira faria a aquisição da divisão de Nutrição Animal.
A manifestação ainda estava sujeita à aprovação do conselho de administração da Cargill e continha outras incertezas substanciais de execução. A estrutura potencial envolvendo a Permira não era clara.
Levando em conta o acima exposto, a Nutreco concluiu que a manifestação de interesse da
Cargill não atende suas partes interessadas.
 
Total apoio e recomendação unânime dos Conselhos Executivo e Fiscal da Nutreco
A Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal são da opinião de que o aumento da oferta da SHV trará benefícios superiores para os acionistas, funcionários, clientes, parceiros e outras partes interessadas da Nutreco. A Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal apoiam plenamente e recomendam, por unanimidade, a aceitação dos acionistas da Nutreco do aumento da oferta por parte da SHV.
 
Ofertas concorrentes
Com a alteração, a Nutreco e a SHV podem rescindir o acordo condicional no caso de um
terceiro que de boa fé faça uma oferta que, na opinião da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, seja mais benéfica do que a oferta aumentada da SHV. Será levada em conta do terceiro em questão a certeza de execução (incluindo garantia de financiamento e cumprimento de todas as leis reguladoras e antitrustes), a condicionalidade, os planos futuros de tal terceiro em relação à Nutreco e sua estratégia, seus administradores, empregados e outras partes interessadas, desde que a conta por ação exceda o preço da oferta da SHV em 8% ou mais. Nesse caso, a SHV tem a oportunidade de igualar essa oferta.
 
Outros termos do aumento da oferta
Com exceção do que está descrito neste comunicado conjunto, todos os termos de aumento da oferta da SHV permanecem os mesmos do que foi anunciado em 20 de outubro de 2014. O calendário para o lançamento da oferta da SHV também permanece como anteriormente anunciado.
 
Outras informações
O aumento da oferta será pelas ações ordinárias da Nutreco, sociedade anônima de direito holandês, e está sujeita à divulgação e requisitos processuais holandeses, que são diferentes dos de outras jurisdições. A oferta maior será objeto de divulgação e outros requisitos processuais, inclusive em relação aos calendários de oferta e liquidação, que diferentes dos aplicáveis no âmbito de procedimentos e leis de outras jurisdições.
Na medida do permitido pela lei ou regulamentação aplicável, a SHV e suas afiliadas ou corretores (atuando como agentes para SHV ou de suas afiliadas, conforme o caso) podem, de tempos em tempos, após a presente data, e que não seja de acordo com o aumento da oferta, diretamente ou indiretamente, adquirir ou providenciar a compra das ações ordinárias do capital da Nutreco.
Informações sobre as extensões de tais aquisições ou acordos para a compra serão divulgadas por meio de um comunicado de imprensa para informar os acionistas. Além disso, consultores financeiros para a SHV também podem se envolver em atividades comerciais que podem incluir aquisições ou acordos de compra de títulos da Nutreco.
 
Restrições gerais
As informações contidas neste comunicado de imprensa não se destinam a ser completa. Este anúncio é apenas para fins informativos e não constitui uma oferta ou um convite para adquirir ou alienar valores mobiliários ou qualquer conselho de investimento ou um incentivo para entrar na atividade de investimento. Este comunicado não constitui uma oferta de venda ou emissão ou a solicitação de uma oferta para comprar ou adquirir os títulos da Nutreco em qualquer jurisdição.

Fonte: Ass. Imprensa da Nutreco

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Suinocultores participam de encontro sobre o descarte correto de carcaças no oeste do Paraná

Encontro aconteceu no município de Pato Bragado reunindo produtores rurais para orientar sobre práticas que garantem a sanidade animal, a preservação ambiental e o cumprimento da legislação.

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Foto e texto: Assessoria

Na noite desta quinta-feira(26), produtores de suínos de Pato Bragado participaram de um encontro voltado à orientação sobre o descarte correto de carcaças de suínos. A iniciativa foi realizada em parceria com a Associação Regional de Suinocultores do Oeste (ASSUINOESTE) e reuniu produtores, representantes da entidade e da empresa parceira, além da equipe da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

O encontro teve como principal objetivo reforçar a importância da destinação adequada das carcaças, destacando as exigências da legislação, os cuidados com a sanidade animal, a preservação do meio ambiente e a prevenção da disseminação de doenças que podem impactar a produção de suínos.

