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Seminário sobre doenças aviárias reunirá em Cascavel especialistas internacionais

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Cada dia mais competitivo, o mercado internacional enfrenta toda a sorte de barreiras comerciais, ambientais, tributárias e alfandegárias. Mas quem vem ditando a última palavra nas relações econômicas entre os povos são as barreiras sanitárias. 
Em um mundo onde os mais modernos meios de transporte rompem as fronteiras, encurtam as distâncias e aproximam as pessoas, a sanidade dos produtos exportados e importados, pelas facilidades da propagação de vírus e bactérias, virou a preocupação primordial de todos os países.
            Diante dos desafios desse cenário é que vem crescendo a importância de eventos como o Encontro MercoLab de Avicultura, que chega neste ano à sua 10ª edição reunindo novamente em Cascavel (PR), no próximo dia 9 de setembro, renomados especialistas de prestígio nacional e internacional na área.
Idealizado e promovido pelo MercoLab, laboratório veterinário que presta serviços de diagnóstico e monitoria para mais de 1 000 clientes de diversas regiões do país, o evento tem por objetivo debater em profundidade as questões que dizem respeito à sanidade avícola no Brasil e no mundo, atualizando a cadeia produtiva do setor com a divulgação de resultados de pesquisas e novos conhecimentos, que seguramente irão contribuir para otimizar custos e melhorar a produção.
            Diretor geral da empresa e coordenador do encontro, o médico-veterinário Alberto Back assinala que “o MercoLab tem caminhado junto com a avicultura brasileira, que ocupa posição de liderança no mercado mundial, fruto da determinação, competência e dinamismo de seus empresários e técnicos”.
 

6 bilhões de frangos

            Maior exportador mundial, o Brasil vai produzir em 2014 mais de 6 bilhões de frangos e deverá vender no exterior aproximadamente 4 milhões de toneladas. O consumo nacional baterá novo recorde, passando de 45 kg por habitante/ano. 
“Em volume e qualidade, nós competimos de igual para igual com as nações mais desenvolvidas e devemos manter esse ritmo ao longo dos próximos anos. Mas, para tanto, precisamos buscar constantemente o aprimoramento científico e tecnológico”, assinala Back.
Desempenhando papel de destaque no crescimento e fortalecimento da avicultura comercial brasileira, o MercoLab atua como um elo facilitador no processo de transferência de novas tecnologias, ferramentas essenciais para manter a pujança da indústria ligada à cadeia do frango.
Seu foco principal é a prevenção de doenças avícolas com potencial de impor severas restrições sanitárias ao país e provocar prejuízos incalculáveis para a economia nacional.
Uma delas, por exemplo, é a Salmonela, que será abordada em duas palestras na programação do Encontro MercoLab e que também mereceu destaque na recente reunião da Associação Americana de Veterinários, realizada em Denver, no Colorado, onde Alberto Back se fez presente e pode registrar a permanente preocupação dos Estados Unidos com essa patologia.
 

Programa

            Com palestra de abertura a cargo do ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que abordará as perspectivas presentes e futuras da economia brasileira, o 10º Encontro MercoLab de Avicultura terá lugar no Centro de Convenções e Eventos de Cascavel, das 9h às 18h do dia 9 setembro, e sua programação, ressalta Back, “foi estabelecida com base em sugestões de colegas que fazem a avicultura da nossa região.” 
Enfatizando que os palestrantes são profissionais extremamente capacitados em suas áreas, Back afirma que “a sinergia desses convidados com os demais participantes fará do evento uma fonte renovadora de informações. 
Muitas das dificuldades da avicultura podem ser minimizadas e até resolvidas pelo debate e busca de soluções em fóruns como este”, finaliza. 

Fonte: Ass. Imprensa da Mercolab

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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