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Show Rural deve fechar mais de R$ 2 bilhões em negócios

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Até o final do dia de hoje (07), o Show Rural Coopavel deve fechar em torno de R$ 2 bilhões em negócios, sem contar com processos iniciados no evento e devem ser concretizados nos próximos dias. Este valor, estimam os organizadores, pode ser muito maior. No Ano passado, foram realizados R$ 1,6 bilhão de negócios nos cinco dias de programação e, segundo o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, os resultados em negócios também são um dos motivos para a credibilidade da feira e crescimento ano a ano.  Fato comentado pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que visitou a feira ontem (06), acompanhado da senadora Gleisi Hoffmann e comitiva de lideranças. Vargas participou da solenidade de reapasse de 50 caminhões caçambas a prefeitos paranaenses. Os caminhões foram viabilizados através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).
Pepe Vargas exaltou que o PAC 2 já levou maquinários e equipamentos a 367 municípios do Paraná, sendo que os conjuntos chegam a custar R$ 1 milhão cada um. Ele informou que até março o PAC 2 vai entregar o restante de motos niveladoras que falta a municípios do Estado, e até maio todos os caminhões programados. O ministro destacou que o Paraná possui, na maioria, agricultores familiares, que estão sendo beneficiados com as máquinas e caminhões repassados aos municípios e, com isso, há um estímulo à produção, provocando reação em cadeia, gerando empregos e renda. “E o Show Rural é um evento que estimula à tecnificação do campo, fator imprescindível hoje para aumento de produção. Por isso não poderíamos de fazer um repasse aqui, onde o produtor está presente para buscar informações para melhorar ainda mais seu desempenho”, destacou.
O ministro citou que deve deixar o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para voltar à Câmara o Deputados, tendo em vista que pretende disputar as eleições deste ano. “Mas saio muito satisfeito com o que vem acontecendo no campo fomentado por iniciativas públicas”, disse.
 
Melhorias
A senadora Gleisi Hoffmann, que até poucos dias respondia como ministra-chefe da Casa Civil, ressaltou o desempenho produtivo do Paraná e citou o Show Rural Coopavel como uma vitrine do agronegócio paranaense. Ela garantiu que a presidenta Dilma Rousseff está sensibilizada da necessidade e, por isso, vai investir na construção de um anel viário para Cascavel, com a execução dos contornos Sul e Norte. O anel, além de melhorar o tráfego diário da cidade, hoje sobrecarregado a partir do trecho do trevo Cataratas, vai sanar um problema histórico durante a semana do Show Rural Coopavel, que é o intenso congestionamento na BR-277.
Gleisi, citou, ainda, o investimento futuro do governo federal para completar a duplicação do trecho de Marechal Cândido Rondon a Cascavel e também de obras entre Rondon e Guaíra. Segundo ela, trata-se de um caminho estratégico para escoamento de safra. “O Paraná é um grande produtor e exportador de alimentos para outros Estados e países. Aqui plantamos milho e soja e colhemos frangos, suínos e leite. E não é só isso. Por isso o Estado precisa ser tratado de forma diferente para que possa continuar produzindo”, ressaltou.
A senadora enalteceu os investimentos através dos Planos Safras e PAC 2, a facilidade de financiamentos ao produtor rural, bem como o incremento do seguro rural. Ela mencionou que o Paraná tem os agricultores  que mais buscam crédito para investir e citou que 16% das operações de crédito são com agricultores paranaenses. “São medidas tomadas porque sabemos da importância do agronegócio para o Brasil”, garantiu, ressaltando que a prioridade agora é o Plano de Logística para armazenagem e transporte, abrangendo rodovias, ferrovias e portos.
 
Evento
O Show Rural Coopavel iniciou segunda-feira (03) e encerra hoje (07). Ontem, o Parque Tecnológico recebeu … mil pessoas, batendo mais um recorde de público em um só dia. No dia anterior, na quarta-feira (05), o evento já havia batido o recorde diário de público, quando recebeu 54.460 visitantes. Ontem, mesmo com o grande calor, o público buscava até mesmo os espaços de ruas descobertas para se deslocar. Comitivas de todo o Paraná e de outros Estados participaram do evento e, entre elas, o grupo da Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos índios (Carpil), de Alagoas, que mantém um convênio de intercooperação com a Cooapavel. Com a visita deste ano, a Carpil já trouxe ao Show Rural Coopavel quase dois mil produtores rurais alagoanos. Eles, como os demais, estão em busca de tecnologia.

Fonte: O Presente Rural

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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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