Durante a programação, foram apresentadas orientações técnicas sobre os procedimentos corretos para o descarte, bem como esclarecidas dúvidas dos produtores. A ação também buscou conscientizar os participantes sobre a responsabilidade compartilhada entre produtores, entidades e poder público na adoção de práticas que garantam a sustentabilidade e a segurança da atividade.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente segue desenvolvendo ações voltadas à orientação e ao fortalecimento do setor agropecuário. Em parceria com a ASSUINOESTE, o encontro reforçou o compromisso de levar informação técnica aos produtores rurais, esclarecendo dúvidas sobre a legislação e incentivando práticas que contribuam para a sanidade animal, a preservação ambiental e a segurança da produção suinícola.

Fonte: Assessoria
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El Niño 2026/27 pode reordenar oferta global de grãos com impactos opostos entre hemisférios, aponta Itaú BBA

Fenômeno altera padrões de chuva e temperatura no planeta, com efeitos assimétricos sobre EUA, Brasil, Argentina, Ásia e Oceania e maior risco de volatilidade agrícola.

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Foto: Shutterstock

O El Niño é um fenômeno climático de escala global associado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Ele integra o ciclo El Niño-Oscilação Sul (ENOS), que alterna entre três fases: a quente (El Niño), a fria (La Niña) e a neutra.

A fase de El Niño se caracteriza quando as temperaturas do Pacífico permanecem pelo menos 0,5°C acima da média por vários meses consecutivos, acompanhadas por alterações relevantes na circulação atmosférica.

Foto: José Fernando Ogura

Esse processo está ligado ao enfraquecimento ou até à inversão dos ventos alísios, o que favorece o deslocamento de águas mais quentes em direção ao leste do Pacífico e reduz a ressurgência de águas frias na costa da América do Sul. “Por cobrir cerca de um terço do planeta, o Pacífico exerce forte influência sobre a circulação atmosférica global, reorganizando padrões de chuva e temperatura em escala planetária”, afirma a Consultoria Agro Itaú BBA.

Na fase oposta do sistema, a La Niña, observa-se o resfriamento anormal das águas do Pacífico Equatorial, acompanhado pela intensificação dos ventos alísios e por efeitos climáticos em geral contrários aos do El Niño em diversas regiões do mundo.

Ao modificar a interação entre oceano e atmosfera, o ENOS altera a circulação global de umidade e, consequentemente, os regimes de precipitação em diferentes continentes.

O El Niño tende a elevar temporariamente a temperatura média global, enquanto a La Niña promove um leve resfriamento de curta duração. Em ambos os casos, há uma reorganização dos riscos climáticos em escala planetária.

Foto: Gilson Abreu

Esses eventos ocorrem, em média, a cada dois a sete anos e costumam durar entre nove e 12 meses, com impactos relativamente consistentes sobre grandes regiões agrícolas, ainda que com variações de intensidade entre episódios.

Estados Unidos: efeitos mais fortes no inverno e impacto indireto no verão

 

Nos Estados Unidos, os efeitos do El Niño são mais bem definidos no outono, inverno e início da primavera, quando o fenômeno altera de forma mais consistente os padrões de temperatura e precipitação.

Em termos gerais, o evento está associado a invernos mais amenos e úmidos no Centro-Norte do país e a condições mais secas no Sul, com destaque para o Texas.

Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, há registros históricos de safras elevadas no Corn Belt em episódios de El Niño de intensidade moderada, como em 2009, 2015 e 2023, quando a combinação de umidade e temperaturas mais equilibradas favoreceu o desenvolvimento das lavouras.

Ainda assim, a influência do fenômeno sobre o verão, fase crítica para o desenvolvimento de milho e soja, é menos estável e apresenta maior variabilidade, com casos pontuais em que excesso de precipitação ou ondas de calor tardias impactaram negativamente a produtividade.

Na direção oposta, a fase de La Niña tende a aumentar o risco de secas e ondas de calor no Sul dos EUA e em parte do cinturão agrícola, elevando o estresse hídrico

Foto: Divulgação

sobre as lavouras e ampliando a variabilidade produtiva.

Brasil: assimetria regional e alto grau de variabilidade produtiva

No Brasil, o El Niño acentua a heterogeneidade climática entre as regiões, provocando padrões de chuva distintos e, muitas vezes, opostos no território nacional.

No Sul, há tendência de precipitações acima da média durante a primavera e o verão, o que pode favorecer o desenvolvimento de culturas como soja e milho. Contudo, esse cenário também eleva o risco de encharcamento do solo, proliferação de doenças fúngicas e ocorrência de eventos extremos.

