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Senar/SC qualifica mais de 6.000 produtores rurais catarinenses em março

A meta é beneficiar 6.032 produtores rurais em todo o território catarinense

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Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho rural, instalação e manutenção de redes elétricas, gestão ambiental na produção de leite, boas práticas de manipulação de alimentos para agroindústrias, aumento da produtividade do mel e empreendedorismo rural são alguns dos 377 treinamentos gratuitos disponibilizados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). A meta é beneficiar 6.032 produtores rurais em todo o território catarinense.

Entre os treinamentos oferecidos no Norte do Estado, estão o de doma racional de equídeos em Bela Vista do Toldo, de cultivo hidropônico de hortaliças em Canoinhas, de conservas de hortaliças e temperos em Três Barras, de gestão da propriedade rural em Porto União e de queijos e industrialização de soro em Joinville.

No Vale do Itajaí, entre os cursos que serão realizados estão os de implantação e manejo de pastagens em Atalanta, de produção caseira de massas para congelamento em Blumenau, de doces de leite e iogurte em Doutor Pedrinho, de cultivo de plantas medicinais em Benedito Novo e de beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar em Itapema.

Na região Sul, ocorrem os treinamentos de tratamento de madeira em Grão Pará, de embutidos e defumados de carne de frango em Laguna, de cultivo protegido de hortaliças em Pescaria Brava, de criação de bezerras e novilhas em Santa Rosa do Sul e de artesanato com pintura em São João do Sul.

Na região Leste, entre as qualificações previstas estão os de emissão de guia de trânsito animal (e-GTA) em Florianópolis, de boas práticas de manipulação de alimentos para agroindústrias em Palhoça, de produção de pólen apícola em Biguaçu, de cultivo de plantas medicinais em Santo Amaro da Imperatriz, de produção caseira de massas para congelamento em São José e de olericultura orgânica em São Bonifácio.

Entre os treinamentos previstos na Serra Catarinense estão os de qualidade do leite em Alfredo Wagner, de olericultura orgânica em Cerro Negro, de reformas e pequenas costuras em Celso Ramos, de identificação e seleção de oportunidades de negócios em Bom Retiro, de primeiros socorros em Bocaina do Sul e confecção de peças do vestuário íntimo em Correio Pinto.

Na região do Meio Oeste, entre os cursos previstos estão os de acolchoados artesanais com lã de ovelha em Água Doce, de artesanato com pintura em Videira, de reflorestamento em Caçador, de gestão da propriedade rural em Calmon, de artesanato de crochê e tricô em Brunópolis e meliponicultura em Campo Novos.  

No Oeste, entre os treinamentos previstos estão os de proteção de nascentes em Bom Jesus, de conservas de frutas em Ipuaçu, de tratamento de madeira em Xavantina, de gestão ambiental na produção de leite em Seara e de manejo de colmeia em Concórdia.

Entre os cursos que serão desenvolvidos no Extremo Oeste estão os de aumento da produtividade do mel em Saltinho, de segurança e saúde no trabalho com agrotóxicos em Santa Helena, de implantação do pomar em Barra Bonita, de produção caseira de pães e biscoitos em Dionísio Cerqueira, de doces de leite e iogurte em São João do Oeste e de segurança e saúde no trabalho com agrotóxicos em Itapiranga.  

O Senar/SC organiza, administra e executa o ensino de formação profissional rural e a promoção social do produtor e trabalhador rural e sua família, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o desenvolvimento sustentável do País. “A entidade estimula a aprendizagem de maneira harmônica, mudando a visão do homem sobre si mesmo e sobre o mundo em que ele vive”, realça o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi.

Os demais treinamentos podem ser encontrados no site do Senar/SC (www. senar.com.br) que informa as especificidades, carga horária, local e data de realização. Para participar, o produtor deve procurar o Sindicato Rural do município. 

Fonte: Assessoria

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O Brasil da insegurança jurídica

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Enfrentamos um momento crucial em que a segurança jurídica no meio rural tornou-se vital para a sustentabilidade de nosso país. O risco iminente de demarcações indevidas de terras produtivas e invasões, promovidas por diferentes frentes, ameaça não apenas os produtores rurais, mas reverbera negativamente em toda a sociedade.

Ao permitir demarcações em áreas que têm sido fonte de sustento para gerações de agricultores, corremos o sério risco de desmantelar não apenas propriedades, mas o cerne da produção de alimentos que sustenta nossa nação. A história e os esforços incansáveis dos produtores, que adquiriram legalmente essas terras, estão em perigo.

