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Setor de aquicultura vai definir agenda de prioridades para 2023

Um documento que lista diversas demandas do setor produtivo de aquicultura será encaminhado para os participantes da Câmara Setorial, para que façam um ranqueamento das ações prioritárias.

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Foto: Divulgação/Seapdr

Integrantes da Câmara Setorial da Aquicultura vão definir um grupo de demandas prioritárias que devem ser abordadas pela instância de discussão durante o ano de 2023. O assunto fez parte da pauta da reunião da Câmara, realizada de forma virtual nesta quinta-feira (08) pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Seapdr). É a segunda reunião da Câmara Setorial da Aquicultura, instaurada pela Instrução Normativa 8/2022 de junho deste ano.

Um documento que lista diversas demandas do setor produtivo de aquicultura será encaminhado para os participantes da Câmara Setorial, para que façam um ranqueamento das ações prioritárias. As demandas versam sobre diferentes aspectos, como fomento ao consumo, pesquisa, incentivos tributários, legislação ambiental, entre outros. “Esse levantamento foi feito durante audiência pública na Assembleia Legislativa em março deste ano, uma oportunidade em que todos os elos da cadeia produtiva puderam fazer contribuições sobre suas necessidades. Esse documento deverá nortear nosso trabalho para o ano de 2023”, destacou a coordenadora adjunta da Câmara Setorial, Gabriela Mattei.

Os participantes deverão devolver o documento com suas considerações até 31 de janeiro de 2023, para que o corpo técnico do Departamento de Políticas Agrícolas da Seapdr possa compilar os resultados. Na próxima reunião da Câmara, agendada para 2 de março, a pauta principal será a divulgação e validação do documento com as ações consideradas prioritárias por todo o setor. “A partir daí, podemos montar grupos de trabalho específicos, agrupando essas prioridades em temas”, explicou o diretor de Políticas Agrícolas da Seapdr, Paulo Lipp.

A reunião também tratou da inclusão de representantes dos produtores de alevinos, das indústrias de ração e dos beneficiadores de pescado como integrantes da Câmara Setorial. Após reuniões específicas com esses três elos da cadeia produtiva, seus representantes vão se organizar para indicar dois titulares e dois suplentes para integrar a Câmara Setorial. O prazo para envio dos nomes também é 31 de janeiro do próximo ano.

Além disso, houve a formalização do nome de Gabriela Mattei, da Tilápia-RS, como coordenadora adjunta da Câmara Setorial. A instância vem sendo coordenada, de forma temporária, pelo diretor do Departamento de Desenvolvimento Agrário, Pesqueiro, Aquícola, Indígenas e Quilombolas da Seapdr, Maurício Neuhaus.

Participaram da reunião representantes das seguintes entidades: AquaSul Consultoria, Cooperativa Languiru, Cultiv Alimentos, Emater/RS-Ascar, Embrapa, Famurs, Fepam, Fetag-RS, FURG, Ibama, IBGE, Ministério da Agricultura, Piscicultura Dalferth, Rações Supra e Tilápia-RS.

Fonte: Ascom Seapdr

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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