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Serviço de Inspeção Estadual do Amapá passa a integrar o Sisbi-POA

Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal padroniza e harmoniza os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e segurança alimentar.

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Foto: Canva/Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu, na segunda-feira (13), a equivalência do Serviço de Inspeção Estadual do Amapá (SIE-AP), desempenhado pela Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do estado do Amapá (Diagro) para adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal para lácteos e pescados.

Com o reconhecimento, estabelecido na Portaria Nº 745, de 10 de fevereiro, publicada no Diário Oficial da União, o SIE-AP passa a integrar o Cadastro Geral do Sisbi-POA e os produtos vinculados aos estabelecimentos por eles cadastrados poderão ser comercializados em todo território nacional, ampliando mercado, gerando emprego e renda aos municípios. A portaria entra em vigor hoje.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, a ampliação no número de entes integrados ao Sisbi-POA é um compromisso desta Secretaria, para contribuir com a oferta de produtos de origem animal seguros ao consumidor brasileiro.

A partir de agora, a Diagro terá seu escopo de adesão habilitado no sistema eletrônico de cadastro de serviços de inspeção, o e-SISBI/SGSI, e autonomia para inclusão dos estabelecimentos sob sua gestão para realizarem o comércio nacional de seus produtos.

O Sisbi-POA faz parte do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e busca padronizar e harmonizar os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e segurança alimentar.

Atualmente, estão incluídos no cadastro-geral do Sisbi-POA, 25 estados e o Distrito Federal; 14 consórcios públicos (integrados por 256 municípios) e 36 municípios individualmente.

                                                                                                                                 Consórcios

                                                                                                SIE                              Públicos                                SIM

Os requisitos e procedimentos necessários para o reconhecimento da equivalência e adesão ao Sisbi-POA e Sisbi-PEC estão estabelecidos no decreto n° 5.741, de 30 de março de 2006, e na Instrução Normativa Mapa n° 17, de 6 de março de 2020. Para mais informações, o interessado pode acessar o passo a passo.

Fonte: Assessoria Mapa

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Santa Catarina aprova programa bilionário para impulsionar crédito rural

Nova política estadual cria até 10 linhas de financiamento e prevê R$ 1 bilhão para fortalecer cooperativas, agroindústrias e produtores em todas as regiões.

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Programa Coopera Agro SC irá contribuir para o desenvolvimento das propriedades rurais e permanência no campo - Foto: Aires Mariga/Epagri

O Programa Coopera Agro SC, considerado uma das mais robustas iniciativas de estímulo ao agronegócio catarinense, foi aprovado na terça-feira (09), pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Enviado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), o programa representa um marco para ampliar o acesso ao crédito, fortalecer cooperativas e agroindústrias e impulsionar a competitividade do campo em todas as regiões.

A iniciativa prevê a criação de até 10 linhas de crédito, somando R$ 1 bilhão em financiamentos voltados a agricultores vinculados a cooperativas e integradoras. As condições são diferenciadas, os financiamentos terão taxa de juros reduzida, próxima a 9% ao ano, com prazo total de 10 anos, incluindo dois anos de carência.

A operacionalização financeira será conduzida em parceria entre o Governo do Estado e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), por meio da aquisição de Letras Financeiras com prazo de 10 anos. O programa prevê R$ 200 milhões aportados pelo Estado e R$ 800 milhões pelo setor privado. Como incentivo adicional, o Governo poderá liberar créditos acumulados de ICMS, limitados a até 50% do valor investido.

Com potencial estimado de R$ 26 bilhões em impacto econômico, 40 mil empregos diretos e indiretos e benefícios para mais de 120 mil produtores rurais, o Coopera Agro SC é apontado como um programa de transformação estrutural para o setor. “A aprovação do Coopera Agro SC pela Assembleia Legislativa é um avanço para a nossa agricultura. Significa mais renda e oportunidades para impulsionar ainda mais a força do nosso campo e de toda cadeia produtiva”, afirma o governador Jorginho Mello.

O programa também responde a desafios estruturais do setor, como o custo elevado do crédito rural e a necessidade de ampliar investimentos que sustentem a competitividade. “O Coopera Agro SC marca um novo patamar de apoio ao agronegócio catarinense. Estamos criando um ambiente mais favorável para que agricultores, cooperativas e agroindústrias possam investir com segurança e crescer. É um programa que moderniza o acesso ao crédito, fortalece quem produz e garante mais renda e oportunidades no campo. Santa Catarina passará a contar com um programa inovador, que certamente será referência para o país”, destaca o secretário da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

A coordenação do programa é da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), com apoio da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan).

Fonte: Assessoria Epagri
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Coamo antecipa R$ 200 milhões das sobras aos cooperados

Pagamento chega a 32,5 mil associados e aquece a economia regional no fim do ano.

