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Show Rural Digital reforça papel como hub de tecnologia e conhecimento do agronegócio

Edição 2026 amplia expositores, atrai lideranças internacionais e aposta em temas estratégicos como IA e cibersegurança.

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Foto: Gabriel Rosa

Integrado ao Show Rural Coopavel desde 2019, o Show Rural Digital tornou-se um dos principais ambientes dedicados à inovação e à transformação digital no evento, que chega à sua 38ª edição. O espaço deixou de ser apenas expositivo para se consolidar como um ponto de encontro entre conhecimento, tecnologia, networking e oportunidades de negócios voltadas ao avanço do agronegócio.

Coordenador do Show Rural Digital, José Rodrigues da Costa Neto: “O Show Rural Digital é um evento que cresce de forma consistente, gera conteúdo altamente relevante e deixa sua marca a cada edição” – Foto: Divulgação/Coopavel

De 09 a 13 de fevereiro, a programação reúne 60 apresentações e atividades, além de dezenas de expositores e conteúdos que abrangem toda a cadeia produtiva, da base no campo às soluções tecnológicas mais avançadas. “O Show Rural Digital é um evento que cresce de forma consistente, gera conteúdo altamente relevante e deixa sua marca a cada edição. Em 2026, teremos mais expositores, mais atrações e uma agenda ainda mais completa”, ressalta o coordenador José Rodrigues da Costa Neto.

Um dos momentos centrais será o Fórum Internacional das Cooperativas, programado para terça-feira, dia 10, com a participação de CEOs e diretores técnicos de cooperativas do Brasil, Paraguai e Argentina. “O fórum ganhou dimensão internacional e se transformou em um espaço estratégico de discussão sobre o futuro do cooperativismo”, destaca Neto.

A inovação prática também ganha protagonismo com o Hackathon, maratona que desafia equipes a desenvolver soluções para demandas reais do agronegócio em mais de 40 horas de imersão. A equipe vencedora será premiada com uma visita a um dos principais ecossistemas de inovação da América do Sul, experiência vivenciada, no último ano, na Colômbia. Segundo Neto, o nível dos projetos apresentados evolui a cada edição, com propostas cada vez mais próximas da realidade de mercado.

Foto: Albari Rosa

Novos caminhos ao agro
A agenda do Show Rural Digital contempla temas como inteligência artificial aplicada ao agronegócio, cibersegurança, eventos climáticos extremos, agricultura de precisão, biotecnologia e valorização de resíduos. O público também poderá participar de rodadas de negócios, painéis com fundos de investimento e iniciativas de inovação aberta, como o Iguassu Valley Show, que trará ao debate as estratégias do ecossistema regional de inovação.

O compromisso com a diversidade segue fortalecido com o retorno do Founders Mulheres, que reunirá cerca de 150 mulheres de diferentes municípios do Oeste do Paraná em uma programação voltada à equidade, liderança feminina e ampliação da participação das mulheres no ecossistema de startups.

Entre os participantes confirmados está Renato Chaves, presidente da Extreme Networks América Latina, que integra o Fórum das Cooperativas com reflexões sobre cibersegurança e infraestrutura digital, temas cada vez mais estratégicos e transversais para o setor agropecuário. O Show Rural Digital conta com a parceria do Governo do Paraná, Sebrae, Fiep, UTFPR, Biopark, Ocepar e Iguassu Valley.

Fonte: Assessoria Show Rural Coopavel

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Economia brasileira mantém expectativa de crescimento estável para 2026

Com o dólar em queda, real ganha força e câmbio mostra cenário mais favorável no início do ano.

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Foto: Divulgação

O cenário macroeconômico brasileiro no início de 2026 combina queda na taxa de câmbio com estabilidade nas projeções de crescimento da economia. A valorização do real frente ao dólar ocorre em um contexto de expectativas relativamente estáveis para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo do ano.

Foto: Shutterstock

No mercado cambial, o dólar registra recuo tanto na comparação com o mês anterior quanto em relação ao mesmo período do ano passado. O movimento indica uma trajetória de apreciação da moeda brasileira ao longo dos últimos meses, refletindo ajustes nas condições financeiras internacionais, no fluxo de capitais e nas expectativas do mercado em relação à economia doméstica.

A redução do câmbio tende a ter impacto direto sobre diferentes setores da economia. Para cadeias produtivas que dependem de insumos importados, a queda da moeda norte-americana pode contribuir para aliviar custos. Por outro lado, para segmentos fortemente exportadores, um real mais valorizado pode reduzir parte da competitividade no mercado internacional.

Em paralelo, as projeções para o crescimento da economia brasileira seguem relativamente estáveis. As estimativas de mercado para o PIB de 2025 mantêm-se próximas de 1,8%, indicando que os agentes econômicos não realizaram revisões significativas nas expectativas mais recentes.

Foto: Marcelo Cassal/Agência Brasil

Na comparação anual, houve leve melhora nas projeções de crescimento, sugerindo uma visão um pouco mais otimista em relação ao desempenho da atividade econômica. No entanto, na comparação com o mês anterior, o cenário permanece praticamente inalterado, reforçando a percepção de estabilidade nas expectativas.