Invasões, seja por demarcações injustas ou por atos de grupos como o MST, desencadeiam um efeito dominó de consequências prejudiciais. Afetam a produção agrícola, ameaçam o abastecimento de alimentos e geram instabilidade econômica em um momento em que precisamos mais do que nunca de segurança e tranquilidade.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo na suinocultura acesse a versão digital de Suínos clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editor-chefe do Jornal O Presente Rural, jornalista Giuliano De Luca
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Agricultura digital promove uma revolução tecnológica nos campos

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Agricultura digital, também conhecida como agri-tech ou agtech, tem emergido como uma revolução nos campos agrícolas, impulsionada pela aplicação de tecnologia e ferramentas digitais. Este avanço abrange uma ampla gama de tecnologias, desde automação até biotecnologia, monitoramento de informações e análise de dados. A crescente demanda por alimentos e a ameaça das mudanças climáticas têm impulsionado a adoção dessas tecnologias nos últimos anos, e os resultados são notáveis.

De acordo com o relatório “Feeding the Economy” de 2023, a agricultura digital está transformando as indústrias agrícola e de cultivo nos Estados Unidos. Os números são impressionantes: mais de 8,6 bilhões de dólares em atividade econômica, o que representa quase 20% do total do país, e o apoio direto a quase 23 milhões de empregos. Esses dados refletem não apenas um avanço econômico, mas também uma mudança fundamental na forma como a agricultura é conduzida.

Uma das grandes vantagens da agricultura digital é sua capacidade de melhorar a eficiência e aumentar a produtividade. Tecnologias como monitoramento de precisão, automação de equipamentos e estufas inteligentes estão possibilitando aos agricultores otimizar seus processos de produção. Imagens de satélite e drones, juntamente com sensores IoT, permitem o monitoramento preciso da saúde das culturas e das condições do solo, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e uma melhor previsão de padrões climáticos. Além disso, a automatização de equipamentos, como tratores autônomos e robôs agrícolas, reduz a dependência de mão de obra humana e aumenta a eficiência operacional.

A sustentabilidade também é um aspecto crucial da agricultura digital. Práticas agrícolas de precisão possibilitadas por essas tecnologias permitem aos agricultores implementar métodos sustentáveis que reduzem suas pegadas de carbono, enquanto aumentam os lucros. Com uma população global prevista para chegar a quase 10 bilhões até 2050, de acordo com as Perspectivas da População Mundial de 2022 da ONU, a agricultura digital se torna não apenas uma opção viável, mas uma necessidade urgente para atender às crescentes demandas alimentares.

Além dos benefícios econômicos e ambientais, a agricultura digital também promove uma maior transparência e conscientização na cadeia de suprimentos alimentar. A gestão eficiente da cadeia de suprimentos, com tecnologias como blockchain e análise de big data, permite uma rastreabilidade eficaz dos alimentos, garantindo a origem e a qualidade dos produtos alimentícios desde a fazenda até o consumidor final.

No entanto, apesar de todos esses benefícios, a agricultura digital enfrenta desafios significativos. Os altos custos iniciais e de manutenção, a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e a falta de padronização são apenas alguns dos obstáculos que os agricultores enfrentam ao adotar essas tecnologias. Superar esses desafios é essencial para aproveitar todo o potencial da agricultura digital e garantir um futuro sustentável para a produção de alimentos.

Com o avanço contínuo da tecnologia e a crescente conscientização sobre a importância da sustentabilidade, é apenas uma questão de tempo antes que a agricultura digital se torne a norma em todo o mundo. Os agricultores que abraçarem essas tecnologias estarão à frente de uma nova era na produção de alimentos, impulsionando a inovação e garantindo um futuro próspero para a agricultura.

Fonte: Por Ricardo Martins, especialista em comunicação e tecnologia
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Déficit na balança comercial de produtos da piscicultura alcança US$ 914 milhões em 2023

Maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

Em 2023, o déficit da balança comercial de produtos da piscicultura atingiu US$ 914 milhões. O maior déficit foi registrado no 4º trimestre, totalizando US$ 678 milhões negativos.

Destaque para o aumento das importações de salmão, que cresceram 4% em valor e 14% em peso, consolidando a espécie como o principal peixe de cultivo importado pelo Brasil no ano passado, alcançando US$ 837 milhões, equivalendo a 89% do total.

O pangasius se manteve na segunda posição, com US$ 97 milhões, seguido por curimatás, com US$ 1,7 milhões, e trutas, com US$ 1,1 milhões.

Por sua vez, a importação de 25 toneladas de tilápia, totalizando US$ 118 mil, na forma de filé congelado, proveniente do Vietnã e destinado ao Estado de São Paulo, fez com que a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) questionasse os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os  riscos sanitários associados ao produto, levando a suspensão, no início de 2024, das importações de tilápia do Vietnã.

Fonte: Com assessoria Peixe BR
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