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Notícias Coopavel

Show Rural vai adotar protocolos para produtor ter visita informativa e segura

Os riscos potenciais foram mapeados e serão eliminados um a um, segundo o presidente

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Um cuidadoso plano de contingência está em elaboração para que produtores rurais possam visitar a 33ª edição do Show Rural Coopavel com segurança. “Serão inúmeros cuidados observados em todo o parque, tudo para os visitantes conhecer as novidades em tecnologias sem se expor a riscos”, diz o presidente Dilvo Grolli.

Os riscos potenciais foram mapeados e serão eliminados um a um, segundo o presidente. “Observaremos rigorosamente as exigências e recomendações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Ministério da Saúde e das secretarias municipal e de estado da saúde”. Os cuidados serão observados desde o deslocamento dos visitantes de suas casas ao parque, localizado no km-577 da BR-277, na saída para Curitiba.

No caso de o transporte ser feito em ônibus, que devem ser regularmente sanitizados, deve-se respeitar o distanciamento mínimo e usar máscara no percurso. Nos portões de acesso haverá aferição da temperatura corporal. Ambulatórios distribuídos em pontos estratégicos da área darão suporte às equipes de saúde. Os produtores rurais, técnicos e outros visitantes terão de utilizar a máscara durante toda a sua permanência no local.

A céu aberto

Para evitar aglomerações, a organização do Show Rural Coopavel decidiu não autorizar a realização de palestras, coletivas de imprensa e encontros em ambientes fechados. A recomendação é que aconteçam em espaços abertos e arejados. A distribuição de álcool em gel será farta nos 720 mil metros quadrados da área e os mais de 110 bebedouros recebem adaptações para acionamento com o pé, enumera o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Outra novidade será determinar sentidos únicos em algumas das ruas de maior movimento do parque para que os visitantes se desloquem respeitando distâncias seguras dos demais. A observação dos protocolos se dará também nos ambientes destinados às refeições, com menor ocupação nas mesas. No restaurante, equipes de colaboradores, devidamente paramentados, servirão os visitantes. “Tudo o que puder ser feito para a segurança dos produtores rurais faremos, porque os desafios estão aí e precisamos seguir produzindo alimentos com produtividade elevada e sustentabilidade”, conforme Dilvo Grolli.

A montagem dos estandes será de 4 a 27 de janeiro, com permissão de trabalho no interior do parque das 7h às 19h, informa o coordenador da área de Montagem Samuel Felipe. Os funcionários das montadoras terão de utilizar máscara em todas as etapas da operação, bem como fazer uso regular do álcool em gel e observar normas sanitárias da Anvisa. “Estaremos bastante atentos também à utilização dos equipamentos de proteção individual”, reforça Samuel.

Híbrido

O 33º Show Rural Coopavel acontecerá de 1º a 5 de fevereiro de 2021. Trezentas e trinta empresas já confirmaram presença e o público presencial será menor em comparação às edições mais recentes. No entanto, um grande de expectadores será alcançado por meio das plataformas online, com transmissão ao vivo pela Tv Show Rural, outra das novidades do evento.

Fonte: Assessoria
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Notícias Safra de inverno

Santa Catarina amplia em 15% área plantada de trigo

Com a safra encerrada no final de janeiro, a expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas

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Divulgação/AENPr

A alta nos preços estimulou o plantio de trigo em Santa Catarina. Com a safra encerrada no final de  janeiro, a  expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas, cultivadas em aproximadamente 58 mil hectares – um aumento de 15% na área plantada em relação ao ano anterior. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural vem estimulando a produção de trigo nas lavouras catarinenses como alternativa para reduzir a crescente dependência de milho para ração animal.

“Embora com uma queda na produtividade, tivemos um resultado muito positivo na safra de trigo 2020/2021. Estamos estimulando a pesquisa para o desenvolvimento de novos cultivares, queremos ampliar ainda mais a área plantada com cereais de inverno em Santa Catarina. Temos áreas pouco utilizadas, com lavouras disponíveis para o plantio de trigo, triticale e cevada, por exemplo, que podem ser utilizados na fabricação de ração animal. Com isso, conseguiremos agregar mais uma fonte de renda para o produtor rural”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

Em algumas regiões como Canoinhas e São Bento do Sul, o aumento da área plantada chega a 40%. Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) João Rogério Alves, os bons preços praticados no início da safra levaram os produtores a investir na atividade e ampliar suas áreas de cultivo.

