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Seminário Internacional Agroceres PIC Génétiporc debate impacto das doenças emergentes na suinocultura e possíveis cenários para 2025

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O sociólogo e comentarista da Globo News, Demétrio Magnoli, e o presidente da Carthage Veterinary Service, Joseph F. Connor, estão entre os palestrantes do 11º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc. Em sua apresentação, Connor terá como foco as enfermidades emergentes na suinocultura e o impacto delas em todo o setor produtivo. Já Magnoli, trará aos participantes uma visão de amplo espectro sobre o Brasil e o mundo em 2025. Com o tema “Brasil 2025 – Reflexões, Caminhos e Agenda Estratégica”, esta edição marca os 20 anos de realização contínua do evento, que acontece entre os dias 27 e 29 de agosto no Costão do Santinho Resort Golf SPA, em Florianópolis (SC).
O Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc é considerado referência para todo o setor por sempre apontar tendências e panoramas futuros em questões produtivas, econômico-conjunturais e de mercado. Com palestras e discussões conduzidas por especialistas de renome internacional, os painéis oferecem aos participantes uma visão realista e inovadora de temas vitais para a suinocultura.
Nesta edição, ao todo, serão nove apresentações direcionadas a um público estimado de 400 participantes, formados por empresários, suinocultores, técnicos e dirigentes de agroindústrias, cooperativas e associações. Juntos, representam um plantel de 1,2 milhão de fêmeas alojadas, o equivalente a 75% do total de matrizes tecnificadas do Brasil.
Sobre os palestrantes 
Joseph F. Connor é presidente da Carthage Veterinary Service, empresa de consultoria para sistemas produtivos de suínos nos Estados Unidos, nas Américas e na Ásia, cujo foco principal é o manejo e a eliminação de enfermidades. É também presidente da Professional Swine Management, empresa atuante na área de administração da produção e no desenvolvimento de projetos em suinocultura direcionados ao gerenciamento de todas as fases produtivas: reprodução, gestação, maternidade, creche e terminação. Formado em Medicina Veterinária pela University of Illinois (EUA), Connor foi condecorado com inúmeros prêmios por sua atuação, tendo participado de mais de 40 pesquisas científicas de relevância para o setor suinícola. Ministrou mais de 300 apresentações nos mais diversos países do mundo, além de ser autor de vários artigos publicados em revistas científicas e especializadas.
Demétrio Martinelli Magnoli é jornalista, sociólogo e PhD em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). É comentarista do Jornal das Dez, da Globo News, e colunista dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo. Autor e coautor de diversas obras, também integra o Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (Gacint), do Instituto de Relações Internacionais da USP (IRI-USP). 
Serviço
11º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc 
Data: 27 a 29 de agosto de 2014
Local: Costão do Santinho Resort Golf SPA– Florianópolis (SC)
Realização: Agroceres PIC Génétiporc
Informações
Telefone: (19) 3526-8605, com Gabriela Beloto
Site: www.agrocerespic.com.br
Palestras
Visões para o Brasil e o Mundo em 2025
Demétrio Martinelli Magnoli – jornalista, sociólogo e comentarista da Globo News e colunista Folha de S. Paulo e O Globo.
Enfermidades Emergentes e seus Impactos em Nosso Setor
Joseph F. Connor – presidente da Carthage Veterinary Service , empresa de consultoria para sistemas produtivos de suínos nos Estados Unidos, nas Américas e na Ásia, cujo foco principal é produtividade e controle de enfermidades. 

Fonte: Ass. Imprensa da Agroceres Pic

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações.

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Foto: Divulgação O Presente Rural

A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 4 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

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Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

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Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
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