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Show Rural exibe portfólio de ponta das empresas DuPont Pioneer e DuPont Proteção de Cultivos

DuPont Proteção de Cultivos anuncia que obteve registro do inseticida Benevia® para controle da mosca-branca em diferentes culturas

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No período de 1º a 5 de fevereiro acontece no município de Cascavel (PR) a edição 2016 do Show Rural Coopavel. A DuPont Pioneer e a DuPont Proteção de Cultivos marcam presença no encontro tecnológico e mostram a força de suas tecnologias integradas, com a apresentação de novos híbridos e também do portfólio de defensivos agrícolas da marca.

 

Há 27 anos o Show Rural Coopavel contribui com o aprendizado de produtores rurais e a economia do campo. O evento de Cascavel reúne as maiores e melhores empresas do agronegócio nacional e internacional. São mais de 210 mil visitantes em busca de soluções para aumentar a produtividade e a rentabilidade de suas propriedades.

 

A DuPont Proteção de Cultivos anuncia no Show Rural Coopavel que obteve o registro oficial dos órgãos reguladores para a aplicação do inseticida Benevia® no controle da mosca-branca. A autorização vale para as culturas de soja, feijão, algodão, batata, tomate e melão. Segundo a DuPont, Benevia® foi desenvolvido com base numa molécula química de última geração, descoberta pela empresa, de nome Cyazypyr®.

 

A companhia informa também que a comercialização de Benevia® será iniciada imediatamente após a obtenção dos cadastros estaduais para o produto.

 

Durante o evento a DuPont Proteção de Cultivos destaca ainda o inseticida Avatar® e o tratamento de sementes Dermacor®, além do Programa Soja, baseado nas tecnologias Aproach® Prima (fungicida), Dermacor® (tratamento de sementes), Avatar®, Prêmio® e Lannate® (inseticidas); Accent ® e Classic® (herbicidas).

 

Os produtores que visitarem a área tecnológica no estande da DuPont Pioneer conhecerão a linha de produtos recomendados para o plantio na região Sul do País, com as características de qualidade de grãos dos híbridos para safrinha, alto potencial produtivo dos híbridos de verão e produtividade com precocidade das cultivares de soja.

 

Segundo o gerente das regiões do Paraná e do Paraguai, Gino Di Raimo Junior, para o verão a empresa apresenta os lançamentos dos híbridos P1680YH, P3271H e P3779H e, para a safrinha, os híbridos P3380HR e P3456H. Na soja o destaque é a nova cultivar 95Y52, produto com precocidade e alta produtividade.

 

“Além dos lançamentos, a nossa equipe de representantes irá explicar aos produtores sobre as Boas Práticas de Manejo, incluindo o Manejo Integrado de Pragas (MIP) e o Manejo de Resistência de Insetos (MRI)”, complementa Gino.

 

Durante o Show Rural a DuPont Pioneer fará o lançamento de seus híbridos de milho com a tecnologia Leptra® de proteção contra insetos, formada pela associação entre as tecnologias Agrisure Viptera®, YieldGard®, Herculex®I, e Liberty Link®.

 

No Brasil, a tecnologia Leptra® está disponível também em versão tolerante ao herbicida glifosato, contendo a tecnologia Roundup Ready™ 2 Milho. Devido ao seu amplo espectro, a tecnologia Leptra® é uma excelente escolha para aqueles agricultores que desejam mais segurança e rentabilidade nas suas lavouras, pois auxilia no controle das principais lagartas que atacam a cultura do milho.

 

Os produtores rurais que visitarem a feira poderão conhecer também os benefícios do tratamento de sementes industrial para soja e milho da DuPont Pioneer, o inseticida Dermacor®. O agroquímico em conjunto com o Poncho® auxilia no controle das principais pragas da cultura do milho.

 

Especialistas e representantes das companhias estarão presentes para atender ao público.

 

 

Híbridos marca Pioneer® com tecnologia Leptra® de proteção contra insetos  – disponível também em versão tolerante ao herbicida glifosato.

Agrisure® e Agrisure Viptera® são marcas registradas utilizadas sob licença da Syngenta Group Company.
A tecnologia Agrisure® incorporada nessas sementes é comercializada sob licença da Syngenta Crop Protection AG.
Tecnologia de proteção contra insetos Herculex® desenvolvida pela Dow AgroSciences e Pioneer Hi-Bred.
®Herculex e o logo HX são marcas registradas da Dow AgroSciences LLC.
LibertyLink® e o logotipo são marcas registradas da Bayer.
® YieldGard é marca registrada utilizada sob licença da Monsanto Company.
As marcas com ®, ™ ou SM são marcas e marcas de serviço da DuPont, Pioneer ou de seus respectivos titulares. © 2016 PHII

Poncho® é marca registrada da BAYER S.A.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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