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Seminário discute importância dos corredores de exportação para o Brasil

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Representantes dos portos de Paranaguá, Santos, Rio Grande, Ceará e do Maranhão participaram, na manhã desta quinta-feira (21), em Fortaleza (Ceará), de um debate sobre a importância dos corredores de exportação no escoamento dos grãos no Brasil. O evento integra a programação do VIII Seminário SEP de Logística que acontece até hoje 22), no Centro de Eventos de Fortaleza.
 
Com o tema “O presente e o futuro dos corredores de exportação”, o painel teve como objetivo apresentar os principais portos exportadores de grãos do Brasil e falar das potencialidades dos corredores que se projetam para o futuro, como é o caso dos portos cearenses e do Maranhão. 
 
O diretor técnico da Appa, Paulinho Dalmaz, apresentou o Corredor de Exportação de Paranaguá, que é único no Brasil em sua característica de interligar por um complexo sistema de esteiras, sete terminais privados e dois públicos que, juntos, movimentam mais de 16 milhões de toneladas de grãos (com base no último fechamento anual, de 2012). 
 
"Temos um dos corredores de exportação mais competitivos do país, em função de sua configuração que permite que cada navio consiga embarcar cargas de diferentes terminais, tornando Paranaguá uma alternativa bastante atrativa para os compradores", explicou Dalmaz.
 
O diretor falou, ainda, sobre o sistema Carga Online e como sua boa utilização permitiu que fossem eliminadas as filas de caminhões no acesso ao Porto. "Nosso sistema mostrou-se bastante eficiente e hoje já é visto como uma alternativa para outros portos que já foram nos visitar. Com diálogo, adequações logísticas e disciplina, conseguimos corrigir um problema histórico que afligia o nosso Porto", disse.
 
O VIII Seminário SEP de Logística, promovido pela Secretaria de Portos, continua em Fortaleza até hoje (22). Paralelamente às discussões e palestras, ocorre a 5º Feira de Tendências de Logística do Norte e Nordeste, com a presença dos principais portos do Brasil, entre eles os portos de Paranaguá e Antonina.

Fonte: Appa

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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