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Setor comemora dia mundial do ovo com projeções recordes em cenário complexo

Consumo cresce em patamares históricos, mas custos de produção impõem desafio

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O brasileiro está comendo ovo como nunca, o que é motivo de comemoração especialmente hoje, 09 de outubro, quando o mundo inteiro comemora o Dia do Ovo.  De acordo com projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo per capita nacional deve alcançar neste ano 250 unidades, número 8,5% maior em relação ao ano passado.  Em 2010, este índice era de 148 unidades.

Ricardo Santin, presidente da ABPA e do Instituto Ovos Brasil (IOB) ressalta que ao longo da última década, o brasileiro mudou seus hábitos alimentares – e o ovo foi um dos protagonistas deste processo. A preocupação com a saudabilidade dos alimentos ganhou força, ao mesmo tempo em que a população tinha informações mais claras sobre as qualidades do ovo.

“Hoje, graças ao empenho setorial por meio de instituições como o IOB, as entidades estaduais, órgãos de saúde e nutrição e outros, é de conhecimento público que o ovo é um alimento completo, recomendável a todas às faixas etárias.  Essa ampla divulgação de atributos, após pesquisas que comprovaram a sua eficácia alimentar, impulsionaram o consumo e fizeram justiça a um alimento que é acessível e extremamente seguro”, avalia.

O ovo produzido no Brasil é, predominantemente, consumido no mercado interno.  Das 53 bilhões de unidades que deverão ser produzidas este ano (quase 1,3 mil ovos por segundo), menos de 1% ganha o mercado internacional.

“O ovo exerce um papel estratégico na segurança alimentar e saúde pública do Brasil.  É um alimento que marca presença nas mesas das famílias das diversas classes sociais.  Porém, como qualquer outro produto, está sujeito às altas de custos de produção.  É o quadro que enfrentamos hoje com o milho e a soja, em altas históricas.  Em algumas praças, a alta comparativa com o ano anterior chega a 70%”, avalia.

Frente a este cenário que impacta não apenas o ovo, mas também a carne de frango e a carne suína, a ABPA solicitou ao Governo Federal, por meio da Câmara de Comercio Exterior (CAMEX), a suspensão temporária da Tarifa de Exportação Comum (TEC) para a importação de milho e de soja provenientes de nações externas ao Mercosul.

“Nossos insumos principais ainda são o milho e a soja do Brasil. Mas em tempos de forte exportação de grãos, como os atuais, precisamos de opções. É uma questão de segurança alimentar e controle inflacionário. Se nossos fornecedores têm as portas abertas para o exterior, é justo que tenhamos a mesma oportunidade. Em 2016, ano com as altas históricas dos grãos, houve a suspensão da TEC para o milho, além da intensificação de venda balcão para os produtores. Precisamos novamente da medida, já que os preços dos insumos estão se aproximando dos índices de quatro anos atrás”, conclui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Notícias Do Sul para o mundo:

BRF movimenta uma cadeia viva que alimenta quatro continentes

Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF tem entre o coração do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo

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De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. Foto: O Presente Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem como propósito oferecer produtos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para seus consumidores. Para cumprir esse compromisso, conecta o trabalho de milhares de produtores integrados, profissionais nas fábricas e equipes de logística. Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF concentra nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo.

As unidades da BRF, além de abastecer as famílias brasileiras, alimentaram, em 2019, consumidores de 99 países, de quatro continentes. Esse número de destinos de exportações procedentes da Região Sul pode alcançar uma centena em 2020, considerando que recentemente a planta de Concórdia (SC), que já exportava suínos para Hong Kong, Filipinas e África do Sul, recebeu habilitação para exportar também para o Vietnã.

De municípios como Concórdia, no Oeste catarinense, Lajeado, no coração do Rio Grande do Sul, e Toledo, no Oeste paranaense, são embarcados mais de duas dezenas de tipos de produto, incluindo diferentes cortes de carne e embutidos, rumo a nações de culturas e regiões diversas, tendo o Japão, a 17.360 quilômetros, como o ponto mais distante. O roteiro apresenta uma diversidade de destinos, como Angola (África), Omã e Emirados Árabes (Península Arábica) e México (América do Norte).

De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. No caso da proteína de frango, a BRF representa cerca de 12% do comércio global. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação movida pela gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa voltada a proporcionar vida melhor a todos, do campo à mesa.

Fonte: Assessoria
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Notícias PIB

Ipea eleva previsão de aumento do PIB agropecuário do Brasil para 1,9% este ano

Revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano

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Divulgação/AENPr

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu para 1,9% a estimativa de crescimento do PIB agropecuário brasileiro em 2020, ante uma previsão anterior de 1,6%, informou o órgão nesta quinta-feira (22). O Grupo de Conjuntura do Ipea ainda revisou a projeção de crescimento do PIB Agropecuário do próximo ano de 2,4% para 2,1%, por conta do aumento da base de comparação – com o melhor resultado esperado para 2020.

A estimativa maior para o PIB agropecuário se deve a melhora nas previsões do IBGE para componentes importantes da lavoura e por números mais positivos também para a pecuária, “em especial decorrentes das revisões dos resultados observados de produção nos últimos meses”.

Como algumas das culturas mais relevantes da lavoura têm a produção concentrada nos dois primeiros trimestres, mudanças significativas nas estimativas do IBGE, depois da divulgação dos dados trimestrais do PIB, podem resultar em maiores revisões dos resultados trimestrais do PIB Agropecuário.

Segundo o grupo de conjuntura do Ipea, as revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano.

A soja teve crescimento revisado de 6,6% para 7% e segue como o produto com maior peso no valor adicionado da lavoura brasileira.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Suíno vivo segue valorizando em todas as regiões

Oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida

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Monalisa Pereira

As cotações do suíno vivo seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida. Com elevações no vivo, novos reajustes também são verificados nas cotações da carcaça.

Do lado dos custos, os preços internos do milho e do farelo de soja seguem renovando as máximas nominais, e as altas são mais intensas que as verificadas para o suíno vivo.

Esse cenário acabou interrompendo o movimento de avanço no poder de compra de suinocultores frente a esses insumos de alimentação, que vinha sendo observado desde maio deste ano.

Fonte: Cepea
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