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Fotos: Divulgação/Coamo

A manhã desta quarta-feira (10), foi de movimentação nas unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde os mais de 32,5 mil cooperados estão recebendo a antecipação de R$ 200 milhões das sobras. O pagamento é proporcional à participação de cada associado, com R$ 0,70 por saca de soja, R$ 0,20 por saca de milho, R$ 0,20 por saca de trigo e 1,5% sobre o valor dos insumos adquiridos. O restante das sobras será repassado após a Assembleia Geral Ordinária, marcada para fevereiro de 2026.

Entre os cooperados que retiram o benefício está Leocyr Mota Junior, de Campo Mourão. Ele afirma já ter destino definido para o recurso. “Vamos cumprir uns compromissos, vem num momento bom para passar um natal melhor”, diz. Para Mota, a antecipação representa o retorno coletivo. “É um resultado do esforço de todos os cooperados”, frisa.

A cooperada Patrícia Aparecida Santiago, também de Campo Mourão, utilizará o valor recebido para organizar as despesas familiares. “Eu vou adiantar umas parcelas da escola das crianças e fazer umas comprinhas de natal”, comenta. Ao lado do filho, Enzo, ela avalia que as sobras trazem previsibilidade ao planejamento financeiro. “É uma segurança. Você sabe que no final do ano vai receber uma sobra e consegue se programar.”

O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca que a antecipação faz parte da história da cooperativa. “Nós antecipamos parte do resultado para dezembro, para que o cooperado faça o que bem entender e possa viver o natal com a família”, afirma. Ele explica que a prática acompanha a lógica do cooperativismo. “Na Coamo, os mais 32,5 mil cooperados são clientes e donos também, e recebem na proporção do que operam.”

Gallassini observa que, mesmo com oscilações de preços e perdas pontuais de produção em determinadas regiões, a Coamo mantém a margem operacional que permite realizar a antecipação anual. “Quando o preço sobe, paga mais; quando baixa, paga menos, mas sempre numa proporção”, explica. Segundo ele, o resultado deste ano acompanha o cenário de mercado e possibilita a distribuição prevista, com o restante das sobras sendo repassado no início de 2026.

O presidente lembra ainda que a antecipação movimenta a economia dos municípios da área de ação da cooperativa. “O comércio já conta com essa antecipação, porque realmente movimenta o município de modo geral”, afirma. Ele reforça que a prática permanece como um diferencial da Coamo desde a sua fundação, consolidando a relação com os cooperados e contribuindo para que cada família encerre o ano com maior segurança financeira.

Fonte: Assessoria Coamo
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GTF recebe Selo Clima Paraná pelo 4º ano e reforça agenda ambiental

Produtora paranaense de carne de frango volta a ser certificada por ações de redução de emissões e práticas de sustentabilidade, em um momento em que o setor intensifica compromissos ambientais.

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Foto: Divulgação/GTF

A GTF, uma das seis maiores empresas produtoras de carne de frango do Brasil e uma das dez maiores exportadoras dessa proteína no país, foi reconhecida, mais uma vez, pelo seu compromisso com a sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. Pelo quarto ano consecutivo, a organização será certificada com o Selo Clima Paraná, iniciativa promovida pelo Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (SEDEST). Neste ano, a empresa foi enquadrada na Categoria B – Mercado Interno, e a cerimônia de outorga aconteceu no Campus da Indústria, em Curitiba (PR), na última terça-feira (2).

Criado em 2015, o Selo Clima Paraná tem como objetivo reconhecer boas práticas ESG, monitorar os resultados ambientais das organizações e incentivar medidas de mitigação das emissões de gases de efeito estufa. A participação é voluntária e ocorre por meio da apresentação da Declaração de Emissão de Gases de Efeito Estufa, conforme previsto na Política Estadual de Mudanças Climáticas (Lei nº 17.133/2012) e regulamentada pela Resolução nº 40/2023.

Recentemente, a GTF também foi premiada, pelo segundo ano consecutivo, com o Selo Ouro ODS, certificação concedida pelo Instituto ODS e acreditada pela Federação Nacional das Associações, Centros e Clubes Unesco do Brasil (BFUCA Unesco).

A conquista do selo consolida a GTF entre as organizações que lideram a transformação sustentável no Brasil. Entre as ações de destaque estão iniciativas focadas no combate à pobreza e à fome, acesso à saúde e à educação de qualidade, igualdade de gênero, oferta de água potável e energia limpa, infraestrutura sustentável, trabalho decente, combate às mudanças climáticas e preservação dos ecossistemas.

“Essa é mais uma conquista que reforça nosso compromisso com as boas práticas de sustentabilidade. A cada ano, buscamos aprimorar nossas ações e elevar nosso padrão de excelência. Esse reconhecimento não é apenas da GTF, é um prêmio que também pertence à sociedade,” destacou Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria GTF
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