No Sudeste, o regime de chuvas tende a se tornar mais irregular, com alternância entre períodos mais úmidos e episódios de calor intenso, o que pode afetar o desempenho de culturas como soja, milho e cana-de-açúcar justamente em fases críticas do ciclo produtivo.

No Centro-Oeste, o principal risco está associado ao atraso do início das chuvas de primavera, o que pode reduzir a janela ideal de plantio da soja e, por consequência, comprometer o calendário da segunda safra de milho. Além disso, a maior frequência de veranicos e episódios de déficit hídrico durante o verão aumenta a vulnerabilidade das lavouras. “Em cenários de maior intensidade do fenômeno, a combinação entre atraso de plantio e irregularidade das chuvas eleva de forma relevante o risco para o milho 2ª safra no Centro-Oeste”, destaca a Consultoria Agro Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Freepik

Nas regiões Norte e Nordeste, o impacto tende a ser mais negativo, com redução mais acentuada das chuvas, o que amplia o risco de secas severas e afeta diretamente o Matopiba e áreas de agricultura de subsistência.

Mapa de risco climático no Brasil

A projeção da Consultoria Agro Itaú BBA indica que o El Niño amplia a assimetria climática no país:

  • Sul (RS, SC, PR): risco alto de excesso de chuva e inundações, com impacto também sobre qualidade sanitária das lavouras
  • Norte/Amazônia e Matopiba: risco alto de seca, queimadas e déficit hídrico
  • Centro-Oeste Norte (MT): risco de veranicos e irregularidade no plantio
  • Centro-Oeste Sul (MS e GO): risco médio-alto associado a calor excessivo
  • Sudeste: risco médio-alto de ondas de calor e chuvas irregulares

“O comportamento não é homogêneo, e o desafio central é a simultaneidade de riscos distintos dentro de um mesmo país produtor”, aponta a consultoria.

Argentina: padrão mais favorável ao El Niño

Na Argentina, o El Niño historicamente favorece a produção de soja e milho, sobretudo pelo aumento das chuvas durante a primavera-verão, período crítico para o

Foto: Divulgação

desenvolvimento das lavouras no cinturão agrícola do país.

Em anos recentes de El Niño, como 2014/15 e 2016/17, o país registrou produtividades acima da média, em contraste com os episódios de La Niña, marcados por forte restrição hídrica e perdas expressivas.

Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, a seca prolongada de 2020–22, associada à La Niña, levou a produção de soja argentina a cerca de 25 milhões de toneladas em 2022/23, enquanto a reversão para um El Niño forte em 2023/24 permitiu recuperação relevante da oferta, com colheita próxima de 50 milhões de toneladas. “Os extremos do ENOS têm efeito direto e imediato sobre a variabilidade produtiva da Argentina, com forte sensibilidade da soja às condições de chuva no ciclo de primavera-verão”, destaca a consultoria.

Ásia e Oceania

 

Na Ásia e na Oceania, o El Niño está frequentemente associado ao enfraquecimento das monções (ventos sazonais) e à redução das chuvas, o que provoca alterações relevantes no regime hídrico de algumas das principais regiões agrícolas do mundo.

Na Índia e no Sudeste Asiático, esse padrão climático afeta diretamente culturas estratégicas como arroz, milho e cana-de-açúcar, além de impactar a produção de óleo de palma na Indonésia e na Malásia, com repercussões importantes sobre a oferta global de óleos vegetais.

Foto: Gilson Abreu

Na Austrália, o fenômeno costuma estar ligado a episódios de seca e ondas de calor, comprometendo de forma significativa a produção de trigo, como observado em eventos recentes, incluindo 2015 e 2023. “A forte dependência das monções faz com que a região responda de forma particularmente sensível às variações de temperatura do Pacífico”, observa a Consultoria Agro Itaú BBA.

Sistema climático integrado e risco de oferta global

O conjunto de evidências reforça que o El Niño não se trata de um evento isolado, mas de um componente de um sistema climático integrado, com efeitos simultâneos e interconectados em diferentes continentes.

Na leitura da Consultoria Agro Itaú BBA, o principal ponto de atenção para o ciclo 2026/27 não está apenas na intensidade do fenômeno, mas na sua capacidade de redistribuir riscos climáticos entre hemisférios, com potencial de alterar o equilíbrio global de oferta de grãos e aumentar a volatilidade dos mercados agrícolas.

