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Entrevistas Futuro do manejo

Show Rural 2025 apresenta número recorde de tecnologias com destaque para os bioinsumos

Presidente da Coopavel enaltece perspectivas de recordes em diferentes cadeias produtivas em 2025 e traça cenário positivo para o agro neste ano, especialmente em termos de insumos, mesmo com juros altos e problemas com logística.

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Anfitrião do Show Rural 2025, o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, destaca em entrevista ao O Presente Rural o crescimento da feira, impulsionado pela rápida evolução das tecnologias e inovações no setor agropecuário.

Com o tema “Nossa Natureza Fala Mais Alto”, o evento reflete a preocupação dos produtores rurais com a preservação ambiental e a crescente demanda dos consumidores por práticas sustentáveis.

Segundo Grolli, a consciência sobre a importância da terra está cada vez maior, exigindo um trabalho contínuo para atender às novas tendências globais.

Fonte: O Presente Rural

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𝗖𝗼𝗺𝗼 𝗮 𝗙𝗲𝗲𝗱𝗶𝘀 𝗰𝗿𝗶𝗼𝘂 𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗶𝗯𝗿𝗮𝘀 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀 𝗻𝗮 𝗻𝘂𝘁𝗿𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗹 𝗻𝗼 𝗕𝗿𝗮𝘀𝗶𝗹

A especialização técnica nesse nicho abriu caminho para a entrada da empresa em outros mercados. Desde 2024, passou a atender países da América Latina e também da Ásia.

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Em 13 anos, a Feedis saiu da condição de importadora de soluções europeias para indústria instalada no Brasil e referência em fibras funcionais e aditivos voltados à saúde intestinal e à performance animal.

De acordo com o CEO Fernando Toledano, quando a empresa iniciou as atividades, o conceito praticamente não existia no Brasil. A introdução dessas tecnologias abriu espaço para um mercado que hoje movimenta uma nova linha de aditivos voltados à saúde intestinal e à performance zootécnica, em um contexto de redução da dependência de antibióticos como promotores de crescimento.

A experiência acumulada na importação de tecnologias levou a Feedis a uma decisão estratégica em 2020: deixar de atuar apenas como distribuidora e passar a produzir no país. A indústria de aditivos foi instalada em Campinas, dando maior autonomia técnica, competitividade comercial e controle sobre os processos produtivos.

Atualmente, a empresa atua como fornecedora de aditivos e fibras alimentares principalmente para aves e suínos, com expansão para os segmentos pet e aquícola. A especialização técnica nesse nicho abriu caminho para a entrada da Feedis em outros mercados. Desde 2024, a empresa passou a atender países da América Latina e também da Ásia.

Fonte: O Presente Rural
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Frimesa reposiciona marca para ampliar presença em São Paulo e projeta faturamento de R$ 15 bilhões até 2032

Nova identidade visual acompanha estratégia comercial baseada em cadeia cooperativista, padronização de qualidade e reforço na distribuição

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Uma das maiores cooperativas de proteína animal do país, a Frimesa iniciou um reposicionamento de marca alinhado à estratégia de ampliar presença no mercado paulista. A mudança coloca a cor roxa como elemento central nas embalagens e na comunicação visual, com foco em diferenciação no ponto de venda.

O movimento vai além da estética. A cooperativa busca evidenciar ao consumidor a estrutura de cadeia integrada formada por milhares de produtores cooperados, associando a escala industrial à origem no campo.

De acordo com o presidente Elias Zydek, a nova apresentação dos produtos é acompanhada por certificações na suinocultura, padronização de qualidade, reforço logístico e presença mais direta nos canais de venda em São Paulo.

A estratégia ocorre em paralelo a um plano de crescimento de médio prazo. A meta é sair de um faturamento de R$ 8 bilhões em 2026 para R$ 15 bilhões em 2032. A projeção, segundo a cooperativa, está baseada em planejamento produtivo já definido nas propriedades, estrutura industrial já instalada e ajustes voltados à praticidade, preparo e apresentação dos cortes ao consumidor.

 

 

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Congresso APA debate tecnologia, mercado e exportações na produção de ovos

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O ovo é uma das proteínas mais consumidas pelos brasileiros e também uma das cadeias que mais evoluem em tecnologia, sanidade, nutrição e mercado. Esses temas estiveram no centro dos debates do Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que reuniu lideranças do setor, especialistas e produtores para discutir os rumos da avicultura de postura no Brasil.

Segundo o presidente da Associação Paulista de Avicultura (APA), Érico Pozzer, o evento se consolidou como um espaço estratégico para integrar toda a cadeia produtiva. “Aqui conseguimos reunir todos os elos da cadeia produtiva para discutir os desafios e as oportunidades da avicultura de postura ao longo de três dias de congresso”, destacou.

A importância da avicultura brasileira vai além da produção de proteína animal. O setor também tem papel relevante na segurança alimentar global e depende da articulação entre produtores, ciência e políticas públicas para sustentar seu crescimento.

O jornalista e ex-deputado federal Aldo Rebelo destacou o papel estratégico do país na oferta de alimentos ao mundo e a necessidade de defender os interesses do Brasil no cenário internacional.

Outro ponto abordado foi o cenário de custos de produção. De acordo com o doutor em economia aplicada Alexandre Mendonça de Barros, a oferta elevada de grãos no Brasil tende a manter os preços próximos aos níveis do ano passado, o que favorece setores dependentes de ração, como a avicultura.

Apesar disso, o especialista alertou para fatores geopolíticos que já começam a provocar volatilidade nos mercados globais de insumos agrícolas e podem influenciar a formação de preços nos próximos meses.

Mesmo diante dessas incertezas, o Brasil amplia sua presença no comércio internacional de ovos. Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o país passa a consolidar uma cultura exportadora em um setor historicamente voltado ao consumo interno. “Nós vivemos um momento importante de construção de uma cultura exportadora da avicultura de postura”, afirmou.

Segundo Santin, o crescimento das exportações é positivo e consistente, mas exige atenção permanente ao cenário internacional e aos principais mercados compradores. “O crescimento é positivo, ele é sustentado, mas precisa ser colocado em bases sólidas e com atenção à conjuntura global”, ressaltou.

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