As estimativas são de que os catarinenses tenham colhido 171,3 mil toneladas de trigo na safra 2020/21, uma alta de 11% em relação ao ano anterior. Boa parte da produção está concentrada na região de Canoinhas e Chapecó.

Alta nos preços de trigo

A manutenção dos preços do trigo em patamares elevados se deve a vários fatores, entre eles a produção nacional insuficiente para atender a demanda, já que mais da metade do volume consumido pelo mercado brasileiro é importado. Outro aspecto relevante é o mercado internacional, com o dólar elevado e a implementação de barreiras tarifárias impostas por importantes países exportadores.

Estímulo ao plantio de grãos de inverno

Com uma cadeia produtiva de carnes em constante crescimento, Santa Catarina busca alternativas para reduzir a dependência de milho e diminuir os custos de produção. A Secretaria de Estado da Agricultura pretende reforçar o apoio para o plantio de trigo, triticale e cevada.

A Secretaria da Agricultura já desenvolve um Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno, que pretende ampliar em 120 mil hectares a área plantada com esses grãos no estado. A intenção é ocupar as áreas de cultivo também nesta estação, trazendo uma alternativa de renda para os produtores e mais competitividade para a cadeia produtiva de carnes.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Comprador pressiona, mas baixa oferta de animais limita queda do indicador

Esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços

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Divulgação/Embrapa

Neste início de março, frigoríficos seguem cautelosos para novas aquisições de animais, tentando evitar abrir preços maiores aos pecuaristas. Segundo colaboradores do Cepea, esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços.

No entanto, a oferta limitada de animais para abate tem diminuído a força da pressão compradora. De 24 de fevereiro a 3 de março, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) permaneceu praticamente estável (-0,45%), fechando a R$ 298,15 na quarta-feira (03).

Quanto às vendas ao mercado internacional, o menor número de dias úteis em fevereiro e o ano novo chinês reduziram os embarques da carne bovina brasileira para o patamar registrado em janeiro/19. Mesmo assim, as exportações seguem acima das 100 mil toneladas mensais desde o começo de 2018, mostrando que o mercado externo continua importante para o Brasil. Em fevereiro, o Brasil exportou 102,12 mil toneladas do produto in natura, baixas de 4,85% em relação a janeiro/21 e de 7,64% em comparação a fevereiro do ano passado (dados da Secex).

Fonte: Cepea
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Notícias ANTT

Transporte rodoviário tem novo piso mínimo de frete

Tabela foi publicada na quarta-feira (03) no Diário Oficial da União

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Gervásio Baptista/Agência Brasil

O transporte rodoviário de carga tem novo piso mínimo de frete. A tabela com os valores específicos foi publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Diário Oficial da União de quarta-feira (03).

Conforme diz a nota técnica que antecedeu a portaria, a Lei nº 13.703/2018 determina que, quando ocorrer no mercado nacional oscilação no preço do óleo diesel superior a 10% (para mais ou para menos), uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela agência do setor.

Essa equação considera alguns coeficientes relativos aos custos de deslocamento, de carga e de descarga. Tais custos contemplam tanto custos operacionais como mercadológicos. Entre os elementos considerados estão os de aquisição do veículo, preço do óleo diesel, pneus e salário dos motoristas. O atual reajuste não inclui o IPCA, segundo a ANTT.

A tabela apresenta os novos pisos mínimos para os mais diversos tipos de frete – diferenciados por tipo de carga, coeficiente de custo e número de eixos carregados. O cálculo apresentado na nota técnica leva em consideração o resultado de um levantamento de preços feito pela Agência Nacional do Petróleo, tendo como período observado o relativo a 22 e 27 de fevereiro, quando o valor médio do diesel S10 aumentou de R$ 3,663 para R$ 4,25.

Em termos percentuais, esse aumento equivale a 16,03%. Percentual acima dos 10% usados como espécie de gatilho para a revisão da tabela, pela agência.

Fonte: Agência Brasil
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