As informações integram análise de indicadores econômicos divulgada pelo Centro de Inteligência do Leite (CILeite), da Embrapa Gado de Leite, com base em dados do Banco Central do Brasil, que acompanham variáveis macroeconômicas relevantes para o desempenho do setor agropecuário e da cadeia do leite.

Fonte: O Presente Rural
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Copercampos supera R$ 9,6 milhões em economia com Mercado Livre de Energia

Estratégia iniciada em 2018 já envolve 13 unidades da cooperativa e reduz custos com eletricidade em mais de 25% em comparação ao mercado cativo.

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Foto: Divulgação

A decisão estratégica da Copercampos de migrar parte de suas unidades para o Mercado Livre de Energia segue gerando resultados expressivos e consolida a cooperativa como referência em gestão eficiente de custos e visão de longo prazo. Iniciado em 2018, o projeto começou com a migração de cinco unidades e, ao longo dos anos, foi sendo ampliado de forma planejada, acompanhando a evolução do consumo energético e as oportunidades do setor elétrico brasileiro.

Somente em 2025, as unidades da Copercampos inseridas no mercado livre registraram uma economia de R$ 1.866.154,16, o que representa uma redução média de 25,55% nos custos com energia elétrica em comparação ao mercado cativo, sem considerar o ICMS. No período, o consumo total dessas unidades somou 11.168,040 MWh, evidenciando a relevância do impacto financeiro da estratégia adotada.

Além do ganho econômico, toda a energia adquirida pela cooperativa no Mercado Livre é proveniente de fontes 100% renováveis, o que reforça o compromisso da Copercampos com práticas sustentáveis e responsáveis. “A utilização de energia limpa contribui diretamente para a sustentabilidade econômica, social e ambiental, alinhando eficiência operacional com responsabilidade ambiental”, destaca o Gerente Operacional Ricardo Saurin.

Desde o início do projeto, a cooperativa avançou de forma consistente. Em 2018, cinco unidades passaram a operar no mercado livre. Em 2024, outras três migraram, seguidas por mais cinco unidades em 2025. Atualmente, o grupo conta com 13 unidades no ambiente de contratação livre, e o planejamento segue ativo, com mais cinco unidades em processo de migração em 2026, reforçando o compromisso contínuo com a eficiência energética e a competitividade.

No acumulado desde 2018, a economia total alcançada pela Copercampos com o mercado livre de energia é superior a R$ 9,6 milhões. O maior destaque está na Indústria de Rações, unidade que apresenta o maior consumo energético do grupo. Migrada ainda em 2018, essa unidade já acumula, até o momento, uma economia de R$ 5,3 milhões, demonstrando como o modelo é especialmente vantajoso para operações industriais de grande porte e consumo intensivo.

“Além da redução direta de custos, a atuação no mercado livre proporciona ganhos estratégicos, como previsibilidade orçamentária, análises de impacto de reajustes tarifários, otimização de demanda e avaliação contínua do perfil de consumo. Para 2026, estamos realizando a contratação de três novos contratos de fornecimento, ampliando a gestão ativa da energia e fortalecendo a segurança no abastecimento”, ressalta Ricardo Saurin.

O gerente da área ressalta ainda que a experiência da Copercampos no Mercado Livre de Energia demonstra que a eficiência energética vai além da economia financeira. “Trata-se de uma ferramenta estratégica para fortalecer a competitividade, sustentar investimentos e contribuir para um modelo de gestão cada vez mais moderno, sustentável e alinhado às boas práticas ambientais”, complementa.

Fonte: Assessoria Copercampos
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Inventário pode consumir até 40% do patrimônio familiar

Holding rural pode reduzir custos e evitar inventário na sucessão patrimonial

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Manoel Terças - Foto: Divulgação

Até 40% do patrimônio bruto de uma família pode ser consumido em um processo de inventário, somando impostos, custas judiciais e outras despesas. Além do custo elevado, o procedimento costuma se arrastar por anos: em média, cinco até a conclusão.

O advogado Manoel Terças, com 18 anos de atuação jurídica e especialista em holding rural, explica que a constituição de uma holding é hoje uma das estratégias mais utilizadas para organizar o planejamento patrimonial, sucessório e tributário no meio rural.

Segundo ele, a estrutura permite organizar a transferência de bens ainda em vida, reduzir a carga tributária, prevenir conflitos familiares e dar maior previsibilidade à sucessão, evitando a necessidade de inventário judicial.
A possibilidade de criação de holdings no Brasil existe há quase cinco décadas e tem sido amplamente utilizada como instrumento de proteção e gestão do patrimônio familiar. Em determinadas operações, a estrutura também pode oferecer vantagens fiscais, como a não incidência de ITBI.

Fonte: Artigo escrito por Manoel Terças, advogado com 18 anos de atuação jurídica e especialista em holding rural.
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