Fonte: O Presente Rural
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Copel abre contratação para 147 vagas de eletricistas

Profissionais farão parte do Copel Agro no suporte ao primeiro atendimento a produtores rurais nas regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste do Paraná.

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Foto: Divulgação Copel

A Copel está abrindo, nesta sexta-feira (26), 147 vagas para a contratação de eletricistas em nove municípios das regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste do Paraná. As inscrições estarão abertas até o próximo dia 6 de julho. Os detalhes das vagas estão disponíveis no portal da companhia, com acesso pelo link https://www.copel.com/site/institucional/carreira/ e no endereço da Copel no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/copel/).

“Estamos fortalecendo as equipes da Copel em regiões estratégicas com vagas abertas a profissionais locais. É a geração de oportunidade e de empregos a quem conhece a região. Um importante reforço à companhia”, afirma o diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antonio Villela de Abreu. Os profissionais farão parte do efetivo próprio da companhia em equipes do Copel Agro no suporte ao primeiro atendimento a produtores rurais.

Na região Oeste, há 24 vagas abertas para novos eletricistas em Cascavel; 18 em Medianeira e seis em Marechal Cândido Rondon. No Sudoeste, são 23 vagas abertas em Laranjeiras do Sul; 16 em Francisco Beltrão e 12 em Realeza. No Noroeste paranaense são 24 vagas em Ubiratã; 14 vagas em Campo Mourão e 10 em Cianorte.

 

Quadro próprio e perfil da vaga

As vagas abertas são de Eletricista de Distribuição de Redes, para atuar na manutenção, operação e atendimento em redes de distribuição de energia elétrica, executando atividades em campo com foco em segurança, qualidade e continuidade do fornecimento de energia; Eletricista de nível III, abertas a profissionais com mais de três anos de atuação na área com sólida experiência em redes de distribuição de energia; Eletricista II, com experiência de um ano na função e conhecimento prático em atividades elétricas e autonomia na execução de serviços em campo; e Eletricista nível I, iniciante na área com interesse em aprender e se desenvolver no setor elétrica.

 

A efetivação dos profissionais será em 5 de agosto. Aqueles que forem contratados passarão por treinamento na Escola Copel de Eletricistas.

 

Escola de Eletricistas

Estão em fase final de treinamento, na Escola Copel de Eletricistas, 160 profissionais que vão compor 55 equipes em todo o Paraná. Os profissionais foram selecionados e contratados pela Copel para vagas abertas em fevereiro deste ano.

O projeto da Escola Copel de Eletricistas conta com investimentos de R$ 1,4 milhão na formação de profissionais e estruturação de centros regionais de treinamento em todas as regiões do Estado.

Há oito centros de treinamento já estruturados no Estado: Curitiba e Matinhos (Leste); Londrina (Norte); Cascavel e Toledo (Oeste); Pato Branco (Sudoeste); Umuarama (Noroeste); União da Vitória (Sul). Até o final deste ano está prevista a implantação de mais centros de treinamento em regiões estratégicas.

 

Copel Agro

Fruto de construção coletiva da Copel com representantes do setor produtivo paranaense, o programa Copel Agro tem se consolidado como importante suporte ao desenvolvimento do agronegócio.

Cerca de 76 mil clientes da cadeia de proteína (peixe, frango, leite) estão cadastrados no programa em todo o território paranaense.

Em pouco mais de dois meses de funcionamento, o Copel Agro ultrapassou a marca de 60 mil atendimentos pela linha direta 0800 643 76 76, com 95% de aprovação dos clientes. Os teleatendentes estão à disposição 24 horas por dia, sete dias por semana.

“A primeira entrega do Copel Agro é o atendimento exclusivo. O programa vai além, com a contratação de equipes próprias de eletricistas, treinamento com foco no primeiro atendimento, mutirões de poda e outras intervenções preventivas e corretivas para garantir o fornecimento de energia de qualidade aos produtores rurais”, observa o gerente-executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves.

O Copel Agro conta com infraestrutura própria que contempla equipe dedicada no Centro de Operações da Copel; a ampliação do quadro de eletricistas e de centros de capacitação e a utilização de tecnologia de ponta para a conectividade das equipes de campo.

“A contratação de eletricistas nas próprias regiões é um importante reforço às ações do Copel Agro. Será um profissional identificado com a região, com conhecimento do território e do próprio perfil de produção local, a se integrar às equipes da companhia no primeiro atendimento. Um importante reforço para a Copel e para a população dessas regiões”, completa o gerente-executivo do Copel Agro.

Fonte: Assessoria
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